Monte Carlo (Mônaco) – Com a chance de sair do Masters 1000 de Monte Carlo novamente na liderança do ranking, o italiano Jannik Sinner outra vez minimizou a importância do número 1. Ele reforçou que seu principal objetivo são os títulos e não tanto a colocação no ranking.
“Estou ciente dos cenários mas, quando você é um jogador de ponta, seu objetivo é ganhar troféus. Eu observo mais a corrida da temporada, pois ela mostra como alguém tem jogado durante o ano”, disse Sinner durante sua coletiva de imprensa pré-torneio no sábado.
O italiano vai começar a disputa em Monte Carlos virtualmente apenas 190 pontos atrás de Alcaraz e precisa chegar pelo menos às semifinais para sonhar com a volta ao topo da ATP.
Vice-campeão em Roma e Roland Garros no ano passado, o italiano ainda busca um grande título no saibro. “Gosto de jogar no saibro, mas não é a minha superfície favorita. Mesmo assim, acredito que posso jogar um bom tênis”, afirmou o atual vice-líder do ranking.
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— Rolex Monte-Carlo Masters (@ROLEXMCMASTERS) April 4, 2026
“Ainda não ganhei nenhum Masters 1000 em quadra de saibro, mas cheguei perto algumas vezes. Não posso prever o futuro, mas seria ótimo vencer aqui. É um torneio que adoro jogar e estou feliz por estar aqui”, afirmou Sinner, que chegou às semi de Monte Carlo em 2023 e 2024, tendo ficado de fora no ano passado para cumprir suspensão.
“Esta é uma superfície diferente, todos sabemos que é mais física. Em 2025, joguei um bom tênis nesta superfície, então vamos ver o que acontece este ano”, complementou o italiano, que estreia contra o vencedor do duelo francês entre Ugo Humbert e o jovem Moise Kouame.
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Campeão em Indian Wells e Miami, ele espera manter o embalo e a confiança obtida na conquista do Sunshine Double. “Trabalhamos muito lá e o esforço que fizemos valeu a pena”, comentou o tenista de 24 anos. “Senti que as longas sessões no calor em Indian Wells realmente ajudaram e não tive dificuldades nos EUA”. Na corrida pela readaptação, Sinner vai jogar duplas e estreia neste domingo ao lado do belga Zizou Bergs.












Vdd, outro dia alguém falou que o Marcelo Rios trocaria na hora ter sido #1 (por uns 23 segundos, é verdade (rs))
por ter ganho um Slam.
Me lembro. Sampras chegou a colocar um Slam a frente de uma medalha olímpica! Será…
Uai, com certeza. Vários esportes têm as olimpíadas como principal competição. Tênis não é um deles. Bom, eu sempre vi os Slams acima de tudo em termos de importância no tênis. E com certeza os demais jogadores pensam assim. Serão sempre lembrados primeiramente os Slams.
Ele está certo. O número 1 é consequência dos títulos.