Toronto (Canadá) – Naomi Osaka espera um confronto bastante diferente daqueles que já disputou contra Leylah Fernandez. Adversárias nas oitavas de final do WTA 1000 de Toronto, a japonesa e a canadense se enfrentaram apenas duas vezes no circuito, mas em momentos bastante distintos de suas carreiras.
O primeiro duelo ocorreu na terceira rodada do US Open de 2021. Então número 3 do mundo e defensora do título em Nova York, Osaka levou a virada da canhota, que tinha apenas 18 anos e depois embalou para alcançar sua primeira final de Grand Slam.
Osaka avançou no evento canadense após derrotar a belga Elise Mertens, 24ª colocada, por tranquilos 6/1 e 6/2, em 1h11 de jogo. “Na primeira vez, joguei contra a Leylah no US Open quando estava defendendo o título. Foi um momento muito estressante para mim e acho que aquela foi a grande arrancada dela, quando chegou à final. O que lembro é que ela foi muito aguerrida naquele momento”, recordou Osaka.
A ex-número 1 do mundo conseguiu dar o troco no segundo encontro, na temporada passada, também em uma partida de três sets. Para Osaka, porém, o tempo entre as duas partidas torna difícil utilizar o histórico como parâmetro para o embate desta vez em Toronto.
“Foram dois momentos diferentes e nós duas crescemos como jogadoras e como pessoas. Sinceramente, estou surpresa que só tenhamos jogado duas vezes, porque sinto que poderíamos ter nos enfrentado mais”, avaliou a experiente tenista de 28 anos.
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Osaka ainda teve uma oportunidade recente de observar o jogo da canadense. As duas treinaram juntas na semana passada, durante o WTA 500 de Washington. Contudo, a nipônica até brincou com a situação, dizendo que não pode utilizar as sessões de treino como parâmetro.
“Para falar a verdade, joguei muito mal. Então espero que talvez ela pense que vou jogar daquele jeito e seja pega de surpresa. Foi bom jogar com ela porque não há tantas canhotas no circuito”, afirmou a atual 13ª colocada do ranking.
Osaka considera que o fato de Fernandez ser canhota é o diferencial mais importante, já que é preciso se adaptar ao estilo de jogo da adversária. “Acho que, para todo mundo, é o saque. Tem aquele efeito e é a coisa mais difícil. Leva um tempo para se acostumar”, avaliou.








