Alexander Zverev sempre foi um temido adversário em partidas de melhor de três sets. Seu rol de resultados deixam isso muito claro. Ganhou não apenas dois Finals, a medalha olímpica e sete Masters, como também derrotou 14 vezes o mágico conjunto formado por Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic, a maioria delas no auge dos deuses das quadras.
Os Grand Slam, com partidas potencialmente mais longas e exigentes, surgiam como seu maior problema. E não era apenas uma questão emocional, mas também de saúde. O alemão convive com diabetes tipo 1 desde os quatro anos de idade e a flutuação da glicemia causava quedas de intensidade que pareciam inexplicáveis até que ele revelou o problema em 2022, pouco depois da terrível contusão em Roland Garros que rompeu três ligamentos do pé direito e o levou à cirurgia e a dura recuperação.
Quem sabe, não tenha sido essa soma de fatores que mudaram Zverev. Ele jogava seu melhor tênis quando veio o acidente e, de certa forma, precisou começar de novo. Mas, no fundo, acredito que o surgimento de Jannik Sinner e Carlos Alcaraz tenha tido efeito mais importante, porque mostrou a ele o quanto era preciso mudar conceitos para se manter competitivo depois do Big 3.
Muitos irão dizer, e não sem razão, que Zverev se beneficiou nestes últimos quatro meses das brechas oferecidas por Sinner, precocemente batido em Roland Garros e ausente no US Open, e por Alcaraz, que não foi nem a Paris, nem a Londres e acabou barrado por Ben Shelton em Nova York. Mas não há demérito nisso. O alemão capitalizou a chance que se apresentou e, em todos os casos, apresentou um tênis digno do resultado atingido.
Importante aproveitar esse gancho para enaltecer o evidente progresso técnico e físico de Sascha nesta temporada, aquele tenista que um dia foi abandonado pelo técnico Juan Carlos Ferrero porque não se empenhava o bastante na preparação. Dono de primeiro saque bombástico e um dos melhores backhands da história, ele trabalhou para ganhar solidez com o forehand, ficou mais versátil nas deixadinhas, perdeu o medo dos voleios, passou a cobrir melhor a quadra, evoluiu na resistência e, com isso, aumentou seu poder defensivo. Basta ver que ele brilhou em três pisos muito distintos, que exigem uma somatória de habilidades.
O resultado é que agora vemos um Sascha mais completo, mais confiante e mais saudável. Por isso, ele era favorito para ganhar de Shelton na final deste domingo e cumpriu a missão com louvor. Ganhou um essencial tiebreak do segundo set, e os tiebreaks são um misto de controle emocional e ousadia, o que permitiu perder a intensidade, algo completamente comum num jogo longo, e depois recuperar a hegemonia com sobras.
Foi um tanto divertido quando Zverev ganhou o jogo e não percebeu. Mostra uma realidade que os profissionais costumam assinalar, mas nem sempre parece verdade: por vezes estão tão concentrados na performance que não percebem o placar. Depois, mostrou-se simpático e cheio de empatia ao cumprimentar o pai Bryan, enaltecer a família Shelton na arquibancada e especialmente falar com carinho da mãe Irina, quase anônima no circuito, mas a quem Sascha afirmou dever muito de sua resiliência com a doença.
O título coloca o alemão como líder do ranking da temporada por 700 pontos, o que indica luta direta com Sinner pelo número 1 já a partir de Pequim e Xangai, onde os dois serão os principais cabeças.
Não acho que Zverev tenha atingido – ou atinja em algum momento – o patamar do italiano ou de Alcaraz, que são superiores praticamente em tudo. Mas ambos mostraram fragilidade recente e, acima de tudo, que não estão imunes à demanda hercúlea do circuito atual. Portanto, o alemão está, sim, no páreo para novos capítulos de sucesso.
Quanto a Shelton, ele subiu mais um degrau e, como salientei no artigo anterior, é um jogador que ainda tem muitos detalhes a corrigir, dos quais a consistência seja o mais significativo. E isso, afinal das contas, é uma excelente notícia tanto para ele como para o tênis.










Uma curiosidade, parece que a birra das ucranianas com aa russas é somente no topo, pois no SP Open há uma dupla formada por uma ucraniana (Valeriya Strakhova) e uma russa (Anastasia Tikhonova).
Elas enfrentam as jovens brasileiras (Naná e Vic).
Com certeza, independentemente do resultado, ucraniana é russa vão se abraçar.
Kostyuk e Svitolina vão ficar furiosas!!!
Não sabia disso. Interessante!
Eu nem ia assistir aos podcast, mas lendo um do comentários do Ronildo, fiquei curioso e acabei assistindo. Aos poucos, mas assisti.
O Paulo Cleto acrescentou coisas bem interessantes, e sempre com uma certa dose de irreverência. Só achei que na hora de discordar do Otávio Maia, acho que na tentativa de ser irreverente, ele poderia ter usado um termo mais adequado. Pelo menos amenizou elogiando o Otávio.
Realmente, uma pessoa que frequenta as altas rodas, poderia uma um pouco mais polido.
Aliás, todos!!!
Os podcast são sempre legais de ver.
Dalcim, a previsão do tempo para a cidade de São Paulo é de chuva ininterrupta para o dia todo no domingo. Não seria mais conveniente a administração do São Paulo Open adiantar rodadas e fazer a final sábado do que pagar pra ver o possível desastre de não conseguir realizar a final domingo? Ainda mais que as temperaturas estão boas nesta semana e talvez fosse um atrativo para o público haver jogos seguidos nas quadras. Sinceramente, acredito que seria um enorme acerto realizar a final do torneio no sábado.
Não há mais margem para isso, Ronildo. Uma final no sábado tem que ser previamente estudada.
Obrigado Dalcim!
Simples, lesões de Alcaraz e Sinner, ele é bem melhor que os demais, e mereceu os dois GS, veremos o ano que vem se repete, torço para que sim.
Parabéns pelo texto Dalcim. Você achou , assim como eu, nenhum demérito em ganhar os Slams sem Sinner e Alcaraz. Faz parte da virtude das pessoas aproveitar as oportunidades que surgem também, no esporte e na vida. Pro lado bom sempre. Abraços
Findada a R1 do WTA 250 de São Paulo o saldo foi nada animador, conforme o esperado..
Mesmo em jogos onde nossas representantes ofereceram mais resistência doq o esperado, é duro ver que além das fragilidades técnicas, o mental também deixa muito a desejar: como mostraram Meligeni Alves e Ce, sacando 2x para o jogo cada e sucumbindo..
Mesmo na nossa vitória isolada, não achei uma partida muito animadora da Naná não, muiiiita oscilação e lembrando q era provavelmente o melhor sorteio de R1 possível, contra uma atleta fora do top 1000(!) e que não vence um jogo há mais de 1 ano..
O cenário atual é nenhuma atleta sequer no top 200 e, uma expectativa bem fora da realidade com relação a Naná e Victoria: atletas que do ponto de vista fisico deveriam estar mais próximas da maturidade que o Guto Miguel e, ainda assim, tem resultados consideravelmente inferiores ao garoto até aqui..
Clr, na comparação com Pigossi e cia provavelmente jogarão mais bola mas, longe de ser favas contadas as 2 fazendo carreira no top 100 como muitos aqui dão como certo..
Muito pessimista sua avaliação sobre Victoria e a Nauhany. Muitos entendidos comprovados de tênis se revelam prazerosos de acompanhar suas carreiras, conforme as palavras finais do próprio Paulo Cleto no último podcast do Tênis Brasil.
Em um torneio itf m 15 feminino, vi meninas que não sabiam onde dormir, outras que só tinham duas raquetes, a premiação para a campeã não paga a passagem de volta pra casa, seu texto não condiz com a realidade, temo que façam com as promessas igual bellucci bia etc.
Triste mesmo como é difícil o tênis. Se na própria Europa já ouvimos reclamações de dificuldade, imagina no Brasil!
O pai do Federer não merecia ficar sem um Slam. Fico feliz por ele ter conseguido não só um, mas dois.
Eu lembro de Zverev vencer uma final de Roma e uma final de ATP Finals contra Djokovic. Você quis dizer o pai de Djokovic?
E ambas foram em Sets diretos. É mole ou quer mais , meu caro ? . Isso dá ideia que a Turminha do ” Zé Verev” pouco acompanha o Esporte. Na Final contra Federer também no ATP Finals, Sets diretos para Alemão. Abs !
Zverev tem um retrospecto desfavorável contra Djokovic, mesmo sendo dez anos mais novo, que lidera o confronto direto por 9 a 5. O domínio do sérvio ficou evidente nas quartas de final de Roland Garros 2025, quando venceu o alemão mesmo aos 38 anos.
Obviamente, derrotas contra grandes rivais fazem parte do esporte. Para uma análise justa, deve-se observar o histórico geral: o próprio Zverev lidera o confronto contra Federer por 4 a 3, assim como Thiem leva vantagem sobre o suíço por 5 a 2. Se eu for puxar aqui, vou achar mais de 15 tenistas que levam vantagem sobre Federer, abraço.
Conseguiram Slam
Novak Djokovic (27–23)
Rafael Nadal (24–16)
Alexander Zverev (4–3)
Dominic Thiem (5–2)
Yevgeny Kafelnikov (4–2)
Patrick Rafter (3–0)
Gustavo Kuerten (2–1)
Não conseguiram Slam
Tomas Enqvist (3–1)
Álex Corretja (3–2)
Dominik Hrbatý (2–1)
Wayne Ferreira (2–1)
Franco Squillari (2–0)
Dois fregueses do ” goat “, Wawrinka e Murray, levaram 4 Finais de Slam para cima de Djokovic. Isso só demonstra como h2h é mais importante que as Conquistas. Zé Verev também com h2h desfavorável, levou Ouro Olímpico com virada sensacional na Semi de Tóquio 2020 , ATP Finals e Masters 1000 . Infelizmente parece que Slam , Alemão não terá tempo de disputar Final com Sérvio. Abs !
Nada disso impediu Djokovic de vencer 24 Slams, 8 ATP Finals e 40 masters 1000, tornando-se o maior tenista da história.
Tenistas como Zverev, Wawrinka ou Murray apenas reforçam o tamanho da dificuldade que foi jogar na era Djokovic. Esses caras poderiam até ter vencido mais Slams, o próprio Zverev começou a vencer só agora. Quantas vezes o alemão foi eliminado pelo sérvio em torneios desses nível?
Errado. No auge de Djokovic, Mestrinho Jonas deveria saber que Murray e Wawrinka, não venceram nenhum Torneio importante a partir de 2017 , ou seja , não deram o menor trabalho ao Big 3 desde aquela Temporada Insana de 2016. Em RG das 3 Conquistas do Sérvio, 2 foram para cima de Tsitsipas e Casper Ruud. Após o surgimento de SInner e Alcaraz, somente 3 ATPs 250 a nível ATP, desde Nov /2023. Coisas da vida …Abs !
Murray teve uma lesão no quadril em 2017 e nunca mais foi o mesmo. Wawrinka viveu o ápice de seu desempenho entre os 29 e 31 anos, conquistando merecidamente seus três títulos de Grand Slam.
Em 2017, os problemas físicos de Murray e Djokovic criaram uma brecha importante no circuito. Federer aproveitou esse momento para encerrar um jejum de Grand Slams que se arrastava desde 2013.
Claro que no ano seguinte o cenário mudou, Djokovic recuperou sua melhor forma a partir de Wimbledon 2018: o domínio do sérvio sobre o suíço foi restabelecido. Podemos chamar de segunda era Djokovic, já que dos 31 aos 36 anos o sérvio venceu mais 12 Slams, o que também é um recorde, abs.
Quando perde estava fora de forma. Quando ganha recuperou novamente a forma rs . Foi eliminado do mesmo jeito no AOPEN 2018 . Como finalmente levou Wimbledon 2018 , aí “goat ” voltou a dominar. Teus argumentos são de um fanatismo sem limites, meu caro . A queda física do 6 anos mais velho nunca é levada em consideração. Em 2019 aos 38 , Djokovic ainda foi literalmente encurralado tanto em Wimbledon quanto no ATP Finals ( eliminado em Sets diretos) . O maior atleta de todos os Esportes, não faz jus desde Nov/2023 . Veremos daqui para a frente. PS : Federer voltou de Cirurgias em 2017 levando de cara AOPEN ( pra cima de Nadal ) . Circuito jamais foi de um cara só…Abs !
Djokovic não estava em forma no primeiro semestre de 2018, tanto que precisou voltar aos trabalhos com Vajda em abril daquele ano devido a série de derrotas consecutivas. Federer jamais teria sido campeão do Australian Open com o sérvio em uma forma normal entre 2017-2018.
É uma discussão difícil, mas Djokovic é um dos maiores atletas que já vi, ele conseguiu performar até os 37 anos em um esporte tão exigente como é o tênis. Tanto que até seus 36 anos o Djokovic ainda estava surrando esses caras, são que são cerca de 15 anos mais novos que ele.
E obviamente um atleta de 39 anos não é obrigado a jogar um grande tênis, o próprio Federer levou um pneu em plena central de Wimbledon com essa idade, ou você esqueceu?
Sim, Djokovic tornou-se o maior vencedor da história.
É uma opinião de federista porém não tem muito peso. Os números do Djokovic e a opinião de figuras como o próprio Nadal, Borg, Laver etc tem evidentemente um peso muito superior, abs.
Tua insegurança é gritante . Se achasses mesmo que ” goat ” teria esse reconhecimento da grande maioria, já deu tempo de parar de tentar demonstrar todo santo dia… rsrs. Abs !
A sua que é bastante evidente, diria gritante. Djokovic tem uma grande torcida e o reconhecimento dos principais nomes do esporte, o próprio Federer considera normal o sérvio ser chamado de maior tenista da história. Se você não gosta da opinião desses caras, reclame com eles não comigo.
Dalcim, não tenho visto o Leo Azevedo nos jogos da Naná há algum tempo. Ele não está mais treinando-a? O que teria acontecido? Para mim ele é o melhor treinador do Brasil!
Ele é coordenador da equipe, não trabalha o tempo todo no campo, Paulo.
Não sabia que o blog agora removia comentários dos leitores. Estranho!
Olhando a lista, existem cinco comentários seus aprovados. Se faltou algum, é porque não entrou no sistema.
Não está aparecendo pra mim. Mas tudo bem
Dalcim o que vc achou de Djokovic jogar Pequim ? Tá cero a cidade?
Ele sempre gostou de jogar na fase asiática e é um piso que ele se encaixa bem. Mostra que está ainda animado.
Prezado Dalcim, por que a tentativa de alguns comentários têm retornado a mensagem?
“This comment is not acceptable”
Provavelmente por algum termo usado no texto que o sistema não reconhece.
Aconteceu comigo também. Depois que mudei o texto, parou. Mas demorou pra eu adivinhar o que é que eu tinha que fazer.
Pois é.
Não havia nada que nunca tivesse escrito em todos esses anos aqui.
Até tentei outros termos, mas não foi.
Apareceu hoje, mesmo sem eu postar novamente.
O que eu sei é que aconteceu comigo durante umas 3 ou 4 semanas e depois parou. Mas nas respostas que eu dava pros leitores, não acontecia. Só nas minhas postagens originais. Acho que nem o pessoal do blog sabe explicar.
Deve ser um problema na rejunta da rebimboca da parafuseta, o que acabou por comprometer todo o complexo!..
E esse defeito é crônico, rsss.
Para mim, só acontecia em resposta. Não nos originais.
Por isso imaginei que o sistema estava barrando alguma palavra, mesmo sem ter nenhuma que merecesse ser barrada.
Dalcim, como você disse no final, o podcast desta semana estava extraordinariamente bom com as impressões de Paulo Cleto e Otávio Maia sobre os protagonistas do US Open. Divertidíssimas algumas colocações do Paulo Cleto, principalmente quando ele ponderou sobre a mudança de postura do Ben Shelton para sacar logo após ter vencido o terceiro set.
Ficou bom mesmo, Ronildo, obrigado.
E ai Dalcim, bom dia, quem o Ferrero vai treinar em 2027? Seria o…Jodar????
Eu acho que é a maior probabilidade, posto que ele tem o pai no comando técnico hoje em dia. Acho que seria uma excelente parceria.
Oi Dalcim! E o que acha de Felix Aliassime? Ele deve ter mais recursos para bancar um tecnico caro, que parece ser o caso do Mosquito. Além disso, o canadense está sem técnico fixo segundo algumas fontes, além dele ter treinado um tempo com outro espanhol sem muito sucesso, o tio Toni. Para finalizar, Felix parece ser aplicado e responsavel, como parece ser o tipo de pupilo ideal de Ferreir. Que acha do palpite?
Acho ótimo palpite. Gosto muito do Aliassime e acho que um treinador como Ferrero poderia ser outro impulso.
Obrigado por confirmar, Dalcim. É o pupilo que mais gostaria que fosse lapidado por Ferreiro. Ainda é jovem e seria bonito ve-lo mais consistente e mais afiado em pontos que um tecnico como Ferreiro poderia ser capaz de melhorar. Quem sabe, viria um Slam
Como eu gostaria que fosse nosso João Fonseca
Seria fantástico!
Muito merecido os 2 títulos de GS do Zverev pelo que ele apresentou de tênis ao longo da carreira, fora dos GS. Tinha um currículo muito bom para ficar zerado nos Slams. Claro que aproveitou brechas dadas por Sinner e Alcaraz, mas nunca saberemos se ele poderia ter vencido esses dois pelo menos em uma das finais que ganhou.
Mas é isso, acho merecido mas fico indiferente pois não sou realmente torcedor. Aquele episódio em que ele quebrou a raquete na cadeira do juiz principal deu uma manchada na reputação dele para mim.
Uma atitude deplorável, parecida com as diversas atitudes o Djokovic já teve na carreira (mas nesse quesito ele é insuperável – é a lenda do tênis com mais desvios comportamentais dentro e fora das quadras – nesse quesito é o GOAT, realmente). E por isso que digo: ele ter os principais recordes com essa postura é triste para o tênis – e também motivo (entre outros) da maioria das pessoas não ligar para os dados numéricos na hora de continuar apontando o Roger como o maior (para desespero do próprio e de seus fanáticos)
Ué, o Zverev não fazia parte da maior entressafra da história, Daniel C? 2018-2023? Agora é bom? Rs.
Até hoje ninguém nunca viu essa tal “maioria”, que só existe no mundo dos fanáticos inconformados torcedores do suíço (menor do que o Nadal também e portanto terceiro do Big 3); Federer inclusive disse que acha normal que digam que Djokovic é o maior da história, porque é mesmo. Não falta ninguém de relevante mais para corroborar o óbvio. Aliás, pro Nadal, Djoko é top 10 atletas da história.
Chora na cama que é quente.
O autor do textão/tijolo não deve estar ciente das opiniões de Borg, Nadal, Connors, Sampras, Laver e Federer… rs.
Pior que sabe, mas finge que não, kkkk.
Então o caso é sério, negação da realidade.
Então você queria que o próprio Federer se colocasse acima do Novak? rs
“Olha gente, o Novak tem 4 majors mais do que eu. Mas o GOAT sou eu”.
Só se o Roger tivesse síndrome de Romário rs
Bem, acho que primeiro você precisa respeitar a opinião do próprio Federer e que vai na mesma linha do que dizem Connors, Borg, Nadal etc. Todos esses caras afirmam que o Djokovic é o maior tenista da história, então tanto faz o que eu queria ou o que você queria, ninguém obrigou esses caras a terem essa opinião sobre o Djokovic, só que eles têm, oq é bem triste para alguns já que não há como reverter esse cenário, abs.
Eu não desrespeitei a opinião de ninguém, cara. Eu só disse o óbvio – que o Federer não votaria em si mesmo.
E isso também vale pro Novak que fora das quadras é um gentleman.
Distorcer o que os outros falam denota uma certa falha de caráter (não que eu ache que vc se importe com isso, claro).
“Para mim, Djokovic é o maior tenista de todos os tempos”, afirmou o sueco, que foi número 1 do mundo e venceu onze títulos de Grand Slam, conseguindo três vezes consecutivas a difícil dobradinha de vencer Roland Garros e Wimbledon no mesmo ano (1978, 1979 e 1980).
“Questionado sobre sua relevância para a história do tênis mundial, Borg voltou a destacar a figura de Djokovic e se colocou ao lado dele e do Big 3 entre os cinco jogadores mais marcantes. “Eu posso estar entre os cinco primeiros”, opinou o sueco.”
Rodrigo, sugestão, faça uma carta reclamando com o Borg sobre a opinião dele, depois pega a mesma carta e encaminha pro Nadal, pro Connors, pro Laver… aí quem sabe você fica em paz com isso né, abraço.
Então tá bom, Jonas. Escreve também uma cartinha pro Djoko, protestando porque o Rodrigo não o adora igual a você.
E não esquece de passar um perfuminho nela, viu rs
Não é questão de adorar, é o contrário disso, ainda que eu o odiasse (assim como você), isso não alteria a realidade das coisas. Eu sei que você sofre com isso, mas é da vida amigo, supere.
Prezado Rodrigo, me explique essa frase, por favor:
“E isso também vale pro Novak que fora das quadras é um gentleman.”
Kkkkkkk
Vocês defendem a opinião desses todos ,pois vai ao encontro da opinião de vocês.
Por que vc não defende a possibilidade do Danilo ter a opinião dele.
Chato isso,parece que só a de vocês serve.
Aí depois tem um monte dizendo que o Senna com três títulos é o Goat.
Além de deselegante nao aceitar outra opinião, não é inteligente.
Senna?
kkkk
Sequer é o maior piloto do próprio país dele.
“O Senna não foi o melhor piloto nem no país dele” (Paulo F).
“Senna foi o melhor e mais carismático piloto que já existiu (Niki Lauda, tricampeão – ano 2014).
“Senna foi o melhor piloto da história. Senna e Schumacher são difíceis de comparar, mas se eu tivesse que apostar o meu dinheiro em um deles, seria sem dúvidas no Senna” (Lewis Hamilton heptacampeão do mundo, em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag” no ano de 2007).
“Ah, o Senna foi melhor do que o Schumacher. Era mais talentoso. Era como se ele tivesse uma espécie de sexto sentido pra achar aderências na pista”. (Martin Brundle, comentarista britânico de F-1, e ex-companheiro de Schumacher).
“Senna foi o maior. Vocês não devem nos comparar, porque somos de épocas diferentes da F-1”. (Michael Schumacher. Heptacampeão, Ano 2000).
“Olha, se perguntarem pra mim, eu também diria que o Senna continua sendo o número 1”. (Michael Schumacher, no especial Top Gear Tribute. Ano 2014).
Bom, tá aí, Paulo F, de fanfarrão. Claro que há mais dezenas de outros pilotos dizendo o mesmo. E esse rol acima é só exemplificativo.
Só que essa é a última vez que eu perco o meu tempo respondendo deboches de pessoas que não fazem ideia, ou não têm a menor disposição em saber quem foi o grande Ayrton Senna.
Só acho que um pouco mais de respeito, seria bacana da tua parte. Até pra evitar de você passar vergonha por aí…
Abs.
Piquet foi maior do que o Senna e vi os dois correndo.
Se supera nas bobagens, Sr Paulo F. Piquet largou a Benetton exatamente por estar apanhando do jovem Schumacher em todos os treinos . E este abandonou de vez ( mesma idade de Hamilton) por apanhar 3 Temporadas Consecutivas de Nico Rosberg Mercedez . Ayrton Senna é o grande ídolo de Lewis Hamilton. Mantém inclusive o Capacete Amarelo até hoje . O Sr viu mas não enxergou nada…rs. Abs !
“Senna é melhor do que o Piquet porque Lewis Hamilton usa capacete amarelo”.
Baita argumento. rs
Senna é o grande ídolo de Lewis Hamilton por ser de longe o mais talentoso Piloto da história da Fórmula 1 . Precisa ser muito alienado pra não saber que é reverenciado até hoje em todo Mundo . Irá se surpreender se deixar de lado a costumeira preguiça e assistir sua história na Netflix. Sucesso absoluto a nível Mundial. Incrívelmente até mesmo os Italianos o consideram a frente de Schumacher. Abs !
O mais talentoso, mas que possui menos títulos do que seu arqui-rival Prost.
rs
Sim, mas morreu em tragédia na pista durante a carreira. Os outros correram até decidirem parar.
Correção: : Nigel Mansel e não Manoel rsrs. Abs !
Ps : Vale conferir pois os depoimentos dos Chefes de Equipe Lotus , McLaren e Willians.por onde passaram Piquet, Manoel e o Professor Alan Prost, não dão margem a dúvidas. Abs !
Eu também, brother. Acompanho Fórmula 1 desde 1986. Ficarei com as opiniões dos pilotos.
Até mais.
Hummm…Opinião dos pilotos valem pro Senna e dos tenistas não valem pro Djokovic.
Ô seletividade hein?
Se der uma olhada na série da Netflix, irá se surpreender com os depoimentos de todo o meio da Fórmula 1 . Principalmente dos Chefes de Equipe. Tua alienação em nada surpreende Sr Paulo F. Abs !
Interessante, mas cabe discussão assim como cabe discussão entre qual teve melhor carreira: Federer ou Nadal. Piquet sabia mais de mecânica automotiva, certamente, e tinha talvez uma leitura melhor da corrida, sendo mais estratégico. Falam da vantagem de Piquet sobre Mansell, mas Mansell, apesar de ótimo, não era um Senna. Entretanto, Senna era muito habilidoso, em especial na chuva e era excelente nas pole positions. Particularmente, gostava do jeitão meio aloucado e sincero de Piquet, apesar de Senna ser meio doido nos bastidores (vide entrevistas com Barriquelo). Da mesma forma que entre Federer e Nadal há pontos positivos e negativos para ambos os lados.
Opinião (pessoal, claro): empate entre Senna e Piquet e empate tb entre Fedex e touro Miúra. A escolha entre um e outro é meramente subjetiva. Concorda, colega?
Excelente e concordo.
Brasileiro superestima o Senna devido à massificação da Globo e Galvão Bueno.
Era um excelente e mítico piloto, sem dúvida alguma.
Mas muito longe de ser o ser humano divino e maior piloto de todos os tempos, como a maior parte de nós pensa que ele é.
Não acredito que cite Galvão Bueno nesta história. Ouça os Chefes de Equipes por onde passaram. Esta de Piquet ter melhor leitura de corrida é uma piada. Ele e Mansel perderam um Mundial para Alan Prost na última corrida, com uma Willians muito superior a McLaren, por não pararem na hora certa para trocar Pneu. Piquet perdeu um Tetra por pura incompetência para o Professor. Senna não foi Tetra mesmo ganhando a corrida no Japão, devido a ser desclassificado por um Ballestre corrupto. Mais a frente banido da Presidência da FIA. Abs !
Opiniões de chefes de equipe de F1 valem para atestar Senna como o maior de todos os pilotos e opiniões de tenistas não valem para atestar Djokovic como o GOAT.
“Interessante” seletividade….
Nesse caso há um problema de interpretação da sua parte, afinal qualquer um pode ter sua opinião, eu não disse o contrário. Isso não muda o fato de que os tenistas de maior peso na história, como os citados, consideram Djokovic o GOAT do tênis e obviamente não muda o fato de que em regra os números pesam demais em discussões desse tipo, abraço.
Não teve problema de interpretação aqui.
Vocês não aceitam a opinião de outros participantes e,para piorar,tenta desmerecer minha reclamação ao dizer que não entendi.
Mantenha-se no campo das ideias,nao desmereça o interlocutor.
Poderia dizer que você não se fez entender, seria elegante.
Está claramente torcendo,aceitável, todos podem.
Está claramente distorcendo, não aceito.
Aceite seu amiguinho ter a opinião dele, não a desmereça com opiniões de outros .
Há anos e anos tem essa picuinha aqui.
Claro que teve, me diga, onde não aceitei a opinião do outro colega? Apontar absurdos e discordar faz parte de um fórum de debates. Inclusive é o que mais tem aqui, discordância sobre um assunto ou outro, isso é normal.
Vocês não cansam disso não, hein? Eu já cansei faz tempo rs
No final do dia, a verdade é que o Federer é sim a maior referência do tênis. Saia às ruas, Paulo. Ou melhor – surfe na internet (rs)
O cara ganha simplesmente qualquer enquete feita por algum internauta. E por que? Será que é porque tem um rostinho bonito? rs
Números brutos não alteram preferência pública. E o cara era diferenciado mesmo – tinha um tênis lindo. Em beleza, dava um banho nos outros dois citados.
Aliás, uma pergunta:
Por que você não tenta apreciar o jogo dele, pra variar. Em vez de só tentar diminuí-lo com essas retóricas repetitivas?
Se você tem tanta convicção assim de que o Djoko é o GOAT, então por que gasta tanto tempo da vida militando contra o Federer?
Então você cansou e de tanto estar cansado perdeu seu tempo fazendo um textão e editando, pode isso produção?
Como sempre vc compara duas coisas diferentes e atribuem a elas o mesmo peso.
Eu posto aqui muito raramente. E vc sabe disso muito bem!
E já deixei de ficar atacando o Djoko há muito tempo. Você é que não evolui nunca. O fanatismo não deixa, né? rs
Enquete feita por internatura como fonte de pesquisa é dose rs
Dose é você pegar o bonde andando e não me entender.
Primeiro que não é a enquete. São as enquetes, no plural. São muitas.
Eu estou a dizer com isso que o Federer foi melhor do que o Novak, por esse motivo? Claro que não.
Mas que há muito mais pessoas que acham que ele foi, e que preferem o tênis dele.
Então, Rodrigo, como você mesmo disse, não sou só eu que não me canso. No caso agora, respondi à provocação do Daniel C, cujo modus operandi é sempre o mesmo quando aparece aqui.
Será que ganha qualquer enquete? Enquetes oficiais sem fãs apaixonados somente com grandes nomes e analistas de tênis será que ganha?
Eu já elogiei muita coisa do jogo dele aqui. Minhas críticas vão mais ao back antes do Ljubicic (como bem sabe), decisões equivocadas em big points, madeiradas e mental abaixo de Djoko e Nadal. Você não elogia (ou elogiava) o jogo do sérvio também, mesmo sabendo que ele tem muitos atributos. O próprio Federer disse que ele melhorou seus pontos fracos.
Eu estou convicto, mas isso faz parte do meu modus operandi e talvez da maioria de torcedores do Big 3. Essas discussões nunca vão acabar.
Paulo,
em primeiro lugar, parabéns pela resposta adulta e madura.
O oposto do Jonas que parece nunca querer agregar nada, e faz da provocação o seu alimento.
Os três do Big 3 tinham um tênis fantástico, cada qual ao seu estilo. E preferência vai de cada um.
Mas qualquer um dos três que tivesse o título de GOAT, ficaria em boas mãos.
E ficou em boas com o Djokovic que é o líder nas estatísticas principais.
Abs.
Obrigado, Rodrigo.
Abs.
Djokovic, ao contrário da Sabalenka, sabe perder.
E são várias as vezes que ele demonstrou isso – ao perder pro Stan em RG em 2015 e pro Delpo no Rio em 2016, são apenas exemplos.
Teu ódio pelo GOAT faz até tu mentir e criar narrativa, Daniel C.
Tu acha feio, deplorável, quebrar raquetes Daniel C.?
Vou refrescar tua memória então:
Federer estraçalhou uma numa partida contra o GOAT em Miami.
E não foi episódio isolado não.
Parabéns ao Zverev e à Rybakina!
Em tempos de tênis ultraexigente, o troféu de um Slam simboliza muito mais do que sete vitórias em quadra; representa o triunfo sobre o desgaste físico, o cansaço mental e o fantasma das lesões.
Aliás, chama a atenção a resiliência física do Zverev. Desde que recuperou-se da grave lesão no tornozelo, tem mantido um calendário carregado e sem maiores afastamentos.
Vejam o total de partidas jogadas pelo atual Top 5 do início de 2024 até hoje:
Sinner 190
Zverev 238
Alcaraz 177
Shelton 185
Aliassime 180
No podcast, acredito, o Paulo Cleto foi indelicado com o outro convidado pela forma de se expressar. Poderia discordar de uma maneira mais cortes.
Deu a impressão que se considera superior ao outro.
Estranho que alguém que vive no meio tenistico se esqueça facilmente dos nomes de algumas estrelas da modalidade.
“Deu a impressão que se considera superior ao outro”… n tenha nenhuma dúvida de que ele, de fato, se considera..
Sempre foi assim,deixei de participar do site dele por este motivo.
No site dele eu vi ,pela primeira vez,o termo “sofasista” ,uma forma de diminuir o participante que nao joga .
Aqui o nível é bem mais elegante e humano.
Agora vou assistir o podcast. Gosto quando o Paulo Cleto participa. Para quem não sabe ele foi um pioneiro na transmissão da cultura tenistica no Brasil, seja na imprensa escrita, Internet, comentarista na televisão ou como técnico.
Acabei de ver: Foi extraordinariamente bom!
Deve ser por isso que ele se acha superior a todos.
Isso é apenas interpretação Luiz Fabriciano. Eu não o vejo com este comportamento.
Falta de educação com o interlocutor não é defeito de interpretação não, prezado Ronildo.
Mas que palavras ele usou ou o que fez para ser acusado de falta educação? Não vi nada depreciativo ali.
Historicamente Ronildo.
Para de ver suas análises por causa disso.
Veja a polidez que o Dalcim tem para comentar, mesmo discordando, sem querer ser o dono da razão.
Paulo Cleto e José Nilton Dalcim? Sim, são diferentes. Mas parecem que são amigos e também parece que cada um aprecia e respeita a opinião do outro.
O que eu escrevi não corresponde a nenhuma relação de amizade, mas sim, como ambos conduzem suas conversas.
Texto irrepreensível, Dalcim.
Mas acho que Sascha ainda tem muito o que melhorar no seu forehand.
Aí, passaria a ser um temível adversário para Sinner e Alcaraz.
Será que a alcunha “Amarelev” será extinta agora?
E Dalcim, quando finalizado o match-point que Zverev não se manifestou, eu, por alguns segundos o julguei, dizendo que ele já se achava, pois, não demonstrou nenhuma emoção ao ganhar seu segundo GS, afinal, já tinha quebrado a sina de vencer o primeiro.
Só quando a ficha dele caiu, que percebi que ele não tinha percebido que o jogo já estava liquidado.
Isso é muito massa!
O tenista se concentra tanto, que as vezes passa do ponto, sem ver que o jogo já está acabado.
Que mais dizer! Comentário mais que completo – parabéns!
Zverev é melhor que Roddick, mas Novak foi freguês do estadunidense. Fato!
Freguês (4×5) porque se aposentou cedo com 30 anos, como ele mesmo já disse.
Federer tem inúmeros pais, Marquinhos. Dá até preguiça de dizer todos.
Federer foi freguês do Franco Squilari, Marquinhos!