* atualizado com vitória de Zverev
Um semi e dois quadrifinalistas de edições muito recentes do US Open se despediram do torneio ainda na segunda rodada, mas a rigor a única real novidade foi o desconhecido australiano Dane Sweeny, que virou em cima de Lorenzo Musetti. Até então, o 123º do ranking nunca havia ganhado dois jogos seguidos em qualquer torneio de nível ATP.
Sweeny definitivamente fez de tudo para vencer… e mereceu demais pic.twitter.com/v5nW2TcCIH
— TenisBrasil (@sitetenisbrasil) September 3, 2026
O número 4 do mundo Félix Auger-Aliassime acabou barrado pelo experiente Karen Khachanov, numa partida em que claramente o canadense estava com algum problema. Depois, revelou ter sentido tonturas. O russo marcou assim apenas a segunda vitória em 19 tentativas em cima de um top 10 em torneios de Grand Slam, repetindo 2019.
Botic van de Zandschulp é um conhecido osso de pescoço e Alex de Minaur não anda lá muito motivado. O holandês, que fez quartas em Nova York há cinco anos, havia perdido as quatro anteriores para o australiano, mas desta vez achou o ritmo perfeito para atacar na hora certa.
O alemão Alexander Zverev só tem a agradecer. No seu quadrante, rumo à semi, só existem agora três cabeças de chave de menor calibre. O chileno Alejandro Tabilo será adversário de sábado, Luciano Darderi deve surgir nas oitavas e Zizou Bergs precisa superar Zandschulp para justificar a condição de 31º inscrito. O problema do cabeça 1 é que o desgaste segue altíssimo. Foram mais cinco sets bem duros e tensos contra Quentin Halys, exigindo da parte física e mental.
O outro setor segue bem imprevisível. Já na terceira rodada, jogam Taylor Fritz-Francisco Cerúndolo, Jakub Mensik-Learner Tien, Flavio Cobolli-Alexander Blockz e Khachanov-Benjamin Bonzi. O favoritismo é do finalista de 2024, especialmente porque até aqui Fritz fez jogos bem econômicos.
O último Slam de Monfils
Mesmo enfrentando a esperança norte-americana Tien, que tem metade de sua idade, Gael Monfils foi incentivado pelo público no estádio Arthur Ashe o tempo inteiro. Tremendo reconhecimento pelo tênis mágico e empenho ferrenho que o francês mostrou em toda sua carreira.
Monfils jogou seu 70º e último Slam, com apenas duas semifinais no currículo, a de Paris em 2008 e a de Nova York há uma década. Merecia mais, porém de certa forma ficou refém do seu próprio compromisso de dar show. Muitas vezes, valia mais a pena ser pragmático e isso gerou derrotas doloridas, sem falar nas inúmeras contusões sofridas.
Ele encerra a longa carreira com o recorde francês de vitórias em Slam, total de 131. Coadjuvante perfeito e eficiente, Tien pediu aplausos ao francês e, bem humorado, se desculpou por ter dado tantas curtinhas. Se avançar às oitavas, concorrerá seriamente ao 12º lugar do ranking.
E mais
– Mesmo sem atuações brilhantes, Elena Rybakina avança no US Open. Perdeu o saque quando tinha 5/3 para fechar a partida, porém mostrou cabeça fria e liquidou em seguida.
– Coco Gauff superou uma Paula Badosa agradavelmente muito competitiva para manter o padrão: desde o US Open de 2022, não perde na primeira semana de um Slam, o que deve confirmar contra Cristina Bucsa.
– Mais incrível ainda são os números de Iga Swiatek: terceira rodada de seus últimos 27 Slam, ou seja, desde o Australian Open de 2020, série única entre homens e mulheres. Essa marca só é inferior às 35 de Martina Navratilova e às 30 de Conchita Martinez. Mas agora vem a perigosa Marie Bouzkova.
– Depois de se enrolar no segundo set, diante de uma vitória que caminhava facilmente, Naomi Osaka soma 80 vitórias em Slam e está a apenas quatro da recordista japonesa, Ai Sugyama.
– As jovens e competentes Iva Jovic, 18 anos, e Alexandra Eala, 21, duelam entre si no que pode ser um jogaço. Quem vencer, deve encarar Gauff.
– Mirra Andreeva reencontrou a confiança e vai precisar disso contra Nikole Bartunkova, tcheca de 20 anos e 1,84m. A expectativa é ver a russa contra Amanda Anisimova nas oitavas, mas a vice do ano passado precisa tomar cuidado com a imprevisível Anastasia Potapova.
– Outra promessa de jogão no sábado: Madison Keys e Qinwen Zheng. Vice em 2017, Keys salvou cinco match-points contra Anna Bondar. A campeã olímpica, com duas passagens pelas quartas de Nova York, teve altos e baixos contra Yulia Putintseva.
– Um dia depois de atropelar Rafael Jódar, o chinês Yunchaokete Bu parou no convidado local Michael Zheng, campeão universitário de origem chinesa. Ele vai enfrentar o lucky-loser Arthur Gea.
– Depois de fazer lance acrobático, Cobolli vira top 5 provisório e tem chance de superar Aliassime com mais duas vitórias.
Não dá para ser mais sensacional do que isso. pic.twitter.com/QZvQxCfMKV
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– Stefanos Tsitsipas não ganhava dois jogos seguidos de Slam desde Roland Garros de 2024. Desafia Jiri Lehecka nesta sexta-feira.
– No dia em que a WTA confirmou a presença de Luísa Stefani no Finals de novembro, ela e a canadense Gabriela Dabrowski começaram bem a campanha no US Open.










Assistindo agora….
Pela primeira vez , o jogo das irmãs Williams, já vi o jogo da Serena, e da Venus muito pouco na verdade…
Mas o que tem de braço para sacar essas irmãs, pelo amor de Deus, para ter uma ideia de comparação, no jogo entre Stefanos T x J Lehecka, o tcheco fez um saque a 89 km, kkkkkkkkkkkk, o da Serena, chegou a 108 km, kkkkkkk
Tanto ela, como a Venus, acima dos 100, pasmen, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, é muito
braço realmente.
Alcaraz jogando melhor a cada set, impressionante. E hoje ainda encarou um adversário que jogou os dois primeiros sets como campeão, jogou em alto nível, valorizando ainda mais a performance do espanhol. Outro detalhe: fisicamente me parece estar em ótima forma, nem aparenta ter passado pela longa ausência. Pra mim, neste momento, tornou-se o principal favorito ao título…
Tenho uma péssima notícia para alguns: Novak vai treinar muito para o ano que vem. Vai ganhar os quatro slam, medalha de ouro e encerrar a carreira de forma brilhante! Podem aguardar!
Só errou nas Olimpíadas, que ocorrem em 2028. No mais, vai encerrar a carreira de forma brilhante de qualquer forma, afinal não perderá o posto de GOAT tão cedo, se é que vai perder.
Confesso que a sua “péssima notícia” não me impressionou.
Quadra rápida possibilita Zebras passeando. Dos 4 cabeças, somente Sasha ( tomando Winners a dar com o pau ) e Carlitos sobrevivem . Mais uma fraca participação de Musetti em Slam. Seu treinador nos treinos de seu pupilo com Federer mandou ” Roger com 45 , ganharia de vários da chave principal” . Wilander concordou mas mandou ” depois da terceira cairia mortinho”. Federer aos saber deste comentário do Sueco fez sinal de afirmativo…rs. Abs !
Ps : Das últimas 6 com Nadal , Sasha levou 4 . Culminando com o 3 x 0 em RG 2024 . Abs !
Dalcim, pode se dizer que o Alcaraz é o favorito a vencer o US Open ?
Olha, com tanta coisa que já aconteceu, acho que você pode, sim.
Ninguém sabe o que vai ocorrer no esporte, mas parece que Zverev deu mais um passo rumo ao desastre ontem, em outra partida de 5 sets. A conferir kkkk…
E não vai ser nada fácil encarar o Tabilo, que sabe mexer muito bem a bola.
Dalcim, acho q vale lembrarmos do excelente retrospecto do Zverev contra rivais canhotos, 42 vitórias em 43 jogos.. ao meu ver, as cascas de banana mais perigosas pro Alemão até as semi finais já ficaram pra trás e, imagino q ele torça pra alguém(ou o proprio joelho) derrubar o Fritz até lá..
Saudações!
Na carreira toda Sasha tem incríveis 87 x 18 . De 2023 para cá , 42 x 1 , não menos espetacular. O ” segredo” é um intenso treinamento com seu irmão Misha , canhoto com excelente jogo também de rede. E o Backhand de Zverev é um dos melhores do Circuito. O famoso saque aberto de Canhoto, não faz estragos tão grandes no Alemão. Abs !
Sim, eu não agradeceria tanto ter que jogar com Tabilo.