Murray: “Apesar dos resultados, foi incrível treinar Djokovic”

Foto: Peter Staples/ATP Tour

Londres (Inglaterra) – O britânico Andy Murray afirmou ter ficado “desapontado” com os resultados de Novak Djokovic durante o período em que integrou a equipe técnica do antigo rival. A parceria durou pouco: foram apenas o Australian Open e outros cinco torneios ao longo de seis meses. Ainda assim, o ex-número 1 do mundo avalia de forma positiva a experiência.

“Quando olho para trás, fico feliz por ter aceitado”, disse Murray ao The Tennis Podcast. “Foi uma experiência incrível. Não durou muito, mas me dediquei totalmente. Fiquei desapontado, provavelmente não tivemos os resultados que eu gostaria para ele.”

Murray que encerrou oficialmente sua carreira nos Jogos Olímpicos de Paris e aceitou o convite para trabalhar com o sérvio em novembro de 2024, apenas três meses após disputar sua última partida profissional. “Era uma boa chance porque eu sentia que queria treinar em algum momento. E, se eu não aceitasse, poderia olhar para trás e pensar que teria sido muito interessante, que eu poderia ter aprendido muito ou até me arrependido”.

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Durante a semifinal do Australian Open, Djokovic sofreu uma lesão muscular e teve que abandonar a partida contra o alemão Alexander Zverev. E depois, sofreu derrotas logo nas estreias em Doha e Indian Wells. O sérvio ainda conseguiu embalar até a final do Masters 1000 de Miami, mas acabou superado pelo tcheco Jakub Mensik. A ideia inicial era que Murray permanecesse na equipe até Roland Garros, mas a colaboração terminou em maio após mais eliminações precoces nas quadras de saibro em Monte Carlo e Madri.

“Estava indo bem no começo, e foi uma pena o que aconteceu na Austrália com a lesão. Mas eu vi ele jogar um tênis inacreditável naquele torneio”, recordou. “Depois da lesão, certamente foram meses difíceis para ele, mas também para a equipe e para todos nós. Aprendi muito sobre o que é ser treinador. Estive totalmente envolvido, tentei o meu máximo para ajudar e construí boas relações com a equipe dele ao longo do caminho”.

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Jonas
Jonas
8 dias atrás

Deve ter sido mesmo, treinou o maior tenista da história, um privilégio.

O problema é que Murray não estava pronto para ser treinador e, exceção feita ao Australian Open, o desempenho do Djokovic tecnicamente foi muito ruim até Maio (4 torneios muito mal jogados até então).

Não é atoa que o desempenho dele melhorou após o rompimento. O sérvio voltou a ser um jogador top 3 do Mundo (ninguém leva a sério o Zverev).

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Jonas

Comentário sem noção. Becker estava pronto quando assumiu , Mestre Jonas???. O que Alemão arrumou depois de largar Djokovic?. O desempenho foi ruim devido a lesão , como dito acima . Sérvio sempre aos berros, joga culpa pra cima de seu Staff quando está perdendo. Com Andy , ter que segurar os gritos, não era o caso. Melhor despedir um cara que conhece todos os segredos de Wimbledon. Tomou outro 3 x 0 no All England Club . E depois mais outro no USOPEN. Realmente melhorou barbaridade…rs. Abs !

Jonas
Jonas
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Errado, Djoko jogou abaixo em IW, Doha, Monte Carlo e Madrid. Não havia lesão aqui.

Ele começa a melhorar quando troca a equipe, logo em Genebra.

Becker deu certo, houve melhorias, depois foi dispensado. Murray deu muito errado em um outro contexto, em que o sérvio já tem uma idade avançada, não dá pra comparar, abs.

Ronildo
Ronildo
8 dias atrás
Responder para  Jonas

Jonas, o desempenho ruim de Djokovic nada teve a ver com o Murray. Foi falta de motivação mesmo da parte de Djokovic. Você não lembra mais do: “Dane-se o tênis, dane-se o esporte…” em RG?
O treinador não pode fazer nada se o tenista é ruim ou está sem motivação.
Porque você acha que o Larry Passos só deu certo com Gustavo Kuerten?

Jonas
Jonas
8 dias atrás
Responder para  Ronildo

Então é muita coincidência, foi só o Murray sair que o sérvio passou a jogar melhor. Problema dele tem sido físico desde então, não técnico.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Jonas

Trocou a equipe, pulou Roma ( fez 10 Finais ) , e foi fazer dois Tiebreaks contra Hurcakz, na final no Saibro do poderoso ATP 250 de Genebra. Sei…rs. Abs !

Jonas
Jonas
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

De lá pra cá venceu 2 títulos, passou a jogar melhor e bateu SF nos três Slams da temporada aos 38 anos. Não adianta ir contra fatos.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Diz aí, quanto tempo levou Becker entre sua aposentadoria até fechar com Novak Djokovic, girando pelo mundo do tênis?
Só uma número, nada mais, por favor.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
6 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Becker trabalhou com Vadja lado a lado . Como treinador, devido ao estilo eterno Saque-Voleio, somente acrescentou provavelmente no jogo de rede. ” Girar pelo mundo” , nada acrescenta como possível coach . Connors que o diga , Sr LF 2. Andy Murray teve carreira bem mais longeva , e mais bagagem. Podes Crer. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Como eu esperava, escreveu textão e não respondeu.

Federer eterno GOAT
Federer eterno GOAT
8 dias atrás

Foto: dois grandes fregueses do GOAT nas quadras rápidas

Anderson
Anderson
8 dias atrás
Responder para  Federer eterno GOAT

Kkkk piada né so pode

Realista
Realista
8 dias atrás

Murray só teve sua imagem usada…

Ronildo
Ronildo
8 dias atrás
Responder para  Realista

Verdade

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Ronildo

Endosse sua verdade, caríssimo Ronildo, por favor.

Gilvan
Gilvan
8 dias atrás

Esta foi uma relação tão orgânica quanto o “namoro” da Virgínia e do Vinícius Jr.

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