Montréal (Canadá) – Apesar da frustração pela derrota nas semifinais do Masters 1000 de Montréal, o espanhol Rafael Jódar preferiu sair do torneio com o lado positivo de mais uma grande campanha, chegando pela primeira vez tão longe em um torneio deste porte.
“Muitas coisas positivas para tirar desta semana, e sim, rumo à próxima, porque o circuito continua e os torneios também”, afirmou o espanhol, que por pouco não fará sua estreia no top 10, subindo para a 11ª colocação no próximo ranking.
Jódar acredita que não tenha jogado seu melhor tênis hoje, mas deu os créditos ao algoz, o norte-americano Brandon Nakashima. “Ele também jogou bem. Então, mérito dele por ter jogado melhor do que eu, principalmente nos pontos importantes da partida”, analisou.
Finalista em Washington, na semana que antecedeu o Masters 1000 canadense, ele negou que o cansaço acumulado tenha atrapalhado, “Não foi por isso. Eu estava me sentindo bem. Tentei jogar o meu jogo durante toda a partida. As coisas não correram bem para mim hoje”.
O espanhol reforçou as boas sensações que o torneio trouxe para ele. “Foi uma boa experiência jogar pela primeira vez em Montréal. Gostei muito da torcida e das partidas noturnas. Foram ótimas tanto para os jogadores quanto para os espectadores”, ponderou Jódar.
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“Acho que, no geral, é um bom ambiente para o tênis. Então, sim, espero poder voltar aqui daqui a dois anos, porque é um torneio muito bom. Agora, meu objetivo é me preparar para a próxima partida em Cincinnati”, finalizou o espanhol de 19 anos.











Uma pena que faltou intensidade no jogo contra o Nakashima. Nele claramente o espanhol demonstrou exaustão física e mental. Mas sem dúvida foi a melhor coisa surgida em 2026 no tênis. Top10 é inevitável, agora é saber se já em 2027 será capaz de brigar verdadeiramente pelos maiores títulos.
O Jodar disse na entrevista que não teve qualquer problema físico ou de cansaço, e que o jogo simplesmente não encaixou, e deu crédito ao Nakashima, que sacou e jogou melhor.
Em outro assunto interessante, o espanhol disse que o torneio foi um excelente aprendizado e que está focado em jogar o maior número de partidas possível para evoluir o seu jogo.
Espero que o Fonseca tenha assistido a essa entrevista.
Só demonstra a maturidade desse jovem espanhol. Mas qualquer um que tenha assistido a partida, especialmente o final do segundo set, percebeu a exaustão física e sobretudo mental do Jodar. Acredito que ele preferiu não tocar nesse aspecto durante a entrevista para não diminuir a vitória do Nakashima. Mais uma atitude louvável.