Matos entra de última hora e estreia com vitória em Monte Carlo

Rafael Matos e Joran Vliegen (Foto: Rolex Monte-Carlo Masters)

Monte Carlo (Mônaco) – Se a campanha do mineiro Marcelo Melo no Masters 1000 de Monte Carlo acabou logo no domingo, perdendo na estreia com o alemão Alexander Zverev, nesta segunda-feira o gaúcho Rafael Matos brilhou, entrou de última hora na disputa e ao lado do belga Joran Vliegen conseguiu passar pela primeira rodada.

Substitutos da parceria do francês Ugo Humbert com o italiano Lorenzo Musetti, que desistiu da competição, Matos e Vliegen enfrentaram o francês Arthur Rinderknech e do tenista da casa Vlentin Vacherot, convidados da organização, triunfando em batalha de três sets e 1h43 de duração, com o placar final de 6/4, 6/7 (7-9) e 10-2.

Nas oitavas de final, o brasileiro e o belga terão pela frente a dupla 100% russa de Andrey Rublev e Karen Khachanov, que na estreia surpreenderam os cabeças de chave 6, batendo o croata Nikola Mektic e o neozelandês Michael Venus em sets diretos, com parciais de 6/4 e 6/2.

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O primeiro set da partida começou com Matos e Vliegen pressionando no primeiro game, quando deixaram escapar dois break-points. A definição veio na reta final, entre o sétimo e o nono, com três quebras seguidas, duas para o gaúcho e o belga, que confirmaram o serviço no décimo e assim largaram na frente

Matos e Vliegen seguiram firmes na segunda parcial, que foi a mais equilibrada de todas. Sem break-points para qualquer um dos lados, a definição foi para o desempate, em que o brasileiro e o belga perderam um match-point, salvaram um set-point, mas acabaram superados pelos rivais.

Veio então o match-tiebreak para definir que avançaria e neste momento o domínio foi todo de Matos e Vliegen, que conseguiram quatro mini-breaks, não perderam um ponto sequer com o saque e cederam apenas dois para os oponentes, fechando em 10-2 logo no primeiro match-point que tiveram nesta etapa da disputa.

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Elcio
Elcio
1 ano atrás

A melhor dupla seria Rafael e Orlando L
uz , já jogaram e bem juntos !
Seria uma ótima dupla !

Joni Von
Joni Von
1 ano atrás

O matos podia fazer dupla com o romboli

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás
Responder para  Joni Von

Deixa o Romboli com esse australiano, deu muita quimica

Vanda Ferraz Lopes de Oliveira
Vanda Ferraz Lopes de Oliveira
1 ano atrás

Responder para Leandro
Acho que poderia ser brasileiro…….quando falei Mello , foi porque jogaram juntos e ganharam o Rio Open.
Seria um parceiro brasileiro……fixo
Foi esta a ideia

Ernani chaves
Ernani chaves
1 ano atrás

Vocês lembram quantas vezes o Melo ganhou um jogo junto com o Zverev??? Acho que muito poucos….mas, eles insistem nessa parceria…

Eduardo
Eduardo
1 ano atrás
Responder para  Ernani chaves

Foram vices em Monte-Carlo no ano passado.

F.F.
F.F.
1 ano atrás
Responder para  Ernani chaves

São amigos muito proximos

M. Lima
M. Lima
1 ano atrás
Responder para  Ernani chaves

Imagina o Marcelo não jogar em Monte Carlo com o Sascha… Eles são os vice-campeões, pô!

Bernardo
Bernardo
1 ano atrás
Responder para  Ernani chaves

É porque entra o ranking de simples e na somatória o Marcelo consegue entrar nestes Master 1000. O ranking dele e do RAfa é insuficiente. Para o Zverev é um bom treino. Essa é a lógica.

Vanda Ferraz Lopes de Oliveira
Vanda Ferraz Lopes de Oliveira
1 ano atrás

Que bom!!!!!!
Acho que o Mello deveria jogar sempre com o Rafael…….

Leandro meneoli
Leandro meneoli
1 ano atrás

Acho que o Matos deveria jogar com o Luz. Nenhum dos dois tem parceiro fixo e acho que a dupla encaixaria. Mello tem uma historia gigante, fez muito junto com o Soares, dificil decidir quem dos dois foi o melhor duplista brasileiro da historia mas já não aguenta o circuito.

Ata Fita
Ata Fita
1 ano atrás
Responder para  Leandro meneoli

Apesar do Bruno ter sido mais carismático e querido pelo público em geral, a carreira do Marcelo foi mais vitoriosa. Mais títulos, mais Grand Slam, #1 e carreira mais longeva.

Fernando S P
Fernando S P
1 ano atrás
Responder para  Ata Fita

Mais carismático e querido é subjetivo – acho que eles se equivalem, mas gosto não se discute.

Marcelo tem mais títulos: 39 a 35. Bruno ganhou mais Slams: 3 a 2 (não estou nem contando as mistas).

O Bruno parou no Rio Open 2022, mas no apagar das luzes fez três finais de Slam (2020 e 2021, ganhando a do US Open em 2020). Melo não levanta um troféu grande (M1000) desde 2018, embora tenha beliscado ano passado em Monte Carlo (finalista com o Zverev).

Daniel
Daniel
1 ano atrás
Responder para  Ata Fita

O Bruno ganhou 3 GS, o Giraffa 2. O primeiro foi Bi do USOPEN e 1 AO. O Mello ganhou 1 Wimbledon e 1 RG.

Gabriel
Gabriel
1 ano atrás
Responder para  Leandro meneoli

Girafa realmente é gigante, mas agora acho que está mais afim de viajar com a equipe do Zverev. Rafa devia procurar outra parceiro fixo, brazucas ótimos nas duplas é o que não falta no momento…

Fernando S P
Fernando S P
1 ano atrás
Responder para  Leandro meneoli

Quando o ranking deles for parecido, as chances disso acontecer aumentam bastante.

Por enquanto, não tem como. O parceiro do Rafael era o número 35 e mesmo assim só entraram como alternate.

O belga foi campeão em Monte Carlo no ano passado. Defende 1000 pontos. Ao que tudo indica, o Rafael não poderia ter parceiro melhor nesta semana.

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