Apesar de alguns lances espetaculares e de alta exigência técnica, o duelo entre João Fonseca e o número 1 do mundo Carlos Alcaraz deixou a desejar. Nenhum dos dois esteve realmente à vontade em quadra, com produtividade inferior ao normal com o saque na mão e muitos erros por precipitação ou escolha ruim.
Ainda assim, é claro, deu o espanhol, porque ele foi muito mais oportuno nos grandes pontos da partida. A rigor, deu uma única oportunidade de o brasileiro reagir, quando sacou alto no backhand de Fonseca com o segundo serviço e viu o jovem adversário desperdiçar a chance de ouro com uma devolução no meio da rede.
Alcaraz foi fiel a seu plano tático de não dar ritmo ao brasileiro, trocando direções constantemente e usando muito contrapé. Também tentou atacar o tempo todo os segundo serviços, o que lhe custou alguns erros bisonhos, além de se precipitar nas subidas à rede. Sua genialidade, no entanto, compensou esse risco com lances de enorme categoria, mesmo sob pressão.
Fonseca não sacou bem, ainda que tenha perdido apenas dois serviços, um em cada set. Mas obviamente precisaria de percentual maior de primeiro saque para usar o forehand com constância, tal qual fez tão bem contra Jannik Sinner. Como não conseguiu, saiu de quadra com apenas oito winners da base, além de seus cinco aces. Alcaraz fez mais do dobro de bolas vencedoras.
Não veio a vitória, nem atuação tão animadora como as de Indian Wells, mas o jovem brasileiro segue acumulando experiências e emoções, que muito provavelmente serão bem úteis um pouco mais à frente. Nunca devemos esquecer que Fonseca vive uma temporada bem diferente do que a anterior, em que já é uma estrela, encara expectativas e isso tudo gera pressão desconhecida.
Ficam ao mesmo tempo lições importantes, como observar a movimentação espetacular do espanhol e sua forma peculiar de deixar o adversário sempre desconfortável, seja pelo improviso ou pela difícil leitura do golpe seguinte. Fonseca tem condições técnicas de ser sólido como Sinner e surpreendente como Alcaraz, desde é claro que siga evoluindo no aspecto físico e não se perca no emocional.











Prezado Mestre, concordo com tudo o que voce disse. So’ acrescento que no primeiro primeiro game do segundo set, Jao teve 40/15 e ainda assim perdeu o servico. Achei que entrou em quadra meio estranho e com cara muito fechada. Nem achei que jogou mal mas, muito longe do que jogou aqui na California. Quando o Jao conseguir consistencia, sera’ incrivel ver ele jogar de igual com estes caras. Uma chance para os tops e’ set perdido. Mas, vai da’ caldo. E’ um luxo para nos Brasileiros ter um tenista deste nivel nesta idade. Show.
Também achei o João meio travado. Creio que aquele barulho exagerado da torcida contribuiu para isso, além claro da pressão após a boa partida contra Sinner.
Infelizmente, o brasileiro precisa entender que torcida demais atrapalha no tênis. Vai demorar muito!
Abs
Entrou nervoso. Sentiu o jogo. Normal isso. Acontece. Primeiro jogo de verdade contra o melhor do mundo. A ver porque não sentiu contra Sinner. E foi uma pena mesmo aquele primeiro game perdido do 2 set. Quem sabe teria ido até o tiebreak
Dalcim, em muitas páginas tem gente criticando a torcida brasileira no estádio, queria saber sua visão sobre o barulho que não é comum em jogo de tênis. Até que ponto isso atrapalha os jogadores?
Saiu também um vídeo que na rede o João se desculpou com o Marozsan pelo barulho do pessoal, você acha que o excesso pode atrapalhar ele nos jogos?
A torcida se comportou bem até a reta final do segundo set, quando começou a tentar tirar o espanhol do sério, o que obviamente é incorreto. Mas, como você bem observou, tem muita gente que está chegando agora ao tênis e não tem exata noção da importância do silêncio e da concentração. Então é ainda desculpável.
A gente fala muito sobre o desrespeito da torcida com o adversário. Mas, além disso, acredito que esse tipo de torcida atrapalha ao próprio Fonseca.
Além do barulho, ele fica na obrigação de mostrar serviço aos torcedores, fica preocupado em se desculpar com o adversário etc. Provavelmente, ele também não gosta, mas não pode falar isso.
Discordo da analise acima! Celebrar erro do adversario no primeiro servico, eh absolutamente ridiculo. A torcida brasileira nunca se comportou bem em jogos de tenis. O brasileiro tem que entender que partida de tenis nao eh jogo de futebol. Enquanto esse comportamento nao mudar, brasileiro vai ser taxado de sem educacao!
Quando eu comecei acompanhar o circuito mundial, inclusive já estive no Brasil Open, em 2013, acontecia um fenômeno diferente do que acontece hoje, vendo jogos ao redor do mundo (pela TV, é lógico). Os aplausos eram só pelas jogadas concluídas com winner, especialmente as mais bonitas, ou um ponto longo, bem disputado. Hoje, até dupla-falta é aplaudida.
Atribuo isso, não exatamente à falta de educação para com o adversário, mas aquela falta de entendimento, de novos torcedores, como disse o Dalcim, que acham que o tênis deve ser aplaudido toda vez que um ponto acaba, mesmo sem nenhuma necessidade de aplauso.
Haja paciência com tanta falta de educação!
Pois é, brasileiro que cresceu vendo futebol ainda acha que torcida ganha jogo.
1- Se é que houve, foi um pedido de desculpas descabido do João ao Maroszan, já que um tenista não é responsável pelo comportamento de sua torcida;
2- quem acompanha o circuito, sabe que hoje, talvez à exceção do de Wimbledon, o público manifesta-se de forma inconveniente em vários momentos, quando joga um tenista da casa. Notadamente em Buenos Aires, Roma, Roland Garros e US Open.
Devemos seguir maus exemplos? Não. Mas também devemos despir-nos do complexo de vira-latas, achando que isso só acontece com o público brasileiro.
O australiano é pior do que todos os citados.
Sim, esqueci de citar o público australiano, mas acho que o francês ainda está à frente atualmente.
Alguns exemplos de públicos ditos “civilizados”:
https://youtu.be/fjEdhilcR6Y?si=_ZrhK9EOqIHoIObX
https://youtube.com/shorts/Wqjmawo-2As?si=o8I3MiD28Db9Jsbt
https://youtu.be/beRUq9jDIlw?si=P4pWTKe3J7LCjUqt
No geral, torcedores que nunca jogaram tênis ou não estão habituados com o jogo não entendem o nível de concentração necessário para a peleja, isso no mundo todo. Só que o brasileiro tem um componente que acaba agravando tudo, a carência de ídolos.
Abs
E quem não conhece as regras do jogo, não sabem porque só tem um sacando e outro só recebendo ou quando acaba um ponto e o placar está 15×0, acabam entrando no clima de torcedor sem noção e fazem barulho o tempo todo.
Wimbledon também deixou de ser referência.
Aquele 40×15 mostrou claramente isso.
o primeiro serviço fez muita falta …excelente análise, foi bem por ai mesmo ,, !!!!!!
Fonseca se saiu muito bem nos dois duelos. Isso é o que importa. Enfrentou os melhores do mundo de peito aberto e enviou uma poderosa mensagem ao Circuito: posso realmente jogar em alto nível contra qualquer um
Que não se perca em badalações e não se acomode. Fazendo isso, poderá ter uma carreira muito digna.
Está muito distante do Alcaraz, foi uma grande ducha de água fria para quem o colocava bem proximo do Big 2.
Não houve perigo pro Alcaraz e o poder ofensivo do João e seus winner de forehand foram anulados pela grande capacidade defensiva do espanhol e seus multi- recursos. E nem jogou tão bem assim…
Agora é seguir treinando, a caminhada é longa.
Concordo com seu comentário, vi o jogo dessa maneira também. O JF ainda tem que comer muito arroz e feijão.
Sim, realista. Mas para alguém
Colocar João Fonseca hoje perto do big2, está com expectativas adiantadas. Ele tem que evoluir bastante e sobretudo ganhar experiência. Não é porque ele tem potencial teórico de competir com eles que esteja no ponto prático disso ocorrer. E pode ocorrer em um jogo, mas não em outro logo na sequência. Porque ele ainda não consegue ter um padrão de consistência. Mas o que eu mais gosto do João é a forma como ele vai cumprimentar o big2 na rede com educação, mas aquela cara realmente chateada de quem não quer entrar só para participar sem vencer. E isso molda um estilo de trabalho, uma crença no auto potencial e toda a disciplina para seguir cada sacrifício necessário para evoluir. E chegará em outro nível em 2027. Aguardemos, abraço!
A entrevista de Alcaraz em quadra diz tudo. Elogiou muito JF , e apesar da precocidade inigualável de Carlitos, ele lembrou da surra que levou de Titio Nadal na primeira partida . Somente foi vencer na Terceira, e de maneira apertada. Alguém falar em ” ducha de água fria ” somente foi para sem noção. Carlos teve 5 Breaks e venceu dois . JK obteve três e não levou nenhum. Incrível alguém ter pensado que Brasileiro já está a nível Top10. Abs !
Esse tipo de analise me parece quase arrogante…Fonseca tem 18 anos, foi seu primeiro jogo contra o No 1 do mundo e o próprio Alcaraz disse ontem que perdeu seu primeiro jogo para o Nadal, quando este éra o No 1, por 6/1, 6/2(algo assim), e que demorou 3 partidas para vencê-lo, isso o Alcaraz que é um fenômeno, super fora da curva. Então vamos olhar as virtudes e acertos do do João, que teve um desempenho bem acima da média contra os dois mehores tenistas da atualidade, aprender a desfrutar desse momento e agradecer por termos um tenista desse naipe e caráter para nos orgulhar e inspirar. Que ele continue trilhando o caminho dele, sendo o que ele é, evoluindo e crescendo como vem fazendo, o resto é consequencia !
Um adendo, não fui eu quem o coloquei como nivel proximo desses caras, foram torcedores emocionados. Eu sou realista, está muito longe de chegar nesse patamar.
Cara, entre Nadal x Alcaraz ou Djokovic x Alcaraz, o componente idade entra forte.
Não se esqueçam disso.
Então, não vale comparação com JF.
Só vamos deixar claro. Fora de série aos 19 anos eram Alcaraz e foi o Nadal. Quem era Sinner aos 19 anos? Veio evoluir bem depois. Pra mim Fonseca hoje não faz parte de um novo Big3. Mas pode fazer um dia, como também não. Só que imagina o quão grande seria para o Brasil se ele virasse um top 10 – ficasse ali constante no top 10? Nem precisaria ser no top 3. Vamos ter calma com o garoto. Vamos torcer para que ele consiga pontos importantes agora na gira de saibro e melhore seu ranking (ajuda demais nas chaves, pegar os melhores mais para frente nos torneios)
Desta vez fico com o último parágrafo do Post. Ele é extremamente preciso no que se refere ao que aconteceu em quadra . Vi Carlos Alcaraz, com sua forma peculiar, anular o Forehand de JF , daí a grande diferença de Winners do Espanhol. A quadra de Miami 2026 ( para mim mais rápida do que em outras edições também a noite ) , proporcionou a Carlitos, pontos mais curtos ,e alguns espetaculares . JF pode seguir em frente, pois novamente mostrou Serviço, com 3 break points , infelizmente mal aproveitados. Vida que segue. Abs !
JF fez um bom jogo, perdeu pela parcial mínima de um Set sem TB, teve dois ou três BP, mas não ofereceu risco, em nenhum momento, para o Alcaraz. O Espanhol nem precisou jogar o seu melhor, mas é o bastante para vencer 95% do circuito. Mas ainda acredito em evolução e títulos do nosso garoto. Abc e bom fds
Bom texto, mas a frase “Fonseca tem condições técnicas de ser sólido como Sinner e surpreendente como Alcaraz” me parece fora da realidade. Alcaraz tem uma capacidade técnica muito superior à do brasileiro. A comparação com Sinner é justa, mas o espanhol tem uma mão que Fonseca nunca terá.
Minha análise é que o jogo decepcionou, nos dois lados. Alcaraz não jogou tudo que sabe, abriu brechas para Fonseca, que se apressou nos pontos decisivos. Alguém tem que dizer pro João que, nas chances de break, mais importante do que meter a mão na bola é fazer o adversário jogar. O brasileiro tem baixo índice de aproveitamento de breaks porque acha que tem de fazer winner nesses momentos.
Um fator interessante é que, sempre que se criam expectativas exageradas em cima do Fonseca, ele acaba não rendendo bem. Tinha uma bandeira com Fonseca, Ayrton Senna e Guga. Baita exagero! Senna é talvez o piloto mais talentoso que passou pela Fórmula 1; Guga foi número 1 do mundo, três títulos de RG, 5 masters 1000 e um título de Finals. João, por ora, tem um título de 250 e outro 500. É preciso deixar que as coisas aconteçam pra exaltar tanto o brasileiro. O mundo moderno é muito apressado!
Boa!
Colocaram Rubens Barrichello com o capacidade de Senna logo depois do velório.
E não foi por isso que Rubinho não correspondeu e sim, porque, Senna era muito superior.
* Capacete
JF pegou um Alcaraz muito inspirado e focado ontem e, mesmo assim, perdeu por dignos duplo 6-4.
Siga progredindo, João!
Dalcim, acho que foi tudo muito bem colocado. E de fato, achei o jogo muito ruim, em especial o primeiro set, que entre erros forçados e não forçados foram 43. Era quase impossível ver um rali e erros estranhos. O próprio Alcaraz com deixadas no pé da rede. De certa forma, ele também entrou pressionado a não ser surpreendido pela jovem estrela e a confirmar sua superioridade. Agora, não achava e não acho que Alcaraz será um adversário mais difícil que o Sinner. E acho o JF muito mais parecido com o Sinner, não acho ele tão inventivo assim como Alcaraz e mesmo dando umas deixadas boas aqui e ali, ainda falta muita mão. Juntando toda os jogos, já é a terceira tentativa de lob de topspin que ele faz que mal passa da altura da cabeça do adversário. Dessa gira americana o mais importante é, João começou a ganhar e lidar bem com o favoritismo de jogadores do top20 para trás. Vários jogos difíceis, inclusive o próprio Marozsan que pode ser bem perigoso. E isso vai fazer ele jogar cada vez mais, 2, 3, 4 jogos toda semana. E com ritmo e experiência, vai se aprimorando e sabendo potencializar seu talento para se tornar ainda mais competitivo com os caras da frente. Ele nem precisa ser igual a eles. Tem talento suficiente para criar um modo bem competitivo. Abraços!
Corrigindo: não acho jamais que Alcaraz será mão fácil que o Sinner para o JF. Contra Sinner o jogo é mais franco, contra o Alcaraz o JF terá menos espaço para criar ritmo e terá que aprimorar não só em físico mas como armas para competir melhor com o espanhol. Contra o Sinner, vimos que pode ser algo só no mental/experiencia.
Achei o jogo um tanto ruim, ambos não jogaram bem. Na verdade, achei-os mais erráticos do que o normal…
Ninguém me tira da cabeça que tanto sinner quanto o Alcaras esse último ontem, administraram o jogo diante do JF a vitória por parte deles era certa só não quiseram que fosse um atropelo por isso o sinner levou pra dois tibrek e o Alcaras fez um protocolar duplo 6-4 eles gostam do JF e também sabem que nunca vão perder jogos sérios contra ele por isso não atropelaram vide o jogo posterior do sinner com o tien onde ele espancou o garoto ou alguém acha que o tien é tão ruim assim ou que o jF é tão superior ao garoto americano, enfim o circuito meio que adotou o JF por ser um brasileiro em busca de ascensão já que o Guga foi o único e pra mim pelo menos maior tenista brasileiro de todos os tempos e mais carismático também e contínuo dizendo o JF não vai chegar nem perto de tudo que o Guga conquistou dentro e principalmente fora das quadras. Abs!
Kkkkkk.
Amigão, em nível profissional, ninguém é louco de deixar o adversário, que não é jogador de clube, abrir 6×3 no tie break para ir lá e fechar. Ou sacar para o jogo e deixar ser quebrado de zero porque o adversário é um cara legal.
Típico comentário da série “melhor ler isso que ser cego”.
No caso dos embates de Sinner x Tien e Sinner x Fonseca, há um diferencial mhit9 grande que é o estilo defensivo e burocrático do Tien. Contra um estilo ultra agressivo e regular como tem o Sinner, o tien jamais terá chance. Há um encaixe de jogo favorável ao Sinner.
Mas que lógica escalafabética essa sua, hein? Os líderes do ‘ranking’ foram camaradas com o Fonseca. Melhor ler isso do que ser cego.
“Ninguém me tira da cabeça…” Bom, paciência, então, né? Bom proveito com as suas ideias.
Em tempo: se não me engano, foi Vossa Senhoria que escreveu aqui semanas atrás que o Fonseca não passaria pelo Tommy Paul em Indian Wells.
Exato. O homem dos mil Nicks adora estas gracinhas para cima de JF . Aos 19 , Guga nem sonhava atingir Top 20 . Só acerta quando diz que Manezinho da Ilha foi o melhor Tenista masculino de todos os Tempos . Thomaz Koch ainda o segundo, a meu ver , mesmo que distante. Abs !
Ele falou que não passaria da primeira rodada, depois que não dava para o João contra o Caixa9, depois ganhar do Paul nem pensar. Aí ele conseguiu acertar contra o Sinner, mas bateu na trave hein.
Pois é. Em matéria de previsão, ele e o Ronildo podem se dar as mãos. Mas pelo menos o Ronildo é mais divertido.
Concordo. Não tem como tirar da cabeça de alguém algo tão bizarro ali instalado.
Ehhhh Valdemar, mais uma pérola! Quer chamar a atenção ou você é assim mesmo?
Não achei um bom jogo. Os dois erraram muito. Pareciam estar um pouco nervosos, inclusive o Alcaraz. Mas, conseguiram produzir alguns pontos fantásticos para o espetáculo.
O saque do Fonseca caiu muito em comparação às últimas exibições. Uma pena! Mas, mostrou que se corrigir as falhas mentais, consegue competir de igual para igual.
Por fim, não vejo como esse barulho da torcida ajuda o brasileiro. Na minha opinião, só atrapalha!
Muita “profecia” aqui, mas a grande realidade, é que João Fonseca estava na 24ª posição e dentro do top 30 no início da temporada, e agora caminha célere pro top 50. Não lembro de nenhum jogador considerado diferenciado, que tenha chegado aonde ele chegou, e tenha despencado de forma tão abrupta, pra quase o dobro a mais em relação a posição que estava! Sei que muitos aqui vão criticar o meu comentário, porque o ranking é o que menos importa, e blá-blá-blá. Porém, é essa queda no ranking, que está fazendo ele ter que enfrentar os tops dos tops, logo nas primeiras rodadas. Em Miami, já teve uma dificuldade enorme contra um Top 50 na rodada 1. E na segunda, já encarou simplesmente o melhor do mundo na atualidade. Ah, mais ele veio de lesão e agora que tá atingindo a melhor forma! Bobagem! Ele mesmo disse que tava 100% no Rio Open, e foi aquela decepção. Jogarbbrm contra Tops 10, Thiago Monteiro e Belluci também jogaram. Mas não passaram disso. Penso que ele é muito mal assessorado, porque pode ter adquirido a lesão naquele jogo exibição contra o próprio Alcaraz, onde ao invés de se divertir, jogou muito sério, enquanto o espanhol não parava de fazer palhaçada. Torço pra que eu esteja errado, mas no momento não vejo muita diferença entre JF, e as promessas brasileiras, que nunca deixaram de ser apenas promessas.
Bobagem sem tamanho. Não se lembra porque acompanha o Circuito a pouco tempo. Se jogou pouco devido a lombar, e não defendeu pontos , é óbvio que cairia no teu adorado Ranking. Jogando a nível Top 20 , como vem apresentando, volta ao mesmo TOP 20 sem sustos . Com Franco Davin como consultor em seu Staff , está mal assessorado ???. Não suma, meu caro , vais quebrar a cara legal , provavelmente já na Gira de Saibro Europeu . Aguardemos. Abs!
Era + do que esperado este tipo de crítica. O João optou por jogar estes grandes torneios em vez de defender pontos do challengers do ano passado. Perdeu nas primeiras rodadas pros números 2 e 1, mas não fez feio, pelo contrário.
Pelo visto, você é mais um que afoitamente esperava uma subida meteórica, à la Alcaraz. Alcaraz é 1 só.
“Devagar com o andor, que o santo é de barro”.
Eu conheço:
– Sinner caiu de 1 para 2 (ou seja, metade), assim como Fonseca que cai de 25 para 50 (metade).
Posso te dar outros exemplos se vc. quiser.
Boa!!!
Dacim, vejo um padrão bem claro no João. Sempre que a expectativa sobe, o desempenho dele cai. Contra o Sinner a expectativa era de vareio. Aí ele jogou um absurdo. Contra o Alcaraz a expectativa já era outra. Ele caiu. Todas as grandes atuações dele seguem esse padrão.
Se o Fonseca jogasse contra Alcaraz no seu melhor dia já seria muito difícil, mas sem o primeiro serviço e sem a correta leitura para devolução foi um sofrimento para o torcedor brasileiro. A impressão era de jogo amistoso, em que o espanhol se contentava em vencer pelo placar mínimo, que não espelhou o seu domínio em quadra.
De positivo, ficam as indicações para muita melhoria nos treinos e futuros jogos.
Leia a entrevista de Carlos Alcaraz, meu caro. Se contentou de vencer por placar mínimo , é coisa lá do Site. Entrou ligado o tempo todo, tornou mais fácil que Sinner, por ter sido superior taticamente, anulando Forehand de JF . Se não sabes , Carlos está entre os 4 melhores devolvedores de primeiro Serviço, segundo a ATP. Abs !
Fonseca comparou Sinner a um robô. É por isso que lembra Djokovic.
O goat alugou um triplex em sua cabeça. Eita WB 2019 que lhe deixa tão tristonho rs.
Na verdade foram 10 anos de surras intensas de 2011 a 2020.
Se a comparação fosse a um indivídio entre o idiota e o imbecilizado…. eu até associaria mais rapidamente
Mas a um robô, sequer me passou pela cabeça (mesmo ele sendo irretocável dentro das quadras).
Quem me dera eu conseguir ser um robô na quadra…
PS. : Aliás esse negócio de eu ter de provar que eu não sou robô a cada comentário que faço enche o saco…
Yoh, isso acontece quando você passa de 3 ou 4 comentários no mesmo post. Pelo menos, aqui comigo é assim.
Mas, é chato mesmo.
Desculpe, não sou um robô é em todos mesmo. O que acontece depois de alguns comentários é provar que não é, apontando figurinhas de carro, ponte etc. Rssss.
Tudo me parece ser questão de expectativa e os próximos meses ajudarão a dizer qual a tendência de curva de evolução o João terá. Para ter a curva de fênomeno (futuro #1 e ganhador de vários GS) terá que ganhar uns 40 jogos, uns 3 ou 4 títulos, ir longe em GS e M1000 já este ano. Foi o que fez o Sinner em 2021. Alcaraz é ainda mais fenômeno e da idade do João já tinha o título de Miami e o US Open. Agora, existe a curva do top 10 tbm, de jogadores como Taylor Fritz, Karen Khachanov, Casper Ruud, Hubert Hurkacz, Andrey Rublev, Stefans Tsitsipas etc. Todos ótimos jogadores, com vários títulos no currículo, incluindo M1000 (Hurkacz, Rublev e Tsitsipas têm mas de um), boas campanhas em Slams, mas zero ameaça aos melhores. Para isso, repetir 2025 (cerca de 25 vitórias e 1 ou 2 títulos) basta. Até o M1000 de Miami do ano passado eu enxergava o João com potencial para a primeira curva. Hoje, um ano depois, eu confesso que vejo o João mais na segunda curva. Não pelos resultados e oscilações normais, mas sim pelo jogo mesmo. Pela técnica e pelas armas quando ele está bem. Essa curva ja seria ótima, mas talvez frustre alguns. Há muito a melhorar e evoluir. Hoje, eu vejo apenas o saque e o forehand com base plantada (não em movimento) como os únicos golpes de elite no arsenal dele. Todo o resto precisa de muita evolução, principalmente movimentação e velocidade. Tomara que eu me engane e que ele evolua tecnicamente a ponto de entrar na curva do fênomeno nos próximos meses.
Já discordei de você no passado, principalmente quando dizia que o Tien, então só com resultados em quadra dura e nos EUA, possuía curva de evolução superior à do João.
Mas considero irretocável o seu comentário acima.
Boa postagem. Falta ainda bastante para o João
Se não faltasse aos 19 , minha cara … Nosso amigo fala em fenômeno e aí acerta . Carlos Alcaraz é o mais precoce da Era Profissional. Todos os demais citados tem muito a melhorar , assim como precisava Sinner aos 22 anos. O fato de nosso amigo citar apenas dois golpes como de elite , não determina onde ele vai parar junto a rede , deixadinhas e etc … Potencial para melhorias não tenho dúvidas. Tudo no seu devido momento…Abs !
Vamos com calma com o João Fonseca,ele está pelo menos uns 5 degraus abaixo de sinner e alcaraz e longe de uma consistência de top 10 ,mas a evolução é assim mesmo , lembre-se que Roger Federer virou profissional em 1998 ,ganhou seu primeiro título em 2001 e seu primeiro grand slam em 2003 .
Dalcim ,um elemento no jogo do Fonseca que precisa ajuste é sua movimentação lateral e contra golpe ,concorda ?
Uma pergunta, Dalcin: considerando que Alcaraz obviamente já é um tenista maduro e João ainda está em formação, que ajustes mais urgentes você indicaria levando em confa o jogo de ontem? Abraços!
Acho que não há uma comparação direta entre o jogo ou o estilo dos dois, Sérgio. O brasileiro continuará a jogar na base de risco, forçando saque e forehand. Claro que tem bons recursos, como deixadas e voleios, e vemos que o backhand ficou mais sólido e as devoluções têm evoluído. Eu diria que devolução seja um ponto crucial no tênis de hoje, assim como a cobertura lateral da quadra.
Dalcim , você acha que Tien está muito a frente do Fonseca ? Outra coisa , se o Fonseca pegasse uma chave mais razoável ele já seria top 15 , pegando Alcaraz e sinner na segunda rodada fica difícil . E por último existe algum protetor para a coluna que ele pudesse jogar ? Para que serve aquelas camisetas que os jogadores de futebol usam ?
Tien está na frente no ranking, mas não acha que ele jogue mais que o Fonseca. Sim, sem dúvida a sorte poderia ser melhor, mas num Masters 1000 é bem difícil escolher adversário. Não, não serviria para nada.
Fonseca está num excelente caminho de aprendizado e ascensão. Alcaraz, o número 1 do mundo, é o melhor jogador da atualidade. João adquiriu experiência e aos pouco vai formando casca para este tipo de partida.
Pessoal esquece como tenis de alto nível é difícil. Ontem mesmo em Miami já teve a derrocada de vários cabeças de chave: Draper, De Minaur, Cobolli, Bublik, Ruud, Darderi… um verdadeiro “bloodbath”!
Fonseca nem cabeça de chave era e o sortei não ajudou. Bora para o saibro!
“Fonseca tem condições técnicas de ser sólido como Sinner e surpreendente como Alcaraz” – parando pra pensar sobre isso, temos a dimensão do diamante bruto q temos nas mãos…
E que já está semi lapidado.
Espero que ainda em tempo (sobre Beatriz, Rafael, Carlos e Juan):
– Toda relação entre técnico e atleta na perfomance é estruturada em confiança e admiração mútuas. A empatia que um tem e exerce para com o outro ajuda a moldar sua relação, sua comunicação e ao final influencia a postura do atleta em quadra refletindo-se nos seus resultados e em sua performance. Essas relações ostumam ser duradouras e o contrato que os une torna-se um mero adereço para que as relações comerciais sejam cumpridas.
Mas quando por qualquer razão esse relacionamento desanda e a empatia termina, sejam por razões sólidas ou por aquelas que se apoiam no ego exacerbado de uma ou ambas as partes o relacionamento deixa de ser leve e a passa a ser um peso (ou um pesadelo) para um dos lados ou para ambos, e consequentemente a sinergia essencial deixa de existir refletindo-se inicialmente no dia a dia dos treinamentos e ao final no desempenho do atleta em quadra, pois a perda de confiança mútua – elemento essencial para moldar a relação com o padawan é o pilar de sustentação para que a comunicação flua e sem ela, a dinâmica da relação deixa de ser fator preponderante para produzir resultados.
Sintomas: planos de jogo (ou de prova, dependendo de sua modalidade) não são mais compartilhados, treinamentos perdem seu sentido, visto não haver mais harmonia entre os objetivos e o resultado aparece ao final do seu jogo (ou da sua prova).
Arrisco até mesmo a dizer que essa sinergia afeta muito mais a decisão por uma troca de técnico do que a questão financeira.
Nessa situação, não adianta insistir: o pupilo precisa de um novo mentor e o mentor precisará buscar outros ares.
Assim como numa relação de amizade ou relacionamento afetivo, o fim não é por muitas vezes uma situação fácil de lidar, por outro lafo ela cria a possibilidade de evolução para ambos e ao final também é libertadora, dando asas a novas idéias, novos pontos de vista que enriquecerâo a experiência de ambos (ex-pupilo e ex-trenador) e abrem alas para a evolução de ambos, como atletss ou como pessoas.
O mundo do tênis gira rápido sem dar trégua. Lidando com a árdua tarefa de tentar superar talentos da geração anterior e da própria, o João Fonseca já vê pelo retrovisor a chegada de mais jovens talentos, tais como o Jodar e o Kouame. O primeiro já o ultrapassou na Next Gen Race.
Na boa , meu caro . Aos 19 , Jodar caiu na fase de grupos do ATP Finals Next Gen 2025 . João em 2004 , aos 18 , bateu Mensik e Tien pra levar o Caneco. Este promissor Espanhol, está apenas na frente em Março, devido aos Torneios pulados por JF devido a lesão. Ele terá sempre alguém no retrovisor…rs. Abs !
Parabéns por mais um post irrepreensível, Dalcim! Só queria acrescentar: como é bom saber que está recuperado do problema na lombar. Caso, contrário, o teria apresentado no Double Sunshine tão exigente. Avante! Muita coisa boa espera na gira de saibro.
Enquanto isso – apesar da descrença de alguns – Tien e Mansik seguem firmes e fortes rumo ao Top10:
– Tien ocupa provisoriamente a posição de número 20 no ranking de entradas com chances de ser alcançando por Vacherot, F. Cerúndulo, T. Paul e Fills, e a 12a posição na corrida, e apesar da derrota, sua consistência o aproxima cada vez mais do Top10.
– Já Mensik – que deve sofrer grande queda por defender o título do ano passado – segue dentro do Top10 da corrida e portanto em evolução constante se comparado ao seu desempenho do ano anterior.
Enquanto isso nosso Jão, que nã9 foi agraciado com bons sorteios nos Masters onde mais poderia ter somado pontos no primeiro semestre, parte agora para o saibro, onde ele apesar de apresentar um bom desempenho, claramente não possui um tênis tão vistoso quanto na rápida, embora bons desempenhos não estejam descartados.
Enquanto isso e se nenhum desastre acontecer ou um Medvedev aparecer, os Superbigs seguem firmes e fortes em rota de colisâo na rodada final de Miami.
Lembrando que Guga num longínquo 2000, disputou a final comtra sampras (e perdeu). Senirritou. Mas na minha opinião Sampras jogou melhor e mereceu a vitória, diferente da semi no Finals onde o jogo iniciou-se bastante equilibrado, mas que terminou comdesempenho levemenre superior do brasileiro.
Aliás o Finals foi um dos melhores (se não o melhor) torneio de Guga pós RG97, onde também surpreendeu a todos e mostrou que não era apenas “mais um rostinho sujo com poeira de saibro” na multidão.
Ué, esqueceu por que o Guga se irritou na derrota para o Sampras em Miami? Vou lembrar para você e para o pessoal aqui: o brasileiro foi escandalosamente garfado no tiebreak do 4° set em duas bolas do Sampras que saíram um palmo e o cara de pau do juiz simplesmente ignorou, uma delas na frente dele (na época não existia o hawk-eye).
Não fosse esse assalto, a partida iria ao quinto set e muito provavelmente o Guga venceria, já que estava melhor e o Sampras já dava visíveis sinais de cansaço. Ele próprio reconheceu isso na entrevista pós-jogo.
E na final de Lisboa, você deve ter visto outro jogo, ou então sua memória já falha. Vou te corrigir: Sampras começou levemente superior, mas logo o Guga equilibrou. O americano conseguiu levar o 1° set no tiebreak e nos dois sets derradeiros, o que se viu foi um passeio do Guga. Uma virada histórica rumo ao título e ao posto de n° 1 do mundo.
A final de Lisboa foi contra André Agassi.
Verdade, me esqueci de tudo isso.
Mas vou culpar a idade por tamanha falta de memória dos fatos!
: – )
Dalcim, Naná e Victória na final do Banana Bowl depois de décadas de ausência. É ou não é para ficar otimista ( com realismo) com essas meninas?
Claro que é. Mas tenha em conta que existe um abismo entre o circuito juvenil e o profissional, Paulo. Então não vamos exagerar na expectativa e cobranças.
Uma coisa muito importante no tênis é a paciência. Principalmente dos torcedores e com os torcedores, kk.
João tem 19 anos, como bem frisou nosso colega Santos Dumont (Marcão???), que há uns dias atrás fez um post primoroso sobre essa idade e a maturidade do garoto.
Acho que ao invés de criar espectativas e gerar pressão sobre ele, devemos é aproveitar seu já bom jogo atual e esperar, porque com o seu potencial melhores resultados certamente virão.
Abs
Estou acompanhando o jogo da Victoria x Nana, muito baloeira essa Victoria, acho a Nana mais consistente e saque mais contundente até o momento.
Baloeira? Que mal há em levantar a bola pra tentar ganhar tempo? No mais achei que nesta partida a Victoria sacou melhor que a Nauhany. Ela está bastante alta. Deve estar uns 30 centímetros mais alta que a mãe. Pode ter sido alguma fórmula do Mouratoglou.
Prezado,
Voce entendeu bem, o que eu quiz dizer, e estava vendo o jogo, e as bolas levantadas por ela, não tinham esssa necessidade, e ponto final prezado, e altura ? Que altura tem aver meu caro Ronildo, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Nana venceu por méritos, e Victoria tem muito a melhorar, o saque não vi tanta evidência, ela estava até reclamando , e de que ela reclamava, kkkkk
Ambas, grande futuro pela frente e muito a evoluirem ainda.
E deu, Nana, parabéns a ela.
Set1 em que Alcaraz demonstrou toda a sua habilidade, inclusive com lobs incríveis, mas o americano levou a parcial. Vai ter que elevar o nível p vencer, Korda esta regular e bem agressivo…
Vendo o jogo do alcaraz x Korda, da-lhe eslice, como é bonito o slice do americano, 3×1 no momento, e Carlos gesticulando e brabo, falando com o stff de doido dele, sim staff de doido, porque todos palpitam e metem o bedelho, kkkkkk.
Quem é o técnico mesmo, SLopes…Molina..o irmãozão dele que foi agregado no staff????
Estás se superando, caro Evaldo. Devem ser as más companhias… rs . Samuel Lopez foi agregado ao Staff a pedido de Ferrero. Com a saída de Juan Carlos após Carlitos levar USOPEN 2025, e fazer sua primeira final no ATP Finals 2025 , Samu foi efetivado. De cara Alcaraz levou AOPEN 2026 e ATP 500 de Dubai 2026 . Devias estar perambulando pelo Site …rsrs. Abs !
O esporte é de fato imprevisível, as coisas sempre podem mudar. Korda vinha fazendo um set2 quase perfeito, quase sem erros, regular e agressivo. Aí foi sacar pra fechar a partida, e perdeu 3 games seguidos. Alcaraz que vinha irregular passou a não errar mais, set3 começando, o momento é do espanhol…
Hoje um “Superbig” só não foi varrido em dois sets porque o Korda vacilou pra quebrar duas vezes e depois sacando pro jogo.
Superbig que nem consegue um Double Sunshine em um circuito que só tem Sinner como grande rival? rs
Não consegue um Double, mas 7 Slam e 8 Masters 1000 aos 22 aninhos . ” goat ” somente levou segundo Slam no ano que fez 24 . Sinner aos 24 pode obter o Double mas possui ” apenas ” 4 Slam. E daí Paulinho ???. Quanta sofrência!!! . Rsrsrs,Abs !
E daí cara pálida ???. Ano passado caiu para Goffin de cara . Na sequência levou Monte Carlo. Carlitos adora a Disney e seus Patetas … Rsrsrs,Abs !
Ficou só naquele título de 2022 sem GOAT dos esportes presente. Rsrsrs, abs!
João acerta na comparação que faz entre Sinner e Alcaraz, embora nada original, pois 10 entre 10 comentaristas profissionais ou de sofá dizem a mesma coisa. Até o italiano concorda. Sinner é uma máquina espancadora de bola, enquanto Alcaraz é arte associada a vigor físico. Gosto mais da persona Sinner e mais do jogo do Alcaraz e, por isso, não tenho torcida definida por um deles. O jogo do Sinner encaixa melhor com o do João e os placares de JFxJS e JFxCA meio que refletem isso. Onde eu vejo necessidade mais premente de evolução do João, e ele tem tempo pra isso, é na movimentação. Ele é lento, parecendo pesado. Tá faltando explosão pro menino. É só puxar ele para as laterais ou para a frente e ele quase invariavelmente vai pro erro ou entrega uma bola fácil, em especial batendo de backhand. A devolução vem em seguida. Bora seguir trabalhando, com foco nesses dois pontos.