Nova York (EUA) – John Isner voltou a destacar a importância do tênis universitário ao analisar a formação de atletas. Aposentado do circuito desde o US Open de 2023, o norte-americano acredita que o modelo facilita a transição para a carreira profissional.
Em texto publicado no blog Behind the Racquet, o ex-número 8 do mundo ressaltou que a experiência durante seu período na Universidade da Geórgia foi fundamental para o sucesso dentro e fora das quadras.
“Para mim, a possibilidade de me tornar profissional logo após a carreira juvenil nunca esteve em discussão. Sempre soube que iria para a universidade, então acredito que tomei a decisão certa ao escolher a Universidade da Geórgia”, afirmou.
O atleta de 41 anos destacou que foi justamente durante o período universitário que percebeu sua maior evolução como tenista. Ele ainda citou Emma Navarro, Danielle Collins e Peyton Stearns como exemplos de atletas que seguiram por esse caminho.
“O tênis universitário está em alta. Basta olhar para casos como o de Emma Navarro, Danielle Collins e Peyton Stearns. Faz todo o sentido. As pessoas não entendem o quanto é difícil virar profissional aos 18 anos”, analisou.
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Isner acredita que o ambiente acadêmico é ideal para o desenvolvimento físico e mental dos esportistas. “A universidade deveria ser uma opção sempre considerada por qualquer jogador. Você pode ganhar força física, amadurecer mentalmente e se preparar para o circuito profissional. Em resumo, aprende a perder, mas também a vencer”, ponderou o vencedor de 16 títulos.
Recordista de aces na história da ATP, com 14.365 saques vencedores, Isner iniciou sua carreira profissional apenas aos 22 anos, em 2007, após defender a Universidade da Geórgia por quatro temporadas. Ele conquistou seu último troféu no piso sintético de Atlanta em 2021.










com 2.08 metros de altura fica mais fácil se profissionalizar após se formar