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Iga encerra a série de Gauff e joga a 7ª final do ano

Foto: China Open

Pequim (China) – No jogo que abriu o sábado de semifinais do WTA 1000 de Pequim, Iga Swiatek acabou com a série invicta de 16 jogo de Coco Gauff e garantiu vaga na final da competição depois de vencer por 6/2 e 6/3 em apenas 1h15 de partida. Esta foi aoitava vitória da polonesa em nove duelos contra a norte-americana no circuito.

Vice-líder do ranking mundial, Swiatek disputará sua sétima final da temporada. Em 2023, a polonesa de 22 anos foi campeã em Doha, Stuttgart, Roland Garros e Varsóvia, ficando com o vice em Dubai e Madri. Ela já acumula 15 títulos no circuito e vai para a 20ª final da carreira. Em torneios WTA 1000, tem cinco títulos e dois vices.

“Estou muito feliz com minha performance. Parece que posso jogar livremente de novo. Já faz um tempo que não me sentia assim. Lembrarei pelo resto da minha carreira que, mesmo que nos momentos mais difíceis que possam surgir, você sempre pode superar isso. Consegui mudar minha atitude depois do US Open. Espero continuar assim pelo maior tempo possível”, explica a polonesa que havia perdido a liderança do ranking logo após o Grand Slam nova-iorquino.

A adversária de Swiatek na final marcada para domingo às 8h30 (de Brasília) virá da partida entre a cazaque Elena Rybakina e a russa Liudmila Samsonova. Ela tem apenas uma vitória em quatro jogos contra Rybakina, número 5 do mundo, e perdeu três vezes da rival este ano. Já contra Samsonova, 22ª do ranking, lidera o histórico por 2 a 0.

Superada na semifinal em Pequim, Gauff estava sem perder desde a partida contra Jessica Pegula nas quartas de final de Montréal. Desde então, a jovem norte-americana de 19 anos conquistou os dois maiores títulos da carreira, o WTA 1000 de Cincinnati, onde derrotou Swiatek na semi, e logo depois venceu seu primeiro Grand Slam no US Open. Com isso, assumiu o inédito terceiro lugar do ranking.

Vinda de uma difícil virada na partida contra Caroline Garcia nas quartas de final, Swiatek encontrou neste sábado condições de jogo um pouco mais lentas e mais propícias para a disputas de longos ralis. E apesar de o saque ter sido um fator menos determinante do que na última sexta-feira, ela não enfrentou break-points no primeiro set, perdendo apenas cinco pontos no serviço, e colocou pressão em três games distintos no saque de Gauff, para conseguir duas quebras. A norte-americana até salvou um set-point com ace, quando já perdia por 5/1.

Logo na abertura do segundo set, Swiatek voltou a quebrar e continuou dominante na partida. A ex-número 1 do mundo continuava sem correr riscos em seus games de serviço. Gauff chegou a pedir o tempo médico de três minutos para um aparente desconforto no ombro. Ela até melhorou o desempenho no saque desde então, mas seguiu sem ameaçar a vantagem da polonesa, que não enfrentou break-points e cedeu apenas oito pontos nos games de serviço até o fim do jogo. Deu tempo ainda para mais uma quebra para definir a vitória em sets diretos.

Swiatek liderou a estatística de winners da partida por 17 a 12 e cometeu apenas 6 erros não-forçados contra 15 de Gauff. Ela quebrou quatro vezes o saque da rival, duas em cada set, e criou oito break-points.

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