Jogador exageradamente emotivo, mas de reconhecida capacidade técnica, Holger Rune parece ter se reencontrado e, agora, em melhor estilo. Desde agosto, ao juntar o experiente Kenneth Carlsen ao grupo técnico, ele recuperou pouco a pouco o melhor tênis e deixou de ser o menino ranzinza e reclamão da mamãe para ganhar maturidade e firmeza.
Foi a junção dessas qualidades que o levou ao primeiro grande título sobre o saibro. Embora todo mundo o veja como um típico jogador de quadra dura, é bom ressaltar que há dois anos ele fez finais em Monte Carlo e Roma, além do bi no então 250 de Munique.
Todo mundo imaginou que Rune formaria o “new Big 3”, ao lado de Jannik Sinner e Carlos Alcaraz, mas depois de chegar ao quarto lugar do ranking, em agosto de 2023, ele perdeu o rumo, sofreu duras derrotas e nunca mais ergueu um troféu.
Barcelona, mais até do que a recente final em Indian Wells, mostra que Rune reencontrou o caminho. Sua campanha foi exemplar, a começar pelo veterano Albert Ramos, na virada em cima do especialista Sebastian Baez e ainda mais no domínio absoluto em cima de Casper Ruud. Tudo na base de golpes forçados, excepcional movimentação e transições à rede perfeitas.
Passou então sem sustos pelo tênis quadrado de Karen Khachanov e desafiou o bicampeão e dono da torcida com um primeiro set parelho e muito bem disputado, em que soube reagir à quebra sofrida. Mais tarde, contou que “copiou” a forma com que Novak Djokovic bateu o espanhol na final olímpica. É bem verdade que Alcaraz sentiu a virilha logo depois e caiu de rendimento, porém nada tira os méritos de Rune, que volta ao top 10 e se coloca como um nome a ser observado com atenção em Madri, Roma e Paris.
Zverev volta ao número 2
Alexander Zverev, por sua vez, enfim saiu do zero na temporada. Finalista do Australian Open, viveu dias sofríveis no saibro sul-americano e no piso duro norte-americano, emendou uma derrota precoce em Monte Carlo e precisou do acolhimento de Munique para enfim mostrar um tênis competitivo.
A campanha nem foi tão espetacular e por muito pouco ele não caiu diante do bom holandês Tallon Griekspoor, que chegou a sacar para vencer as quartas de final mas deu o já tão conhecido ‘apagão’. Depois dessas 3h14 de esforço, Sascha pareceu ter ganhado confiança e fez uma decisão muito bem jogada diante de Ben Shelton, uma surpresa no saibro.
O resultado pode ser motivador para o alemão. Ele segue para o saibro veloz de Madri, onde foi campeão em 2021 deixando Rafa Nadal no caminho e vice em 2022. Em seguida, começa a fase de pressão: defende o título de Roma e a final de Roland Garros.
Sabalenka contra Ostapenko: força pura
Enquanto Iga Swiatek segue seu calvário, Aryna Sabalenka caminha para um título inédito na carreira. A bielorrussa terá sua quarta chance de vencer o 500 de Stuttgart. mas curiosamente sua adversária será uma campeã de Roland Garros, como foram Ashleigh Barty na decisão 2021 e Swiatek, nas tentativas de 2022 e 2023. Agora, é Jelena Ostapenko.
A número 1 do mundo só fez dois jogos no saibro coberto nesta semana, porém a vitória sobre Jasmine Paolini neste domingo mostrou toda sua competência. Sacou muito, é claro, mas soube trabalhar pontos e esperar a bola certa para atacar, favorecida sem dúvida pelo serviço pouco contundente da italiana.
Ostapenko deu show diante de sua ‘freguesa’ Swiatek, espancando a bola o tempo inteiro, no mais puro estilo ataque contra defesa. A polonesa raramente saiu do córner e a falta de confiança ficou patente em duplas faltas inconvenientes e escolhas inoportunas. Claro que ainda é difícil tirar o favoritismo de Swiatek para Roland Garros, mas seria hora de reagir em Madri e principalmente Roma.
Já saiu a chave do 1000 espanhol e olhem só: pode haver Iga contra Ostapenko nas oitavas! Bia Haddad entrou como cabeça e estreia diretamente na segunda rodada contra uma qualificada. Boa chance de encerrar a série de nove derrotas seguidas que vem desde o Australian Open.
Um título histórico contra o Big 3
Imaginem ganhar um Masters 1000 derrotando Zverev nas quartas, Alcaraz na semi e Sinner na final. Foi exatamente isso que Hugo Calderano conseguiu neste domingo em Macau, ao conquistar a Copa do Mundo de tênis de mesa em cima dos três melhores do mundo. O carioca de 28 anos, agora quarto do ranking, se torna o primeiro mesatenista não asiático e não europeu a levantar a Copa. Uma verdadeira façanha, ainda que Calderano esteja entre os melhores do mundo há algumas temporadas, depois de montar sua base na Alemanha. Que sirva de muita inspiração ao tênis brasileiro!











O perfil oficial do GP de Madrid no Youtube divulgou uma simulação do Madring, o circuito do GP da Espanha de 2026
A pista é de saibro? Kkk
Não tenho a menor dúvida de que essa vitória não foi propriamente pelo tênis jogado, mas pela alegria…
Jannik Sinner com a desistência de Carlos Alcaraz, já se garante com 50 Semanas CONSECUTIVAS como N 1 do Ranking, grande feito pois fica apenas 2 de Agassi e 6 de Rafa Nadal. Já é o Décimo da história. Dividiu os SLAM com Alcaraz em 2024 ( AOPEN e USOPEN) , mas levou 3 MASTERS 1000 , e principalmente o ATP FINALS de forma Invicta. Pra não deixar dúvidas, o jovem Italiano defendeu o AOPEN 2025 pra cima do N 2 . Nem os 3 meses de gancho, mexeram na sua posição no Ranking. Inquestionável sua conquista, ao menos, a meu ver . Abs !
Ih rapaz… imagina se o pecador ficar 238 semanas consecutivas no topo do ranking…
Então já estou na torcida para Sinner amealhar este recorde.
Vamos ver se nas mãos dele a consecutividade será importante ainda.
Sei
A conferir
Rsrsrsrs Abs!
Vai sobrar apenas o legado rs.
Tinha que ser o Jonasssssssss, diversão garantida, kkkkkkkkkkkkkkk
É praticamente impossível bater este recorde. A pessoa teria que ter qualidades excepcionais.
Outro dia coloquei aqui a definição de G.O.A.T, detalhada ponto a ponto, de forma que, com base no dicionário, considero inquestionável, pela ótica da semântica, que quem alcançar os requisitos deve ser considerado o G.O.A.T.
Porém, entendo perfeitamente que a paixão move a vida. Eu mesmo sou apaixonado por causas que ninguém em minha família ou círculo de amigos próximo consegue entender, que dirá os colegas que eventualmente perdem seu tempo lendo as bobagens que escrevo.
Assim, para contextualizar os dois primeiros parágrafos, sim, o dicionário não mente. Greatness é a medida dos feitos e conquistas de uma determinada pessoa considerando sua carreira inteira.
No entanto, após ler uma resposta do estimado Paulo Almeida a outro colega, onde ele menciona, entre outras coisas, que Martina Navratilova não é a G.O.A.T. do tênis feminino, refleti no meu coração, é. É a mulher que mais me emocionou jogando tênis que jamais vi, por motivos que não vou citar para não me alongar ainda mais.
A paixão é o que move a vida, é o que nos motiva, é o que nos faz seguir mesmo em face às adversidades, enfim, a paixão ignora qualquer métrica de dicionário, números, etc. E paixões, assim como valores, cada um tem os seus. Paixão não é algo que se impõe nem se controla.
Ou seja, cada um tem o seu/sua G.O.A.T. E eu respeito isso.
* Nunca na minha vida precisei que alguém validasse minhas opiniões para me sentir melhor ou mais satisfeito, assim como nunca liguei para quem discorda de mim, dentro dos limites mínimos de respeito. Tenho 55 anos e meio neste mundo, tenho bem definidas às coisas que merecem minha atenção. Neste espaço, desde que foi instituído o recurso de joinhas, quem reiteradamente reclamou, insinuou a manipulação de uma “outra frente armada”, que supostamente daria joinhas negativos (dislikes) deliberadamente aos comentários dele foi outro colega. Que não consegue nem interpretar o que lê, fazer o quê? nada. Cada um é único.
Grande abraço ao Dalcim. Faço propaganda do site tenisbrasil toda vez que posso. O entendedor entenderá.
Caro Rafael,
Martina também sempre me emocionou, e muito mais que qualquer outra tenista.
E ela é uma das duas esportistas mulheres (que pelos feitos alcançados) me fazem admirá-las mais que as outras. Interessante ela nao ser considerada a maior de todos os tempos (nâo foi GOATada):
– Vitorias: 1442-219 (86.7%) em simples e 747-143 duplas. Total de vitórias ultrapassa duas mil
– Titulos: 167 (simples) + 177 (duplas). Total de 344 títulos
– ganhou 8 Finals de simples e 13 de duplas. Total 21…
– GS: 18 (simples), 31 (duplas). Nao sei se adiciono os 10 de duplas mistas ou nao…melhor nao! Só 49 GS fica de.bom.tamanho
– liderou o ranking de simples por 332 semanas e o de duplas por “apenas” 237..
Sei que os numeros acima depoem contra.. talvez por isso (e pelo fato de todos precisarem de novos ídolos)… GOAT: “nunca será”.
Fonte dos numeros: wikipedia..
esse documentário do Alcaraz me deixou eh triste. O cara tá a um milímetro de jogar tudo pro alto e voltar a dormir no quarto que tem mais par de tênis do que espaço
Dá pra captar o peso da responsabilidade que estar entre os melhores exige, numa perspectiva de alguém com tão pouca idade. Gostei bastante
Terminei o documentário. Adorei a abordagem da equipe e como eles conduzem o “produto” Alcaraz. Sobre o Carlos, em resumo, ele tá vivendo a dualidade absurda entre estar entre os melhores e mundo e ter uma vida normal
Também gostei da parte que mostram que o esforço e os sacrifícios começaram cedo, na Ferrero acdemy. No geral, senti que ele ainda não escolheu, em definitivo, como quer ou como vai encarar a vida pra qual foi destinado
E Madri começa sonolento no saibro, sem grandes emoções até o presente momento. Quem não dormiu no ponto foi a esquadra argentina, faltando apenas o Etcheverry comprar o ticket para a segunda rodada.
Pô, Alcaraz, uma coletiva de imprensa inteira para anunciar a sua desistência de Madri? Faça um post no insta e pronto
Sabes o que significa o MASTERS 1000 de Madri para os Espanhóis e patrocinadores ? . Até o LAUREUS repetiu a Sede. No Primeiro ano sem Nadal , Alcaraz é a bola da vez. Sem essa de Insta e pronto, meu caro. A sensação é que Carlitos vai anunciar desistência na Coletiva. Abs !
Diga que vc é velho sem dizer que vc é velho
Acho que estou muito velho para entender essa frase. Poderia explicar, Gustavo?
Vc quer dizer que uma pessoa idosa não consegue compreender a importância do Insta? Ou que as coisas devem ser resolvidas do modo antigo?
Abs
Oi, José.
Que bom que vc tá velho mas ainda quer aprender e é educado e não menospreza ou ofende o interlocutor como uns e outros aí rs.
O que eu quis dizer é que hj há outras formas de comunicação com o público. O atleta não precisa mais ficar restrito às mídias antigas, ao jornalismo antigo, e todos os interesses envolvidos nesse sistema.
Ou seja, ele pode falar com o seu público diretamente, não precisa de mensageiro, de intermediários. E o insta é um dos meios para essa comunicação.
“O homem velho deixa vida e morte para trás” – Caetano Veloso, na bonita e oportuna “O Homem Velho”, de sua própria autoria. Segundo Caê, a canção foi composta em homenagem a seu pai, a Mick Jagger e a Chico Buarque…
“É proibido proibir” – Caetano Veloso, na bonita e oportuna “É Proibido Proibir”, dele mesmo…
Até que ponto as contusões de jogadores tops são verdadeiras ? Perdem , alegam que estão machucados! No momento minha crítica e para o Alcaraz
Sandra, como assim sua “crítica e[ sic ] para o Alcaraz”? Você obteve a prova de que ele não está lesionado, é isso?
Não perde uma oportunidade de questionar uma mulher de forma pejorativa. Que feio!
Depois ainda faz poeminhas em 8 de Março para tentar esconder o machismo esteutural…
A forma por você reportada é como se afirmasse que a colaboradora Sandra não tem opinião, já que não me posicionei contra ela, mas sim contra sua opinião a respeito da contusão de Alcaraz, ou seja, nesta confraria, sou contra ou a favor de ideias e não contra ou a favor de pessoas. E se você não se ateve apenas a este caso de forma isolada, só para me encher o saco e ganhar aplausos da audiência, deve ter percebido que me reporto à colaboradora Sandra da mesma forma que aos demais colaboradores aqui da casa…
A “colaboradora Sandra” possui opinião sim e a expressou.
Dentre vocés dois quem não tem opinião própriae e vive de esculhambar a opinião alheia – especialmente a das mulheres – não é ela…
Eu, Valmir da Silva Batista, esculhambando a opinião das mulheres. Guardem bem isto, meus colegas de confraria…
No país em que só existe um esporte, qualquer brasileiro campeão fora do futebol deve ser exaltado como um herói.
Tornar-se campeão do mundo em uma modalidade dominada por asiáticos eleva ainda mais o feito notável de Hugo Calderano.
Merece cada elogio, cada menção honrosa.
Dalcim, sobre a regra do convite que vc falou uns posts passados, vc acha q seria mais interessante se tivesse uma ampliação? Por exemplo, ao invés de quem foi n1, ser pra quem terminou a temporada no top 10, por exemplo, ou pra quem já ganhou Masters 1000.
Não, eu acho que está de bom tamanho.
OUTRO DIA, AO REFLETIR sobre a declaração infame do Thiago Wild, dizendo ser capaz de vencer qualquer tenista do circuito, resolvi elaborar uma lista apenas com tenistas que mais jogavam( ou jogam ) do que falavam( ou falam ), ou seja, o inverso do que vociferou o tagarela supra citado. Dito isso, vamos à lista:
– Ashleigh Barty
– Stefan Edberg
– Justine Henin
– Ivan Lendl
– Monica Seles
– Tomás Berdych
– Svetlana Kuznetsova
– Michael Stich
– Dinara Safina
– Juan Martín del Potro
– Coco Gauff
– Michael Chang
– Conchita Martínez
– Guillermo Coria
– Garbiñe Muguruza
– Andrés Gómez
– Barbora Krejcíková
– Fernando González
– Karolina Plísková
– Pete Sampras
Uma boa lista, mas ficou faltando gente aí. John McEnroe, Jimmy Connors, Borg, Marcelo Rios, Martina Navratilova, Chris Evert, Hanna Mandlikova, Maria Sharapova… E tem os da fase amadora: Rod Laver, Margareth Court, Maria Esther Bueno. E cadê o Guga nesta sua lista?
MAURÍCIO LUÍS, será que você leu direito o mini texto de entrada? É sobre tenistas que jogavam mais bola do que falavam. Acaso McEnroe falava pouco? Não, ele tanto jogava muita bola quanto falava. Connors fala pelos cotovelos e também jogava muito. Borg era apenas o homem de gelo, é diferente de falar pouco, ou seja, ele falava tanto quanto jogava, o que não era pouco. Cê só pode estar de brincadeira ao citar Marcelo Ríos, além de sem acento, como um cara que falava pouco e jogava muito, Ríos fazia as duas coisas bastantemente. Quanto a Navratilova, que além de ter jogado muita bola, aproveitava o ensejo da fama adquirida com o tênis, para, em suas entrevistas a respeito do esporte, soltar o verbo contra a homofobia. Também as beldades Chris Evert e Sharapova jogavam muito, porém, eram cheias de blá blá blá midiático. A respeito de Laver, Court e Bueno, não os vi jogar e nem dar entrevistas, eu mal tinha nascido, e além do mais, não posso opinar sobre o comportamento geral destes tenistas apenas com base em recursos de arquivos, ok? Dos nomes que você citou, minha única distração é a respeito de Hanna Mandlikova. Já o Guga Kuerten é porque você quis um brasileiro na lista, empurrando-o com a barriga, não é mesmo? A propósito, outra hora eu faço pra você uma lista com nomes de tenistas que falavam( ou falam ) tanto quanto jogavam( ou jogam ), e uma outra com falantes cujo jogo seja do mesmo patamar de sua verborragia. Isto posto, reitero o que disse acima: a lista, MAURÍCIO, é sobre tenistas que jogavam( ou jogam ) mais bola do que vociferavam( ou vociferam ), entendeu?
seja inferior* ao patamar de sua verborragia
Dalcim ,porque o Alcaraz estava no Laureaus ? Ele concorria a algum troféu ?
Foi como convidado
Adeus, Francisco. Vá com Deus.
Correção: 35 Pontos a diferença. Ambos vão disputar 2000 pontos contra 1500 de Sinner. O N 1 se inscreveu num ATP 500 , na semana anterior a RG . Quer pouco o jovem Italiano ??? . Abs!
E cantei antes o quanto anda ” Enfadonho” o Circuito. Com a derrota de Carlos Alcaraz, e a vitória de Sasha em Munique, por apenas 5 Pontos, Alemão retomou o N 2 . De quebra Djokovic caiu na Chave de Alcaraz no MASTERS 1000 de Madri… rsrs. Abs !
O colega também ” cantou antes” – registrado no blog, que Djokovic já podia dar como certo o título que disputou contra o jovem Mensik, (ou algo nesse sentido) e o argumento foi que “eles treinam juntos desde não sei quando”, deixando implícito que isso seria uma vantagem para Djokovic, que assim “saberia” como Mensik jogava e, por estar ele (Djoko) fazendo boas apresentações até então no torneio, esses dois fatores seriam o suficiente para ‘dar como certo’ o título de Djoko. Após o jogo no entanto, o mesmo argumento de “treinar juntos” foi usado de novo, mas desta vez para destacar como Mensik venceu.
Mas isso o colega não comenta, as ‘análises” só são exaltadas quando se concretizam.
Como diz o Luiz F., aqui é diversão garantida, rsrsrsrsrs
*Tudo conferido, sem ” a conferir”…… Sei….
Ninguém acerta tudo. Vindo de ti , o famoso Rafael ( da setinha ) , não me surpreende. Afinal , já saiu e voltou a este espaço, sem contribuir com nada para o Esporte. Gostaria que me errasse e continuasse a se cuidar. Djokovic devido a idade já avançada ( próximo aos 38 ) , perdeu para um oponente que conhece bastante. Fato RARO em sua brilhante carreira , devido a dar show de estratégia ao longo dos anos . Até Alcaraz passou sufoco , por insistir em treinar constantemente com Sérvio. O fanatismo deixo por tua conta e os citados por ti. Abs !
Vou errá-lo sim, por respeito ao Dalcim e os colegas que o fazem por merecer. E sim, todo mundo erra, mas a maioria reconhece quando erra e não vangloria a si próprio quando ocasionalmente acerta, o que não é o seu caso. Acusar de fanatismo justo a MIM? Para usa um termo do próprio colega, “se lesses o blog” veria que seu julgamento é pra lá de injusto e já é o suficiente para estabelecer o reiterado comportamento do colega, que um dia já me chamou de “amigo”. Por mim pode continuar tentando mandar (e dar lições) nos outros à vontade, Como o colega costuma dizer, aqui é um fórum de debates. Não sou nem quero ser famoso aqui, o que ganharia com isso? De resto, vou e volto quando me apetecer, o único aqui com autoridade para barrar meu comportamento atende por Dalcim, não por Ribeiro. Para encerrar de uma vez por todas nossas interações, agradeço e retribuo a preocupação com minha saúde, e espero de coração que seus índices de joinhas algum dia saiam da média zero.
Este final diz tudo . Não quer ser famoso mas se preocupa com ” joinhas” …rs. Abs !
Está aí um equação matemática que jamais imaginei como calcular: média zero!
Logo um membro da Turminha da Kombi, se fazendo de desentendido ???. Até parece que os tais ” joinhas “, saem depois de comentários ” abalisados “, de TODOS os membros da ” Turbinada” …kkkkkkkkk. Abs !
Depois de se tornar o único não jogador de futebol a apresentar a Bola de Ouro em 2023, Novak Djokovic também se torna o primeiro tenista a apresentar o prêmio Laureus Esportista do Ano.
O mundo dos esportes respeita a grandeza do goat
E ainda teve a final da Libertadores.
Já o convidaram para a próxima FINAL do Paulistão.. kkkkkkkkk. Abs !
É um cara que não tem carisma, que ninguém gosta, não tem influência no meio etc.
Imagine se tivesse só um pouquinho…
Pois é.
Engraçado, no Laureus Rafa foi considerado Ïcone” do Esporte, aqui os invejosos e alienados diziam q vencia pq se dopava, quem será que estava com a razão????? Aqui sempre foi diversão garantida kkkkkkkkkk…
Diversão garantida é ficares anos a fio puxando o saco da Turminha errada rs . Federer e Djokovic possuem 5 LAUREUS . Rafa Nadal amealhou o de número 6 . E como ÍCONE. kkkkkkkkkkkkk…Abs !
Rebeca Andrade se tornou a primeira mulher brasileira da HISTÓRIA a vencer um Laureus, o Oscar do Esporte.
A atleta venceu a categoria “Retorno do Ano”, que reconhece esportistas que superaram obstáculos e se tornaram potências no esporte mundial.
Simone Biles, q ganhou World Sportswoman of the Year. falou q “ufa” que não estava competindo na mesma categoria que a Rebeca ehehehe
Brincadeira, ela não falou isso.
Djokovic presente no LAUREUS 2025 . Fazendo entrega ao Atleta do ano Masculino a Duplantis. Já Rafa Nadal também presente, mas para receber o seu como ICONE do Esporte. Cada um na sua … rs. Abs !
Exato. Djokovic entregou o prêmio da principal categoria do Laureus ao goat Duplantis. Cada um na sua mesmo rs.