Madri (Espanha) – Andy Murray era apenas uma criança de 8 para 9 anos quando sofreu um grande trauma, que ficou conhecido como o “Massacre de Dunblane”. No fatídico 13 de março de 1996, um homem armado invadiu a escola onde ele e o seu irmão Jamie estudavam e disparou contra alunos e professores. O agressor portava duas pistolas e matou 16 estudantes, uma professora, além de ter ferido outras 15 pessoas na manhã daquele dia.
O atentado é considerado o pior da história dentro de uma instituição de ensino no Reino Unido. No momento da invasão, Murray, hoje com 38 anos, estava indo para o ginásio do colégio e conseguiu escapar ileso, ao se esconder em uma sala, permanecendo abaixado com outros colegas.
O ex-número 1 do mundo conhecia o atirador Thomas Hamilton, de 44 anos, que cometeu suicídio depois de praticar a atrocidade. Murray integrava um clube de escoteiros da cidade escocesa que era frequentado, sem razões evidentes, pelo terrorista.
Muito em função disso, o escocês, bicampeão olímpico e dono de três títulos de Grand Slam, evita tocar no assunto e diz não se lembrar muito bem da tragédia por ser muito novo para compreender o que estava acontecendo.
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Judy Murray, mãe de Andy e Jamie recorda com pesar o ataque e como lidou com a situação. “Estavam dizendo no rádio que havia ocorrido um tiroteio na escola. Só me lembro de entrar no carro e começar a gritar para todos saírem da frente”, afirmou na biografia sobre Andy, a obra “Hitting Back”.
“No meio do caminho comecei a correr, mas havia tantos policiais do lado de fora da escola que eles não nos deixaram passar. Ninguém sabia de nada”, afirmou. “Quando as pessoas pensam em Dunblane, não pensam mais apenas nos tiroteios. Agora também dizem: ‘Ah, sim, é de lá que os Murrays são’”, concluiu.
Após a tragédia, uma onda de comoção tomou conta do Reino Unido, o que conduziu ao processo de rever as leis sobre a compra e posse de armas de fogo. As regras para obter e portar armas ficaram mais rígidas e eventos dessa natureza diminuíram na Grã-Bretanha, mas o trauma coletivo ainda perdura em Dunblane.













Só quem pode cometer atrocidades no Reino Unido hoje em dia é o pessoal que usa uma toalha cabeça.
“As regras para obter e portar armas ficaram mais rígidas e eventos dessa natureza diminuíram na Grã-Bretanha”
Por aqui no governo passado da extrema direita liberou o acesso às armas aumentando a violência.
Agora com a possibilidade da extrema direita voltar ao poder pode ficar pior.
Será que é tão difícil aprender com outros países?
Sim é difícil! Extrema direita tem uma limitação extrema
Para a esquerda só o crime – seus protegidos – é que pode ter armas. A arma pode ser um carro ou um caminhão, como aconteceu algumas vezes na Europa já. Desarmar a população é a 1a medida de um Regime Autoritário. Tiraram as armas dos britânicos e estes agora não podem se defender da invasão islâmica. Nem a polícia pode usar armas no Reino Unido, um absurdo!
Fake news. Governo passado não liberou acesso a armas, havia um processo bem rígido para conseguir posse.
Por outro lado, o governo atual criou o estatuto do desarmamento que perdura até hoje. Será que resilveu algo? Você está satisfeito com a violência do nosso país que chega a ter mais mortes que países em guerra? Eu não.
O acesso às armas foi, sim, muito facilitado. A imensa maioria dos CACs não são caçadores, nem colecionadores nem atiradores desportivos. è quase tudo de fachada, assim como queriam laudos psicológicos de fachada para poder se documentar. Minha secretária registrava dezenas de pedidos de avaliação por semana e, quando ouviam que sim, deveriam se submeter às avaliações e não apenas comprar um laudo atestando sanidade, procuravam outro profissional. A imensa maioria dos assassinatos de feminicídio e discussões de trânsito tem “CAC” envolvido. Há uma enormidade de fuzis “roubados” em combinadinhas com o crime organizado, comprados de laranjas se passando por colecionador, muito bandido usando arma roubada ou falsamente roubada que veio das mãos desonestas de “CACs” de faixada….E raríssimos casos essas armas salvaram alguém de um assalto, isso é estatisticamente irrelevante, apenas uma fantasia infantiloide que botam na cabeça dos metido a heróis, para vender mais armas.
Sim, facilitou. Por meio dos CACs, ficou muito mais fácil ter acesso ao armamento, daí ocorriam os desvios para as organizações criminosas, inclusive as milícias. Coincidência?
Ser roubado indefeso ou ter a chance de se defender? Eis a questão.. Direita, esquerda.. no final ninguém pensa na gente parceiro, só no próprio bolso. Esquece isso de extrema aqui ou acolá… Infelizmente neste país, é cada um por si.. Pague plano de saúde, educação, reze pela sua segurança, porque vc nunca verá seu suado dinheiro que vai para eles em forma de impostos, reverter em algum bem.
Começou a bobajada político-ideológica.
Embora a questão da violência no país seja estrutural (histórica) e endêmica (está em todas as classes sociais, umas mais vulneráveis e outras menos), com toda certeza o governo passado relativizou o armamento, tinha até um bordão: “nação armada é nação livre”. Daí se espalharam CACs no período o que facilitou o acesso ao armamento e, consequentemente, o desvio deste armamentos para muitas organizações criminosas, inclusive as tão íntimas milícias condecoradas em assembléias legislativas.
Eu nem sabia desse fato (agora vou até pesquisar mais sobre) já que o Andy n consegue se lembrar, talvez o irmão dele que é mais velho se lembre