Guto, Victória e Storck disputam torneio preparatório para o Australian Open

Victória Barros (Foto: Juarez Santos)

Traralgon (Austrália) – Três juvenis brasileiros de 16 anos estão na disputa do ITF J300 de Traralgon, evento preparatório para o Australian Open da categoria. A competição, que começa nesta sexta-feira, conta com o goiano Guto Miguel, a potiguar Victória Barros e o mato-grossense Leonardo Storck.

Número 5 do mundo, Guto Miguel será o segundo cabeça de chave do torneio. Ele estreia contra o britânico Mark Ceban, 30º do ranking. Se vencer, pode enfrentar o tailandês Kunanan Pantaratorn ou o italiano Simone Massellani. O cabeça de chave mais próximo é o porto-riquenho Yannik Alvarez.

Storck, que é o atual 58º do ranking, está do outro lado da chave e estreia contra o polonês vindo do quali Tymon Litwic, 117º. Em caso de vitória, ele pode enfrentar o taiwanês Kuan-Shou Chen, oitavo favorito, ou o turco Mustafa Ege Sik. No mesmo setor está o norte-americano Jack Secord, cabeça 10 do torneio.

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Na disputa feminina, Victória Barros é a cabeça 4 do torneio e número 11 do mundo. A potiguar estreia contra a chinesa Yihan Qu, 32ª do ranking. Caso supere a estreia, ela pode enfrentar a turca Ayse Bal ou a russa Rada Zolotareva. E para eventual terceira rodada, a principal adversária é a tcheca Sofie Hettlerova, cabeça 15.

A chave feminina tem outros nomes fortes, como a francesa Ksenia Efremova e as irmãs tchecas Alena e Jana Kovackova. Além da número 1 do Brasil, outra sul-americana na disputa é a argentina Sol Larraya. Já no masculino, o principal favorito é o francês Yannick Alexandrescou.

Manuela Banietti é finalista na Bolívia

Já no ITF J30 de Sucre, em quadras de saibro na Bolívia, a paulista de 14 anos Manuela Banietti está na final e busca seu terceiro título no circuito. Ela superou nesta quinta-feira a boliviana Maria Laura Sejas por 7/6 (7-1) e 6/0. Nas fases anteriores, Banietti passou pelas também anfitriãs Catalina Morales e Martina Ciappa. A adversária na final será a boliviana Valery Sumoya, principal cabeça de chave, algoz de Bianca Mahn por 6/1, 5/7 e 6/2.

Três brasileiros caíram nas quartas da chave masculina: Antonio Vargas sofreu 6/3 e 6/1 do chileno Antonio Blanco, enquanto Thiago Veronezzi perdeu por 6/1 e 6/2 do peruano Joaquin Rodriguez. Já Augusto Scheidt foi superado pelo peruano Alejandro Bejarano por 7/6 (7-4) e 6/2.

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Evandro
Evandro
1 mês atrás

Potiguar, goiano, mato-grossense…

Há pouco tempo atrás, eram apenas paulistas, cariocas, catarinenses, gaúchos.

Bom para o esporte, que, na carona da divulgação atrelada a Guga, Bia e Fonseca, se nacionalizou.

Quem sabe, houve também a interiorização das famílias brasileiras que amam tênis, investimentos em quadras pelo país (mesmo pontuais), aumento da renda média das pessoas, etc.

Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás
Responder para  Evandro

Bem interessante e pertinente a sua análise. Faz, de fato, todo o sentido. E eu penso que o melhor ainda está por vir…

Bruno
Bruno
29 dias atrás
Responder para  Evandro

Vou te dizer a razão de tantos goianos e matogrossenses. O nível de vida no Centro Oeste com o agronegócio e enriquecimento desses Estados. O tênis ainda é muito caro.
Victoria é uma exceção. Teremos frutos de projetos sociais isolados aqui ou ali. Mas ainda a maioria dos talentos revelados em clubes ainda depende de financiamento dos pais.
Se o tênis entrasse no calendário doa eventos esportivos escolares Brasil afora, seria ótimo… Mas aí a CBT e nada é a mesma coisa

Gusmão
Gusmão
1 mês atrás

Faltam torneios ITF no Brasil
Assim como está, os jogadores Brasileiros Juvenis não terão oportunidades no profissional.

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