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Gauff destaca evolução, Sakkari não esperava final

Gauff conta com dois treinadores em Washington e sente melhora em seu nível de tênis (Foto: Mubadala Citi DC Open)

Washington (EUA) – Protagonistas da final do WTA 500 de Washington, Coco Gauff e Maria Sakkari lutam pelo maior título da carreira a partir das 15h30 (de Brasília) deste domingo. A grega lidera o histórico de confrontos entre elas por 4 a 1, vencendo os dois duelos mais recentes no ano passado, em Doha e Roma.

Gauff conta com uma dupla de treinadores em Washington. Além do espanhol Pere Riba, que é seu técnico principal, ela também tem o acompanhamento do veterano Brad Gilbert, que já treinou nomes como Andre Agassi, Andy Roddick e Andy Murray, além de ser comentarista de TV e ter livros publicados sobre tênis.

“Sinto que estou na direção certa”, disse Gauff, que ainda não perdeu sets no torneio. “Acho que a forma como estou jogando hoje é muito melhor e muita gente pode ver isso. É esse nível tênis pode me ajudar a ter bons resultados. Eu só precisava de direção e acho que eles me deram esse caminho. Estou feliz com a maneira como estou jogando”.

“Eu disse no início deste ano que queria me sair melhor nesses torneios de nível 500 e 1000. Fui às semifinais em Dubai e em Berlim e finalmente posso disputar o título”, acrescenta a jogadora de 19 anos, que tem três conquistas em WTA 250. Na semifinal de sábado, Gauff bateu a russa Liudmila Samsonova, campeã no ano passado, por duplo 6/3. “Estou super feliz com a forma como joguei a semifinal. Nunca é fácil enfrentar a atual campeã. Ela é uma jogadora que bate muito forte em todas as bolas e tem um dos melhores segundos serviços no circuito”.

Já Sakkari, de 28 anos, tenta encerrar um incômodo jejum de títulos. Ela só venceu um WTA 250 no saibro de Rabat em 2019, mas já vai para a oitava final da carreira. Apesar de ser presença constante em fases finais de grandes eventos, a atual número 9 do ranking não esperava chegar tão longe em Washington, depois de ter caído nas estreias de Roland Garros e Wimbledon.

“Não esperava que meu tênis fosse tão bom esta semana”, disse um sincero Sakkari após a partida. “Eu estava treinando bem em casa, mas não esperava chegar à final aqui. Mas agora, estou jogando um bom tênis de novo e sendo agressiva”. A grega venceu na semifinal a principal cabeça de chave Jessica Pegula por 6/3, 4/6 e 6/2. A vitória poderia ter sido até mais tranquila, já que ela liderava o segundo set por 4/1.

“Disse a mim mesma que quase toda semana alguém está liderando uma partida com um set e quebra na frente e então a adversária volta para o jogo. Então eu pensei, ‘Você não é a primeira, você não é a último que está perdendo um set assim’. Apenas continuei sendo agressivo, porque foi isso que realmente funcionou no primeiro set e meio”.

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