Toronto (Canadá) – Após sua estreia no WTA 1000 de Toronto, batendo a compatriota Kayla Day em sets diretos, a norte-americana Coco Gauff comentou nova determinação da a WTA, que exigirá testes genéticos de sexo para todas as jogadoras. Ela se mostrou favorável à regra, mas também tentou defender a comunidade trans.
“Sei que é algo que já vem sendo comentado há algum tempo. Mas conversei com algumas outras jogadoras e muitas delas só ficaram sabendo pelo comunicado de imprensa. Então, acho que isso poderia ter sido mais transparente entre os jogadores de todo o circuito”, pontuou a atual número 4 do mundo.
“Entendo o raciocínio por trás disso. Acho que esse tipo de conversa gerou muita animosidade em relação à comunidade trans, o que não me agrada muito, mas também entendo a necessidade de, digamos, respeitar a diferença biológica e a necessidade de protegê-la e preservá-la”, acrescentou Gauff.
A norte-americana disse concordar com a tentativa de proteger a igualdade no esporte feminino, mas não gostou do ataque que isso está gerando. “Há pessoas que não se importam de verdade, mas só querem usar isso como motivo para atacar a comunidade trans. Então, também não sou muito fã disso”, comentou.
“Então, realmente não sei como responder a essa pergunta de uma forma que as pessoas não distorçam a resposta”, concluiu a tenista de 22 anos, que terá agora pela frente no torneio canadense a grega Maria Sakkari, contra quem tem seis seis vitórias e cinco derrotas no circuito profissional.
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No último domingo, a Aryna Sabalenka foi mais uma que se colocou a favor da mudança no protocolo da WTA. “É óbvio, biologicamente, que os homens são muito mais fortes do que as mulheres. Por isso, sinto que não seria justo uma mulher competir contra um homem biológico”, disse a número 1 do mundo.











Fez aula com Fedal, ficou em cima do muro.
Concordo com Gauff e Sabalenka! Um Homem Biológico pode sentir muito mulher, pode se sentir mais mulher de todas, se comportar como mulher 24 horas por dia em casa, na rua, no Shopping etc… Porém, esportivamente, em matéria de fisiologia continua sendo um Homem Biológico mesmo que socialmente se sinta mulher… Caso Homens Biológicos possam competir com mulheres biológicas em simples, não há mais sentido em separar o tênis em categorias “masculina” e ” feminina”. E caso o tênis não fosse separado em categorias feminina e masculina, Serena nunca teria ganhado 23 Grand Slams em simples, e Gauf e Sabalenka também não teriam títulos de Grand Slam, logo, é óbvio que não há sentido nenhum em “Homens Biológicos que se Sentem Mulheres” competir em simples contra mulheres biológicas. Somente em Duplas Mistas um “Homem que se Sente Mulher” pode competir contra uma Mulher Biológica…
Somente para complementar seu comentario. Se estima que no Futebol, volei, basquete feminino e outros esportes coletivos femininos existe um enorme numero de lesbicas, e uma parte se sente homem. Mas pouquissomos, ou quase nenhum deles deixa a categoria feminina e faz a transição e entra na categoria masculina. Pelo contrario, existem casos notaveis de atletas femininas que se declararam homens trans, mas continuaram no esporte e somente fizeram a transição depois de aposentados. Então, obviamente existe o problema social, mas acontece com muito mais frequencia na via que é favoravel para o atleta, passar da categoria masculina para a feminina, e raramente o contrario.
É bem por aí mesmo, Leonardo!
É o óbvio dos óbvios
Gauff é militante de várias causas. É assim que age um militante: milita exceto se vai atrapalhar a eles próprios.
Tem sentido…