Nova York (EUA) – Salvando o dia dos norte-americanos, depois das eliminações de Ben Shelton e Frances Tiafoe, o atual vice-campeão Taylor Fritz não apenas lamentou a queda dos compatriotas, mas também um pouco do seu jogo nos dois primeiros sets da vitória por 3 a 1 contra o suíço Jerome Kym.
Para ele, um dos pontos fundamentais foi esquecer o tiebreak do segundo set e saber resolver os problemas em quadra. “Acho que é fácil ficar muito frustrado, tive dois set-points no saque. Mas, ao mesmo tempo, eu meio que identifiquei os problemas. Não estava devolvendo o segundo serviço dele bem o suficiente”, analisou Fritz.
“Eu estava meio que forçando meu forehand. Sabia que tinha que bater mais forte na devolução do segundo saque. Já na devolução do primeiro, não estava conseguindo nada. Mudei de posição e comecei a pegar cedo e imediatamente comecei a ter sucesso com isso”, disse o número 1 dos Estados Unidos.
Fritz depois esmiuçou os ajustes feitos na devolução. “Quando eu estava recuando e tentando devolver, não estava funcionando e não conseguia quebrá-lo. Ele estava me dando aces. Eu estava fazendo um trabalho muito ruim de devolução de segundos serviços e, quando eu estava com a minha raquete no primeiro serviço, simplesmente não estava conseguindo colocá-la para dentro”, comentou.
“Quando eu conseguia devolver eu não jogava muito bem nos ralis. Mas assim que mudei, ficou mais fácil devolver. Coloquei muito mais devoluções na quadra e acho que isso o fez pensar muito mais também. Acho que o posicionamento também mudou, me deu mais chances no segundo saque. E talvez ele não tenha acertado os pontos tão bem”, complementou.
Sobre o dia ruim para os tenistas da casa, Fritz lamentou as quedas dos compatriotas. “Poderia ter sido um dia muito difícil para todos nós. É uma pena, sinto pena desses caras, principalmente do Ben, que tem jogado muito bem. Para ele ter desistido, tem que ser uma lesão muito séria. Foi um dia difícil para os rapazes, sinto muito por eles”.