Cincinnati (EUA) – Depois de vencer sua partida de estreia no Masters 1000 de Cincinnati e de contar com a desistência do top 20 Alejandro Davidovich Fokina no último sábado, João Fonseca tinha a oportunidade de alcançar as oitavas em um torneio desse nível pela primeira vez. Mas o carioca de 18 anos e número 1 do Brasil foi superado pelo francês Terence Atmane, canhoto de 23 anos e 136º do ranking, por 6/3 e 6/4 em 1h18.
Com o resultado, Fonseca repete a melhor campanha de Masters 1000 na carreira, feita no mês de março em Miami. Mas na ocasião, ele havia vencido seus jogos contra Learner Tien e Ugo Humbert antes de cair diante de Alex de Minaur. O atual 52º do mundo soma 50 pontos na ATP pelo resultado e está subindo para o 44º lugar na projeção oficial.
Fonseca tem agora 7 vitórias e 7 derrotas em torneios Masters 1000 na carreira. Já na atual temporada do circuito, venceu 17 jogos no circuito da ATP e perdeu 13, além de ter conquistado dois títulos de challenger, em Camberra e Phoenix. Seu próximo compromisso será o US Open, que começa em 24 de agosto. O carioca foi campeão juvenil em Nova York há duas temporadas e jogou o quali no ano passado.
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Algoz de Fonseca nesta segunda-feira, Altmane veio do quali em Cincinnati e havia vencido o japonês Yoshihito Nishioka e o italiano Flavio Cobolli nas primeiras rodadas da chave principal. Seu melhor ranking é o 118º lugar, de julho de 2024. O francês desafia o norte-americano Taylor Fritz, número 4 do mundo, que venceu o italiano Lorenzo Sonego por 7/6 (7-4) e 7/5.
Francês foi agressivo e ofereceu poucas chances no saque
Desde o início da partida, Atmane buscou uma tática agressiva para definir os pontos em poucas trocas e não dar ritmo a Fonseca. O francês também era muito eficiente com seus saques abertos e não enfrentou break-points no primeiro set. Ainda que o brasileiro tenha sobrevivido a quatro chances de quebra em seu primeiro game de serviço, não evitou a perda do saque pouco depois. Atmane abriu 4/1 e sustentou a liderança até o fim do set, com 12 a 5 em winners.
O segundo set começou da melhor maneira possível para o francês, que confirmou seus dois primeiros games de serviço sem maiores riscos e ainda conseguiu duas quebras para abrir 4/0 no placar. Fonseca chegou a devolver uma das quebras, diminuindo a vantagem para 4/3, mas não teve novas oportunidades no serviço do francês, que fechou o jogo no terceiro match-point. Atmane fez 29 winners contra apenas 7 de Fonseca e cometeu 32 erros não-forçados contra 24.











Bom vamos lá a crítica
Primeiro o calendário esvaziado
A única coisa que me vem a cabeça é a defesa de pontos para o ano que vem
A falta de ritmo é nítida
(Não tem o q fazer)
Segundo
Seu jogo está mapeado
Sabem que nesse momento jogar no BH e trocar bolas ali ele quase sempre vai se complicar
( Treinamento intenso em BH)
Terceiro
Uma retrocesso no estilo de jogo
Tem arriscado menos, visível falta de confiança
( Voltar a arriscar alguns Winners e aprender a dar alguns Winners de BH na paralela
Quarto
Seu segundo serviço tá horrível
(Falta muita angulação, sacar mais ao centro e fazer a bola voltar no FH)
Quinto
Tá faltando spin na bolinha
Facilita demais a devolução do adversário
( Precisa colocar a bola desconfortável no adversário)
Sexto
Posicionamento e explosão de fundo de quadra
Mexer mais as pernas e correr melhor
Aqueles dois passinhos pra trás
Essa pausa só será boa se ele conseguir focar e muuuuuito em todos esses quesitos acima
Óbvio que é muito novo sim pessoal
Federer na idade dele não passou de R2 por exemplo
Acho q um treinador mais experiente seria bom pra dividir a responsabilidade e aperfeiçoar o menino
A semana do tênis brasileiro no máximo chega a uma quarta feira de alguém ainda disputando qualquer torneio.
Verdade! A gente praticamente não sabe o que é uma segunda semana num torneio KKKK
Segunda semana? Não sabe o que é um meio de semana
O francês, sabendo da potência do forehand do João, permaneceu bem atrás da linha de base quase o jogo inteiro, e devolvia de forma agressiva, fazendo com que o brasileiro tomasse várias passadas, tanto na paralela quanto nas cruzadas.
Diante disso, o João precisava variar com drops, mais spin, mas estava sem variação nenhuma.
Aí deu no que deu: o francês jogando como franco atirador e o João perdido acumulando ENFs.
E olha que a porcentagem do primeiro serviço do Atmane foi horrorosa. O placar poderia ter sido pior.
Na minha opinião o JF tem potencial pra top 10. Se isso vai acontecer depende de varios fatores, treinamento, evolução física tática e mental. Essa fase entre 19 e 21 é fundamental. Torcendo pra dar certo. E pro pessoal, mais paciência com as derrotas. Com a idade dele o Guga tava jogando challengers
Fonseca só jogou um Game. O resto foi horroroso, não trocava 4 bolas. Desse jeito vai perder até nos 250.
Calma gente, ele só tem 18 anos, meu Deus, tenham um pouco de paciência, o garoto vai se acertar.
fraco, tem que comer muito arroz-feijão pra chegar no Belluci e olhe la.
Antes o Fokina não tivesse se retirado, teria poupado o JOÃO dessa atuação pífia de hoje.
Era o dia do Francês, João até que tentou, mais o cara acertava tudo, precisava ter sacado melhor para não ter dado oportunidade de quebras, mas um aprendizado, siga firma para US Open.
Os diversos técnicos e comentaristas especializados de plantão já começaram a se pronunciar, destilando oo veneno habitual, negativando todos os atributos que agora não existem mais, e botando para fora todas as frustrações pessoais. Fonseca vai do céu ao inferno sempre que for derrotado. Não fez um boa partida, é bem verdade, o francês que jogou num estilo kamikaze acertou tudo ontem. Apenas mais uma derrota, das muitas que ainda virão. Não basta ser apenas o 44º do mundo, tem que ser o novo Guga, tem que ser um novo herói. Pobre torcida brasileira com seu complexo de falta de heróis, e essa síndrome da busca inesgotável de um salvador da pátria. Deixem o garoto em paz, errar e acertar faz parte do aprendizado, de qualquer um de nós, seres humanos…
Fazia tempo que não assistia uma partida de tênis, na qual o tenista manteve a consistência e a estratégia do primeiro ao último ponto!
Assim que ele surgiu no tênis e ganhou alguns torneios, parte da mídia afirmou que ele seria melhor que o BIG3. Atualmente vê-se que para chegar num nível do Djokovic, de Federer e Nadal, João Fonseca terá que ralar muito e ir melhorando. Ele fará 19 anos neste mês e ainda é muito jovem e poderá evoluir. Só o tempo dirá. Aguardemos.
Impressionante como ele começou a dar um passo para trás na devolução só no final do jogo. Se você não devolve o saque do adversário, não tem jogo. Por outro lado, o adversário ficava uns 3 metros da linha para devolver, e começava praticamente todos os pontos no saque do João. Complicado a leitura de jogo do João e pior a do técnico que poderia auxilia-lo.
Impressionante, caso um extraterrestre estivesse na Terra no começo do ano, e olhasse os comentários no Tênis Brasil, pensaria que o Fonseca era parte do novo Big 3 do tênis intergaláctico.
Alguns meses depois…
Visivelmente sem ritmo e muito oscilante. Precisa ampliar o calendário e se concentrar nestas devoluções pífias se saque que são condizentes com um jogador muito limitado. Será que tudo isso é reflexo da falta de ritmo, ou se trata de um jogador superestimado?
Ranking do Fonseca está inflado, fruto de bons resultados (bem) esporádicos. Daí a dificuldade em vencer adversários bem abaixo do ranking. De qq modo, “água vigiada não ferve”, então deixemos o garoto em paz para ver se se encontra e evolua sem tanta pressão midiática.
“O novo guga”, “só vem sinner e alcaraz” , “o tenis brasileiro tem um novo pelé”, “fonsequizado” hahahaha. Brasileiro precisa ser estudado.
Na realidade não era nem pra ter ido pra 3° rodada. Contou com a desistência do Fokkina que até antes da contusão, tava literalmente “passando o carro” sobre o Fonseca.
É impressionante a quantidade de erros na devolução de segundo saque. Se não melhorar isso aí, sem chances contra os top 20
João é top 50 e deveria jogar torneios menores, 250 e abaixo. Muita expectativa em cima dele que não é um top 10.