Rio de Janeiro (RJ) – A decisão de encerrar precocemente a temporada 2025 por conta da contusão no abdômen, sofrida durante o Masters 1000 de Cincinnati, em agosto, fará com que o carioca João Fonseca recue para seu pior ranking em exatos 12 meses quando a lista for atualizada dentro de oito dias.
Depois de desistir do US Open e dos dois torneios que pretendia disputar na fase asiática, em Tóquio e em Xangai, Fonseca anunciou neste sábado que não tentaria mais a defesa do título do ATP 500 da Basileia, conquistado no dia 26 de outubro do ano passado e que o ajudou a dar grande salto no ranking.
A perda desses 500 pontos baixará o total do brasileiro para 1.250, o que deve significar posição entre 41 e 43 da lista. Essa será sua pior classificação desde o 46º posto que ocupava justamente às vésperas da Basileia de 12 meses atrás. O título inesperado levou o brasileiro ao 28º posto e posteriormente ao 24º, que segue como seu recorde pessoal.
Nos primeiros meses de 2026, sem condições de competir no Australian Open devido ao problema lombar e com a queda precoce na defesa do título de Buenos Aires, Fonseca chegou a cair para o 40º posto no final de março. Recuperou 11 posições no início da fase europeia do saibro, que incluiu as quartas de final de Monte Carlo e de Munique.
O ápice veio em Roland Garros. Ao derrotar Novak Djokovic e Casper Ruud, ele chegou nas quartas no saibro de Paris e saiu de lá como 25º colocado. Conseguiu se manter no top 30 com duas vitórias em WImbledon e mais duas em Montréal, mas precisou abandonar a terceira rodada de Cincinnati e desde então disputou apenas uma partida de Copa Davis, diante da Suíça, no Rio de Janeiro, no dia 14 de setembro.
Fonseca também perderá 50 pontos por não disputar o Masters de Paris e, com isso, terminará a temporada com 1.200 pontos. Baseado no ranking das duas últimas temporadas, isso deve significar o 45º posto.
finalizar o ano no Masters de Paris. Ele ainda tem a exibição diante de Carlos Alcaraz prevista para o dia 12 de dezembro, mas não se sabe se ele confirmará presença. Mesmo que dispute um dos 250 que abrem a temporada, na primeira semana de janeiro, ele dificilmente conseguirá ser cabeça de chave no Australian Open, já que eventuais 1.450 pontos o levariam por volta do 35º lugar.
Número 29 do ranking no momento, é muito provável que Fonseca não consiga terminar a temporada no top 40. Ele no momento ocupa o 39º lugar na Corrida, que considera pontos desde janeiro, e como não irá somar mais nada até novembro há grande chance de ser superado por diversos concorrentes diretos. A expectativa é que surja fora dos 40 primeiros ao fim da Basileia, onde perderá 500 pontos.
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A única boa notícia é que ele só tem 10 pontos a defender até o Rio Open de 2027, uma vez que foi eliminado nas estreias de Melbourne e de Buenos Aires, únicos torneios que disputou neste ano antes de chegar ao ATP 500 carioca, o que projeta chance de rápida recuperação no ranking.











Calma pessoal, ele tem somente 20 anos… (trocar por 21, 22, 23 nos próximos anos).
O negócio é baixar as expectativas e o oba-oba em torno dele, o que gera muita pressão. Ele próprio tem de parar de falar em sonho de ser número 1 ou de ganhar slam e jogar pro prazer, se divertindo.
Voltará melhor e mais forte!
Enquanto isso, Jodar finalista de Masters 1000 e praticamente top 10.
Os ufanistas piram!
2026, um ano pra esquecer. Ano conturbado, muitas confusões.
Que venha 2027.
Teve bons momentos como a vitória contra Djoko em roland garros. Enfrentou o top 3 também.
Wild raquete 1 em 2027 é inevitável…
a que ponto miseravel chegou o tenis brasileiro
Pode ser que sim, pode ser que não… muita água pra rolar.. até com o próprio Wild.
Concordo. Cedo pra qualquer previsão. Só 10 pontos até o fim de fevereiro!
Sem sombra de dúvidas