Paris (França) – Finalista de um Grand Slam pela primeira vez, em Roland Garros, Maja Chwalinska acredita que sua paixão pelo tênis teve papel importante na campanha histórica em Paris. A polonesa de 24 anos se define como uma verdadeira fanática pelo esporte e diz que o hábito de assistir a jogos e estudar adversárias a ajuda a compreender melhor o que acontece dentro da quadra.
“Uma das coisas que faço é estudar minhas adversárias. Tento entender o jogo delas. Mas também acho que isso vem de forma natural”, explicou Chwalinska. “Quando era mais nova, passava o dia inteiro assistindo tênis. Eu adoro acompanhar partidas e sinto que isso me ajuda a ler melhor o jogo”.
Grande amiga de Iga Swiatek, tetracampeã em Paris, Chwalinska seguiu um caminho diferente na escolha dos ídolos. Enquanto Iga cresceu admirando Rafael Nadal, Maja sempre teve Roger Federer como principal referência. “Eu era a fã número 1 do Roger. Quando comecei a jogar tênis, tudo girava em torno dele. Depois vieram Rafa e Novak. Agora só torço para que o Djokovic continue jogando para que eu ainda possa vê-lo em quadra”.
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A polonesa também se considera privilegiada por ter acompanhado de perto a era dos três gigantes do esporte. “Sou muito grata por ter crescido nessa época. Às vezes gosto assistir a partidas antigas deles e parece poesia”.
Vinda do quali, Chwalinska garantiu vaga na decisão ao derrotar a russa Diana Shnaider por 7/6 (7-4) e 6/4, alcançando a nona vitória consecutiva em Paris. Em toda a campanha, perdeu apenas um set. Após o ponto final, a polonesa admitiu que teve dificuldade para processar o momento. “Parece um sonho, sinceramente. Não sei exatamente o que está acontecendo. Foi uma mistura de alegria, surpresa e muitas emoções”.
Apesar da aparência tranquila em quadra, ela garante que a realidade é bem diferente. “Eu tento manter a compostura porque sei que isso me ajuda a jogar meu melhor tênis. Mas por dentro existe uma tempestade, podem acreditar”.
Superstição da equipe
A boa fase também tem gerado situações curiosas fora das quadras. Chwalinska revelou que ainda busca um fornecedor material esportivo: “Não sou patrocinada”, afirmou, e também contou que sua equipe está seguindo um ritual peculiar durante o torneio: “Não sou supersticiosa, mas eles são. Estão comendo pizza todos os dias. É sério. Já estamos aqui há três semanas e acho que eles vão ganhar peso. Mas não posso contrariá-los, então talvez isso esteja ajudando”.
Chwalinska enfrentará a russa Mirra Andreeva, número 8 do mundo, na final do próximo sábado. A polonesa já observou a rival em ação e sabe do tamanho do desafio, mas prefere aproveitar o momento antes de pensar apenas na decisão. “Já joguei nove partidas aqui, então não há muitos segredos. Vi um pouco do jogo dela e foi impressionante. É mais uma grande experiência para mim. Vou dar tudo de mim porque é uma final de Grand Slam. Mas primeiro quero aproveitar este momento, respirar um pouco e me recuperar da melhor forma possível”.











Hj foi a definição de um no tático msm, dava pra ver a tranquilidade da maja e o desespero da shanaider por nao saber oq fazer
A resposta me lembrou o Guga que se hospedava em hotel bem.simples e comia pizza antes de vencer em RG/1997