Pequim (China) – De volta ao circuito após quatro semanas, Novak Djokovic assegura estar em boas condições físicas para disputar o ATP 500 de Pequim. O sérvio de 39 anos tenta deixar para trás os maus resultados no verão norte-americano e retorna a um torneio que não disputa desde 2015, no qual é hexacampeão com 29 partidas de invencibilidade.
“Estou me sentindo bem até agora. Obviamente, disputar uma partida oficial é completamente diferente dos sets de treinamento. Mas, por enquanto, tudo está indo bem. Estava ansioso para voltar à China, como sempre”, afirmou Djokovic, durante a entrevista coletiva que antecede o torneio.
O ex-número 1 vem de duas derrotas consecutivas. No Masters 1000 de Cincinnati, caiu na estreia diante do argentino Thiago Agustin Tirante. Na sequência, sofreu uma eliminação ainda mais dura no US Open, superado pelo também argentino Mariano Navone em cinco sets. Na ocasião, enfrentou problemas físicos e sofreu sua primeira derrota na rodada inicial de um Grand Slam desde 2006.
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— Novak Djokovic (@DjokerNole) September 24, 2026
O tenista de Belgrado chegou alguns dias antes a Pequim para treinar e recuperar o ritmo de jogo. “Meu retrospecto na China fala por si só. Saber disso também me dá a confiança de que realmente preciso. Até agora, estou muito satisfeito com meu corpo, com a maneira como me sinto e como estou jogando”, acrescentou. Nole acumula 29 triunfos e nenhuma derrota no evento jogado sobre o piso sintético.
Djokovic conquistou o título em Pequim em 2009, 2010, 2012, 2013, 2014 e 2015. Em sua última participação, derrotou o espanhol Rafael Nadal na decisão e, nas temporadas seguintes, optou por saltar o torneio. Após 11 anos de ausência, terá a oportunidade de ampliar a incrível marca.
“Sempre gostei de jogar em Pequim e na China em geral. O apoio é enorme, o ambiente é ótimo. Tanto nos treinamentos quanto nas partidas, recebo muito carinho dos torcedores chineses”, destacou Djokovic, que também elogiou as melhorias realizadas nas instalações desde sua última participação.
Cabeça de chave 6, o atual número 11 do mundo estreia contra o português Nuno Borges, 49º da ATP, e pode cruzar com Alexander Zverev nas quartas de final. O alemão, principal favorito, começa diante do britânico Cameron Norrie. Daniil Medvedev também está na mesma metade da chave e pode enfrentar Zverev ou Djokovic nas semifinais.
Em busca do primeiro título da temporada e do 102º da carreira, Djokovic tem como melhor resultado em 2026 o vice-campeonato do Australian Open, quando perdeu a decisão para Carlos Alcaraz. O sérvio também chegou às semifinais de Wimbledon, onde foi superado por Jannik Sinner.
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O reencontro com os torcedores chineses também motiva o sérvio, que também conquistou quatro títulos do Masters 1000 de Xangai. “Além das vitórias, minhas melhores lembranças são dos torcedores, da maneira como me recebem, me apoiam e demonstram carinho. Minha ‘NoleFam’ na China tem sido incrível, tanto em Pequim quanto em Xangai, ao longo dos anos”, concluiu Djokovic.
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O Djokovic está se testando para decidir até onde vai. O problema maior atualmente é o seu físico comparado com os mais jovens. Os principais adversários para ir longe no torneio estão do mesmo lado da chave, Mensik, Medvedev e Zverev. O principal jogador do outro lado da chave, Felix Auger-Aliassime, já foi vencido pelo Nole neste ano nas quartas de final de Wimbledon. Mas o negócio é pensar jogo a jogo. Favorito o Nole não é mas se o seu físico estiver como estava no AO e em Wimbledon, terá suas chances.
Não adianta destacar o físico e depois de 3 games estar usando a raquete como se fosse uma bengala, manqueando pelos cantos da quadra.
Pior de tudo é o pós jogo com chororô que está com algum problema e que não consegue render e bla bla
Grande Nole! Poderia se aposentar invencível em Pequim… Mas… Kkkk