Londres (Inglaterra) – Inesperada finalista do ano passado, a norte-americana Amanda Anisimova teve boa estreia em Wimbledon. Diante de uma adversária de pequeno currículo, a cabeça 6 marcou 6/3 e 6/2 em cima de Lina Gjorcheska, jogadora da Macedônia atual 222ª do ranking.
Anisimova sempre se adapta bem à grama. Na última temporada, foi a jogadora com maior número de vitórias no piso (12), com final também em Queen’s. Além disso, fez quartas em Wimbledon em 2022, torneio que agora atinge a marca de 12 vitórias em 16 possíveis.
Na quinta-feira, reencontrará a compatriota Sofia Kenin, uma das 12 campeãs de Grand Slam que estão na chave deste ano, depois que a atual 105ª do ranking superou a croata Petra Marcinko, por 7/6 (7-4) e 6/4. As duas se cruzaram duas vezes em 2017, com uma vitória para cada lado, e Kenin prevaleceu por abandono ainda no primeiro set em Charleston de 2025.
Pliskova vence e Sakkari surpreende
Finalista de Wimbledon em 2021, a tcheca Karolina Pliskova marcou sua primeira vitória no torneio em quatro anos, ao superar a compatriota Tereza Valentova, com parciais de 6/3 e 6/4. A ex-número 1 do mundo ocupa agora o 73º posto e aguarda quem passar entre a atual campeã Iga Swiatek e a norte-americana Taylor Townsend.
Boa surpresa coube à grega Maria Sakkari, que segue sua luta por recuperação na carreira. Atual 43ª do mundo depois de figurar no top 3, ela eliminou com autoridade a dinamarquesa e cabeça 24 Clara Tauson, por duplo 6/3. Tauson defendia as oitavas de final. A adversária sai do duelo entre a ucraniana Anhelina Kalinina e a uzbeque Kamilla Rakhimova.
Altos e baixos britânicos
Tenista da casa mais bem colocada no ranking depois da desistência de Emma Raducanu, a experiente Katie Boulter, 60ª do mundo, sequer passou da estreia, eliminada nesta terça-feira pela italiana Tyra Grant, por 6/4 e 6/2.
Para compensar, a convidada Kate Swan avançou com boa atuação e duplo 6/4 sobre a romena Irina Begu. Agora, pega Madison Keys, que vem de título no sábado, ou Kayla Day.












