Costa do Sauípe (BA) – No jogo que encerrou a programação desta quinta-feira pelo Costa do Sauípe Open, Thiago Wild confirmou o favoritismo diante do uruguaio Franco Roncadelli, 261º do ranking. Wild, de 26 anos e 110º do mundo, é o quarto cabeça de chave do challenger 125 em quadras de saibro e marcou as parciais de 6/1 e 7/6 (7-5) em 1h57 de partida.
“O primeiro set durou 20 minutos e o segundo, uma hora e meia”, comentou Wild, que precisou de cinco match-points para fechar a partida, um quando liderava o segundo set por 5/4, três no 6/5 e mais um no tiebreak, marcado por algumas polêmicas.
“Ele jogou melhor no segundo set e eu joguei muito abaixo, acabei me desconcentrando. É uma coisa que não vinha acontecendo, mas obviamente sou humano igual a todo mundo, não sou nenhum Djokovic, que é um robô. Mas fico feliz por ter conseguido levantado o set da maneira como foi”, acrescentou o número 2 do Brasil.
Wild começou muito bem no tiebreak e abriu 5-1 sem dificuldades, foi então que um lance quase atrapalhou sua vitória no set. Logo que ele desferiu um winner para fazer 6-1, a luz apagou e a juíza de cadeira mandou o ponto ser disputado novamente quando a luz voltou, poucos minutos depois.
Revoltado com a decisão, o paranaense discutiu com a árbitra Ana Carvalho e alegou que Roncadelli já havia desistido do ponto antes da luz apagar. Ela manteve a decisão, Wild pediu a presença do supervisor em quadra e depois de mais discussão, a chamada foi mantida. Desconcentrado com a situação, Wild perdeu os quatro pontos seguintes, dois deles com o saque, e viu o uruguaio empatar por 5-5. Então um erro de Roncadelli deu o quinto match-point ao brasileiro, que finalmente conseguiu manter a calma suficiente para fechar a partida.
— TenisBrasil (@sitetenisbrasil) November 6, 2026
O paranaense terá um confronto nacional contra o pernambucano João Lucas Reis, 177º colocado, que mais cedo derrotou o dinamarquês Elmer Moller por 6/2 e 6/1. Reis levou a melhor no duelo mais recente contra Wild, na final do challenger de Antofagasta, no Chile. Ainda assim, o paranaense lidera o histórico de confrontos por 3 a 2. O reencontro será nesta sexta-feira às 19h (de Brasília).
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“O João vem jogando bem, vem de bons resultados. A gente se conhece há muito tempo e acho que vai ser um jogo disputado. Não tem muito de pensar na partida anterior”, avaliou o paranaense.
Monteiro cai diante de Cecchinato nas oitavas
Já o cearense Thiago Monteiro foi eliminado nas oitavas. Canhoto de 32 anos e 233º do ranking, Monteiro perdeu por 7/6 (7-5) e 6/4 para o experiente italiano Marco Cecchinato, ex-top 20 e atualmente apenas no 183º lugar aos 34 anos.
Este foi o quinto encontro entre Monteiro e Cecchinato e a vantagem brasileira no retrospecto passa a ser mínima, agora com três vitórias e duas derrotas. Por ter avançado uma rodada, o ex-número 61 do mundo recebe 8 pontos na ATP. Cecchinato desafia o argentino Facundo Diaz Acosta, principal favorito e 72º do mundo.
Nos outros jogos das quartas, o argentino Camilo Carabelli (cabeça 2) enfrenta o jovem boliviano Juan Carlos Prado Angelo, de 21 anos. Já o também argentino Lautaro Midon joga contra o peruano Gonzalo Bueno.
Ribeiro e Rodrigues disputam semi de duplas
Na chave de duplas, o gaúcho Eduardo Ribeiro e o baiano Natan Rodrigues venceram o paulista Marcelo Zormann e o boliviano Federico Zeballos, cabeças 3 do torneio, por 6/7 (4-7), 7/5 e 10-8. Os adversários na semifinal serão o tcheco Zdenek Kolar e o argentino Santiago Taverna, que venceram os irmãos Luis Felipe e Guto Miguel por 7/6 (7-4) e 6/3.
Outras duas parcerias brasileiras perderam nas quartas: Igor Marcondes e Felipe Meligeni foram superados pelos argentinos Guido Justo e Lautaro Midon por 1/6,7/6 (7-5) e 10-3. Já Mateus Alves e Lucas Andrade da Silva sofreram 6/2 e 6/3 do equatoriano Diego Hidalgo e o argentino Andres Molteni, cabeças 1.












Wild sendo Wild, quase entrega a paçoca. Se o adversário fosse argentino, já era.
Focar no top 100 e pular o quali do AO.
Wild fez um ótimo primeiro set e um segundo protocolar. Fará sua 9º quartas de Challenger no ano. Porém totalmente desnecessário a discussão no tie-break do 2º set. E muito desrepeitoso com a juíza. Está pulando para 106 do mundo e pode chegar a 102 com a semifinal, onde ficaria a 10 pontos do Top100. Lado ruim é que um confronto brasileiro nas quartas. O copo meio cheio é um brasileiro garantido na semifinal.
Jogo do Wild hj foi didático pra mostrar pq a carreira do Selvagem é a montanha russa que é: 1° set de almanaque, atropelo sem dó sobre o rival para no 2° set, após ene oportunidades de quebra perdidas, o paranaense ir se perdendo mentalmente e recolocando o limitado uruguaio devolta no jogo -se perde aquele Tie Break não tenham dúvidas q a cabeça ia embora de vez e perderia o 3° set por um placar dilatado-.
Eh aquilo, eu n me iludo mais com a possibilidade do Wild conseguir resolver completamente essas questões psicologicas que tem, me limito a torcer pra que ele consiga prolongar os períodos de estabilidade mental dentro de uma partida, dentro de um torneio e dentro de uma temporada, para que possa manter um ranking mais compatível com seu talento por períodos mais prolongados..
Monteiro nem tem muito oq lamentar, o italiano foi superior praticamente o jogo todo, o BR ainda conseguiu prolongar o jogo salvando uma cacetada de BPs contra.. valeu pela vitória no R1 que garantiu os pontos para entrar no qualy do AOpen mas, é um 2° ano seguido de pouco brilho do Cearense oq, sobretudo para um jogador acima dos 30 anos, gera questionamentos se o mesmo ainda terá condições de se aproximar dos seus melhores dias..
Parabéns Wild, agora é jogar concentrado e confirmar o favoritismo contra o Reis,o top 100 tá muito perto,e o Monteiro ein, seria muito melhor ter perdido para o Stork
boa vitoria mas papelão que o Wild fez ao discutir sem necessidade com a arbitra, que estava correta. o machistinha berrou e no final se recusou a cumprimentá-la. lamentavel!!
AFF, que tanto mi mi mi
Machista? Ele brigou pelo ponto, não por ela ser mulher. Juiz é juiz independente de sexo ou raça.
Que viagem hein, para tentar lacrar…
Isso aí mesmo nada ver essa história de gênero
Concordo
Podem espernear, podem odiar, mas esse jeito maluco é a marca do Wild. É um Selvagem mesmo, certo ou errado, o cara é assim. Mas é inegável o talento.
É uma das características que faz deste tenista, diferente da maioria dos outros jogadores brasileiros. Ele se recusa a perder. Briga. Tem uma raça “rebelde” que o difere dos “anêmicos tupiniquins”. Vai ganhar torneios à rôdo?… Claro que não. Mas é bom assistir um brazuca “espernear” para ganhar jogos.
Esse tipo de “raça” e “briga” não traz vitórias, apenas desconcentração e derrotas que não deveriam acontecer. Por conta deste mesmo perfil, admirado por alguns aqui, ele é capaz de perder de jogadores fora do top1000. Não tem nada de louvável nisso, pelo contrário, só o torna mais detestável. E pior, faz mal pra carreira dele mesmo.
o que eu mais vejo é o raçudo e brigador perder o segundo set nos detalhes e simplesmente entregar o jogo no terceiro majl se esforçando!
Veja… acho o Wild um excelente tenista, tecnicamente falando, mas não dá para dizer que ele “se recusa a perder”. Em muitos jogos ele perde a intensidade e demonstra total falta de interesse, o que é o oposto de se recusar a perder. Em alguns casos, sim, entra no modo que você comenta em seu post, mas isso está longe de ocorrer sempre.
Wild jogando como campeão e dentro da quadra diferente do soneca levando curtinha
Os resultados dos brasileiros em simples só confirma o porque da maioria brutal das pessoas que entendem de tenis terem lamentado muito a vitória do Monteiro contra o Leonardo Storck.
Lamentável !!!
O Wild fez uma babaquice no tie-break. Faltou luz no meio do ponto e ele queria ganhar o ponto no escuro. Não apertou a mão da juíza. Que atitude feia!
Embora ache que o Wild esteja errado, porque se não tivesse sido um winner o ponto iria ser jogado novamente, mas eu vi ele cumprimentado a juíza sim.
Acho que deu um toque com a palma aberta. Não vi o tradicional aperto de mão.
Olhei de novo. Ele estendeu a mão e a juíza apertou. Má vontade, mas tu tens razão.
Virou hater agora? Pq não ficar nas partes boas do jogo em vez da negativa?
É preciso compreender que estava um desfecho disputado e nervoso…
Eu defendo aquilo que acho certo. Não passo pano para ninguém que ultrapasse limites. O AB é hater porque mente; eu apontei uma verdade.
Na entrevista, por exemplo, ele também deu um “chiliquinho”, mas, foi dentro de um limite. A burrice do jornalista de repetir exatamente a pergunta que ele tinha acabado de responder justificou a falta de simpatia.
A resposta dele pro jornalista foi um “refrigerio pra minha alma”. Eu escutando a pergunta já pensei “ele acabou de responder isso”. Acho que pra fazer uma entrevista dessas não deveria ser só ler pergunta, tem que ser um profissional qualificado…
Só que você mentiu igual o AB, o Wild da a mão pra juíza sim. Acabei de rever esse final de jogo pra confirmar.
Disputado e nervoso, com 5×1 no tie? Contra um top300 qualquer? Sério, “realista”?
Creio que você não jogue tenis para saber… mas uma partida de tenis nunca se pode colocar como ganha, é diferente de futebol. Só caras extremamente diferenciados como as lendas do tenis que podem se dar ao luxo de vacilar em partidas e ainda ganhar.
Porque a ESPN só colocou equipe de narração nos jogos do Heide? Não entendi o preconceito com o wild.
Isso é terrível! E o Wild é bem melhor que o Heide!!!
Também não teve na do Monteiro e Cechinatto.
Mas aí era a tarde, na rodada noturna do Heide colocaram os dois jogos. Faria sentido terem colocado na do Wild.
Parabéns Wild. Faz valer o nível ATP e atropela o Reis. Bora lá pra semi que teremos o Acosta que está voando e
sendo muito favorito pra levar o título.
Então… na outra vez, ele ia atropelar mas perdeu pro João.
Mais duas vitórias e o Wild carimba o retorno ao Top 100 do qual saiu em março do ano passado. Reis vem numa excelente fase também. Tem tudo pra ser um jogão amanhã.
Grande Wild, raquete 1 de fato
Monteiro caminhando a passos largos ao ocaso de carreira
Olha só, o Thiago Wild é um bom jogador, mas ele tem que parar com esses destemperos dele. Ele vinha de um 1º set em que ele atropelou o uruguaio Roncadelli. No 2º set, querendo ou não, ele puxou legal o freio de mão e colocou o Roncadelli no jogo, a ponto de ter levado ao tie-break, onde aconteceu o momento em que ele quis levar vantagem na marra, no momento em que caiu a energia elétrica no resort, por uns 30 segundos. No fim das contas, a árbitra Ana Carvalho foi correta, depois de ter chamado o supervisor Schneider, a pedido do Wild, já que a quadra central ficou às escuras, antes que houvesse o quique da devolução do Wild na quadra do uruguaio. Ao final, ainda foi discutir com o jogador derrotado. Queira me desculpar, mas que ele reveja seus conceitos.
Meu Deus, o que foi esse chilique do Wild? A luz a acaba no meio do ponto, não tem discussão: repete e ponto final. Com 5×1 no placar, vai perder a cabeça pra quê??
Por muito, mas muito pouco o jogo não vai pro saco ali. Só não perdeu pela grande limitação técnica do adversário. Fosse qualquer top200, Wild ali teria perdido a partida – nós já vimos isso acontecer muitas vezes e, pelo jeito, outras virão.
Pois é Thiago. Sabemos que “transtornos mentais” milhões de pessoas tem e em certos momentos nós perdemos a noção daquilo que brigamos e lutamos não tem importância na vida mas no momento agimos na ignorância. Ali no 5×1 da pra ver como tiebreaks dominado pra ganhar e houve o destempero inútil.
Secador passando mal
Wild jogando bem, mais uma quartas de final e entra favorito contra o Reis. Rumo a semi. Reis jogando o melhor tenis da carreira ate aqui. Sera um jogaco. Chuto que teremos 3 sets.
Tô na torcida pro wild quebrar logo a barreira do top 100.