Xangai (China) – Depois de deixar o cabelo longo e usar tiara, o espanhol Carlos Alcaraz acrescentou um bigode a seu visual e, de um jeito ou de outro, segue somando vitórias na fase asiática. O campeão de Tóquio na terça-feira superou sem sustos o canhoto argentino Juan Manuel Cerúndolo na estreia do Masters 1000 de Xangai, com confortáveis 6/3 e 6/3.
O número 3 do mundo aguarda agora quem passar da partida que finaliza a rodada deste sábado em Xangai, a ser disputada entre dois top 40: Ignacio Buse. 36º do ranking, e o belga Zizou Bergs, 39º. Alcaraz nunca enfrentou o peruano de 22 anos e ganhou do belga em Tóquio do ano passado.
“É preciso uma rápida adaptação, tanto em relação à velocidade do piso e ao tipo de bola em relação a Tóquio”, afirmou Alcaraz, dizendo-se satisfeito com sua estreia.
Carlitos ainda não ergueu troféus de nível Masters nesta temporada, tendo como melhores campanhas a final de Monte Carlo e a semi de Indian Wells. Nenhum tenista de seu país foi campeão de Xangai até hoje. Ele disputa o evento pela terceira vez e a campanha mais relevante foram as quartas de final de 2024.
Agora com 33 vitórias em 37 jogos feitos na temporada, onde soma três títulos, Alcaraz não perdeu em qualquer rodada de estreia nos oito torneios que disputou em 2026. Desde a queda para David Goffin em Miami do ano passado, ele ganhou todos os 32 jogos que fez diante de adversários que não figuravam no top 50.
Jogador que prima pela regularidade, bolas anguladas mas pouca potência em geral, Cerúndolo conseguiu equilibrar a partida somente nos quatro primeiros games, tendo apertado o serviço do espanhol por duas vezes. A partir da quebra e do 4/2, Alcaraz começou a sobrar na partida e não perdeu mais pontos com o saque no primeiro set.
Equipe de Alcaraz também adere ao bigode em Xangai https://t.co/HsWFKtRApp
— TenisBrasil (@sitetenisbrasil) October 10, 2026
O canhoto foi quebrado logo na abertura do segundo set, tendo alternativas como bolas curtas e avanços à rede, mas pouco funcionou diante da bola mais profunda e da solidez do ex-número 1.
Alcaraz voltou a obter vantagem muito cedo no segundo set e por pouco não encurtou sua tarefa, quando teve 15-40 no quarto game. Foi o melhor momento do argentino na partida, conseguindo escapar com boa passada e saque firme. O cabeça 2 acertou 78% do primeiro serviço, perdeu apenas cinco desses pontos e concluiu a tarefa com devoluções e postura agressiva para nova quebra.
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“Moustache team”, escreveu ele na lente da câmera para brincar com o visual de toda sua equipe, compromisso assumido depois da conquista em Tóquio. “Vamos seguir assim por toda a semana”.











Pronto, a equipe também aderiu… parece que agora temos um cartel colombiano ou mexicano nos estádios de tênis, inclusive em quadra kkkk.
Meu Deus, quando acho que não tem mais como piorar as mostras de mau gosto e bobeira, o número 1 mais fake da História consegue me surpreender kkkk.
“…acrescenta bigode, MAS se mantém invicto na fase asiática”. Como se o bigode fosse um fator negativo para o desempenho do Alcaraz.
Pelo contrário, é fator positivo. O adversário olha e cai pra trás traumatizado com tanta “beleza”.
Os hotéis estão cobrando diária + cara dele agora. Toda vez que olha prum espelho, o dito cujo quebra.
Kkkkkk
Ficou mais feio!
E a gente achava que não tinha como piorar
Não vi o jogo, mas parece que foi mamão com açúcar para o Carlito.
Gostei do uso da conjunção “mas” no título!
Kkkk ficou engraçado mesmo
Se tivesse sem bigode teria perdido… kkkk
Visual estranho, não?!?! O cabelo curto: era bem melhor.
Cada dia mais feio XD
Esse kit tá mt lindo! Que bom que ele deu mais uma chance depois do US Open, lembro que só usou nas duplas com a Serena. E esse bigodinho vibe Narcos, hein? Kkkkkkk Não só o Carlos, como toda a equipe dele adotou o mustache. Adoro como ele não tem medo de experimentar coisas novas, tá certíssimo, ainda é jovem e a vida é uma só! Agora, sobre o jogo, ele foi mt bem, começou com o pé no acelerador, sacou demais e foi superagressivo, subindo à rede o tempo todo. Grazadeus que o saque tá funcionando, porque vai precisar dele com essa quadra rápida do jeito que tá. E que delícia assistir esse homem em quadra, joga bonito demais! ❤️
O Serviço chamou muita atenção. Chega mesmo entre os favoritos ao Título. Jogo a jogo Carlos Alcaraz numa curva ascendente. Podes crer . Abs !
Siiim, o serviço dele me surpreendeu demais hoje! Não esperava que fosse estar tão encaixadinho. Isso é ótimo nas condições de Xangai, conseguir uns pontinhos de graça vai facilitar muito a vida dele. Vamos ver como ele se sai numa possível oitavas de final, quando os adversários começam a ser mais duros.
Muito lindo? É, minha amiga, definitivamente bom gosto masculino não é o seu forte kkkkkkkkkkk
Tá lindo sim, pow, mó vibe de kit de basquete, combina muito com a personalidade dele e deixou o Carlos mais goxtoso ainda kkkkkkk. Quem melhor pra julgar a aparência de um homem do que uma mulher, meu querido José Afonso? :3
Minha amiga. Carlitos, além da natureza ter puxado para o xará Carlos Tevez, não se ajuda com as escolhas de cabelo, roupas e, agora, bigode. Kkkkk.
Federer e Djoko são bons exemplos: a natureza também não foi especialmente generosa com eles, mas os dois quase sempre mostraram bom gosto quanto ao corte de cabelo, pelos faciais, traje em quadra e, principalmente, traje em eventos fora das quadras.
Eu adorei o cabelo comprido dele e também curti o bigode. O homem tá mais másculo do que nunca, com uma aura absurda de goxtoso kkkkk. Eu acho o Carlitos lindo, ele tem uma beleza rústica e natural, exatamente o tipo de homem que eu curto. E também gosto do estilo dele, tanto dentro quanto fora de quadra. A vibe dele é streetwear, e tá tudo certo! Ele não precisa se vestir como o Roger ou o Djoko, até porque são épocas diferentes e cada um tem seu próprio estilo.
O que você vê como algo negativo, eu vejo como um dos pontos mais positivos dele. O Carlos usa o que quer, experimenta coisas novas e não fica tentando agradar aos outros ou se moldar às expectativas alheias. Ele é autêntico, e isso é algo cada vez mais raro hoje em dia. Parece que existe um padrão pra absolutamente tudo: todo mundo quer usar as mesmas roupas, ter o mesmo cabelo e até ficar com a mesma cara kkkkk. Não é refrescante ver alguém que simplesmente se sente bem sendo quem é, sem ficar obcecado com a opinião dos outros?
Além disso, ele é jovem e está numa fase de experimentar coisas diferentes e descobrir o próprio estilo. Inclusive, ele mesmo comentou recentemente, numa entrevista, que está testando coisas novas pra descobrir o que fica melhor nele. Acho isso superlegal! Nem tudo precisa agradar a todo mundo, e ele não tem obrigação nenhuma de corresponder às expectativas de quem quer que seja. No fim das contas, prefiro mil vezes alguém com personalidade própria, que se permite experimentar e ser diferente, do que alguém que vive tentando se encaixar num padrão só pra receber aprovação dos outros :D
Kkkkkk, textão tá em dia! Sorte sua que sou velha guarda nisso também, a maioria da minha e da sua geração não lê textos desse tamanho, kkkkkk.
Também sou contra essa padronização e nunca apreciei modismos, mas daí a se diferenciar pela extravagância sempre achei pior ainda e coisa de quem quer aparecer, kkkk. O estilo atemporal, a meu ver, é o que melhor cai nos homens (e mulheres também). Claro, isso é muito gosto pessoal, mas também existe técnica por trás disso. Não à toa existem os consultores de imagem, não é mesmo?
Não acho que Federer, Djoko e Sinner fiquem tentando agradar os outros ou procurem se encaixar no padrão, me parece que também são autênticos e espontâneos, mas têm um estilo mais sóbrio, clássico e atemporal que cai melhor em qualquer pessoa.
Agora, por falar em cabelo grande e falta de elegância, acredita que minha implicância com Nadal começou por isso? No início da carreira, os cabelos compridos e a regata eram o visual dele. Eu já via com maus olhos esse tipo de cabelo em homens desde criança, kkkkk.
Concordo que existe uma diferença entre ter um estilo próprio e apostar na extravagância só para chamar a atenção, mas nem sempre uma coisa implica a outra. Às vezes, a pessoa simplesmente gosta de determinado visual e não está nem pensando em como os outros vão reagir. No caso do Carlos, por exemplo, ele tem uma personalidade naturalmente descontraída e brincalhona, e isso acaba se refletindo nas escolhas dele. Não vejo como uma tentativa de aparecer, mas como parte de quem ele é.
Também concordo que o estilo clássico e atemporal costuma funcionar muito bem. E não quis dizer que Federer, Djoko e Sinner não sejam autênticos ou espontâneos, mas acho que existe uma diferença na forma como isso se manifesta. O Carlos não parece se preocupar tanto em corresponder à imagem que as pessoas esperam de um tenista, seja na aparência, nas roupas ou na maneira de se expressar. Ele faz as próprias escolhas, mesmo quando elas fogem do que muitos consideram adequado para alguém da posição dele.
Engraçado que, para mim, o Rafa daquela época era o auge da beleza masculina: cabeludo, bronzeado, coxudo, bundudo, braçudo, extremamente macho e com um estilo único e icônico. Ninguém solava aquele homem, kkkkkk! Acho que você já deve ter percebido que eu gosto de coisas que fogem do convencional, que têm personalidade e chamam a atenção justamente por serem diferentes :3
Olha, as demais características eu não vejo problema — a maioria é até desejável, pois um homem deve ser fisicamente robusto, para ter capacidade de ajudar e proteger sua família em situações de perigo —, mas cabeludo, fala sério, né? Kkkkk.
Não leve a mal minha franqueza, mas o estilo do Nadal quando jovem eu achava e acho toscão (melhorou muito com o tempo, tanto as roupas quanto o corte de cabelo), mas realmente autêntico.
O Jr. eu já tenho a impressão que só quer chamar a atenção e ser assunto do momento com essas papagaiadas de platinar o cabelo, raspar o cabelo, deixar o cabelo grande, botar bigode, anunciar tatuagens. Eu realmente não enxergo genuinidade nessas ações, mas sim uma vontade de ser assunto. Posso estar enganado? Posso, mas tenho a experiência a meu favor, rs.
Eu já acho cabelo comprido em homem extremamente atraente. Mas gosto é gosto, né? Kkkkkkk.
Sobre o Nadal, acho engraçado você considerar o estilo dele tosco, porque, para mim, justamente aquela combinação de cabelo comprido, regata, músculos e bronzeado fazia dele um homem absurdamente atraente.
Quanto ao Carlos, acho que existe também uma questão geracional aí. A Geração Z é diferente, e posso falar isso porque faço parte dela! :P A nossa relação com a aparência e a moda tende a ser mais experimental. Existe uma liberdade maior para mudar de visual, misturar estilos e experimentar coisas que fogem do convencional sem necessariamente se preocupar em manter uma imagem fixa. Cabelo platinado, cabeça raspada, cabelo comprido, bigode… tudo isso pode ser apenas uma questão de gosto, de querer testar algo novo ou de explorar diferentes versões de si mesmo. Nem toda mudança precisa ter um significado profundo, muito menos ser uma estratégia para chamar a atenção.
Além disso, o Carlos tem apenas 23 anos. É natural que queira experimentar coisas diferentes nessa fase da vida, ainda mais sendo alguém que também trabalha com moda e grandes marcas. E, como ele é um dos atletas mais famosos do mundo, qualquer mudança na aparência acaba repercutindo muito mais do que repercutiria na vida de uma pessoa comum. Isso não significa que ele tenha feito determinada escolha com a intenção de virar assunto.
Obviamente, não tenho como saber quais são as intenções dele em cada situação, mas também não vejo motivos para presumir que tudo seja calculado. Pelo contrário, o Carlos sempre me passou a impressão de ser alguém espontâneo, irreverente e que não tem medo de ousar nas próprias escolhas. Para mim, essas mudanças combinam com o jeito dele de levar a vida e de se expressar, e não vejo por que interpretar cada uma delas como uma tentativa de aparecer ;)