Foi muita coisa para uma única terça-feira, um dia muito pouco tradicional para grandes acontecimentos no tênis internacional.
Carlos Alcaraz ganhou seu primeiro título após a séria contusão no punho, Novak Djokovic encerrou semana mágica com a volta às grandes conquistas e a soma de mais alguns números fenomenais, Jannik Sinner anunciou que não volta mais em 2026 e isso automaticamente levará Alexander Zverev ao número 1 do ranking, mais cedo ou mais tarde.
Djokovic teve dois jogos incompletos nas rodadas decisivas do ATP 500 chinês, mas isso nem de longe tira qualquer brilhantismo de sua mais nova façanha. Porque, antes de mais nada, ele vinha de uma vitória de gala em cima de Zverev, o melhor tenista da temporada, onde mostrou capacidade de manter um alto nível de tênis em um jogo fisicamente muito exigente do começo ao fim.
Os dois primeiros jogos do sérvio mostraram fragilidade e incertezas, a ponto de ele próprio citar problemas, sem revelar detalhes. Por isso, era difícil imaginar que conseguiria ser competitivo se o jogo fosse longo e equilibrado, mas Nole deu um show de força mental e capacidade tática contra o homem que acabara de ganhar o US Open. Marcava então 32 vitórias seguidas no torneio e se tornava o tenista com maior número de vitórias seguidas sem qualquer derrota numa mesma competição. Não deixou de ser irônico o fato de Sascha ter brincado com Djokovic na véspera, ao dizer que a ideia do sérvio de mudanças de regras no tênis era coisa de “velho”.
JAW-DROPPING 🤯
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— Tennis TV (@TennisTV) October 4, 2026
Na rodada seguinte, diante de Daniil Medvedev, foi o russo quem sentiu desgaste após um duríssimo primeiro set. Pior ainda, tomou atitudes reprováveis, ironizando em quadra o adversário, como a duvidar de suas limitações atléticas. Até ser punido por um destempero – aliás, mais um – e acabar desclassificado, num momento em que lutava para sobreviver na partida com uma quebra atrás. Castigo?
Talvez seja exagero dizer que Alex de Minaur seja um desafeto de Djokovic, mas é um dos jogadores com quem o sérvio tem limitadas interações, desde as críticas que o australiano fez no caso da expulsão do sérvio do Australian Open até um comentário posterior em que duvidava dos atendimentos médicos do oponente. Desta vez, foi De Minaur quem sucumbiu na parte física, entregando os pontos após o tiebreak de um acirrado primeiro set.
O 102º troféu de Djokovic, agora apenas um atrás de Roger Federer e a sete de Jimmy Connors, faz também com que ele seja o único profissional com ao menos um título vencido por 21 temporadas consecutivas, o leva merecidamente de volta ao top 10 como oitavo colocado e ainda lhe dá chances reais de brigar outra vez por vaga no Finals.
É muita coisa para um jogador de 39 anos e que está na estrada por tanto tempo. Mas ele se chama Djokovic.
Alcaraz fez lição de casa
Se Nole superou três top 10 na campanha, Alcaraz chegou ao bi de Tóquio e ao 27º troféu da carreira com uma campanha muito menos chamativa. Talvez seu maior desafio tenha sido a estreia diante de Alex Michelsen, o inesperado semifinalista do US Open. Chegou a perder set para o quali Jaume Munar na penúltima rodada e por fim teve um começo vacilante contra Jiri Lehecka, reagindo depois de ser quebrado. Saiu também atrás no tiebreak, mas jamais deixou de mostrar seu tênis completo, atlético e agressivo.
De qualquer forma, ficou claro que Alcaraz ainda busca seu melhor ritmo depois da longa parada. Mostrou novamente progresso com o primeiro serviço e solidez com o forehand, os dois pontos mais delicados diante de sua lesão, e a expectativa é que siga evoluindo nesta reta final de temporada. Entra como cabeça 2 em Xangai, onde não competiu no ano passado e tem como melhor resultado as quartas de 2024.
No stopping that 💪
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— Tennis TV (@TennisTV) October 5, 2026
Sascha no topo
Zverev desperdiçou em Pequim a chance de já atingir o número 1 no Masters 1000 chinês, uma vez que precisava dos dois títulos para superar Sinner. Mas o italiano facilitou as coisas ao anunciar que prolongará o tratamento do joelho e não competirá mais na temporada.
Assim, o alemão será enfim o líder em Viena, em Paris ou o mais tardar em Turim, conforme a campanha em Xangai e depois das vitórias que obtiver nos torneios seguintes. A chance de Alcaraz retomar o posto na última semana do calendário é apenas retórica, já que ele teria de ganhar 4.200 pontos e o alemão, nenhum.
Gostemos ou não de Zverev, é indiscutível que o homem que venceu dois Slam e fez final em outro, em três pisos distintos, merece atingir a liderança.









Hubert Hurkacz: ” – Preciso sacar bem, jogar bem do fundo da quadra e devolver bem”
Jura?!? E eu que pensei que precisava sacar como o segundo saque da Sara Errani, devolver como o Nick Kyrgios e ter a consistência de um Opelka no fundo da quadra.
Mas não!… Precisa ser primoroso pra vencer o sérvio. Nunca que eu esperava!
Correção : Djokovic 959 Semanas no Top 10 . Abs !
Turminha da Kombi se assanha toda mesmo com uma vitória do Sérvio por desistência do oponente rs . . E postam sem nem pesquisar, um fazendo tabelinha com o outro . Tenista com mais semanas no Top 10 da história do Esporte é Roger Federer com 968 Semanas . Seguido por Novak Djokovic com 952 . Lá embaixo eles cravam que nenhum Atleta conseguiu esse incrível feito a não ser o tal ” goat ” …. É mole ou quer mais?…rs. Abs !
Djokovic já havia vencido o primeiro set e vinha de vitórias contra dois top 10, Zverev e Medvedev. Ninguém controla a condição física do adversário — o próprio Federer venceu a final de Wimbledon 2017 contra um Cilic baleado.
Essa marca do suíço de 968 semanas deve cair em breve para o próprio Djokovic. Além disso, Federer não terminou uma temporada como número 1 aos 36 anos, como fez o sérvio — a última vez que o suíço terminou o ano no topo do ranking foi em 2009, acredite se quiser.
Quanto aos títulos, apenas um fato: nem Nadal nem Federer conquistaram um título profissional aos 39 anos, muito menos vencendo três top 10 em sequência. Passaram longe disso. Abs.
O que importa são as 428 semanas como número 1 e o recorde de vitórias sobre o top 5 e o top 10.
Beleza e onde estão a medalha de ouro em simples nas Olimpíadas e os troféus de Roma e de Mônaco do suíço?
Talvez tu queiras mais.
Nenhum atleta está há 21 anos em plena atividade no seu esporte, sendo top10 nele.
Isso é que foi escrito.
E escrito errado. Federer aos 38 e 1/2 terminou no Top 3 em 2019 , Djokovic não igualou este feito . Parou faltando 3 Semanas para 40 anos fazendo Quartas em Wimbledon 2021 . Faça as contas Sr LF 1 , e pare de pegar carona nos outros sem pesquisar absolutamente nada …PS : Procure saber onde foi parar Djokovic na Temporada 2017… Abs !
Se tratando, como vários. Mas, está na conta.
Federer perde em confronto direto para seus dois maiores concorrentes. Talvez não tenhas notado essa diferença.
Voltou o surrado Papinho de h2h ??? kkkkkkkk. Abs !
Já era de se esperar que lesse e não entendesse nada.
Não falei de h2h.
Sabes o que há de pior em alguns fãs de Mr. Federer?
Mudar o critério ao longo do curso para que ele continue no topo.
Quando Djokovic abandonou alguns jogos, ainda menino, o condenavam por isso, como se isso o beneficiasse. Agora, numa final onde ele dominava o jogo e o adversário não suportou e foi embora, o título ficou morno, como se a culpa ainda fosse dele.
Por outro ângulo, a culpa foi dele mesmo, afinal, provocou no adversário um “erro forçado”.
O maior analista aqui nesse Blog atende por José Nilton Dalcim e ele escreveu muito bem sobre esse episódio.
Vale a pena ler de novo.
Parei de ler no ” dominava ” . Não tinha quebrado o serviço de De Minaur até então. Após o Tie-Break , Djokovic deitou em quadra utilizando todo o tempo possível. Ao levantar a surpresa para quem assistiu, o que mais uma vez não fizestes. O oponente confirma o Serviço e desiste … És tão fanático que é capaz de ver o que ninguém viu …Abs !
Ah tá, só eu vi o australiano se retirar da quadra para ser atendido em ambiante privado.
Dominava sim e o tie-break foi um passeio no parque.
Eu só não sei quando foi instituído que a obrigação de quebrar o saque é só Djokovic que tem.
Acho que você precisa de férias. Ou melhor, nós precisamos de você de férias.
De Minaur é freguês do Djokovic… acorda pra realidade SR, rsrs.
Sem essa de freguês. Tem vitórias sobre o Big 4 + Wawrinka, exceto Federer pois não jogaram. Abs !
Prezado Jonas, Djokovic é freguês de Ivo Karlovic, mas De MInaur não é freguês de ninguém.
O velho dois pesos e duas medidas não perde seu posto jamais.
Olá. Esta pergunta vai ao Dalcim e quem se interessar em responder.
Djokovic disse (li aqui no site) que essas vezes que ele tem passado mal não tem a ver com desgaste, mas sim com um problema de saúde.
No entanto, em várias outras oportunidades ele falou em idade, o físico não ser mais o mesmo, etc.
Qual, Dalcim (e/ou colegas) vcs acham que é a real? Não sou médico, mas esse problema de saúde é estranho, não? Se causasse fadiga, dores, etc entenderia, mas vomitar? E mais, vai e volta? Quer dizer, ele se sentiu mal nesse torneio em que venceu mas melhorou durante o torneio?
De qualquer forma (também visto aqui), não achei legal da parte de Medvedev ficar imitando os gestos do Djokovic durante o jogo entre eles. Principalmente pq o próprio Medvedev disse lá atrás que Djoko sempre foi muito simpático com ele, conversava, dava dicas, etc, quando Medvedev ainda era 600 do mundo, que nem ele esperava isso. Quanto à brincadeira de Zverev, apenas uma brincadeira. Acabou não tendo graça para ele mesmo pq perdeu, mas normal.
Abraços a todos.
Parece menos um problema físico e mal um mal-estar. Eu arriscaria a dizer que é digestivo, porque isso já se manifestou outras vezes.
Rafael, o Djoko está com algum problema de saúde e não quer entrar em detalhes, isso vem causando os vômitos desde Roma, aconteceu contra o Fonseca também, no US Open etc. Ele deu a entender que sua equipe está identificando e tratando o problema, mas não é algo simples de resolver.
O sérvio não está lesionado, mas é evidente que o corpo não é mais ao mesmo obviamente, com 39 anos isso é impossível até para ele. É difícil, em alguns torneios ele irá se sair bem se o corpo ajudar, mas a essa altura a tendência é sofrer mais em qualquer evento que disputar, ano passado por exemplo saiu baleado em Shanghai. É a idade pesando, várias coisas, o Djokovic está vencendo títulos há 21 temporadas consecutivas, isso cobra o preço.
Sequelas do Covid , meu caro. Não tem cura a medio /longo prazo. Veja o Tempo de carreira de Roger Federer com seus 103 ATPs. Djokovic não fez nada sobrenatural. Abs !
Essa informação da Covid você deve ter tirado só da sua cabeça mesmo.
Sim, o Djokovic é um tenista “sobrenatural” em termos de longevidade. Ele é o tenista que mais tempo permaneceu no top 1, top 2 e top 5 do ranking mundial, número 1 mais velho da história, etc.
O Federer não conseguiu algo próximo, ele mal vencia Tsitsipas ou Zverev aos 38 anos, enquanto Djokovic bate Sinner e Zverev com 39… não dá pra comparar, só aceitar ou chorar.
Aos 38 ele meteu 94 Winners no acuado Sérvio em Wimbledon 2019 , na mais longa Final no All England Club. Na sequência eliminou Sérvio em Sets diretos no Finals atingindo a Semi e terminando no Top3 . Fez Semi no AOPEN 2020. Uma lorota explícita do Mestrinho Jonas , e um monte de joinhas do grupinho da Whatsapp. Pode isso Arnaldo??? … Rsrsrs Abs !
Prezado Rafael, bom te-lo aqui novamente.
Quando veja alguém vomitar, acredito que seja algo do trato intestinal. Acontece também de ser estafa física, mas não parece ser o caso de Djokovic.
E veja, o jogo que deveria ser o mais crítico para ele, foi justamente o que ele demonstrou o maior vigor físico da semana, contra o Zverev. Consequentemente, foi um dos melhores jogos seu dessa temporada.
Daniil é uma figura que pode ir do céu ao inferno em questão de segundos.
Hoje mesmo vimos um vídeo da chegada do sérvio à Xangai, onde ele passa cumprimentando vários, inclusive, Medvedev interrompe uma entrevista para vir abraçar Djokovic.
Agora que o sérvio levantou o caneco 102, animou. Já até fala no Finals. É… pelo visto, pra alegria das noletes e desespero dos “haters”, ele vai mesmo teimar em ficar até as próximas Olimpíadas.
Dalcim, ele vai jogar Atenas?
Quais as chances dele no Australia Open, com possivelmente Sinner fora?
Desculpe me intrometer na pergunta, mas não tem como avaliar uma coisa dessas.
Sinner possivelmente fora até concordo, mas tem o Sasha em ascensão, tem o Shelton também em boa fase, tem o Rafa Jodar e principalmente tem o Alcaraz. Até o João Fonseca pode aprontar pra cima do sérvio. Roland Garros que o diga.
A única coisa que eu coloco minha mão no fogo é que o sérvio vai continuar jogando em alto nível e tentando. Não é fácil ganhar dele.
Obrigado Maurício, mas, convenhamos, estamos falando do “Australian Open”, seu GS de melhor perfomance. A pergunta vem na linha de Pequim, outro torneio que ele é bom. Nestas condições que vejo que aumenta muito a chance dele com Sinner fora. Agora, todos estes jogadores em algum momento jogaram entre si também, não será necessário ganhar de todos eles, rs.
2027 possivelmente será o último ano competitivo do Djokovic e em termos de GS só vejo o AO e Wimbledon com algum tipo de chance.
Parabéns ao Djokovic e ao Alcaraz pelos títulos. Quanto ao Zverev, que muito provavelmente atingirá o topo do ranking, e isso se deve obviamente pela parada que teve o Alcaraz e pelo Sinner anunciar que não jogará mais esse restante do ano. Na minha opinião isso é muito evidente, pois com esses dois caras seria uma tarefa hercúlea! Mas como bem disse o Dalcim no final de seu texto, ele merece a liderança sim e que ela venha!
Total de titulos e pontos
(aplicando o mesmo sistema de pontuação atual)
Djokovic
24 GS = 48.000 pontos
40 Masters = 40.000
7 Finals = 10.500
16 ATP 500 = 8.000
14 ATP 250 = 3.500
1 ouro olímpico em simples = 0
Total: 102 titulos – 110.000 pontos
Federer
20 GS = 40.000
28 Masters = 28.000
6 Finals = 9.000
24 ATP 500 = 12.000
25 ATP 250 = 6.250
Total: 103 titulos – 95.250 pontos
Connors
Na época de Connors, os torneios eram divididos principalmente entre os circuitos Grand Prix e WCT. Analistas costumam traduzir os seus 109 títulos usando a seguinte equivalência:
8 GS = 16.000
3 Finals (Year-End Championships) = 4.500
17 Masters (Grand Prix Super Series) = 17.000
Total parcial: 28 títulos – 37.500 pts
Como os 81 títulos restantes variavam muito de tamanho, podemos calcular o total de pontos por meio de dois cenários limites:
• Cenário Mínimo (se todos fossem ATP 250): 81 x 250 = 20.250
Total: 109 titulos – 57.750 pontos
• Cenário Máximo (se todos fossem ATP 500): 81 x 500 = 40.500
Total: 109 titulos – 78.000 pontos.
Interessante isso!
Porém devo acrescentar que a carreira de um tenista não se resume só a números. Quanto faturou de publicidade? Quantos fãs ele influenciou? Quanto contribuiu para a popularização do tênis? E por aí vai.
O chileno Marcelo Rios é tipo um anti-exemplo. Jogava demais, mas era considerado um “bad-boy”. Foi primeiro do ‘ranking’, mas sua popularidade fora do Chile não era nada espetacular.
Maurício, respeitosamente, discordo.
Seus critérios deveriam ou devem ser usados para desempate, mas, em universo tão elástico, não tem como relativizar tanto.
Connors foi o que foi, mas não está nem no retrovisor de Djokovic.
Federer ainda é possível ser visto.
Relativizar tanto é não concordar que Djokovic seja o amado ” goat “, e sim o mais eficiente nos números. Compre um retrovisor na concessionária, pois muita gente leva em consideração o que Atleta representou para o Esporte. No seu fanatismo exacerbado, não tens nem noção o que isso significa. Espere o término da carreira do Sérvio pois tuas verdades irão para o espaço. Aguardemos. Abs !
Belíssimo comentário!
Parabéns André, e o Nadal?
Nadal
22 GS = 44.000 pts
36 Masters = 36.000
23 ATP 500 = 11.500
10 ATP 250 = 2.500
1 Medalha ouro olímpica = 0
Total: 92 títulos – 94.000 pontos
Valeu André, todos os caminhos levam o Djokovic a ser o melhor de todos os tempos, impressionante. E ele ainda não parou.
Errado : Todos os componentes do Big 3 , são multi campeões sem excessão. Uns contribuíram mais e outros menos para o Esporte. É óbvio que o julgamento já está sendo feito há muito, somente não vê quem não quer. Se fosse apenas os números, Djokovic já teria sido consagrado desde a aposentadoria dos outros dois . Abs !
“… todos os caminhos levam o Djokovic a ser o melhor de todos os tempos, impressionante. E ele ainda não parou.”
Consegues interpretar novamente?
Assistindo o jogo do cilic agora ouvi os seguintes comentários da dada vieira:
Qdo vc faz 40×0 tem que ganhar o próximo ponto. Oi?!?!
No tie break 3×2 com uma mini quebra e ela solta: agora se ele confirmar seus saques ele ganha o set. Oi?!?!
Nada contra a dada..mas gente!! Isso lá é comentário?!?
Vemos sempre isso.
É triste e engraçado ao mesmo tempo.
E o outro tenista, onde fica?
Djokovic teve uma desqualificação e uma desistência na semi e final LOL.
E daí?
“Gostemos ou não de Zverev”. Não entendi, Dalcim. Grande tenista, jogo espetacular, melhor tenista do ano,mais que merecido o n 1. Por que, gostemos ou não de Zverev?
Há muita gente que tem diferenças com ele no plano comportamental ou pessoal, Isaac.
Infelizmente é comum fazer isso com os não queridinhos. Olhe como começa o blog do Chiquinho. Olhe quantas vezes o Meligeni usou a mesma expressão ao se referir ao Djoko (você pode até não gostar).
A pergunta é: quem é que não gosta? Os torcedores do Fedal, os jornalistas?
Tem um bocado de gente aqui que não gosta da dupla Fedal e ninguém teceu essas palavras para representá-los.
Desculpe, mas do que você está mesmo falando?
Estou dizendo que é comum nos meios de comunicações no geral tecerem comentários como esses:
Você neste post. “Gostemos ou não de Zverev, é indiscutível que o homem que venceu dois Slam.”
Chiquinho no post mais recente: “Amem ou odeiem, mas o último remanescente do Big 3, Novak Djokovic, segue brilhando já perto de completar 40 anos.”
Meligeni: Aí nem consigo contar quantas vezes ele disse: “Vocês podem até não gostar do Djoko, mas… ”
Geralmente isso sempre vem antes de uma grande conquista. Como uma mensagem subliminar.
No momento mais importante talvez da vida do Zverev como atleta.
Não seria possível neste momento só enaltecer o feito?
Essa é a reflexão que deixo para você.
O feito foi e está devidamente enaltecido. Mas o Zverev é um personagem que sofre claras e duras resistências quanto a seu comportamento. Caso você acompanhe as reações a suas campanhas e resultados ao longo dos últimos anos, verá isso.
Boa noite
Djoko é o único profissional homem a ganhar pelo menos 1 título por 21 anos seguidos na era aberta. Pois Navratilova também conseguiu entre 1974 e 1994 e aí o total foi de 167 títulos
A rainha da grama e o GOAT!
Lupin voltou?
Muito legal ver novamente Alcaraz vencer um título depois da seríssima contusão do punho. Alcaraz é aquele tipo de tenista que chama multidões para um estádio. O tênis masculino tem estes dois tipos de tenistas, os super competitivos como Jimmy Connors, Ivan Lendel, Pete Sampras, Novak Djokovic e Janik Sinner e os tenistas que além de serem super competitivos, tem uma espécie de aura especial que atraem o público por diferentes motivos como Biorg Borg, John McEnroe, André Agassi, Roger Federer e Carlos Alcaraz.
Temos também dois tipos de torcedores. Os iludidos que sempre desmerecerão seus algozes e os racionais que buscarão argumentos reais nas suas análises.
Pequim Open: Consumo e Bilheteria: Apenas até o domingo da reta final, o comitê organizador registrou mais de 270.000 visitantes (um recorde histórico, subindo 37% em relação ao ano anterior). 37% foi devido a participação do Di menor na final.
Depois dessa eu daria um tempo…rs
Sim Joselito, não devemos desmerecer ninguém. Porém é inegável que Carlos Alcaraz é mais querido pelo público do que Novak Djokovic e Janik Sinner, falando apenas de quem está na ativa. Não vejo desmerecimento nesta constatação.
Baseado em quê? Nem em número de repercussão em posts aqui eles ganham.
Os fãs de Carlos Alcaraz gostam de tênis, de ver tênis. Não vêem necessidade de discussões na Internet.
Voltou a desculpa do carisma.
Pode olhar aí em todos os sites de tênis. Quantas mensagens repercutindo Pequim em detrimento de Tóquio.
Como falei anteriormente Joselito, Carlos Alcaraz lota estádios para verem seu magnífico tênis e isso acontece em todos os lugares onde vai. Eu não disse que o efeito Carlos Alcaraz é atrair pessoas para sites de discussões sobre se ele é o melhor do mundo ou coisa parecida. Mas acredito que você não entendeu a distinção que fiz entre tenistas que são um show de maneira natural apesar de serem muito competitivos daqueles que são muito competitivos sem serem uma atração especial para o público ao longo da carreira. Compare a atração que Alcaraz tem diante do público com seus 22 anos com a atração que o público tinha por Djokovic quando este tinha 22 anos. Talvez com este quadro mental separado do todo você consiga entender meu raciocínio anterior. Talvez.
Aí é que está. Se tivesse entrado na posição do Djoko, estaria quase na mesma situação do Djoko (com diferencial que não é do leste europeu). Estaria sendo desmerecido pelos torcedores já consolidados da dupla Fedal da mesma forma.
Vou dar um exemplo, se alguém aqui não curtiu essas 3 últimas partidas disputadas por ele, não gosta de tênis e sim de tenista.
Desclassificação de Medvedev, novas marcas de Djokovic, final atípica com desistência após atendimento demorado do vencedor. Joselito queria que a repercussão maior fosse a derrota de Jiri Lehecka???. És muito engraçado, caríssimo Sr Joselito. Sabes onde se localiza Xangai ? . Aguardemos a repercussão…rs. Abs !
Pode buscar outras fontes, meu amigo. Djokovic em ação não tem para Alcaraz…
Já vi cego de nascença, cego por acidente, mas, cego por cegar-se, jamais.
Por acaso só Djokovic teve atendimento?
De Minaur foi ao vestiário fazer o que? #2?
A China encheu o estádio para ver Carlitos.
Ops, ele estava no Japão.
Djokovic é o Tenista mais popular na … China . Isso não está em discussão Sr LF 2 . A nível mundial, fica longe . Nos três maiores públicos pagantes da história do Esporte, ele não aparece em nenhum deles. Federer aparece em todos e com rivais diferentes . Carlos Alcaraz com certeza a nível de Slam , e não na China , vai deixar Sérvio para trás ao longo da carreira. A conferir. Abs !
Esperemos ele deixar.
Ainda é uma criança.
Caraca!
Basicamente, o fator diferenciador dessa sua separação é o carisma, então. Ainda que Borg, pelo que leio (pois não vi jogar) era mais magnético e popular que carismático. E Djoko, apesar de carismático (ainda que não tão natural como os outros do Big3, talvez), entendo que sua competitividade é sua maior característica de realce. Lembro que o suíço no auge era tido como atleta sem sangue nos olhos e nem suava…
Se Borg lesse o jeito que tu escreve o nome dele, acho que lhe mandaria um presente direto da Suécia para você.
Realmente não há o que se contestar o futuro numero 1 de Zverev, afinal foram 2 titulos de Slam e um vice, entao nao há o que se dizer. Já Djokovic, não da pr duvidar do homen.
O irônico é que atribuiam o sucesso do goat apenas ao físico. No entanto, ele é o mais bem sucedido tenista com idade avançada (após os 30 anos) com seus 12 slam, 2 atp finals, 1 ouro olímpico e vários masters 1000. Além disso, é o mais velho a atingir o número 1 e também o único do Big 4 a ser campeão com 39 anos.
” goat ” a nível ATP desde 2023 , apenas 1 ATP 500 ( com direito a desclassificação e abandono dos oponentes) e 3 ATP 250 . Muita marra do Sr Paulinho não achas ? . PS : Ontem novamente deitou em quadra parecendo morto …rs Abs !
Esse torneio confirmou que o maior atleta da história também dispõe da técnica mais apurada já vista. O que foi aquela passada de esquerda na paralela pra salvar break point??
Sem choro, rsrs, abs!
Maior tenista da história, Paulo, sem sombra de dúvidas. Mas maior atleta tem q ser mt apaixonado mesmo kkkkkk
Não precisa, basta comparar com os concorrentes.
Qual outro maior atleta da história permanece no top 10 do seu esporte depois de 21 anos ininterruptos de atividade?
Essa é fácil: nenhum.
Não tem como comparar mação com banana. Mas poderíamos considerar o Phelps. Phelps tem mais que o dobro de medalhas de ouro que o segundo concorrente(Mark Spitz) em Olimpíadas.
Não estamos comparando maça com banana.
A comparação é entre membros do mesmo esporte.
O sérvio é em todos os quesitos maior que qualquer outro tenista.
O Phelps contra outro nadador, não. Quantos anos durou a carreira dele?
Phelps tem recordes nos 50 m e 100 m livres que são as principais modalidades da natação?
Já dei meus argumentos mil vezes, Felipe. Você é aquele ex-nadador fã do Nadal?
Títulos do Djokovic após completar 37 anos, por peso:
1. Ouro Olímpico em cima do Alcaraz;
2. ATP 500 de Pequim, passando por Zverev, Medvedev e Minaur;
3. ATP 250 de Athenas batendo o Musetti; e
4. ATP 250 de Genebra em cima do pai do Federer.
E realmente, o sérvio tem mais duas marcas históricas de longevidade: é o tenista mais velho a atingir o posto de número 1 e também a finalizar uma temporada no topo, abs.
Vamos lembrar que tentaram denegrir (para variar) o “Genebrão”.
Mr. Federer parou na R2 na última vez que foi curtir o chocolate quente de lá.
Parou na estreia mesmo, tomando uma sova do Pablo Andújar.
Eu queria ajudar um pouquinho, mas…
Dalcim, sei que comparar gerações é difícil, mas acho que Djoko estar em atividade, e vencendo a maioria do circuito (ainda está no top 10), nos permite fazer esse tipo de elucubração. Já li muita gente falando sobre a evolução do tênis em termos físicos, de força e até mesmo tecnicamente, mas acredito que estamos diante de uma geração um tanto abaixo do que vimos nas últimas duas décadas com o big3 em ação. Acho, inclusive, que o big 3 reinaria da mesma forma, talvez sendo um tanto mais incomodado por alcaraz e sinner, porém até a avaliação sobre o verdadeiro nível desses dois frente ao big3 fica difícil de ser realizada, pois se Djoko, no seu pré 40 anos, consegue fazer frente aos dois, imagine o big3.no auge!? Infelizmente acho que não tivemos essa evolução que alguns noticiam.
Pois é, Tiago. Certamente o tênis evoluiu em várias direções, mas me parece claro que estamos diante de um dos mais fracos top 10 da história, ainda que, como você bem disse, sempre seja difícil comparar gerações.
Dalcim, do fundo do coração, estariam falando de geração fraca se Djokovic tivesse sucumbido aos 32 anos, assim como 99% dos tenistas? Se ele não tivesse batido de igual para igual com Sinner e Alcaraz até pouco tempo?
Vi Medvedev e Rudd dizendo nunca terem enfrentado alguém tão intenso como Sinner e outros tantos falando o quão difícil é enfrentar Alcaraz.
Já acho um absurdo, ex-tenistas que não enfrentaram ninguém dessa geração, opinando sobre isso. Nós, meros espectadores, então nem se fala.
Opiniões são coisas que precisam ser respeitadas, Joselito. Eu pessoalmente vejo muitos nomes no top 10 ou top 20 sem grande apelo, com muitos buracos no seu jogo e sem resultados realmente de peso na carreira. Claro que são regulares, e é para isso que serve o ranking, mas falta certo brilhantismo.
Vivemos na era do empirismo exacerbado.
O que sobrou, nos últimos anos 20 anos, para os respectivos top 10 ou top 20, tirando as conquistas do BIG3.?
De forma semelhante, acontece agora com o Sinner e Alcaraz.
De 2010 a 2019 foi um período especial pois tivemos o Big4.
Mas julgar uma geração mais fraca que a outra sem estatística, acho muito complicado.
Olá, Joseilton, sei que a resposta foi diretamente para Dalcim, mas creio que pode estar havendo um mal entendido sobre minha provocação. Não acho que a geração atual seja fraca ou algo do tipo, mas propus uma reflexão sobre perspectiva de gerações. Há, ainda, aqueles mais apressados que elevam alcaraz e sinner a patamar similar ou até acima do big3, sob a alegação de evolução do tênis. Longe de mim achar esses monstras de hoje fracos, mas creio que podemos fazer paralelos, já que temos um big3 em plena decadência (sem qualquer cunho pejorativo na frase), mas batendo de frente com essa geração. Abraços!
Dalcim, eu particularmente não acredito muito em geração fraca, defendo que a seleção é muito grande para acontecer isso.
Você não acha que embora o top 10 possa ser fraco, o top 100 está mais forte? Acho que há uma padronização no jogo que favorece esse cenário.
Abs
Sim, o tênis está bem padronizado, Yoh. Tem o lado bom e o lado ruim, como tudo na vida. Inegável que o tênis se tornou muito físico.
Tiago Santana, de uma coisa eu tenho certeza, o excelentíssimo Senhor Rafael Nadal continua sendo o melhor e maior tenista Espanhol de todos os tempos e Alcaraz terá que batalhar, mas batalhar muito mesmo, se algum dia quiser conseguir superar o Fenômeno Nadal, o que eu acho uma tarefa muito difícil para ele…
Fui, apesar de fâ do Djokovic, de duvidar de seu retorno ao top do tênis, mas ele demonstrou que como Fenix, retornou das cinzas e deu uma demonstração que está apto a lutar pelos títulos
Dalcim, o Léo Azevedo saiu da Rede Tênis? Ou apenas saiu da coordenação?
Ele mesmo se despediu num post de suas mídias sociais.
E ainda trabalha no Brasil ou retornou para o exterior?
Acredito que seguirá no Brasil.
Quem, no começo deste ano, apostaria meia pataca furada que o Zverev iria terminar o ano como número 1?
É o que eu venho dizendo há tempos: as contusões sempre dão as caras de um jeito ou de outro, porque os jogadores não são de ‘videogame’.
Daí que as previsões das cartomantes do blog sempre furam.
Concordo plenamente contigo Maurício Sabag… Eu, por exemplo, só comecei a mudar minha perspectiva sobre Zverev depois que ele foi Campeão do dificílimo Torneio de Roland Garros, que, para mim, foi a virada chave, o divisor de águas que destravou o Zverev…
Ué, tu é o mesmo que diz que o Djokovic já está aposentado.
Você deve estar me confundindo com outra pessoa. Eu sempre venho dizendo que quem decide é ele. E o que é que isso tem a ver com o que eu escrevi?
É que o moço ali tem um caso platônico com o sérvio…
Daí que jamais fiz previsões.
Não ouso a fazer nem quando sai sorteio de GS de quem vai enfrentar quem em qual rodada.
Você não apostaria meia pataca furada sobre Sasha assumir o maior posto e quem apostaria a outra banda da pataca que Jannik Sinner só jogaria o meio ano depois de ganhar tudo nele?
E o melhor amigo do Girafa no circuito será o mais novo nº 1 da ATP. E pensar que alguns (sem muita noção, diga-se) chegaram a condenar Fonseca por perder em Monte Carlo, em abril, para o alemão…rs. Provavelmente, podemos colocar Sasha como um dos 30 melhores tenistas de todos os tempos, já que tem 2 slams, multiplos masters 1000, 2 Finals, campeão olimpico, e vitórias sobre todo o Big 4, além de poder dizer que é/foi o nº1 na era SinnCaraz. Jogou uma década em alto nivel e foi o que teve melhor resultado em Slams este ano. Estaria Sasha, após obter o nº 1, em que posição dos melhores de todos os tempos? Talvez dependa do tempo em que fique no topo.
Sem pensar muito, acho que pelo currículo, sem dúvida, na frente do Rios, Moya, Muster, Rafter e Hewitt.
Boa lista, mas Hewitt creio que cabe discussão. Ele tb tem slam (2), master1000, Finals (2)… mas ficou um tempo consideravel como nº 01, indicando que foi superior a todos por um lbom tempo….
Concordo contigo com relação ao Hewitt. E de fato, ficar 80 semanas como lider é para poucos. Poria no lugar do Hewitt, o Kafelnikov.
Parece-me boa escolha. Concordo contigo
Até de Guga.
Ele é maior que o Wawrinka também e ainda está em alto nível, Zverev fez 29 anos em abril.
É verdade em relação ao nº de titulos, de currículo. Mas alguns dão muita importância à mente forte na hora da “onça beber água” como diz o Cleto., além de ter um jogo considerado mais agradável e empolgante (marcante) que o do alemão. Wawrinka tomou os slams que tem à unha do Big 3. Isso tem valor pra alguns. Mas realmente, o alemão tem mais currículo que o dog suíço. Ao menos, me parece.
Sim, eu concordo, o suíço venceu Slam contra Nadal e Djoko jovens, o auge dele foi mais impressionante que o do Zverev. Ele vai perder na consistência, por muito, isso tem que entrar nesse tipo de análise, por quanto tempo o cara esteve entre os melhores.