Nova York (EUA) – Depois de ser oficializado como novo membro do Hall da Fama do tênis no último sábado, em Newport, Roger Federer retornou ao Arthur Ashe Stadium nesta segunda-feira para mais uma homenagem.
O suíço teve a oportunidade de discursar para o público que acompanha a rodada noturna do US Open e participou da cerimônia que entregou a ele um anel comemorativo.
Participaram do evento o diretor do torneio, Eric Butorac, o CEO da USTA, Craig Tiley, além da ex-número 1 do mundo Kim Clijsters e de Patrick McEnroe, como represetantes do Hall da Fama.
Clijsters, que hoje preside a entidade, foi quem chamou Federer a entrar novamente em quadra. O suíço é pentacampeão do US Open, nos anos de 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008. Ele também esteve no Ashe na última terça-feira, quando jogou uma exibição de lendas do tênis com Andy Roddick, Andre Agassi e John McEnroe.
“Foi uma semana incrível para mim. Tive o prazer estar de volta a Nova York e jogar com as lendas na terça-feira passada, agradecer a todos que sempre me apoiaram. Depois viajei para Newport e foi incrível, porque me deu a chance de relembrar todas as pessoas maravilhosas que me ajudaram vida nesse esporte que eu tanto amo”, discursou Federer.
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“Eu era um menino sonhador quando era mais novo. Então digo a todos os jovens que estão aqui no estádio ou em casa, que vão em busca deles da melhor maneira possível. E talvez vocês consigam estar em um lugar como este”, acrescentou o suíço, que encerrou sua carreira profissional em 2022.
O vencedor de 20 títulos de Grand Slam também foi perguntado suas melhores lembranças das quadras. “Amo as rivalidades, as amizades e os fãs que estiveram comigo nos bons e maus momentos. Eu amei cada minuto. Obrigado a todos por apoiarem o tênis e vejo vocês em breve”.












Definitivamente ter mais slams nunca colocará o genial Djokovic como o maior da história……
Literalmente a história já está contada por Roger Federer….esse é a essência perfeita do esporte chamado tênis!!!
Opinião é opinião, não vou entrar em discussão. A questão é que o Djokovic não tem apenas mais slams que o Federer, tem outras estattísticas importantes em que ele supera o suiço e os fãs deste fazem vistas grossas para isso. Mas, sem problemas, a história continua sendo contada, ela não parou.
Perfeito Bruno, 50 anos atrás quando comecei nas aulas de tênis, escutei o seguinte: “tênis não é força, é jeito”. E de fato aqueles senhores professores já perto dos 60 anos mostravam isso, vencendo nós novatos cheios de vontade apenas na munheca. Federer fez isso mudar, como ninguém o venceria no seu jogo de pura técnica, tiveram que partir para a força (física e mental) extrema, praticadas muito bem por Nadal, Djoko e Murray. Hoje temos Alcaraz e Sinner, que podem ou não bater os recordes de Djoko, mas vai ser mais difícil aparecer um outro com a capacidade técnica e carisma de RF.
A história do tênis começou muito antes de 1975 e vem sofrendo mudanças no estilo de jogo, material usado para praticá-lo e até em algumas regras desde o seu surgimento. Serão mais bem sucedidos aqueles que melhor se adaptarem às mudanças. Aqueles que não quiserem se esforçar para se adaptar e acompanhar as mudanças têm a opção de chorar. Talvez se o Roger Federer tivesse um pouco menos de carisma e um pouco mais de habilidades em relação às que ele tinha, teria ganho mais troféus pra aumentar a sua vasta galeria.
Carlos se a questão e quantidade e não qualidade, o Federer tem mais troféus do que Djokovic. 103 a 101 para o Federer, sem falar no Jimmy Connors: 109 títulos.
Essa semana esta um martírio pro cotonete