Rara e dura derrota sinaliza o início do fim

O sonho do 25º troféu de Grand Slam parece ter definitivamente se encerrado para Novak Djokovic. Mesmo protegido pela rodada noturna e jogando boa parte do tempo com teto fechado e estádio climatizado, o multicampeão não aguentou o jogo maratônico do incansável argentino Mariano Navone, desperdiçou vantagem no quarto set e viu seu físico desabar pouco a pouco ao longo da batalha de 4h36.

Com isso, Djokovic foi derrotado pela primeira vez na estreia do US Open em 20 participações e viu sua incrível sequência de 78 estreias vitoriosas consecutivas em Slam terminar. A última havia sido lá no começo da carreira, ainda aos 18 anos, quando perdeu na abertura do Australian Open.

Embora tivesse claramente vantagem em termos de força, tanto nos golpes de base como no saque, Djokovic não soube capitalizar isso. Começou a partida de forma fulminante, mas cedeu pouco a pouco aos ralis e notável disposição física do adversário e perdeu o tiebreak de forma irreconhecível. Aí reagiu bem e ganhou os dois sets seguintes, onde a profundidade de sua bola fazia toda a diferença.

Chegou a abrir 2/1 com saque a favor no quarto set e aí jogou fora todo o esforço, tendo perdeu oito games consecutivos. Mesmo recebendo atendimento para lombar e tomar comprimido, desabou fisicamente e a mobilidade ficou seriamente agravada. Tentou pontos curtos, voleios e deixadinhas, mas nada mais funcionou a contento. Os evidentes momentos de falta de pernas deixaram uma imagem um tanto melancólica, incluindo as lágrimas que escaparam ao marcar seu isolado game do quinto set.

A derrota automaticamente o tira do top 10 pela primeira vez desde julho de 2018 e deve ser uma ducha de água fria para seu restante de temporada. Derrotado também na estreia de Cincinnati, seus únicos jogos na fase do verão norte-americano, fica a dúvida se ele se arriscará nos torneios asiáticos.

O inevitável momento de pensar na despedida parece enfim não ter mais volta.

Resumão

– Mais de 20 jogadores entraram neste US Open com condições físicas duvidosas. Dois deles desistiram antes de a bola rolar: o campeão de 2014 Marin Cilic e o vice de 2020 Casper Ruud.
– Vencedor em 2021, Daniil Medvedev passou bem por Hugo Gastón, mascou chiclete nos intervalos e pareceu bem humorado.
– Jiri Lehecka, Tommy Paul, Arthur Rinderknech e Tomas Etcheverry foram os outros cabeças a estrear com sucesso, apesar de os três primeiros perderem um set. O único a cair foi Cameron Norrie.
– Jogo maluco envolveu Jaume Munar e Terence Atmane. O francês fez 2 a 0, passou a sentir cãibras e tentou de tudo – até pedir fisio – para sobreviver. Sacou por baixo e com a mão direita (é canhoto), perdendo enfim por 7/5 no quinto set. Espanhol reclamou de tudo.
– A vitória de Kamilla Rakhimova sobre Barbora Krejcikova foi a surpresa maior do domingo. A tcheca estava no caminho de Aryna Sabalenka.
– Finalista há dois anos, Jessica Pegula foi rápida e consistente. Pode cruzar com outra vice, Leylah Fernandez, na terceira fase.
– Marta Kostyuk e Ekaterina Alexandrova também não perderam tempo e é outro duelo interessante daqui a duas rodadas.
– Elina Svitolina só permitiu três games a Solana Sierra e aguarda Maya Noint ou Liudimila Samsonova.

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Daniel
Daniel
23 horas atrás

Eu acredito que tudo isso que esta acontecendo diz muito sobre a personalidade do Nole, eu sinceramente ate torcia para ele mas depois comecei achar ele muito mimizento, sempre tinha algo para falar, o famoso drama queen enfim ele forca muito para ser amado por todos, acho tudo nele forcado ultimamente sempre sorrindo apos as derrotas enfim nao e genuino, mas claro esta e minha opiniao!

Luis
Luis
2 dias atrás

Segundo alguns dizem, Novak tem sacado muito, voleando como os melhores, direita andando como nunca. Não era pra suposta evolução técnica compensar a queda na parte física ou a melhora técnica não foi tão grande assim???

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 dias atrás
Responder para  Luis

É fácil julgar 12/13 anos de evolução com uma partida abaixo no ocaso da carreira. Ainda assim, ele esteve bem nesses golpes em vários momentos.

Luis
Luis
2 dias atrás

Dor nas costas, ombros, cãibras, náuseas, vômito…. Seria mais um recorde de Novak Djokovic no esporte ou alguém já viu um tenista sofrer com tantos problemas em uma única partida!?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás

Tai uma Zebra que poucos cravaram . Pelo que jogou em Cincinnati, Arthur Fils aparecia até entre os 10 favoritos nas casas de Apostas. E perder da maneira medrosa que jogou contra Tsitsipas, é para o cara não dormir por bom tempo. Aí é que realmente Sinner e Alcaraz se destacaram dos outros. Melhoraram os golpes e o mental, em tremenda harmonia. Franceses devem estar falando sozinhos rs. Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás

E aquele rapaz que dorme nos jogos de JF , postou que todos deveriam pedir desculpas ao sábio médico, que cravou Carlitos fora da temporada rs . Repito, nota 10 para seu Staff e para o próprio, que não deram a mínima para as malditas redes sociais. Carlos Alcaraz se mostrou hoje um pouco enferrujado, mas soltando o braço. Ou seja , totalmente curado da grave lesão. O Tênis agradece de coração. Abs !

Ronildo
Ronildo
3 dias atrás

E Djokovic, pelo andar da carruagem, não vai chegar aos 103 títulos de primeiro nível de Roger Federer. Não é nada fácil vencer um ATP 250. Sempre vai ter um Tirante, um Navone no caminho.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 dias atrás
Responder para  Ronildo

Títulos de primeiro nível são Slams, Finals, Olimpíadas e Masters 1000. Nisso, o GOAT Djoko goleia o Federer por 72×54, uma grande surra.

Vera Barcelos
Vera Barcelos
2 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

simples assim.

Luis
Luis
2 dias atrás
Responder para  Ronildo

Tirante, Navone, Tabillo, Machac….

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 dias atrás
Responder para  Luis

Pablo Andujar, John Millman, Hurkacz

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 dias atrás
Responder para  Ronildo

Das 40 Finais perdidas por Djokovic, 20 % foram em ATP 500 ( 3 ) , ATP 250 ( 5 ) . Daí ele fugir dos preparatórios na Grama rs . Se tivesse vencido, já estaria junto a Connors , caro Rodrigo. Rsrs,Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Na grama que ele foge, tem apenas 7 Wimbledon e um que nem vale a pena lembrar o nome (Eastburne), porque é insignificante.
Somente dois homens além dele têm mais que isso, desde que o mundo é mundo.
E aliás, ele só tem 7 lá porque, por 3 vezes encontrou o adversário perfeito nas finais, senão, provavelmente, teria só 4.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Ronildo

Superou-se hein?
+ de 25 250, aí fica fácil.
Vai ver nesses todos, não havia torcida para ele, logo, não havia pressão, logo, foi campeão.

Rafael Wüthrich
Rafael Wüthrich
3 dias atrás

Achei assustadora a cena que Nole passa mal e bota pra fora qualquer coisa que o estivesse fazendo mal. Claramente não tinha condições de continuar, mas acreditou que o adversário sem currículo algum fraquejaria. Foi imprudente. De qualquer forma, Cincinatti já tinha mostrado a falta de competitividade. A ver o que fará até o fim da temporada.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 dias atrás
Responder para  Rafael Wüthrich

Aquele vômito que a televisão mostrou foi assustador. Os outros ela cortou.

Vera Barcelos
Vera Barcelos
3 dias atrás

Não tem como não admirar este atleta, mente indestrutível, capacidade de sobreviver quando outro já abandonaria. O tempo chega para todos mesmo para as lendas. Djoko fez tudo dentro de campo, jogadas absurdas. É difícil aceitar a fragilidade do corpo quando este já não responde à genialidade da mente. O momento inevitável está chegando. Dói tanto para ele quanto para nós seus admiradores. Obrigada Nole pela contribuição quem vem dando não só ao esporte más para além das quadras sendo inspiração e exemplo de superação, resiliência, foco, trabalho e que que o sucesso é consequência de arregaças “as mangas” assumindo total responsabilidade nos resultados. Privilégio em acompanhar sua trajetória a qual observando me obriga a refletir e tentar ser melhor. Idemo Nole.

Realista
Realista
3 dias atrás
Responder para  Vera Barcelos

Acompanho tenis há bastante tempo e não vejo gente abandonando partidas a não ser que esteja realmente lesionado.
Então não vejo pq uma situação comum como essa seja motivo para elogios.
Um tenista não abandona pq sempre há a possibilidade do tenista do outro lado abandonar primeiro ou cometer algo que o desclassifique. É ilógico alguem abandonar, a não ser uma lesão incapacitante

Vera Barcelos
Vera Barcelos
2 dias atrás
Responder para  Realista

Eu particularmente vejo muitos motivos para elogiar Nole não porque sou fã mas sou fã pelo que Ele é. Acompanho tênis há um tempo sufuciente para ver alguns atletas abandonando não só por lesões mas também por passarem muito mal não estando em condições de continuar. Já vi Djoko também abandonar bem recente contra Sverev no AO mas também já o vi muitas vezes permanecer fazendo esforço sobrehumano e com resultado favorável.

Mauricio
Mauricio
2 dias atrás
Responder para  Vera Barcelos

Parabéns pelo texto.

Vera Barcelos
Vera Barcelos
1 dia atrás
Responder para  Mauricio

Obrigada Maurício.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Vera Barcelos

Sentirei a mesmíssima falta também Vera.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
3 dias atrás

Assisti o set3 do jg do Alcaraz e achei que ele voltou muito bem, embora ainda falte ritmo; também não sacou de forma mais contundente. A movimentação, o jg de fundo e os voleios estiveram em alto nível. Diria que jogou tipo 65% do seu potencial.
Vai enfrentar agora o magistral Faria, que me parece um adversário inferior ao russo de hj, ainda mais pq encarou 5 sets ontem e vem de muitos muitos jogos.
Em resumo, o espanhol deve superar a primeira semana e na segunda ele vai ser muito competitivo e perigoso…

Vera Barcelos
Vera Barcelos
2 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Não me lembro de Djokovic cometendo tantas duplas faltas.

Marquinhos
Marquinhos
3 dias atrás

Federer, em comparação com Nadal e Novak, continua sendo o maior vencedor dos dois slam mais importantes, Wimbledon e u. s open. Mas é claro que há chances de ser superado por Sinner e Alcaraz…. Roger Federer continua o GOAT com boa margem de folga..

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
3 dias atrás
Responder para  Marquinhos

*Bill Tilden recordista do US OPEN

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Exato. Na era Amadora . Rod Laver vencedor nas duas Eras , é considerado bem a frente de Tilden , caríssimo novo estudioso do Esporte…rs Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Créditos ao Tênis Brasil e não a mim.

Marquinhos
Marquinhos
3 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Cara, de novo! Vc não consegue entender!? Eu falei em comparação com Nadal e Novak…. qual a dificuldade!?

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Tenha calma, pois WB 2019 já passou.

Marquinhos
Marquinhos
3 dias atrás

Como eu disse, o mentiroso e o pobre coitado não conseguem confirmar….

Sobre Novak fim de carreira patetico. Não ganhou nada de grandioso e relevante nos últimos 3 anos, e a extensão da carreira só serviu para ser saco de pancadas de tenistas medianos e se tornar o brinquedinho favorito de Simmer e Alcaraz, com direito a um humilhante 3 x 0 na final de Wimbledon……

A quadra do u. s open sempre foi a dos maiores vexames para o servio. Perdeu finais pra Nadal, Murray, Wawrinka, Federer…. sem contar um humilhante 3×0 para o limitado Medvedev, e derrotas humilhantes para Popyrin, Navone….. Há, tem a bolada na juíza de linha também…

Marquinhos
Marquinhos
3 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Ao meu entender, pelo conjunto da obra, foi um vexame sim, caro Dalcim! A cereja do bolo foi a bolada na juiza…. Vai me dizer que aquele episódio não foi um vexame? Lembro da cara da senhora juíza … E aquele 3×0 para o russo pegou mal…. Mas é apenas a minha opinião. Respeito a sua.

Marquinhos
Marquinhos
3 dias atrás
Responder para  Marquinhos

“no meu entender”

Vera Barcelos
Vera Barcelos
3 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Boa. Falou tudo Dalcin!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Tem uma lista de participantes aqui, meu caríssimo Dalcim, que há muito não tem a menor credibilidade, em seus escritos.
Eu só não sei se acreditam mesmo no que escrevem ou se fazem somente para tentar diminuir os adversários de seus tenistas preferidos.
De qualquer forma, é lamentável as duas opções.
O rapaz acima conseguiu a proeza de ter uma resposta sua, nesse tom, apesar de todo o tempo que sabemos que dedicas ao Blog em época de GS. Daí, vemos o quanto certos “colaboradores” dificultam a tarefa.
E parabéns mais uma vez pela velha e belíssima cobertura desse esporte.

eduardo spacca
eduardo spacca
3 dias atrás

A idade chegou. Simples assim

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 dias atrás

O semblante do Djoko estava ruim desde o início da partida. Parecia sem vontade de estar ali, mesmo antes dos problemas físicos aparecerem. Se tivesse passado em 4 sets, dificilmente teria vida longa no torneio, já com um jogo que o tinha consumido bastante até então. Aí mais jogos sofridos até uma hipotética semifinal, onde seria mais uma vez massacrado com o corpo aquebrantado.

Os fãs queriam pelo menos as 100 vitórias no USO, mas realmente não dá mais. O recorde desse Slam fica pro Connors.

André Aguiar
André Aguiar
3 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

O semblante da Jelena, mesmo com ele virando para 2×1, já antecipava o que viria.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Sem vontade de estar ali no momento que é lançado seu documentário…Sei…Pelo menos podias ter dito que estava mal treinado. Ficou muito tempo se dedicando ao projeto . Estava visivelmente tenso depois da vergonha que passou na primeira rodada em Cincy. Pode se preparar bem melhor para AOPEN 2027. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Foi a impressão que eu tive. Carrancudo desde o começo, mesmo tendo aberto 3-0 no primeiro set. Abs!

Rogério Silva
Rogério Silva
3 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Em momento algum demonstrou prazer de estar em quadra,não sei se era o clima ou um problema pessoal,mas nao estava confortável.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 dias atrás
Responder para  Rogério Silva

Exato.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Rapaz, esse sérvio é um fenômeno mesmo.
Preparou um documentário daqueles em apenas algumas semanas.
Caraca!

Carlos
Carlos
3 dias atrás

O choro ocorreu porque ele, finalmente, caiu na real. Até então ele não tava aguentando mais Alcaraz e Sinner, mas chegava em semifinais e poderia torcer para tropeço desses dois. Agora, perdeu para um jogador medíocre, de terceira categoria, em uma primeira rodada, daí viu que não dá mais. Aposentadoria chega para todos.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
3 dias atrás
Responder para  Carlos

Exato, perder pra esse jogador comum e vendo estar sem físico na primeira rodada de um evento e ainda jogando a noite, mais evidente do ocaso que isso é difícil. A idade chega pra todos, e olha que pra ele ainda demorou muito, Rafa pex, que tinha um físico privilegiado, não conseguiu ser longevo assim…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Djokovic nunca teve a metade das lesões de Rafa Nadal. Este jogou ” apenas ” 68 Slam contra 82 de Djokovic. Rafa jogou a base de infiltrações expressivo número de jogos . Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Perfeito!
Agora nos traga uma informação inédita.
Já sei, Djokovic será homenageado no AOpen 2027.
Certo?

SANDRA
SANDRA
3 dias atrás

Dalcim até concordo com você , mais vc há de convir que João Fonseca , Sinner e Alcaraz com metade da idade deles estão todos machucados , provavelmente não vou estar viva para ver , mas você acha que eles vão conseguir chegar até os 40 ?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Onde assino, meu caro ? . Abs !

Eduardo P.
Eduardo P.
3 dias atrás

Se quiser voltar a ganhar, o Djoko vai ter que mudar o estilo de jogo.

Ele precisa ser agressivo desde o princípio e ir para definição na segunda ou terceira bola em todo ponto.

Não pode mais ficar entrando em troca de bola. Só quando for um ponto muito importante como break ou set point e olhe lá.

Quando tiver o saque, precisa acelerar para definir na segunda bola. E quando for receber precisa fazer o chip and charge.

Caso não esteja dando certo, vai ter que desacelerar o jogo e mandar só bolas com efeito.

Se ele fizer isso com sucesso, ainda pode ter algumas chances de título. Mas será que ele tem essa motivação toda para mudar o jogo a essa altura da carreira?

Talvez o interesse do filho pelo tênis e a chance de jogar uma Olimpíada em 2 anos deem motivação.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
3 dias atrás
Responder para  Eduardo P.

Todas estas sugestões que o senhor está dando são bem difíceis de se por em prática. Se ele tenta acelerar o ponto, toma uma passada atrás da outra. E o único que eu conheço cujo efeito da bola realmente incomodava os adversários é o Nadal. Fora o espanhol, isso de por efeito na bola dá é tempo do adversário se posicionar.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 dias atrás
Responder para  Eduardo P.

Ele já tem estilo mais agressivo há muitos anos e ontem não foi diferente. A questão é que não tem mais físico mesmo com mais de 39 anos. Navone defendeu uma grande parte de seus ataques, saindo vitorioso em vários ralis. Parece que não acompanha tênis.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Desde os 36 e meio , caro Piloto. A prova são os Títulos vencidos desde Nov/2023. Somente Belgrado, Genebra e Atenas a nível ATP. Um brilhareco ali e aqui , mas chegando atrasado mesmo quando não era Sinner e Alcaraz . A lista de derrotas para Tenistas medianos é extensa. Nem a tática de jogar muito poucos Torneios adiantou . Chega sempre atrasado nas bolinhas muito antes de ” mais de 39 anos” . Isso é negar a realidade…Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Eu me referi ao estilo agressivo. Para não precisar ir muito longe, basta ver como ele ganhou os dois tiebreaks do Alcaraz nas Olimpíadas. O match point foi um winner de direita fulminante na paralela. Abs!

Marquinhos
Marquinhos
3 dias atrás
Responder para  Eduardo P.

Passou bolinha por mais de 20 anos, não é agora que vai ser agressivo.

João Silva
João Silva
3 dias atrás

Deveria ter pulado este GS como fez Sinner e João Fonseca, esta claramente com problema físico e médico. Ele teve sintomas semelhantes em Cincinnati.
O díficil é ser médico do Djokovic, o cara passa uma receita para ele tomar um remédio e o Djoko deve responder que ele tem a liberdade de não tomar, rs.
Finalista no AO e semi em Wimbledon este ano, no geral não é desempenho para pensar em aposentar ainda.
No lugar do Djokovic, resolveria a questão física e medicinal, chamaria o Marián Vajda de volta, pois ele esta sem treinador de verdade desde o Goran, faria 2027 como último ano em alto nível e faria um tour de despedida em 2028.

Ronildo
Ronildo
3 dias atrás
Responder para  João Silva

Sim, poderia ficar treinando até o AO 2027, onde poderia dar a ultimíssima cartada!

João Silva
João Silva
3 dias atrás
Responder para  Ronildo

Não tem como ele jogar só GS sem preparação e com está condição física atual. Se for idade só resta fazer tour de despedida em 2027. Se for alguma doença que trate com ciência e medicina.

Jonny
Jonny
3 dias atrás

Vejo muitos comentários, inclusive do próprio Dalcim, de que ele deve aposentar-se. Discordo com força, acho que, se ele ama o que faz, que continue fazendo até andar de bengala ou não ser capaz de segurar uma raquete ou até quando quiser. Ele pode continuar sentindo prazer em jogar, em enfrentar os limites que a idade impõe, não é obrigao a parar só porque sua performance não se compara aos tempos áureos. É evidente que vai começar a despencar no ranking, mas creio ser muito mais justo os torcedores e mídias o apoiarem do que ficarem insistindo na aposentadoria. É o GOAT e merece todo o respeito dos que amam o tênis e até dos haters.

Gilvan
Gilvan
3 dias atrás
Responder para  Jonny

Ele demonstra amor de um jeito estranho. Sempre carrancudo, brigando com a torcida, xingando o técnico, fingindo lesões e agora chorando em quadra. É um amor bem tóxico este.

Groff
Groff
3 dias atrás
Responder para  Gilvan

Oi, Gilvan, meu caro! Aí eu vou sair em defesa do Nole: o fato de ele se expressar de maneira mais agressiva e contundente não necessariamente se traduz em não ter amor pelo esporte e pela modalidade. Pessoas diferentes se manifestam de modos diferentes também, mas o fato de ele estar se expondo tanto (ele não precisa provar nada pra ninguém, de verdade) a essa altura do campeonato mostra que, sim, provavelmente ele ama o que faz, ou ainda não conseguiu enxergar algo para ficar no lugar da vida no circuito, pois do contrário teria parado já antes. Abraço!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Groff

Quanta bondade sua!
Para Gilvan, el niño e alinhamento dos planetas, são causados por Djokovic, meu caro.

eduardo spacca
eduardo spacca
3 dias atrás
Responder para  Gilvan

Perfeito.

Antonio Gabriel
Antonio Gabriel
3 dias atrás

o GS no qual sempre teve mais dificuldade, de repente pareceu aquele no ano em que as chances eram melhores pra conquistar o 25 GS , mas eis que o corpo cobrou um caro preço do servio e praticamente enterrou qualquer possibilidade de uma niova conquista. Agora e se conformar e já preparar a aposentadoria, pois derrotas acachapantes podem vir e, de certa forma, manchar a carreira do maior tenistas de todos os tempos (sim os numeros dizem isso. Infelizmente chegou ao fim, praticamente o ultimo pilar do big 4, ou big 3, como queiram, infelizmente.

Ivan
Ivan
3 dias atrás

Pra tudo na vida, é preciso saber a hora de parar

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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