Jódar, Tien e Nakashima alcançam suas melhores marcas no ranking

Fotos: National Bank Open

Londres (Inglaterra) – Os quatro semifinalistas do Masters 1000 de Montréal aproveitaram muito bem as ótimas campanhas no torneio para subir no ranking desta semana, que excepcionalmente foi divulgado apenas nesta sexta-feira, depois da definição dos campeões.

Bicampeão no Canadá, o norte-americano Ben Shelton ganhou quatro lugares e se aproximou da volta ao top 5, saindo da décima para a sexta colocação, ultrapassando Daniil Medvedev (7º), Taylor Fritz (8º), Alex de Minaur (9º) e Flavio Cobolli (10º).

Logo abaixo aparece o espanhol Rafael Jódar, que por pouco não fez sua estreia no top 10, parando na 11ª posição depois de ganhar quatro nesta semana. Ele foi um dos três semifinalistas que alcançaram suas maiores marcas na ATP.

Seu algoz no torneio, o vice-campeão Brandon Nakashima deu um grande salto de nove posições e agora é o 22º do mundo, apenas 40 pontos distante do inédito top 20, onde o também norte-americano Learner Tien se firmou ao ganhar sete lugares e assumir o 12º posto.

Um pouco mais embaixo no ranking, mais dois também bateram suas melhores colocações. Um deles é o belga Zizou Bergs, que saiu de 34º para 33º, e o outro o argentino Thiago Tirante, que disparou 15 lugares e atingiu o top 50 pela primeira vez, indo para a 50ª posição.

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Destaque para as boas ascensões dos holandeses Tallon Griekspoor, que ganhou 13 lugares e agora é o 56º do mundo, e Botic van de Zandschulp, que subiu 11 posições e ocupa atualmente a 59ª colocação.

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Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
14/08/2026 17:23

Acredito que o João Fonsca e sua equipe estão atentos a essas mudanças no ranking, às ascensões dos seus concorrentes e imagino que estejam trabalhando pra evoluir tecnica, fisica e mentalmente, pra ter performances no nível necessário pra chegar na elite. De todos os seus concorrentes da nova geração, acho que só o Mensik, que na idade que o Fonseca tem hoje já tinha conquistado o Master 1000 de Miami 2025, e o Jódar, que é um pouco mais novo que o Fonseca, estão melhores do que ele. Os demais podem ser alcançados pelo Fonseca a curto prazo, se o brasileiro não tiver lesão grave.

Marcus Henrique
Marcus Henrique
14/08/2026 18:50

Nossa…quanto ufanismo…

Apesar de ser um bom jogador, Fonseca hoje não senta na mesma mesa do top 10 do circuito. Sua mesa é separada.

Fonseca atualmente é um bom top 30. Mas não há sentido em ficar comparando ele com seus contemporâneos da next gen. São vidas diferentes, histórias diferentes. Mesmo porque…se fôssemos comparar…Jódar está num nível de jogp absurdamente superior ao Fonseca hoje em dia. E Mensik e Tiem já mostram mais regularidade.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
14/08/2026 20:31
Responder para  Marcus Henrique

Você achou ufanismo? Eu reli o comentário e não achei que fui ufanista. Quando você fala que o Jódar está num nível de jogo absurdamente superior ao Fonseca, já perde o crédito comigo porque acho um grande exagero. Talvez o Sinner, mas mesmo o líder do ranking talvez não esteja absurdamente superior. Absurdamente superior pra mim é pelo menos umas 80 posições no ranking de diferença. A sua análise pelo visto é toda no curto prazo. Então, da mesma forma que acho que exagera um pouco nas críticas, em 2025 talvez você esteja entre os comentaristas que exagerou nos elogios ao Fonseca. Como expliquei no comentário acima, o Mensik tem uma carreira melhor que a do Fonseca até aqui porque já tem um Master 1000 no currículo e o Jódar é da mesma idade do Fonseca e está melhor agora. Mas as coisas mudam rápido. Em 2025 o Fonseca foi melhor que o Jódar e em 2026 o espanhol está sendo melhor que o brasileiro. O tempo vai dizer quem vai ser melhor sucedido na carreira.

Marcus Henrique
Marcus Henrique
14/08/2026 20:55

Sim colega, você está sendo ufanista. Porque está supervalorizando o Fonseca e o comparando até mesmo ao n.1 do ranking (como se o fato do Sinner estar tendo problemas físicos, significasse que Fonseca teria chances contra ele).

O nível de jogo de um tenista não se mede apenas por seu ranking. Se fosse assim, você não poderia comparar Fonseca ao Sinner (já que o italiano é o n.1). Nível de jogo se manifesta em vários aspectos: desempenho dentro de quadra, regularidade (que o Fonseca não tem tido), resultados obtidos, potencial do tenista, etc.

Jódar hoje mostra um nível de jogo bem superior sim ao Fonseca. Não só em ranking, mas em desempenho dentro de quadra e resultados obtidos.

Fonseca é um bom jogador: jovem, talentoso e aguerrido. Tem tempo pra melhorar ainda mais. Mas forçar a barra com ufanismo e compara-lo ao top 10 ou aos jogadores next gen, é bola fora.

Última edição 1 mês atrás by Marcus Henrique
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
14/08/2026 22:17
Responder para  Marcus Henrique

Ok. Sem alongar a discussão. Você acha que eu estou sendo ufanista e eu acho que não. O Sinner na idade que o Fonseca tem hoje tinha resultados mais ou menos parecidos com os que o Jakub Mensik tem atualmente. Ele começou a deslanchar a partir da Final da Copa Davis 2023 com 22 anos completos. Então, é cedo pra fazer previsões de que o Jódar chegará ao top 5 do ranking e que o Fonseca não conseguirá alcançar um lugar entre os 5 primeiros do mundo. E deixo claro também que acho que tanto o Jódar quanto o Fonseca precisam evoluir para atingir o top 5 no futuro, mas isso é perfeitamente possível tanto para um quanto para o outro.

edson
edson
14/08/2026 14:13

Cara a diferença entre o joão e essa turma ai me parece um pouco maior que antes achavamos. João precisa entender isso pra não morrer nessa turma dos 20 abaixo e com tempo ir caindo .

Cássio
Cássio
14/08/2026 17:23
Responder para  edson

Cada um é o que é. Sem sofrência ufanista. Comparar é a pior coisa que você faz.

Pedro
Pedro
14/08/2026 17:38
Responder para  edson

Como assim? O João foi quem fez o melhor jogo contra o melhor daí; o campeão do torneio… acho q ele poderia muito bem ser o finalista se tivesse do outro lado da chave. E aí ele que teria subido mais no rank.

Fernando S P
Fernando S P
14/08/2026 13:50

“Destaque para as boas ascensões dos holandeses Tallon Griekspoor, que ganhou 13 lugares e agora é o 56º do mundo, e Botic van de Zandschulp, que subiu 11 posições e ocupa atualmente a 59ª colocação.”

Os dois ganharam três partidas (Tallon eliminou inclusive o cabeça 1, Zverev; Botic também ganhou de um Top 10 na campanha) e chegaram nas oitavas. O João não terá moleza no R2 em Cincinnati.

Andre Borges
Andre Borges
14/08/2026 13:49

Thiago Tirante é muito bom, se nao me engano foi numero 1 juvenil e demorou demais a desabrochar. Agora que atingiu o top50 depois de patinar muito galgar posto por posto. Eu nem esperava mais que ele chegasse a frequentar a elite

Ruy Chappell
Ruy Chappell
14/08/2026 15:25
Responder para  Andre Borges

Tem regularidade mas o saque e a falta de potencia acabam limitando ele de chegar ainda mais longe.

Refaelov
Refaelov
14/08/2026 19:26
Responder para  Ruy Chappell

Penso justamente o contrario: Tirante foge bastante do padrão da escola argentina: tem um 1° saque contundente(embora o 2° serviço seja realmente vulnerável) e tem bastante potencia com o forehand, o problema é justamente a falta de consistência e regularidade..

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