Montréal (Canadá) – Com três representantes nas semifinais, os norte-americanos conseguiram um feito histórico no Masters 1000 de canadense. É a primeira vez desde 1992 que três do país chegam juntos nesta fase do torneio.
Naquele ano, Andre Agassi, Ivan Lendl e MaliVai Washington chegaram às semifinais. Agora, é a vez de Brandon Nakashima, Learner Tien e Ben Shelton repetirem o feito. O intruso na festa norte-americana é o espanhol Rafael Jódar.
Shelton busca defender com sucesso seu título após conquistar o maior troféu de sua carreira no torneio do ano passado em Toronto. O número 10 do mundo enfrentará nas semifinais Tien, que levando vantagem de 2 a 0 no confronto direto.
O atual campeão tem sido impecável em Montréal, chegando às semifinais sem perder um set sequer. Shelton deixou pelo caminho Jenson Brooksby, Zizou Bergs, João Fonseca e Jakub Mensik.
Do outro lado da chave, Nakashima Jódar, em um confronto entre dois semifinalistas inéditos em um Masters 1000. Com sua campanha até agora, o norte-americano garante que alcançará a melhor posição de sua carreira quando o ranking for atualizado.











Gosto e torço demais pelo João.
Mas, ele escolheu esse esporte.
O fato de ter limitações físicas, não é problema dos outros atletas.
Outra coisa: Com essas limitações, é bom parar de dizer que pretende ser o número um do mundo.
É o meu ponto de vista.
Parem de serem “Secas-pimenteira”, com toda essa negatividade sem saber das limitações congênitas de João Fonseca! Pelos problemas físicos estruturais que João ele, por si só, já é um fenômeno no tênis! Ninguém no mundo com as mesmas limitações que ele tem consegue os mesmos resultados que João tem obtido no tênis!!! Para os “pessimistas” de plantão, é necessário que entendam que João tem que conviver diariamente e pelo resto de toda a sua vida com limitações crônicas e congênitas na coluna vertebral!!! João nasceu com uma fragilidade na região lombar, caracterizada como uma coluna retificada (perda da curvatura natural que serve para amortecer os impactos). Devido a essa limitação congênita na “pars interarticular” (conexão óssea da vértebra), João sofreu uma fratura por estresse na coluna no passado. Embora a fratura tenha consolidado, a região apresenta limitações mecânicas, principalmente para quem joga tênis!!! Os episódios de dor lombar e rigidez extrema (lombalgia) ocorrem principalmente nos movimentos de rotação e no saque, que são fundamentais no tênis!!! Então, João é realmente “obrigado” a jogar bem menos torneios que os demais tenistas, e mesmo assim consegue ser um tenista Top!!! Se João jogasse mais torneios, ela acabaria sem poder jogar nenhum!!! Dá para entender ou não??? Deixem o João em Paz e admirem o fato de , mesmo jogando menos torneios, João estar no Top!!!
Legal a informação. João é muito bom. Mas dizer que Jodar é outros são mais sólidos e constantes não é blasfêmia. Brasileiro tem que parar de pirar quando o outro é simplesmente melhor. Por exemplo, a choradeira para não aceitar o Messi goat só existe no Brasil. Muito ufanista no esporte.
Cássio, em nenhum momento toquei no nome do Jodar neste meu comentário, a minha crítica é pata quem cobra que João dispute mais torneios, sendo que ele obrigatoriamente não pode fazer isso se não quiser se lesionar gravemente… Quanto ao Jodar, já que você trouxe o nome dele, considero-o um excelente jogador, muito talentoso e mais maduro comportamentalmente que o Alcaraz, apesar de mais jovem.
Concordo. Nadal conviveu com suas lesões a carreira toda. E olha onde o espanhol chegou. Mesmo com limitações da pra ser Top10 quando estiver perto do seu auge e desenvolvimento!