Nova York (EUA) – Treinadora da norte-americana Serena Williams em seu retorno recente ao circuito, a australiana Rennae Stubbs propôs um formato alternativo para a definição das partidas que vão ao quinto set nos Grand Slam “Acho que se chegar no 2 a 2, jogamos um tiebreak de 10 pontos”, disse ela em seu podcast.
“Qual é a diferença? Quando alguém diz: ‘Espere um segundo, não queremos terminar uma partida com um tiebreak de 10 pontos’. Nós queremos! Em qualquer torneio do Grand Slam, se o placar chegar a 6/6 no quinto set, jogamos um tiebreak de 10 pontos. Então, qual é a diferença?”, acrescentou a australiana.
Seis vezes campeã de Grand Slam em duplas, Stubbs acredita que jogos muito longos podem definir a sorte do tenista no resto do torneio. “Sou purista do tênis e adoro assistir a um bom jogo, mas não quero assistir por 5h15 como tivemos que fazer nas quartas de final entre Novak e Félix Auger-Aliassime”, ponderou.
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“Pode-se argumentar que isso acabou com as chances do Novak para a próxima partida contra Sinner. Ele estava acabado, Jannik jogou a partida mais perfeita contra o Novak na semifinal. Eu assisti pessoalmente, e o Novak estava um pouco mais lento em tudo. Será que é porque ele tem 39 anos? Provavelmente”, disse Stubbs.
“Jannik é o melhor jogador do mundo quando está inspirado? Provavelmente. Acho que existe uma maneira de contornar isso e podemos satisfazer a todos. Gostaria de sugerir que, a partir das semifinais, joguemos melhor de cinco, e depois melhor de quatro, com um desempate de 10 pontos”, finalizou a australiana.












Esse pessoal reclama muito. Partidas longas (quando boas) são as melhores. E o Djoko não aguentou foi por causa da idade. Uma das grandes dificuldades de se ganhar um GS é justamente essa, ir controlando o desgaste físico ao longo do torneio. Tomara que não mudem.
Para tornar o tênis mais dinâmico as seguintes novas regras poderiam ser adotadas: 1. Fim do segundo serviço: erro de saque é ponto do adversário; 2. Fim do “Let”: acertar a rede no saque passa a ser erro e o ponto é do adversário; 3. Fim do “deuce”: no 40 a 40, quem fizer o ponto seguinte ganha o game; 4.”Tie break”: quando o set empatar em 5/5 vamos direto para o tie break a fim de que o set termine em 6/5, desta forma o vencedor do set será sempre quem ganhar 6 “games” e não 7/6. 5. Em partidas de 5 sets nos Grand Slams, o quinto set será um Super Tie Break de 10 pontos, em vez de ser um set completo.
Se formos analisar não seria uma má idéia, pois no voleibol por exemplo temos o quinto set mais curto, e olha que é um esporte coletivo, agora imagina no tênis individual onde se desgasta mais ainda, jogando quase sempre em quadras não cobertas e sob sol, num tempo de jogo muito maior no caso de melhor de 5 sets, do que numa partida de voleibol. E esse tempo, acaba atrasando muitas das vezes a programação nos Grand Slams. Algo a se discutir, quem sabe.
Concordo contigo, sou a favor que o quinto set seja um Super Tie Break de 10 pontos e chega de partidas imensas e enfadonhas que só servem para exaurir jogadores que não conseguem jogar a próxima partida, como aconteceu com vários tenistas em Roland Garros 2026!
Pq ela tá opinando no tênis masculino? Não entendi. Pq ela não fala qdo tá 1a1 aquele show de balões q dura umas 4 horas não faça match tiebreak? Eu eim. Mulher doida.
Não tenho certeza, mas acredito que ela está opinando usando a liberdade de expressão em algum país livre.
Concordo contigo, ela está opinando porque existe um conceito chamado “Liberdade de Expressão” e não importa que ela seja “mulher ou não” e ela como expectadora do tênis masculino tem o direito de ter sua opinião!
Concordo com a Stubbs… Partidas com mais de 2 horas de duração é demais, com 5h 15min então, não dá mesmo!!! Djokovic entrou destruído contra o Sinner não foi por causa da idade, mas sim por essa partida insana de 5h 15min… Há um diferença muito nítida na velocidade de movimentação do Djokovic na partida contra o Aliassime e depois contra o Sinner… Aliassime sugou “todas” as energias de Djokovic que entrou contra o Sinner totalmente exaurido, então, devemos rever sim critérios que tornem as partidas excessivamente longa!
Não tem que mudar esporte por causa de um. Ele tem de aceitar a idade e que a hora dele ja foi… ou será que devemos também diminuir o tempo de futebol para o Messi poder continuar jogando?
Não é por causa de um… Citei Djokovic somente como exemplo, até porque, em Roland Garros 2026, Matteo Berrettini, Cameron Norrie, Matteo Arnaldi, Jannik Sinner, acabaram “abandonando” o torneio exauridos por causa de partidas extremamente longas e exaustivas!!!
Esse papo furado não vai dar em nada….que bom…
Daqui a pouco vai ter gente sugerindo que o placar de cada set vá até 25 igual no vôlei.
Acho que deveriamos entao ir diminuindo a quantidade de sets dos jogos do Djokovic conforme ele for envelhecendo. Dos 30 aos 40 ele joga melhor de 3 em Slams, dos 40 pra frente ele joga um set só, quem ganhar leva. Assim o filho da ATP se casa muito e a Stubbs não se chateia vendo muitas horas de tenis
Sou a favor de algum meio para evitar partidas muito longas. O tenis virou um esporte de maratona em detrimento a habilidade, aonde os mais resistentes vão vencer. E a resistência está condicionada a melhor estrutura financeira, ou seja, uma pequena minoria de atletas como o Djokovic que utiliza a hiperbarica e outras coisas, assim como o Nadal tinha tratamentos bastante avançados para atletas comuns. Isso sem falar no que não é divulgado por eles.
Basta mudar o píso/bolas, o tenis virou maratenis por conta das mudanças no piso e material. Só fazer o processo reverso. 5h15 em Wimbledon com 3 subidas à rede é uma aberração que a ATP buscou
Exatamente, a ATP e a WTA querem jogos com mais rallys e menos pontos curtos, pegaram uma bola pesada, acabaram com a diferença de bolas entre o masculino e o feminino, deixaram as quadras em sua maioria mais lentas (incluindo hard e grama) e ainda acabaram com o carpete. A própria associação buscou esses jogos mais longos…
É só vc ver “o ponto da rodada” de todos os dias. Sempre rallys interminaveis com o mais puro maratenis. Nunca um ace de segundo serviço ou um saque voleio
Ainda bem, muito melhor assim