Rio de Janeiro (RJ) – O Brasil já tem definido o palco para o próximo desafio na Copa Davis. O confronto diante da Suíça, válido pelo Grupo Mundial I da competição, será realizado nos dias 18 e 19 de setembro, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro (RJ).
A escolha da sede foi feita pela Confederação Brasileira de Tênis (CBT), em conjunto com a comissão técnica, capitaneada por Jaime Oncins, levando em consideração as condições de jogo consideradas ideais para o confronto diante da Suíça, além da capacidade de receber um grande evento para o público brasileiro.
“Pela primeira vez em muito tempo, tomamos uma decisão que foge do tradicional. Antigamente, quando jogávamos no Brasil, a escolha era automática: saibro e nível do mar. Hoje, a realidade é outra”, destacou Jaime Oncins, capitão da equipe brasileira.
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“O perfil dos nossos jogadores mudou e eles demonstraram uma excelente capacidade de adaptação a diferentes pisos, como vimos em nossos últimos resultados fora de casa”, acrescentou Oncins, ao relembrar resultados como as vitória fora de casa contra a Grécia e a derrota por 3 a 2 para o Canadá em confronto equilibrado.
“Pensando nisso e nas características atuais da nossa equipe, decidimos jogar em uma quadra rápida e coberta, onde os atletas se sentem confortáveis e já vêm obtendo bons resultados. Além disso, o fato de contarmos com uma arena indoor que possui toda a infraestrutura necessária para sediar um evento desse porte em casa pesou muito na nossa escolha. É um cenário ideal e onde, historicamente, inclusive na Copa Davis, nossos jogadores têm se adaptado muito bem”, complementou o capitão.
A Farmasi Arena é um dos principais espaços para eventos do Brasil. Localizada na Barra da Tijuca, a arena foi palco de disputas dos Jogos Pan-Americanos de 2007 e voltou a receber competições de alto nível durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
O Brasil volta a sediar um confronto da Copa Davis após três anos. A última vez que atuou em casa foi em 2023, na cidade de Florianópolis (SC), diante da China. Desde então, a equipe brasileira disputou seus compromissos na competição longe da torcida brasileira.
Brasil e Suíça se enfrentaram em duas oportunidades na história da Copa Davis, com uma vitória para cada lado. O duelo mais recente ocorreu em 1992, em Genebra, com vitória dos suíços, enquanto o primeiro encontro foi realizado em 1954, com vitória da equipe brasileira.












Eu acho que a muito tempo não somos favoritos a um nível mais alto contra um time europeu. Fonseca e Heide jogam sendo um com ranking de favorito e outro com ranking semelhante aos concorrentes. E os nossos duplistas estão no páreo .
Passa toda e impressão q o Fonseca impos o local e o piso..
E pela fase dos nossos duplistas seria bom o garoto jogar as 3 partidas possíveis, se quisermos evitar um disabor em casa..
Foi para não atrapalhar o calendário do Fonseca… Se fosse no Saibro provavelmente o Fonseca iria pedir dispensa.
Quadra dura e coberta não vamos ver nem a cor da bolinha contra a Suíça.
Não vejo porque. O Brasil tem o 25 do mundo e inúmeros duplistas fortes em qualquer piso. O restante dos jogadores de ambas as equipes tem o mesmo nível. Fraquissimo
Suíça só tem bagres. O único bom tá aposentando
Federer deverá ser convocado.
Como assim? Vamos nos informar antes de vir com falácias. Melhor suíço no ranking, está em turnê de despedida Wawrinka, 111 do ranking, que provavelmente nem deve jogar. Depois dele vem Leandro Riedi, 116 do ranking como melhor suíço. Então, se o João Fonseca jogar, somos muito favoritos no confronto, gostando você ou não. Claro, nem sempre o favorito ganha, mas dessa vez somos favoritos no confronto, mesmo na quadra rápida coberta.
Orra, esse tem sido o melhor piso do João. Inclusive, arrisco dizer que essa escolha de piso passou/pesou por ele.
Brasil escolhendo quadra dura coberta…quem diria…tempos modernos…
Qual a lógica de ter um centro olímpico de tenis, e ele não ser utilizado para tenis
A comissão técnica da equipe brasileira exigiu que o confronto fosse disputado em uma quadra dura e coberta.
A Arena Farmasi é um ginásio fechado e climatizado, ao contrário do Estádio Maria Esther Bueno do Centro Olímpico de Tênis.
a desculpa desta vez foi o “rock” in Rio…
Podiam convocar o GOAT e realizar meu sonho de vê-lo jogando a vera no Brasil
O GOAT joga pela Sérvia…
Na servia joga o melhor, nao o maior
Há muita controvérsia nessa afirmação. Muito subjetivismo. Isso não resiste ao tempo.
Aquele que levou desvantagem nos confrontos diretos contra os seus dois principais rivais? Aquele que nunca ganhou dois sets do Rafael Nadal em Roland Garros? Aquele que é o maior vencedor do torneio masculino de Wimbledon mas nunca derrotou Novak Djokovic numa final? Aquele que disputou quatro Olimpíadas, onde, segundo muitos, só participa jogadores de segundo escalão, mas nunca conquistou uma medalha de ouro em simples? E a lista não para por aí, hein!
Desaposentação que fala?
Eu não sabia que o Djokovic era suíço