Berlim (Alemanha) – No jogo que encerrou a programação das oitavas de final do WTA 500 de Berlim, Alexandra Eala conseguiu um grande resultado e eliminou Elena Rybakina, número 2 do mundo, com parciais de 7/5 e 6/4 em 1h31 de partida.
Esta é a quinta vitória de Eala contra uma top 10 e a terceira na temporada, depois de ter superado Jasmine Paolini em Dubai e Coco Gauff em Indian Wells. As outras duas foram no ano passado, contra Iga Swiatek e Madison Keys na campanha até a semifinal de Miami. A filipina de 21 anos e 35ª do ranking também devolve a derrota sofrida para a cazaque no saibro de Roma.
Durante a temporada de grama, Eala já venceu um torneio da série 125 da WTA em Birmingham e estreou em Berlim derrotando a croata Donna Vekic, campeã de Queen’s. Sua próxima rival será a ucraniana Elina Svitolina, número 8 do mundo, que fez 6/3 e 6/2 contra a alemã Eva Lys. O confronto é inédito no circuito.
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“Ainda estou tremendo depois do jogo, estava assim no match-point também! Estou muito feliz por hoje, os dois sets poderiam ter ido para qualquer lado, ela uma jogadora incrível. Foi muito bom dividir a quadra com ela de novo”, disse Eala na entrevista em quadra. A jovem tenista revelou ainda ter feito uma breve ligação de vídeo para o pai logo após a partida.
All emotions from Alex Eala ?
She roars her way into the Berlin quarterfinal with a straight sets win over Rybakina.#BO26 pic.twitter.com/yW6I4bIJzX
— Tennis Channel (@TennisChannel) June 18, 2026
Para Rybakina, que completa 27 anos nesta quarta-feira, a eliminação ainda na estreia em Berlim ainda atrapalha os planos de diminuir a diferença para Aryna Sabalenka na disputa pela liderança do ranking. A cazaque fez 108 pontos no ano passado, quando chegou às quartas, mas essa campanha sequer figura entre seus melhores resultados válidos para a classificação, enquanto Sabalenka tem 195 pontos da semi a defender. A vice-líder do ranking ainda jogará o WTA 500 de Bad Homburg antes de Wimbledon.
Melhora no saque e nas devoluções
O início de partida foi difícil para Eala, que sofreu uma quebra e saiu perdendo por 4/1. “Acho que ela começou voando, não sei quantos aces ela fez nos primeiros games. Mas depois comecei a ganhar mais pontos com o saque, o que me ajudou muito. E depois consegui jogar mais pontos no saque dela e precisei ser agressiva”, avaliou a filipina, que buscou o empate no oitavo game e voltou a quebrar no fim do primeiro set.
Já na segunda parcial, Eala abriu 3/1 e não enfrentou break-points, cedendo apenas oito pontos em seus games de serviço, enquanto Rybakina se perdia em erros. A número 2 do mundo salvou um match-point em seu saque, mas não evitou a derrota em sets diretos no game seguinte. Rybakina fez 13 a 4 em aces e 28 a 11 nos winners, mas cometeu 41 erros não-forçados contra 19.
Keys confirma duelo com Pegula
Quem também garantiu vaga nas quartas de final foi Madison Keys, ex-top 5 e atual 28ª do ranking, que derrotou a tcheca Karolina Muchova, décima colocada, por 6/4 e 7/5. A experiente jogadora de 31 anos mantém a escrita de nunca ter perdido para Muchova, agora liderando por 3 a 0, e venceu a segunda top 10 no ano.
Finalista de Berlim em 2021, Keys terá um duelo norte-americano contra Jessica Pegula, campeã de 2024 e terceira cabeça de chave. O histórico de confrontos entre elas está empatado por 2 a 2.













Grande resultado dessa menina Eala. Adquirindo mais experiência e maturidade tem potencial para estar entre as tops .
Sim, pois ela pega bem na bola e pessoa canhota costuma ser imprevisível gerando dificuldade a adversários, mas a Eala precisa muito melhorar tecnicamente.
Rybakina está horrível, não ganha mais nada! Não quer virar nº 1.
Você acha que ela está perdendo porque quer?
Pois é, tem uns acham que ela quer perder tem que rir dos viajantes kkk, agora a Ribakina precisa rever seu jogo porque usar o mesmo estilo de jogo em quadra dura em saibro e grama não gera objetivos, ou seja, ela ainda tem dificuldades nesses pisos porque ainda tem dificuldades em variação de jogadas porque nesses pisos o uso de slices e curtas é uma arma boa que a Ribakina ainda não consegue usá-la, claro a Ribakina ganhou Wimbledon porque ali era uma boa novidade, mas após isso não evoluiu na grama porque ainda usa o mesmo estilo engessado que aplica na quadra dura.
Impressionante esta vitória da Eala. Rybakina é campeã de Wimbledon!