Paris (França) – O problema no pé esquerdo que forçou o monegasco Valentin Vacherot desistir de Roland Garros, depois de vencer em sua estreia no torneio, também lhe custará toda a temporada e grama, inclusive Wimbledon, onde ele jogaria pela primeira vez.
“A grama está morta, Wimbledon está morto. Espero estar de volta em um mês e meio estar descansado para a segunda metade da temporada”, afirmou o atual número 20 do mundo em entrevista ao Prime Video Sport France.
Uma dor persistente no pé esquerdo, já o tinha incomodado em Roma, desistindo do torneio antes de fazer sua estreia, obrigou Vacherot a também desistir antes de sua partida da segunda rodada em Roland Garros contra o chileno Alejandro Tabilo.
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Vacherot superou a estreia em Paris contra o convidado da casa Thomas Faurel, em seu primeiro jogo da carreira no Grand Slam, mas sequer entrou em quadra na rodada seguinte. Agora ele tenta se recuperar para retornar na temporada norte-americana de quadras duras.
🚨 Valentin Vacherot souffre d’une fracture de fatigue au pied accompagnée d’un œdème osseux. 🤕
🗣️🇲🇨 « Le gazon, C’EST MORT. Wimbledon, c’est mort. J’espère être de retour dans un mois et demi afin d’arriver frais pour la deuxième partie de saison. »
Via @PVSportFR pic.twitter.com/GORrj1YlVp
— Univers Tennis 🎾 (@UniversTennis) June 9, 2026












Para o Fonseca é uma excelente notícia . Já estava como Cabeça 24 por conta da ausência do Alcaraz . Tiafoe ainda pode passá-lo esta semana .
A margem para seguir como cabeça 24 aumentou . E se confirmar , escapa dos 8 primeiros cabeças numa R3 em Wimbledon .
Uma pena. O estilo dele casaria bem com a grama. Escolhas erradas de calendário, como muitos fizeram.
Fratura por estresse geralmente não acontece por um torneio a mais ou a menos. Parece mais como consequência do volume e da intensidade que o circuito vem exigindo dos atletas. Não é coincidência que tantos jogadores estejam machucados ao mesmo tempo.
Fernando, o Vacherot era um cara acostumado a jogar 1 jogo e ir pra casa. Agora que ele entrou nessa fase mágica, passou a disputar um número de jogos que o corpo não estava acostumado. Quando levou esse mesmo pique para o saibro, o corpo apitou, não aguentou. Teria sido mais sábio pular um pedaço da temporada de saibro e aproveitar esse bom momento nas quadras de grama. Mas aí vai de cada um. Prum cara que sempre viveu na franja do circuito, viver esse momento espetacular, no top-20, vencendo M1000, tira você de prumo mesmo.
Você não olhou os dados.
2026: 24 partidas;
2025 (mesmo período – jan até RG): 36 partidas;
2024 (jan-RG): 48 partidas.
2023: não contei, pois ele não jogou RG. Parei por isso.
Então, não é compatível com o que escreveste. Se tu propõe uma hipótese precisa trazer evidências. Pensa nisso. Se tu não verifica dados facilmente acessíveis (olhei no Tennis Explorer, não demorei 2 min fazendo isso), fica difícil confiar em qualquer análise que tu fizer sobre temas mais complexos (como política, por exemplo).
O que deve ter aumentado: intensidade média das partidas, nível dos adversários, viagens mais desgastantes.
Façamos o comparativo entre 2025 e 2026 então: não fosse a campanha em Xangai, Vacherot teria 30 partidas disputadas, pouco mais do que as 24 que ele disputou em menos de 5 meses de 2026. O corpo não aguentou a maratona de partidas.
Some-se a isso jogos mais longos, mais viagens, mais tempo dedicado a ações de marketing e publicidade (se tornou uma das estrelas do circuito), menos tempo dedicado a treinos etc.
Não adianta levantar dados e não saber interpretá-los.
Dito isso, não vou me alongar na discussão.
Bobagem das grandes ! O cara tem 23 partidas no ano . Menos até do que o João , um dos que menos jogou no ano . Montou uma teoria que combina com os fatos . Mas não tem absolutamente nenhum fundamento .