Fonseca brilha em Paris com repertório técnico, muito físico e cabeça fria

Foto: Pierre Froger/FFT

João Fonseca respondeu nesta sexta-feira, em plena Philipp Chatrier, por que é um dos grandes talentos da nova geração. Teve excepcional preparo físico, cabeça fria, completos recursos técnicos e táticos, além é claro de um gigantesco coração. Caso contrário, não teria protagonizado as duas espetaculares viradas que conseguiu diante do todo poderoso Novak Djokovic. A primeira, atrás por dois sets, a outra quando perdia por 1/3 lá no quinto set.

Claro que, aos 39 anos, Djokovic não tem mais a mesma destreza física de outrora, porém isso não o impediu de competir o tempo inteiro e mostrar capacidade de brigar por pontos longos depois de quatro horas de batalha. Sua entrevista mostra análise simples e direta: “Joguei muito bem, mas ele foi melhor que eu”. Ou então, “Fonseca mostrou por que existe tanta expectativa em cima dele”.

João demorou a reagir. Quase levou 6/1 no primeiro set, com Nole impondo um ritmo pesado e suas ótimas devoluções, mas a partir do momento que diminuiu o placar, com quebra, o brasileiro achou melhor ritmo. Mas não se vacila contra Djokovic e isso custou também o segundo set, principalmente porque o sérvio jogava com maestria os pontos importantes. Sua especialidade, aliás.

A reação começou quando o número 4 do mundo jogou muito com o segundo serviço. O brasileiro enfim aprofundou a bola com qualidade e daí em diante ganhou confiança. Chegou a acertar 81% do primeiro saque, um número assombroso e essencial diante da pressão que Nole coloca no segundo serviço. O game duríssimo para fechar o terceiro set foi sinal de que Fonseca podia mais.

Isso se veria na tensa final do quarto set. Os dois haviam trocado quebras no começo da parcial, e eis que no oitavo game Djokovic mostra toda sua solidez da base e chega ao break-point, praticamente um match-point. João se safou com segundo saque a mais de 180 km/h e uma saraivada de forehands, a mesma força e precisão que lhe dariam pouco depois a quebra mágica e o passe para o quinto set.

Vira e mexe, o sérvio fazia expressões corporais de exaustão. Mas quem o conhece sabe que ele não iria entregar nada. Ao contrário, voltou a acelerar o jogo, colocou o jovem adversário para correr e abriu 3/1. Não deu tempo de respirar, porque o carioca apostou no ataque ao backhand, reagiu e daí em diante sempre pareceu que estava mais perto da vaga. Competidor exemplar, Djoko lutava com todas as forças que lhe restavam e fazia pontos incríveis, no fundo ou na rede. Só não contava com um game nobre do brasileiro, cobrindo toda a quadra e escolhendo bolas corretas, o que valeu a quebra definitiva e uma explosão no estádio Philippe Chatrier.

O game final foi um capítulo à parte e repetiu algo que o circuito está se acostumando a ver: a frieza e a coragem de Fonseca. Apertado por um break-point, disparou três aces consecutivos para adiar novamente o sonho do 25º troféu de Slam de seu gigante oponente e para recolocar o tênis masculino brasileiro nas oitavas de Paris, o que não acontecia desde Thomaz Bellucci, em 2010. De quebra, enfim derrotou um top 5 do ranking e um campeão de Slam.

Há boas e más notícias para o próximo desafio, no domingo. Vem agora o saibrista e duas vezes finalista Casper Ruud, adversário inédito. No entanto, o norueguês também gastou quase cinco horas e saiu de dois sets abaixo para superar Tommy Paul, salvando dois match-points. Sufoco semelhante aconteceu a ele na estreia, quando se sentiu mal e admitiu ter pensado no abandono. Vamos ver quem está mais inteiro e quer mais.

Resumão

– A queda de Djokovic faz com que nenhum campeão de Slam esteja ao menos nas oitavas de um Slam em toda a história do tênis. Ou seja, Roland Garros terá um novo herói daqui a nove dias.
– Esta foi apenas a segunda derrota de Djokovic com virada de 2 sets a 0. A outra foi também em Paris, contra Jurgen Melzer, em 2010.
– Fonseca é o primeiro tenista com menos de 20 anos a ganhar de Djokovic em um Slam.
– Quem passar de Fonseca-Ruud terá Andrey Rublev ou Jakub Mensik. O russo fez jogo duro contra Nuno Borges, com algumas oscilações no saque, e o tcheco levou um ‘pneu’ de Alex de Minaur antes de atropelar. E olha que vinha daquele jogo sufocante que o deixou cheio de cãibras.
– Outro adolescente a avançar foi Rafael Jódar, que se enrolou todo com Alex Michelsen e só levou no quinto set. Ele terá duelo espanhol contra Pablo Carreño, 34 anos, que volta às oitavas de Paris depois de cinco anos.
– Alexander Zverev deu a famosa ‘viajada’ no terceiro set, mas é muito mais jogador do que Quentin Halys e chega à 41ª vitória no torneio. Será superfavorito contra o lucky-loser Jesper de Jong, 106º do ranking, que tirou Wawrinka e agora Khachanov.
– Iga Swiatek teve pequenas oscilações antes de vencer duelo polonês contra Magda Linette e pega a perigosa Marta Kostyuk, campeã em Madri e invicta no saibro há 15 jogos.
– E fica mais perto o eventual reencontro de Iga e Elina Svitolina. A vencedora de Roma será favorita contra Belinda Bencic, que não tem o saibro como preferência.
– Mirra Andreeva segue reclamando da vida, mas vencendo. Passou bem por Marie Bouzkova e terá pela frente Jil Teichmann, que brecou a instável Karolina Muchova, vice de 2023.
– E a romena Sorana Cirstea segue sua mágica turnê de despedida, com direito a ‘bicicleta’ em cima de Solana Sierra, tornando-se a de maior idade a fazer isso num Slam, aos 36 anos. Enfrenta a 148ª do mundo, a chinesa Xiyu Wang, e tenta repetir quartas que atingiu 17 anos atrás.

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Jonas
Jonas
2 dias atrás

Esse torneio acabou virando o Grand Slam mais interessante dos últimos 2 anos, sem dúvida. São vários cenários possíveis e por mais que eu goste do Zverev, prefiro que alguém da novíssima geração faça história.

Embora o alemão mereça seu primeiro Slam, o mais incrível sem dúvida seria o João Fonseca vencer, ainda mais com essa chave duríssima que ele pegou. Seria o Slam do século.

Mas se o brasileiro perder, o que é bem possível, a torcida vai para Jodar>Mensik>Zverev. Mas quem faria a final do outro lado da chave? Rs

Mais imprevisível impossível, eu só torceria para o Aliassime não chegar à final… ficou uma chave bem feia. Melhor dos mundos é Cobolli ou Svajda (quem?) na final, o resto é sem graça.

Leo Gavio
Leo Gavio
2 dias atrás

Essa guerra sem sentido entre Federer e Djokovic, provocada pelos fãs do suíço, não faz sentido.

O posto de GOAT do Djokovic é indiscutível.

Federer começou batendo em ninguém, “ganhou do Sampras aposentado em Wimbledon” e perdeu para o Guga por 3 a 0 quando já era número 1 em Roland Garros. Foi necessário o Nadal perder antecipadamente para ele ganhar lá em 2009.

Djokovic tomou a liderança em 2011 como se o Fonseca tomasse hoje a liderança do Sinner e do Alcaraz. Federer não teve um Sinner e um Alcaraz no início; é só ver o currículo dos adversários. Então foi mais fácil para ele dominar durante um período de entressafra: Agassi velho, Guga operado, Hewitt decadente, Nadal novo, incomodando só no saibro. Assim, ele estabeleceu números questionáveis, porque o que veio a seguir foi uma lapada atrás da outra.

Federer não ganhou um US Open sequer depois dos 27 anos e 1 mês. Djokovic ganhou Slams em três décadas diferentes: contra Fedal, contra Murray, Del Potro, Wawrinka, Tsonga, Thiem, Medvedev, Tsitsipas, Sinner e Alcaraz. O cara atravessou gerações dominando o circuito e vencendo Slams de forma constante.

Aí vem o fã fanático do Federer e acha que o único argumento que determina o GOAT é se ele faz um drop shot e um voleio mais bonitos, ou se tem um estilo mais agressivo — critérios tirados de um local obscuro.

Eles querem, a qualquer custo, que critérios subjetivos, de mecânica dos golpes, determinem o melhor jogador. Federer pode ser o mais agradável de ver atuando, porque ele realmente transmite uma facilidade de execução, e isso é prazeroso, sim. Mas o melhor é aquele que domina o oponente. Tênis não é ginástica artística.

Djokovic é o GOAT. Acho que Federer é o segundo GOAT, porque, em 2017, ele humilhou o Nadal, mostrando que a dificuldade dele com o Miúra era uma questão técnica. Nadal é o GOAT do saibro, e os fãs dele têm bons argumentos para solicitar o segundo posto. Porém, eu acho que Federer, mesmo freguês, é melhor que ele.

Jonas
Jonas
2 dias atrás
Responder para  Leo Gavio

Eu já acho Nadal melhor (por pouco), mesmo sendo mais limitado tecnicamente que o Federer ele não tinha medo. Tratou de meter um 17 x 8 no suíço antes dos 30 anos do cara. Venceu ele em Wimbledon, Australian Open… Nadal foi gênio demais.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
2 dias atrás
Responder para  Jonas

Sem comentários.

Ridículo…

Jonas
Jonas
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Ué, por quê?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
2 dias atrás
Responder para  Leo Gavio

Cuidado.

Pois a falácia da tal entressafra do suíço facilmente se volta contra o próprio Djoko.

Ele também desfrutou de um período “zé moleza”, por assim dizer rs

Jogando contra Zverev, Tsitsipas, Medvedev, dentre outros.

Só agora, com Alcaraz e Sinner, ambos em grande forma, que a coisa mudou mesmo de figura.

Gilvandro
Gilvandro
1 dia atrás
Responder para  Leo Gavio

Federer foi melhor e o servio maior. Federer só perde no confronto direto por causa do físico e não porque era pior, era seis anos mais velho e isso fez muita diferença no confronto direto, já que era nítido que era somente isso que pendia a favor do Djockovick. Sobre o confronto contra Nadal Federer só perde porque a maioria dos confrontos foram no saibro, tirando isso Federer amassa o espanhol em tudo.

Paulo A.
Paulo A.
3 dias atrás

Dalcim, não vou me surpreender se o João conseguir uma vitoria de 3X0 sobre o Ruud. Achas que é um delírio? Eu não duvido maos de nada dele…

Marquinhos
Marquinhos
3 dias atrás

Em termos de potência nos golpes e devido a potência da direita e saque do João, parecia sim uma Ferrari contra um fiat 147.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
3 dias atrás

Alguém desta conceituada galera saberia me informar quanto as casas de apostas estavam dando pro João Fonseca antes do jogo?
Grato desde já.

Última edição 3 dias atrás by Maurício Sabbag
Valdemar Lopes
Valdemar Lopes
3 dias atrás

Parabéns!!! Ao JF linda virada em cima do melhor de todos os tempos! Vai com certeza ajudar muito a carreira dele com essa brilhante vitória! Resta agora ao alemão aproveitar a Q pra mim será a última chance real dele ganhar esse tão esperado primeiro Slam.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 dia atrás
Responder para  Valdemar Lopes

Parece que o senhor mudou de opínião, hein? E da noite pro dia…

Marquinhos
Marquinhos
3 dias atrás

A chave de cima mostra a fraquíssima entressafra que o tênis passa atualmente e há muito tempo, e mesmo assim o aposentado não se aproveitou.

Marquinhos
Marquinhos
3 dias atrás

Federer x Djokovic

Forehand

Federer 10
Novak 8,5

Backhand

Federer 8,5
Djokovic 9,5

Devolução:

Federer 8,5
Djokovic 9,8

Saque

Federer 10
Djokovic 8,5

Slice

Federer 10
Djokovic 4

Vôleio

Federer 10
Djokovic 5,5

Drop

Federer 10
Djokovic 3,5

Smash

Federer 10
Djokovic 0

Loby

Federer 10
Djokovic 5

Federer é muito superior tecnicamente ao sérvio!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
3 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Resultado da superioridade:

20 > 24
29 > 40
6 > 7
310 > 428
5 > 8

Última edição 3 dias atrás by Paulo Sérgio
Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

28.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Aí a superioridade é maior, 28 > 40

Rafael Sousa
Rafael Sousa
3 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Faltou 27 < 23
Cinquenta confrontos: vinte e sete vitórias do Djoko contra vinte e três do Federer.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Pior que li até o final e vi o tal de “loby”. Só conheço lobby e lob e no caso do fundamento do tênis, o Federer conheceu bem o do Djoko na final do USO 2015 e o João ontem. Nota 10 contra 7 do suíço, que mal usava o recurso, ainda mais de esquerda.

Marquinhos
Marquinhos
3 dias atrás

Acho que a vitória deveria ter sido mais fácil. 3 x 0 ou 3 x 1. O rival costuma tremer contra a molecada. Não à toa é conhecido como lanchão da next gen.

PS: Só na cabeça do fanático mesmo o sérvio teria condições de vencer RG, mesmo com o melhor tenista do torneio eliminado.

Em Wimbledon, terra do goat e melhor da história Roger Federer, a piada pro sérvio vai ser a mesma!

Ronildo
Ronildo
3 dias atrás

Esse RG está muito louco! Os tenistas estão todos possuídos, todos vislumbrando o erguimento da Taça! A queda de Sinner transformou RG 2026 numa verdadeira corrida ao ouro onde os tenistas dão tudo de si até o último ponto.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
3 dias atrás
Responder para  Ronildo

Concordo. Lembrei da comédia “Corre que a polícia vem aí!”. Só que virou “Corre que o caneco tá logo ali!”.

Ronildo
Ronildo
2 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Vai bater o recorde de partidas de 5 sets. Tomara que ninguém saia seriamente lesionado.

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás

Quem mer dera ser um dos pouquíssimos humanos da história sendo penta de Wimbledon passando “vergonha”…

José Eduardo Pessanha
José Eduardo Pessanha
3 dias atrás

Felipe Dylon jogou como gente grande ontem. Parabéns.
Abs

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

Hahahahahahahahaha
Pior que há semelhanças!

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
3 dias atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

kkkk é a cara do Felipe Dilon mesmo rs

SANDRA
SANDRA
3 dias atrás

Dalcim o Fonseca pelos patrocinadores e obrigado a dizer que o goat é Djokovic mas sou fã do Federer ? Coitado do Fonseca rsssss

Jonas
Jonas
2 dias atrás
Responder para  SANDRA

Provavelmente nosso brazuca vai tomar um puxão de orelha do Chefe, rs.

levI sIlvA
levI sIlvA
3 dias atrás

Dalcim, meu caro, o que cabe a um tenista profissional, como Jodar que empurrou nitidamente com intenção a boleira ao sair da quadra?
A ATP pode punir de alguma forma, alguém que age dessa forma tão irrepreensível?

Marcelo Reis
Marcelo Reis
3 dias atrás
Responder para  levI sIlvA

Ele não tocou nela. Gesticulou com mão e coincidentemente ela tropeçou na lona ao andar para trás. O ângulo da câmera engana. Tem vídeo de tudo que é ângulo no X, inclusive de perto e em câmera lenta.

Leonardo Felix
Leonardo Felix
3 dias atrás

Que resiliência de João Fonseca! Vitória maiúscula, que pode servir de grande trampolim para sua carreira, se bem aproveitada do ponto de vista psicológico.

Uma curiosidade: conforme pesquisado por um amigo meu, esta seria a primeira vez desde o AO de 1959 que um Grand Slam chega à fase de oitavas-de-final sem nenhum campeão prévio de slam na chave masculina.

Isso significa que os astros se alinharam para o tão aguardado título de Zverev. Será que o alemão aguenta o peso do favoritismo, mestre Dalcim?

Leo Gavio
Leo Gavio
3 dias atrás

Fonseca disse que Djokovic é o GOAT, mesmo ele desejando que fosse o Federer. E eu digo: Federer é o mestre dos aforismos; Djokovic é o mestre dos romances. Falta aos fãs de Federer aprender a apreciar os romances, pois admirar a fluidez dos golpes de Federer é praticamente uma unanimidade entre os fãs de qualquer tenista.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
3 dias atrás
Responder para  Leo Gavio

Há controvérsias.

O que faltou ao Federer foi ter aproveitado melhor as chances que teve. Jogado com mais inteligência, sem confiar demais no próprio talento.

Em simplesmente 3 Grand Slams, ele teve os matchpoints contra o Djokovic e jogou na privada!

Imaginando que ele tivesse convertido tais chances, algumas inclusive com o saque, ele teria hoje 3 titulos de major a mais, e o sérvio teria 3 a menos.

Ou seja, além do jogo do suíço ser bem mais bonito, ainda teve chances nítidas de, por muito pouco, terminar com mais majors do que o Djoko.

Por isso acho que o Federer foi maior. Até porque tem uma legião de fãs bem mais numerosa que a do sérvio (exceto nesse blog aqui rs).

Ronildo
Ronildo
3 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Sem falar da raquete Rodrigo. A raquete que ele usava até 2014 era obsoleta para o saibro. Mesmo assim, com essa raquete venceu Djokovic em RG 2011, que foi o melhor ano de Djokovic no circuito.

Leo Gavio
Leo Gavio
3 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Acho as partidas do Djokovic muito mais epicas do que as do Federer. Afora isso, 99% de todos os outros numeros e marcas vão contra essa ideia de que 1 ou dois slams a mais do Federer sanariam a diferença estatistica, e ainda teriamos de computar os Slams que fatalmente Djokovic venceria, como WB 2020, aopen 2022, USOpen 2020. Entao, nos numeros, esqueça, Djokovic é o maior com ou sem “ses”.

Ronildo
Ronildo
3 dias atrás
Responder para  Leo Gavio

Sim, com certeza as partidas de Djokovic foram muito mais épicas. Você esqueceu o quanto Federer era agressivo? Lembra quanto tempo durou a partida com vitória de Djokovic em 5 sets sobre Nadal na final do AO e quanto tempo durou a final que Federer venceu também em 5 sets sobre Nadal lá?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
2 dias atrás
Responder para  Leo Gavio

Você tá tirando uma com a minha cara, né? Só pode rs

Não teria como computar o que você citou, porque você simplesmente usou uma falsa equivalência.

Saque na mão e matchpoint do suíço está anos-luz de distância do Djoko sequer participar de um dado torneio (como Wimbledon 2020) e você cravar que ele o ganharia, caso participasse.

Isso não dá sequer pra chamar de arrogância tua. Só de delírio mesmo rs

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
3 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Se Djoko e Nadal não existissem, Federer seria o goat rs

Ronildo
Ronildo
2 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

O fato é que os dois jogavam contra Federer sem pressão nenhuma por causa do status de Roger Federer no circuito. E isso facilita muito, muito mesmo para vencer uma partida.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 dia atrás
Responder para  Ronildo

Isso é irritante de se ler, porque é completamente irreal.
Depois chamam os kombistas de fanáticos, rsss.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
2 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

O Federer foi bem melhor do que o Nadal. Desculpe…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

20 > 22
16 > 24
28 > 36
1 prata > 1 ouro

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 dia atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Aquele do US Open ele não jogou na privada. Djokovic fez o winner da vida.
Sem contar que ainda teria a final com Nadal, que naquela época enfrentava Mr. Federer sem nenhum medo em quadras de cimento.

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás

Que a vitória sobre o GOAT catalise a carreira de João Fonseca!
Os haters do maior de todos que desfrutem a brilhante vitória do nosso conterrâneo, deixando a amargura de lado.
Vou me permitir sonhar, mesmo o favoritismo do torneio seja do Zverev agora.
Que o russo consiga finalmente seu primeiro Slam.

Groff
Groff
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Zverev é alemão.

Valdemar Lopes
Valdemar Lopes
3 dias atrás
Responder para  Groff

Mais é descendente de Russo!

Sergio
Sergio
3 dias atrás
Responder para  Valdemar Lopes

Nada a ver.

diogo
diogo
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Russo? E, só se transplantarem o cérebro dele.

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Eticamente é um russo de pura cepa.
Apenas nasceu na Alemanha.

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

* Etnicamente

Sergio
Sergio
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Mas que comentário estapafúrdio. “Só” nasceu na Alemanha? Uai, o que mais precisa para ser alemão? Nascer na Nicarágua ou no Japão? Então eu não sou brasileiro porque meu bisavô nasceu na Itália, seria isso. E eu “só” nasci no Brasil, mas sou italiano? Pela amor…

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Desculpe, mas você é um dos participantes mais amargurados deste espaço. E acaba de provar isso mais uma vez.

Pra que mencionar haters de quem quer que seja numa ocasião dessas?

Comemore a linda vitória do João que você ganha muito mais…

Sergio
Sergio
3 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Concordo plenamente.

Alexandre
Alexandre
3 dias atrás

Dalcim, as duas últimas vitórias de virada aconteceram no início da noite, onde a umidade aumenta e o João tem um pouco mais de tempo para preparar seus golpes. Amanhã foi escalado para a rodada noturna com o Ruud e com o dia mais frio esperado pra amanhã, o jogo será em condições bem mais lentas. Você acha que isso ajuda mais o João ou o próprio Ruud que é muito adepto ao saibro?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
3 dias atrás

Esse jogo maravilhoso nos demonstrou coisas claras: 1) o físico do nosso brazuca está em franca ascensão; 2) a potência dos golpes do cara voltou ao patamar prévio; 3) o serviço voltou ao patamar prévio; 4) e o principal, esse conjunto aumenta a confiança para as alturas, fortalecendo o mental. Ruud será um adversário duríssimo, mas depois de vencer uma partida como a de ontem JF não pode mais ser encarado como zebra nesse evento, sem dúvida pode vencer e caminhar. Vamos acompanhando… e torcendo!

diogo
diogo
3 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Adios Ruud. Não vai ser fácil, mas vai.

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  diogo

Dá medo desse jogo.
Acho o confronto contra o Ruud bem mais perigoso do que contra o GOAT.
Aquela relaxada natural depois de ter feito o jogo do torneio e ter derrotado um titã do esporte.

Paulo A.
Paulo A.
3 dias atrás
Responder para  diogo

Não me surpreenderei se o JF engatar uma 1a e fazer 3X0 no Ruud. Para isso terá de jogar bem e estar recuperado fisicamente, claro.

cabelo de boneca
cabelo de boneca
3 dias atrás

Só de pensar nos textos que o pessoal chatão que frequenta aqui estava escrevendo quando estava 2×0 pro Djokovic e depois tiveram que apagar e guardar bem guardadinho já dou risada sozinho kkkkkkkk

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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