Paris (França) – Com apenas quatro vitórias na temporada e a iminente saída do top 100 do ranking na próxima semana, Beatriz Haddad Maia chega sem expectativas para Roland Garros. Semifinalista em 2023, a número 1 do Brasil e 78ª do mundo estreia neste domingo, por volta das 8h (de Brasília) contra a britânica Francesca Jones, 105ª do ranking.
“Não tenho nada de expectativa em relação a resultado, porque a real é que não estou ganhando. Vou ser bem realista, não estou vindo de vitórias e nem estou hiper confiante”, disse Bia Haddad Maia, em entrevista à ESPN.
“A minha realidade é essa, não vou esconder para mim e ficar fazendo fantasia”, acrescentou a paulistana de 29 anos, que caiu na estreia das duas últimas edições em Paris.
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“Eu vou entrar na quadra para ganhar um set. E se ganhar um set, aí vou tentar ganhar os dois. Não tem como jogar um 40-30 no terceiro set, com 5/4 sacando se você não ganha um set. Espero que minha atitude seja forte e confiante até o último ponto”, complementou a tenista. Caso consiga passar por Jones, Bia enfrentará a tcheca Marie Bouzkova ou a italiana Lucia Bronzetti.
Em entrevista exclusiva à ESPN, Beatriz Haddad Maia foi sincera ao falar sobre as expectativas para Roland Garros e o momento que vive na carreira. 🎾🇧🇷✨
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— ESPN Brasil (@ESPNBrasil) May 22, 2026
As vitórias mais recentes de Bia no circuito foram no WTA 125 de La Bisbal, no saibro espanhol, onde ela chegou às quartas no início de maio. Ela ainda não venceu nenhuma jogadora do top 100 na temporada e caiu na estreia dos últimos três torneios que disputou.
Parceria com Samsonova nas duplas
Além da disputa individual, Bia também está na chave de duplas em Roland Garros, ao lado da russa Liudmila Samsonova. Elas estreiam contra a ucraniana Lyudmyla Kichenok e a norte-americana Desirae Krawczyk, cabeças 9 em Paris.











Ao contrário de alguns comentários lastimáveis sorbe a Bia, de pessoas que parecem depender dos jogos dela para levar comida para casa, vejo uma atitide correta. Melhor não ficar dando entrevistas detalhadas para não criar expectativas e não incentivar uns por aí, que adoram citar o que não se cumpriu…. vai saber o motivo de cada um.
Melhor trabalhar dia a dia, já que não está aleijada nem nada disso, e o que vier é lucro. Dar a resposta na quadra. Sempre lembro do Agassi, que chegou a 140 do ranking e retornou para ser nº1… se ele fosse dar ouvidos ao que todos falavam, teria se aposentado e não teria feito história.
Como ver o copo meio vazio ….
A verdade é que a Victória barros tem mais moral que ela
Putz! Que papo negativo. Ela poderia sinalizar um plano de ação para tentar retomar o nível, mas nada revelou a respeito. Nem sequer disse que segue treinando com afinco, só admitiu que atravessa uma (longa) fase ruim e abdicou de ter qualquer expectativa para seus próximos jogos. Que triste vê-la se manifestar assim.
Que entrevista maravilhosa, vejo luz no fim do tunel. Até que enfim parou com as entrevistas desconectadas da realidade e vindas diretamente de um mundo de sonhos e fantasia. Parar com fantasia e por os pés no chão é o primeiro passo pra voltar a vencer
Força, Beatriz!
Pelo menos dessa vez não tem pressão. Quem sabe isso ajude um pouco.
Tá certo a Bia. Tem que ir sem muitas pretensões, nem cobranças.
Vamos ver no que vai dar.
Força, Beatriz.
Não consigo ver como ela pode estar certa ao se expressar com tanto desânimo. A menos que ela não tenha mais metas em sua carreira.
No que pese ter tido uma história de vitórias, nesse momento tem discurso de uma pessoa fracassada. Deveria ser bem honesta e desistir da vaga.
Espero que leve 2 pneus.
Este foi um dos comentários mais lamentáveis publicados neste Blog.
Perdeu uma grande chance de não falar nada.
Bateu a real!
Que bom!
E olha que ela bateu na Svitolina em Bad Homburg ano passado, só que a Elina foi Campeã de Roma (wta1000), este ano! E ainda tem filha…
Ou seja, uma subindo a outra descendo… o tênis tem suas surpresas…
VQV BIA!
Normal, galera. Toda carreira um dia acaba. O difícil é saber a hora de parar.
Bia não tem físico nem mental para competir em alto nível. Mas pode prosseguir gastando o dinheiro que ganhou jogando torneios menores só por diversão. Pode ainda focar em duplas, aí pode conseguir uma parceria que tenha físico para correr por ela, pode até continuar jogando torneios maiores.
Não tem físico e nem mental…. ela chegou no top 10 jogando “ping-pong”??? Ficou 5 anos no top 100 desfilando??? Tem cada uma. Está num mal momento, mas não sabemos reais motivos. Mesmo sendo o mental, o que dentro do mental fez ela decair??? Vamos Bia, sucesso sempre.
Não é só um mal momento, é o fim da carreira. Mental foi pro saco. Movimentação veloz igual a um poste.
Já foi uma boa jogadora, ganhou 1 WTA 500 e dois 250. Mas como cantou Nelson Ned: tudo passa, tudo passará.
Ela tem 29 anos. Tá longe do fim da carreira ainda. Tênis ela tem, tem que conseguir resolver a questão mental, e isso segue sendo perfeitamente possível. É ridículo ver o pessoal decretando o fim da carreira dela sem ter a minima noção do motivo de ela estar mal.
É uma mudança discurso, achei bem interessante. Agora, parte de um ponto realista, que está de fato bem baixo perto do que foi um dia não muito distante. Só não pode se conformar. A Shuai Zhang passou por isso recentemente e superou. Muitas outras passaram ou estão passando. Nada de mais. E com novo treinador, a coisa fica animadora. A ver amanhã.
Parabéns Bia pela so ceridade, pela coragem! Talvez isso signifique que o jogo pode mudar a teu favor!
Vamos torcer para a Bia fazer um bom torneio, independente de resultados. Nas duplas boa chance também.
Tua realidade é top 200, infelizmente
Não nao, essa materia é sobre a Bia, nao sobre o Wild
Chegou no top 10 por acaso??? E em duplas tb…