Monte Carlo (Mônaco) – Em sua turnê de despedida do circuito profissional, Stan Wawrinka está próximo a alcançar o sonho de enfrentar pela primeira vez o espanhol Carlos Alcaraz. Eles podem duelar na segunda rodada do Masters 1000 de Monte Carlo, mas para isso acontecer, o suíço precisa superar o argentino Sebastian Baez na estreia.
O campeão em 2014 do evento monegasco demonstrou sua admiração pelo atual número 1 do mundo e espera competir em alto nível para encerrar sua trajetória profissional com bons resultados. “Seria mágico enfrentá-lo aqui, sonho que isso aconteça. Carlos está levando o tênis a outra dimensão e o que ele faz em quadra é excepcional”, exaltou.
Ao comentar sobre as diferenças do seu início de carreira para a fase atual, o tenista de 41 anos considera que a evolução no circuito acontece velozmente. “As bolas mudaram completamente o esporte. O jogo ficou mais físico e mais homogêneo entre as diversas superfícies. Hoje é bem mais difícil introduzir variações táticas”, pontuou o ex-número 3 do mundo e atual 98º da ATP.
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Indagado se ainda tem condições de alcançar resultados expressivos, Wawrinka foi enfático ao garantir que está dedicado a entrar em quadra sempre com o propósito de dar o seu melhor. “Sou um competidor nato e enquanto estiver em atividade, disputo cada jogo querendo vencer e acreditando que irei conseguir. Sempre vou me exigir ao máximo, essa mentalidade é a responsável por me conduzir aos grandes títulos e me motiva a continuar jogando”, garantiu.
O suíço soma 16 títulos na carreira, sendo três de Grand Slam, além de ter conquistado a medalha de ouro em duplas com Roger Federer nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. Após receber convite da organização, Wawrinka abre campanha no Principado nesta segunda-feira, na segunda partida da Quadra Rainier III, por volta das 8h (horário de Brasília). Ele perdeu para Baez neste ano na United Cup, no único duelo entre ambos.
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“’As bolas mudaram completamente o esporte. O jogo ficou mais físico e mais homogêneo entre as diversas superfícies. Hoje é bem mais difícil introduzir variações táticas’”, pontuou o ex-número 3 do mundo e atual 98º da ATP.”
Bingo! Grande observação de um dos meu top jogadores favoritos na história do tênis! Vou marcar esse comentário e o link para mostrar a todo mundo que ainda quer argumentar que não houve padronização do jogo no circuito.