Saibro promete emoções e surpresas. Para já.

Depois de um “esquenta” nesta semana, a real temporada de saibro vai começar para os grandes nomes. O masculino abre sua exigente sequência já neste domingo, enquanto as meninas jogam alguns torneios de menor quilate antes de verem as verdadeiras candidatas em ação, a partir de Stuttgart, dentro de 10 dias.

A distribuição da chave de Monte Carlo, definida nesta sexta-feira, me agradou. O atual campeão Carlos Alcaraz, cada vez mais pressionado na liderança do ranking, será sempre favorito no piso mais lento do Principado, mas pode encarar adversários com desempenho comprovado no saibro, casos de Sebastian Baez (ou Stan Wawrinka) logo na estreia, Alexander Bublik (ou Gael Monfils) nas oitavas e Lorenzo Musetti, Luciano Darderi ou Flavio Cobolli nas quartas.

Jannik Sinner, semifinalista do torneio em 2023 e 2024, também deverá cruzar com jogadores competentes na terra batida. Os primeiros podem ser Francisco Cerúndolo ou o tricampeão Stefanos Tsitsipas, que se cruzam em interessantíssima primeira rodada, e quem sabe duas etapas depois diante do norueguês Casper Ruud, um dos nomes mais fortes da superfície nos últimos anos.

Foi nessa parte inferior onde ficou João Fonseca e, apesar de possíveis cruzamentos com Karen Khachanov e Daniil Medvedev, o carioca tem de ser observado com atenção em seu debute no secular campeonato, principalmente se tiver um bom início contra o irregular Gabriel Diallo, que depende demais do saque. Por isso, dá para ser otimista e imaginar o terceiro grande desafio seguido de Fonseca na temporada: encarar Alexander Zverev nas quartas, embora o alemão tenha Andrey Rublev, vencedor do torneio em 2023, no caminho.

De forma geral, a fase europeia, incluindo Mônaco, me parece muito propícia a novidades.
Os torneios de nível 250 desta semana provam essa teoria e pudemos ver, do lado masculino, o excelente desempenho dos argentinos, com Mariano Navone, Thiago Tirante, Roman Burruchaga, Camilo Carabelli e até o veterano Marco Trungeliti atingirem as semifinais. No meio deles, está um nome sempre perigoso, o argentino naturalizado italiano Darderi.

Claro que nenhum deles vira automaticamente candidato a chegar nas rodadas decisivas dos grandes torneios, mas são nomes que podem muito bem incomodar, cansar ou derrubar cabeças de chave de peso, como já fizeram nesta primeira semana. Burruchaga saiu do título no challenger de São Paulo para eliminar Learner Tien e Tirante superou Ben Shelton, ambos em Houston. E pode haver mais surpresas, como os jovens espanhóis Rafael Jodar e Daniel Merida, outros que chegaram na penúltima rodada, um em Marrakesh e outro em Bucareste.

No feminino, acontece nesta semana o tradicional 500 de Charleston, disputado no har-tru, o famoso ‘saibro verde’ mais acelerado e portanto nem sempre um espelho muito fiel do que pode acontecer em Madri, Roma ou Paris. Temos três tenistas da casa na semi, embora eu não as veja como reais postulantes a grandes feitos no saibro: Jessica Pegula, Madison Keys e a ascendente Iva Jovic.

O negócio é esperar mesmo o concorridíssimo 500 de Stuttgart, onde as condições mais velozes ajudam Aryna Sabalenka e Elena Rybakina. Vamos lembrar que a atual campeã é Jelena Ostapenko. Lá estarão também Coco Gauff e Iga Swiatek, agora com o treinador espanhol Francisco Roig, de grande currículo. Todas terão ainda Madri e Roma para mostrarem o quanto estarão prontas para Roland Garros.

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Leonel
Leonel
6 dias atrás

Acho que os argentinos bons medianos tirando o Cerundolo os demais são coadjuvantes porém podem derrubar os desavisados (Fonseca por exemplo mesmo favorito contra os medianos mas ainda pode entrar como desavisado). Sinner e Alcaraz dificilmente caem nessa armadilha. ALCARAZ pelo visto no saibro é melhor ainda. Bora Fonseca ganhar esse torneio.

André Aguiar
André Aguiar
6 dias atrás
Responder para  Leonel

Coadjuvantes ou não, o contraste atual entre o tênis argentino e o brasileiro chega a ser vexatório. No top 100 do masculino, 10 deles e apenas 1 nosso. No top 200, 4 deles e nenhum nosso.

Evandro
Evandro
5 dias atrás
Responder para  Leonel

Eles forjam dezenas de top 10, 20, 30, 40… entra ano sai ano. Nós forjamos números 1. Maria Ester, Guga, Fonseca indo pelo mesmíssimo caminho. Dá o que pensar. Acho mesmo interessante .

Thiago Silva
Thiago Silva
5 dias atrás
Responder para  Evandro

Fonseca não chegou nem ao top 20 ainda, pode ser que um dia chegue ao número 1, mas não há nenhuma garantia, o “mesmíssimo caminho” tá muito longe ainda.

Giovanny
Giovanny
4 dias atrás
Responder para  Evandro

Meu amigo, estamos longe de forjar bons tenistas enquanto Argentina o faz desde sempre. O único campeão nosso é Guga. Nas mulheres, Maria Esther. Na argentina: Vilas, Del Potro, Nalbandian, Gabriela Sabatini, dezenas de top 50, 40, 30, 20, ….
De fato, no Brasil não forjamos nada. Só temos a sorte de que uma vez nasceram dois gênios na nossa terra.
Argentina tem escola …
Fonseca? Ainda vamos ver. Estou na torcida, mas com Alcaraz e Sinner por ai dificilmente vai chegar ao top 1.

André Aguiar
André Aguiar
4 dias atrás
Responder para  Giovanny

E antes fosse só Alcaraz e Sinner. Há muitos excelentes jogadores pelo caminho, jovens e nem tão jovens. E como a fila anda rápido, já há adolescentes mais novos que o João jogando uma barbaridade, tal como esse Moise Kouame de apenas 17 anos. O nosso prodígio vai ter que cortar um dobrado para chegar ao top 10 e manter-se por lá, o que é ainda mais difícil.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 dias atrás
Responder para  Giovanny

Gaudio, Coria, Zabaleta, Mônaco, Chela…
Teve um M1000 de Hamburgo, que os quatro semi-finalistas eram da Argentina.
Ainda exportou um para o Brasil: Fernando Meligeni, rsss.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 dias atrás
Responder para  Giovanny

Esqueci do Cañas e do Puerta, que foi vice em RG, no primeiro troféu de Nadal.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
3 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Puerta foi afastado por ‘doping’.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Antes desse RG.
Sinner também já foi.

Andrade
Andrade
3 dias atrás
Responder para  Giovanny

Esqueceu da nossa Bia, Top 10, 5 titulos WTA, final de WTA 1.000 e semifinalista de Roland Garros.

Ronildo
Ronildo
6 dias atrás

Acho difícil evitar mais um título do maior vencedor de Monte Carlo na chave, Stefanos Tsitsipas. Ainda mais agora que ele iniciou um novo recomeço na carreira.

Everton
Everton
3 dias atrás
Responder para  Ronildo

Acertou

Ronildo
Ronildo
3 dias atrás
Responder para  Everton

Acho que ele adiou o novo recomeço! Kkkk

André Aguiar
André Aguiar
6 dias atrás

Vinte tenistas da chave de simples de Monte Carlo jogarão também duplas (Sinner, Zverev, De Minaur, Ruud, Cobolli, Lehecka etc), a fim de adquirir maior ritmo de jogo para a gira de saibro que se inicia.
Penso que o João Fonseca deveria ter seguido o exemplo. Não teria dificuldade em achar um parceiro singlista que permitisse a entrada da dupla pelo ranking somado.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
5 dias atrás
Responder para  André Aguiar

Exato. Não dá pra entender esse ” esquecimento” . Até mesmo no Saibro lentíssimo, saque-voleio é uma excelente arma para surpreender. Federer e agora Alcaraz, sempre a utilizam . Na Terra batida, JF deveria ter aproveitado para praticar nas duplas . Vida que segue…Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
4 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Federer sempre surpreendeu nesse evento mesmo, muitas conquistas…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Sabes nada criança. Tem pra ti mais acima . Kkkkkkkkkkkkkk. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Eu também não entendi a origem dessa surpresa…

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Hahahahahahahahaha !!!!!

Evandro
Evandro
5 dias atrás
Responder para  André Aguiar

Ele pode e deve estar treinando os fundamentos de voleio, etc. Às vezes, é até mais eficaz que ir jogar duplas, ao mesmo tempo mais honesto, já que permite que as vagas se destinem a quem de direito, os profissionais duplistas.

Thiago Silva
Thiago Silva
5 dias atrás
Responder para  Evandro

O direito de participar é de qualquer um que atenda os critérios, inclusive os torneios agradecem aos simplistas que participam das duplas, já que vendem muito mais ingressos.

André Aguiar
André Aguiar
4 dias atrás
Responder para  Evandro

Não existem profissionais duplistas, mas sim profissionais tenistas. No passado, muitos e muitas singlistas top (Roy Emerson, Rod Laver, Stefan Edberg, John McEnroe, Maria Esther Bueno, Billie Jean King, Martina Navratilova, Serena Williams) jogavam duplas regularmente, conquistando muitos títulos e encabeçando os dois rankings. Com o tempo, esse cenário foi mudando na medida em que: (1) o tênis foi ficando fisicamente mais exigente; (2) o estilo de jogo de simples foi mudando, de modo que o jogo de rede foi sendo abandonado e daí uma modalidade não mais alimentava tecnicamente a outra; e (3) a diferença do prize money entre as duas modalidades foi aumentando.
Isso tudo foi afastando os singlistas de destaque da chave de duplas, abrindo então espaço para tenistas que não conseguiram prosperar em simples firmarem-se nas duplas.

Paulo A.
Paulo A.
6 dias atrás

Dalcim, o que achaste da escolha do novo treinador da Bia? E ela treinará em Barcelona, ao que parece… Será que agora vem a retomada e subida no ranking?

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
4 dias atrás
Responder para  Paulo A.

A intenção é essa, né? Mas só Deus sabe se vai dar certo…

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
5 dias atrás

E a Argentina coloca três tenistas em três finais diferentes essa semana. Eles têm jogadores na final de Bucharest, Houston e Marrakesh. Europa, América do Norte e África.

Horácio
Horácio
5 dias atrás

Semana santa para o tênis argentino: tres finalistas para o domingo de Pascuas. Carabelli poderia ser o quarto mas está perdendo para a revelação espanhola Jodar.
Ainda também podem ir à final Jazmin Ortenzi em Colombia e Diaz Acosta em São Leopoldo.

André Aguiar
André Aguiar
5 dias atrás
Responder para  Horácio

A semana não precisa ser santa para isso acontecer. Basta estar havendo torneio no saibro…rsrs.

Os hermanos ganharam 2 dos 3 ATPs já disputados esse ano no saibro. Estão na final nos 3 dessa semana.

Ganharam 6 dos 11 Challengers disputados no saibro na América do Sul esse ano. Tem um finalista no desta semana.

Manu Bandeira
Manu Bandeira
5 dias atrás

No cenário ideal, JF é favorito na primeira rodada e uma incógnita a partir de então, já que nunca disputou nas condições únicas de Monte Carlo. Mas não poderá reclamar do sorteio, pois num Master 1000 quando se perde a condição de cabeça pode-se esperar qualquer coisa e dentre as possibilidades disponíveis, Diallo está longe de ser a pior delas.

Na improvável possibilidade de chegar nas quartas, eu no lugar do JF torceria para o Zverev cair prematuramente.

E o Superbig Sinner terá parada duríssima: Tsitsipas no principado se aproveita do fato da bolinha amarela aguardar pacientemente ele preparar o movimento para a batida. Sem qualquer pressa ela chega na raquete, de onde aprecia a bela formação do mar na Côtê D’azur de um dos lugares mais charmosos que o mundo já viu.

Gugá ganhou apenas duas vezes o torneio (1999 e 2001). Tsitsipas ganhou 3 e o Superbig Alcaraz levou o último, enquanto Federer foi frustrado por Wawrinka num longínquo 2014…

Wawrinka que aliás, vai de convidado em sua última apresentação por lá como jogador. E como não tenho a quem culpar por tal “fato”, deixo aqui minha reflexão: “O tempo é injusto com alguns que mereceriam ficar por mais duas décadas pelo menos, mas implacável com todos”… (exceto com nosso editor, que se auto proclama ativo há quase 5 décadas mas conservado em barris de carvalho francês – o que explica a fragrância e as notas amadeiradas de seus belos textos).

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
5 dias atrás

Todos que frequentam este fórum de debates sabem , o quanto a maioria da Turminha da Kombi, ama o Tênis. São frequentadores assíduos desde 2011 , sempre com ótimos argumentos, não importando se o assunto é ” goat ” ou WTA rs. Estranhamente estão sumidos e macambúzios , devido a volúpia do domínio dos fenomenais Sinner e Alcaraz. Me sodalidariso com todos , e também ansioso pela próxima aparição do ” melhor de todos os Esportes” . Parece que já está inscrito, com antecedência , para o glorioso ATP 250 de Genebra, onde tentará o BI Campeonato, ficando próximo aos 109 de Jimmy Connors…rs. A conferir. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
5 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Quem está sumido exatamente? Na última pasta foste engolido com facilidade junto com o nobre Ronildo por alguns deles, mais o Thiago Silva.

Com o glorioso Genebrão, GOAT ficaria somente a um título de empatar com o suíço. O temor é evidente!

Rsrsrs, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Aquele monte de Paulos escafederam-se, Sr Piloto. Mas imagina ” goat ” se dizendo lesionado, para o foro Itálico, dando preferência ao Genebrão na … Suíça !!!. É tudo que os Kombistas querem… Rsrsrs,Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
4 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Você não perde uma oportunidade para falar bobagem. Aliás, vou te corrigir quando a Michael Jordan, pois ele não perdeu os principais recordes relativos ao desempenho individual. Vejamos: 6 mvp’s de playoffs; 5 mvp’s de temporada regular; 10 vezes cestinha da NBA; média de 30 pontos por jogo na carreira; média de 37 pontos por jogo nos playoffs, etc. Ou seja, ninguém teve o desempenho individual de Jordan na história do basquete.
Só perde no total de pontos na carreira para o Lebron. Além disso, não tem o recorde de títulos da NBA porque o basquete é esporte coletivo, ou seja, uma andorinha só não faz verão.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Bobagem sem tamanho. LeBron já bateu vários e vários. Vá pesquisar pois outros importantíssimos, estão caindo para jogadores estrangeiros novos na liga . Te digo que teremos votação, pois ninguém chega perto da Importância histórica de Mr Jordan para o Esporte, independentemente de números. Fica frio pois fanáticos também terão direito a voto , Sr Paulinho rsrs. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Assim sendo, Messi já desbancou o Pelé.
Tanto por números quanto na importância histórica.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Na importância histórica ???. Três Copas do Mundo e maior Atleta do Século tá bom pra ti ? . Nunca existiu um jogador mais importante para o Esporte. Sr PF parece que reside em outro Planeta… Rsrsrs,Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Quais recordes ele bateu? Cite nominalmente. Ou vai ficar com essa ideia genérica “bateu vários recordes”? Quais?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
4 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Os três mais atuantes continuam na ativa. Sinto falta do Danilo Afonso, Rafael, Chetnik e outros que infelizmente sumiram.

Não se sabe ainda se ele vai participar de Madri e Roma. Vamos aguardar as próximas semanas. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Estás ruim mesmo de memória, caro Piloto. Foram muitos outros além destes citados por ti . Fora alguns que torciam pelo Touro e aderiram momentâneameste a Kombi. No final sobrarão apenas os poucos que gostam do Esporte. Não sem antes tentarem denegrir os garotos fenomenais, como já acontece diariamente no Site . Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

É incrível como a falta do que dizer, trás à tona coisas sem nexo, certo PA?
Acredito na eternidade do esporte, mas o que seria dele sem os grandes ícones?
Para o tênis, não há, até o momento, um maior que Novak Djokovic.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não existe para fanáticos exacerbados. Os números de Djokovic no momento, o colocam como o mais eficiente. Os Kombistas já deveriam se dar por satisfeitos . Mas nada como o tempo…Abs !

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
3 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Nos números brutos, certamente não há outro maior que o Novak.

Mas, na importância esportiva, a referência do tênis, continua tendo o suíço Roger Federer como o maioral.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

A importância e a referência continuam sendo aspectos pouco objetivos.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 dia atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Acabei de ver um vídeo em que o Pete Sampras elege os 5 melhores tenistas de todos os tempos.

Ele coloca o Rod Laver em 1° e o Roger Federer em 2°, acima de si mesmo.

O Djoko não entra nem no Top 5 dele. Seria esse um dado objetivo? rs

Última edição 1 dia atrás by Rodrigo S. Cruz
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 dia atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Claro que não.
Sampras nem viu Laver jogar. Ele colocar Mr. Federer acima de si próprio é natural, afinal, foi o cara que lhe destronou de Wimbledon.

Paulo F.
Paulo F.
4 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Tens certeza que gostas tanto assim do esporte tênis?
Se não, não misturaria sua preferência pessoal para atacar tanto assim o GOAT do esporte, Novak Djokovic.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Atacar ? . Jura ??? . Já disse N vezes que é o mais eficiente jogador da Era Profissional. Até que se prove o contrário. ” goat ” jamais , e esta infelizmente não é somente a minha opinião. Aguardemos. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
4 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

GOAT é sobre conquistas acima de qualquer coisa.
E Djokovic é o GOAT caso tu goste ou não, pois ele é o que mais conquistou e as coisas mais importantes.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Acima de qualquer coisa ? Somente na cabeça de fanáticos… A conferir. Rsrsrs, Abs !

Manu Bandeira
Manu Bandeira
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Trata-se apenas do tenista com os maiores resultados de simples masculino (o que por si só, já é um fato e tanto).

Nada mais.

Mas no tênis – como um todo – ele não pode ser considerado nem Goat, nem unanimidade… rs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

“Trata-se apenas do tenista com os maiores resultados de simples masculino (o que por si só, já é um fato e tanto).

Nada mais.”

Nada mais? Interessante!

Ser o único do esporte a ter tudo, com margem aos seus maiores adversários, por um longo período de intensas disputas, é apenas um fato e tanto.
Valeu!
Voltemos a falar sobre quando outro tenista passar disso.

Manu Bandeira
Manu Bandeira
3 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Mas tudo o que?

Cite apenas um recorde que seja dele…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
3 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

Slam, masterd 1000, atp finals, temporadas como número 1 e semanas como número 1, mais velho número 1 da história, mais velho campeão do atp finals, golden career slam, etc.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

Um apenas?
Me abstenho, sorry.

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

Vai sonhando.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
3 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

abbreviation for Greatest Of All Time: used to refer to or describe the person who has performed better than anyone else ever, especially in a sport

Essa é a definição do Cambridge Dictionary. Qual é o tenista masculino que melhor performou na história? Alguém tem números superiores a 24 slam, 40 masters 1000, 7 atp finals, 428 semanas como número 1 e 8 temporadas como número 1?

Manu Bandeira
Manu Bandeira
3 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Masculino de simples, nao tem mesmo.

Mas se considerar o tenis como um todo, infelizmente os recordes nao sao dele.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

Quem venceu 25 slam no tênis como um todo?
Esperando sua resposta, Lupin.

Manu Bandeira
Manu Bandeira
2 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Tae… este é de fato um recorde geral do tênis que pertence ao sérvio. Empatado com Chris Evert…

Ainda Longe dos 58 da Navratilova. Mas vamos esqueçela por hora.

Fale outro (mais um).

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
3 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

Concordo, Manu Bandeira.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Ele pensa que é a Martina Navratilova, não o Federer. Aliás, você concordou quando ele disse que o suíço é só o mais engomadinho e com o melhor penteado do circuito? Rs.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
2 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

O que eu concordei com ele (que até pensei que fosse ela, por ser Manu) foi sobre o Djokovic não ser unanimidade. De fato, pra mim, ele está longe de ser.

Já sobre essa mistureba que vc botou aí – Navratilova, Federer, penteado, etc, eu tô totalmente por fora.

Explique melhor…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Volte nas duas últimas pastas, por obséquio. Ele assinou como João Mendonça, mas todos sabem que é o mesmo de sempre com suas ideias “mirabolantes”.

Manu Bandeira
Manu Bandeira
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sergio Ribeiro, são apenas três Paulos.

E formam um trio, todos unidos em prol de uma única (boa) causa.

Por estarem sempre juntos de forma bastante aguerrida, também podem ser chamados de:

-“Os três P.”

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
3 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

Lupin e seu disfarce feminino rs

Manu Bandeira
Manu Bandeira
3 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Desculpe, Meu Querido, mas é Manuel

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

OK, Carlo VW.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

Ok. Pensei que tinha inovado com um disfarce feminino, mas não deixa de ser outro belo disfarce

Manu Bandeira
Manu Bandeira
5 dias atrás

Incrível o desconhecimento de alguns.

Quando leio que ” , só não vejo a possibilidade do Alcaraz entrar em parafuso, pois não vejo razão p isso. Se não entrou no início do ano no começo da trajetória pos-Ferrero não creio q exista esse risco agora…”, (sic), apenas me confirma que as pessoas sabem muito pouco sobre o lado mental.

“Colapsos” mentais podem atingir qualquer pessoa e o fato dela ser ou não bem sucedida embora possua alguma influência não é fator decisivo tampouco tem grande relevância na sucessão de fatos que sucedem um “colapso” mental.

E claro, porque não? Alcaraz também poderia ter uma condição mental tanto quanto Borg teve por uma mera sobeecarga de trabalhos aos 22 anos, pois se vocês acham que os Bigs trabalhavam muito para mantér suas posições, imagine o quanto trabalham os Superbigs, que possuem preparação superior.

Não tenha dúvida que “uma hora a conta chega”.

Só mesmo na cabeça de um ou outro…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

E é incrível também os que insistem que não ouviram de sua própria voz: “quero ir para casa…” ainda endossada pelo próprio treinador, se dizendo preocupado e que precisam trabalhar muito, para superar esse momento.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Todo mundo ouviu criatura . E daí ???. Superar este momento ? . No ato que empatou com Sinner em semanas como N 1 ? . Acorda cara , Carlitos já está treinando no Saibro dede Miami. Vives fora da realidade, ou melhor, numa paralela…Se inscreveu em 3 Masters, ATP 500 e RG na sequência. Pelo amor ! …Abs !

Manu Bandeira
Manu Bandeira
5 dias atrás

“Eles forjam dezenas de top 10, 20, 30, 40… entra ano sai ano. Nós forjamos números 1. Maria Ester, Guga, Fonseca indo pelo mesmíssimo caminho. Dá o que pensar. Acho mesmo interessante .” (Sic).

Afff

Enquanto nós cantamos os mal feitos (ou os ainda não feitos) aos quatro cantos, os excelentes argentinos vão despejando bons tenistas no mundo, e aos baldes, e as custas de muito esforço e trabalho.

Já Deus, em sua infinita sabedoria um dia e vendo o quanto os hermanos trabalhavam pensou que os “Sulas” mereciam ter um número 1 do mundo. Então ele viu um monte de argentinos passeando em Floripa com uma criança, apontou seu dedinho para ela e disse ” Você vai ser o cara!”. Mas como ele estava um pouco alterado após consumir o vinho da ceia, errou o alvo e acabou acertando o “pequeno Gustavo”. Não se lembrou de nada no dia seguinte.

Anos depois, ele viu aquele mesmo menino – já homem feito e então número 1 do mundo – e perguntou a Pedro: de onde surgiu esse Gugá? Não me recordo de ter apoiado isso. Mas cuide por favor para que isso pare imediatemente (Sei lá, invente uma contusão pra ele), e cuide para que jamais se repita.

Afinal, esse povo não faz por merecer.

SANDRA
SANDRA
4 dias atrás

Dalcim , o Alcaraz é o Sinner na época que começaram eram tão badalados como o João Fonseca? Não acha que isso é ruim pra ele ?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 dias atrás

Neste Saibro lentíssimo, aquele rapaz “Magistral ” , ficou debochando ( é um completo alienado) , quando citei Federer utilizando saque-voleio, como arma pra surpreender. Craque Suíço, fez as mesmas 4 Finais que ” goat ” , mas perdeu 3 para Nadal e uma em autêntica Zebra, e de virada, para Stan The Man ( seu único 1000 ) . Com Djokovic, 3×0 nos encontros no Principado . Não basta ser analfabeto Tenistico , o cara gosta de se manter como eterno “diversão garantida” deste espaço kkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Títulos no Principado:
– Federer 0 x 2 Djokovic
Sem choro!
kkkkkkkkkkkkkkkk Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Como sem choro?
Não é melhor ter 4 vices que dois títulos?

Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Só se for na cabeça do fanático SR.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
3 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Mas o dado que o Sérgio Ribeiro trouxe é relevante…

O Federer pode não ter título em Monte Carlo. Ok. Mas perder do Nadal no saibro mais lento do calendário não é demérito.

E ganhou do Djokovic nas três vezes em que se enfrentaram lá.

Então não dá pra simplesmente fazer parecer que isso não valeu de nada.

Ainda mais considerando que o saibro lento era a superfície menos eficiente pro jogo do suíço.

Última edição 3 dias atrás by Rodrigo S. Cruz
Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Em uma das oportunidades em que Djokovic levantou o caneco no tal do saibro mais lento do circuito, foi em cima de um tal de Rafael Nadal.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Naquele jogo de 2013 ele chegou a abrir 5-0 no primeiro set. Também o venceu na semi de 2015.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
2 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Tá, e daí?

Isso diminui o Federer, por acaso?

1) o Djoko já ganhou e já perdeu do Nadal lá.

2) o Federer perdeu todas do Nadal lá.

3) o Djoko perdeu todas do Federer lá.

Conclusão: os três amargaram revezes em Monte Carlo.

Fim de papo, e vida que segue…

Paulo F.
Paulo F.
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Diminui sim.
Montecarlo é uma das quatro grandes nódoas da carreira do Roger Federer.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 dia atrás
Responder para  Paulo F.

Tá vendo como você usa dois pesos e duas medidas?

Não ter 1 título em um único torneio Master é nódoa? rs

Bom, só não reclame de ninguém que diminua o Djoko em nada, como vc fez acima com o Sérgio. Vc ama uma confusão mesmo…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Claro que sim.
Um é Eneacampeão, outro é bicampeão e outro, tetra-vice-campeão.
Só isso.
Talvez um ou outro deles ou uns ou outros aqui não se importam, mas que faz diferença, faz.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Rodrigo, tu bem sabes que ele não trouxe um dado relevante. Ele realmente quis fazer parecer que os 4 vices são mais importantes que os dois títulos, sendo essa uma prática contumaz, vide os eternos 94 winners de 2019.
Inclusive o primeiro título em Monte Carlo do sérvio, foi sobre o poderoso Rafael Nadal, numa partida perfeita.
Perder nos três encontros para Federer lá, no balanço geral, não muda nada.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

O fanatismo é tanto que 4 vices agora são mais importantes do que o bicampeonato rs. Imagine se fossem fanáticos?

Última edição 2 dias atrás by Paulo Sérgio
Paulo F.
Paulo F.
2 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Né? kkkkkkkkk

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Não dá nem para rir.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
2 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

E você sinceramente não se considera fanático pelo Novak?

Reparas no cisco no olho de outrém, mas não vê a trave que está no teu próprio?

Haja hipocrisia, hein…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Perdeu 3 pro Federer em MC e ganhou 3 dele em Roma, sendo que uma foi final.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
2 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Ué, o pessoal da tua torcida quer fazer parecer o tempo todo que o Federer leva desvantagem em tudo. Acho que o Sérgio só faz pagar na mesma moeda.

E outra coisa – o dado é relevante sim e você mesmo admite isso ao dizer que, no balanço geral, fica elas por elas.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Sim, nesse comentário aqui, você ponderou melhor, exceto quando fala de SR, que sempre lhe convém distorcer os fatos, como, repito, 94 winners ser mais importante que o troféu de campeão. Ele não larga esse osso.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 dia atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Cara,

Mas é isso que acho injusto pacas, Fabriciano. Vc só vê o que vc quer ver. Não consegue ser imparcial uma vez na tua vida. Tente!

Tá aqui o Paulo F. acabando de reclamar acima que o o Sérgio diminuiu o Djoko, enquanto que ele próprio afirma categoricamente que o Federer não ter ganho Monte Carlo é uma nódoa (sic) kkkk

Isso é de uma hipocrisia de dar medo rs

E o que vc faz nesse caso dele, Fabriciano? Fica caladinho, e só reclama do Sérgio.

Última edição 1 dia atrás by Rodrigo S. Cruz
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 dia atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Assunto que contém SR eu não discuto mais, há um tempo.
Não vale a pena.
O Paulo F. inferiu (reação) foi sobre um ponto que ninguém deveria relevar. A carreira tenística do sérvio é completa, em todos os níveis de campeonatos, ele tem no mínimo dois e esse é o grande objetivo do atleta. Enquanto Roger Federer, por mais que você o ache o tenista mais importante da história, tem buracos e até um cego que ouve bem, sabe disso. O que não dá é para relativizar fatos, como os 94 winners.
E para fechar, não vejo só o que quero.
Um abraço.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 dia atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não, não foi só reação.

E não é de hoje que isso acontece. É um comportamento padronizado e repetitivo.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 dia atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Basta ler o primeiro comentário, que deu origem a todos os outros e verás as abóboras escritas nele. Como se fosse, por antecipação, um véu para encobrir os fatos contidos na história. E como tu mesmo disseste, analisas fatos.

Manu Bandeira
Manu Bandeira
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

No fim e ao cabo, só contam mesmo os títulos.

Se ele perdeu do nadal ou do Marco Trungelliti, pouco importa na verdade.

Os torcedores do Federer precisam parar de esticar o cobertor pra ver se dá para ressucitá-lo e recolocá-lo na luta oelo GOAT com um recordezinho qualquer.

Mas pára! Não vai dar… essa vocês já perderam.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
2 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

Engana-se, meu caro. Eu só trabalho com fatos.

E se é fato que nos números o Federer e o Nadal perderam o posto de GOAT para o Novak, é fato também que o tênis do suíço é bem mais celebrado que o dos outros dois.

E isso não há número, discussão ou choro que dê jeito.

Última edição 2 dias atrás by Rodrigo S. Cruz
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 dia atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Não… então…
Ele tem Vic – leia-se Vite – no final do sobrenome. Talvez devesse aprender a como se lê os nomes dessa nacionalidade.
Eu posso dizer que você só é assim porque eu acho que é, certo Sr. Manoel?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Comentário digno de um autêntico LF . Tanto faz 1 ou 2 , ambos ” diversão garantida” kkkkkkkkkkk. Abs !

Manu Bandeira
Manu Bandeira
3 dias atrás

“Com o nº 1 em disputa, Alcaraz iguala Sinner em semanas na liderança”, publicada neste mesmo bate local, já indicando o quanto os ainda Super-xovens Siperbigs perigosamente se aproximam do top10 dos melhores de todos os tempos. Salvo qualquer contusão ou afastamento por doping… – seguem favoritíssimos para dividir a liderança e os 3 majors ainda disponíveis este ano.

Sem descartar qualquer zebra*.. como por exemplo JF terminar o ano faturando Wim, Usopen e o Finals, terminando o ano como número 1 do muuuunnnndo!

P.s.: apenas para não desagradar os “opti-místicos” e os auto-intitulados fonsequisados, que insistem nas previsões mais.. digamos.. “radicais”.

Última edição 3 dias atrás by Manu Bandeira
Paulo F.
Paulo F.
3 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

OK, Carlo VW.

evaldo moreira
evaldo moreira
3 dias atrás
Responder para  Manu Bandeira

Okay prezada, estáis dizendo, kkkkkk

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás

O mais jovem a vencer no Principado desde Rune . Boa partida de estreia de JF , já ficou somente 10 pontos de ultrapassar Shapovalov e o próprio Canadense no Ranking. A meu ver , Khashanov seria oponente melhor no Saibro, que o experimente Sacador Francês ( andou complicando Alcaraz nas hards) , Top 26 que joga em casa . Mas óbvio que com a melhoria nas devoluções , tem sim boas chances. Vale a torcida ! . Abs !

André Aguiar
André Aguiar
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Já que você repetiu aqui o equívoco sobre o Khachanov que comentara hoje na notícia sobre a vitória do JF, também repetirei a minha resposta.
“Você parece estar desinformado sobre o currículo do Khachanov no saibro:
Roland Garros: quartas de final em 2019 e em 2023.
Masters de Monte Carlo: quartas de final em 2024.
Masters de Madri: quartas de final em 2023.
Barcelona: semifinal em 2025.
E, como lembrou o Paulo Lude, campeão de duplas em Madri 2023, em parceria com o Rublev.

O russo desde a transição para o profissional treinou por vários anos na 4 Slam Tennis Academy, em Barcelona, sob a orientação dos treinadores espanhóis Galo Blanco e Fernando Vicente. Ou seja, tem muito boa formação no saibro. Basta ver como sabe bater com spin, o que é fundamental nessa superfície.

Tem 133 partidas no saibro, com 77 vitórias.
Já o Rinderknech tem menos da metade. Apenas 54 partidas, com 26 vitórias.

Portanto, ao contrário do que disseste, seria pior o JF enfrentar o Khachanov na R2. A única desvantagem de jogar contra o Rinderknech será a torcida local toda a seu favor.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  André Aguiar

Khashanov faz 30 anos em maio, e Zero Título no Saibro. Fez boas campanhas sim e daí ??? Todos os 7 Títulos nas duras . E não deu conta de JF na sua superfície preferida . Brasileiro nasceu no Saibro, e já bateu 4 Hermanos em sequência ( apesar da pouca idade) , para fazer o que Russo nunca conseguiu . Francês joga em Casa e é osso duro ( deu susto em Alcaraz ) . Fica frio que a Gira de Saibro nem começou. Quanto ao Sr querer aparecer lá no Site , tudo normal. Abs !

André Aguiar
André Aguiar
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não tergiverse, Serginho.
A questão aqui não é se o JF teria ou não condição de bater o Khacha. Lógico que teria, como o fez recentemente em IW.

Eu apenas questionei a tua frase: “para o JF seria melhor o Khachanov do que o Rinderknech nesta superfície”.

E apresentei dados sobre o russo, como a sua formação na Espanha e os seus feitos no saibro (muito superiores aos do francês), os quais pelo jeito desconhecias. Só sabias que ele não ganhara nenhum título nível ATP em simples no saibro (ganhou um Challenger e um título de duplas do Masters de Madri). Mas título ATP o francês também não ganhou e limitar a análise a isso é contentar-se com uma análise rasa.

Já apresentei os feitos do Khacha no saibro. Seguem abaixo os do Rinderknech:
2 títulos nível Challenger (e não 3 como disseste)
0 títulos nível ATP
Em RG jamais passou da R2.
SF em Kitzbuhel duas vezes.
SF em Marrakesh.
QF em Lyon.
(Os três são da categoria ATP 250).

Diante da comparação dos feitos dos dois, qualquer garoto de 7 anos, iniciante no mundo do tênis, não teria dúvida em apontar o russo como um adversário mais cascudo do que o francês.

Mas o Serginho, do alto da sua teimosia negaciocista, insiste no contrário. Tudo bem, vivemos numa democracia, cada um fala a bobagem que quiser.

Considero que possuis até uma razoável cultura tenística. O problema é a falta de humildade em reconhecer equívocos, mesmo diante de argumentos factuais.
Mas nunca é tarde para evoluir. Força na peruca, Serginho!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  André Aguiar

Tangervisei coisa alguma. Khashanov não foi capaz de vencer um único Torneio no Saibro, em toda a sua já extensa carreira. Foi derrotado por JF que não o teme em nenhuma superfície. Sem essa de bancar um sabichão, cujo o intuito é mostrar que conhece mais de estatísticas. O Sr Andrezinho que respeite a minha opinião, e deixe de lado a necessidade de aparecer a todo custo . O Francês é mais perigoso no momento criatura . Respeite a opinião de quem acompanha sua atual performance de justo Top 26 . Esse final ” força na peruca ” , é típico de mais um sem noção do Esporte . Um verdadeiro alienado. Tua opinião sobre conhecimento de terceiros , é simplesmente de um …deixa pra lá pois não passa, Aguiarzinho , aprenda , Tênis é momento . Abs !

Guilherme
Guilherme
1 dia atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

“Sem essa de bancar um sabichão, cujo o intuito é mostrar que conhece mais de estatísticas”. – vc é o rei de fazer isso

“ o Sr Andrezinho que respeite a minha opinião, e deixe de lado a necessidade de aparecer a todo custo”- vc respeita a opinião dos outros? Vc q sempre da um jeito de aparecer a todo custo.

“Respeite a opinião de quem acompanha sua atual performance de justo Top 26”. Vc respeita a opinião??

“ Um verdadeiro alienado. Tua opinião sobre conhecimento de terceiros , é simplesmente de um …deixa pra lá”. Tifo mundo é alienado e desconhece o esporte tênis, menos vc

evaldo moreira
evaldo moreira
3 dias atrás

Quando vou discorrer entre os coments, até que ai tudo bem, bons embasamentos e só que, quando chegou no assunto tal GOAT, desanimei kkkkkk.

O assunto começa do nada e ladeira abaixo segue o prumo, minha gente vamos se ater ao tenis atual, tá bonito de se ver, e o feminino idem, não custa nada rapaziada e moçoilas, rsrsrs

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
3 dias atrás
Responder para  evaldo moreira

Esse assunto “Goat” é de cansar a beleza. Nunca vi aqui ninguém mudar de lado por causa dos argumentos dos outros.

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
3 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Pois é Mauricio, ai colocam uma frase a mais, o estopim cresce, é dose pra Leão

Manu Bandeira
Manu Bandeira
2 dias atrás
Responder para  evaldo moreira

Posso gostar ou não de você dependendo de sua resposta:

– “Para quem você torce???”

Guilherme
Guilherme
1 dia atrás
Responder para  evaldo moreira

Perfeito

Rafael Azevedo
Rafael Azevedo
3 dias atrás

O meu palpite é semifinal para João Fonseca, em Monte Carlo.

evaldo moreira
evaldo moreira
3 dias atrás
Responder para  Rafael Azevedo

C tá louco meu, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, uhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
menas prezado,muito menashhhhhhhhh, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk,
não terminou nem as rodadas direito, quiça que amanhã, teremos Sinnerraz.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
3 dias atrás

JF estreou bem, embora esse tipo de piso não seja o forte do adversário, mas acima de tudo, tirando inicio do set 2, jogou bem. Sinner e Alcaraz são jogadores de qualquer piso, embora me pareça que no saibro mais lento o espanhol honra sua escola; assim, pelo momento, acho difícil o italiano ter sustos e estou curioso pra ver como o espanhol reagirá ao mau desempenho de Miami…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 dias atrás

Jannik Sinner está jogando no Saibro, como se estivesse nas hards ou Indoor , Mama Mia !!! rs. Até Carlitos ao final do passeio sobre Baez ( sentiu muito derrota em Miami rs ) mandou : ” Sei que vou perder o N 1 na Gira de Saibro” . Apenas um detalhe, somente o vejo capacitado para jogar de igual contra jovem Italiano,nesta sua fase esplendorosa . Abs

Ronildo
Ronildo
2 dias atrás

Estou chegando à conclusão que Djokovic não se aposentou ainda porque está esperando um momento mais exclusivo, mais especial, tipo, um tempo e momento só dele. Ano passado foram Gasquet e El Peque, muito queridos no circuito. Este ano Monfins, Stan e Nishikori estão num vai não vai e isso acaba interferindo nesta dinâmica dos holofotes para os aposentandos. Se entrarmos em 2027 e Stan, Monfins e Nishikori ainda estiverem no circuito, Djokovic vai acabar surtando.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Ronildo

Não, deixando para 2028, ainda top4.

Ronildo
Ronildo
2 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Completamente impossível Luiz Fabriciano. O tênis evoluiu muito desde o último jogo de Djokovic. Veja o que aconteceu hoje com Medvedev e Rublev que são tenistas com um jogo parecido com o do sérvio.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Ronildo

Não são parecidos nem na revistinha em quadrinhos, da banca na Paulista.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
2 dias atrás
Responder para  Ronildo

Todo ano tem tenista top se aposentando. Se Nole foresperar um momento só dele, vai jogar pro resto da vida.

Ronildo
Ronildo
2 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Sim, acredito que ele perdeu completamente o time, o momento mais propício, inclusive. O ideal teria sido se retirar após ser campeão das Olimpíadas. Mas fazer o quê, se ele lê-se o Blog do Tênis ficaria à par de minha sugestões!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Ronildo

Ainda bem que não!

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 dia atrás
Responder para  Ronildo

Ficar ciente da sua sugestão não quer dizer que ele vá segui-la. Ainda mais vinda de que o “ama de paixão” só que não…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 dias atrás

Bons treinos p Alcaraz e Sinner na manhã de hoje…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 dias atrás

Claro que ninguém pode desprezar o potencial de um top 30, ainda mais um que saca demais, mas o JF me parece franco favorito amanha, pois alem de ser melhor jogador do que o adversário, o piso o favorece muito. Na torcida…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Franco favorito ? . Não vou secar JF de jeito algum por tua causa . Partida enroscada contra Francês, que para variar , jamais vistes jogar . Aliás, Alcaraz perdeu na primeira rodada em Miami 2025 para Goffin, e LF 1 querendo saber como seria agora em Monte Carlo… Depois daquela derrota fez 4 Finais consecutivas no Saibro…rs Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 dias atrás

Jannik Sinner recordista com 36 Sets Consecutivos em Masters 1000 . Roger Federer, 36 Sets Consecutivos em Slam…Abs !

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
2 dias atrás

Interessante notar que Monte Carlo por ser mais elitizado não tem aquela gritaria como no circo de Miami.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

Sim, há uma diferença gritante, sem trocadilhos, rsss.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 dia atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não houve no dia de hoje . Leia na íntegra a entrevista de JF , em que agradece a Torcida pelo apoio em pleno Principado, pra sair de um sufoco danado . Francês segundo o próprio, quebrava ritmo a todo momento. Torcida sem dúvidas dividida até mesmo no ” elitizado” Monte Carlo. Abs !

Guilherme
Guilherme
1 dia atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

Hummm gritaria no circo de Miami, cheio de imigrante latinos e muitos brasileiros. Mas se alguém falar exatamente isso vc viria dizer q é xenofobia.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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