Charleston (EUA) – Empolgada por disputar o WTA 500 de Charleston pela primeira vez, a jovem Iva Jovic espera realizar boa campanha no evento disputado em quadras de har-tru, o saibro verde. A norte-americana também comentou sobre a expectativa de competir em toda a temporada na terra batida e que se adaptou ao piso com bastante trabalho.
Após cair na terceira rodada no WTA 1000 de Miami, a jovem de 18 anos já mudou o foco para seguir em evolução. Sincera, ela admitiu que precisou de bastante esforço para se adequar ao saibro, já que sempre priorizou as competições em quadras sintéticas.
“Eu não sabia deslizar de jeito nenhum. Nem sabia absolutamente nada sobre como fazer isso. Logo, procurei trabalhar muito nos últimos dois anos para me sentir mais confortável, e acho que agora estou em um lugar bem melhor”, pontuou.
Atual número 16 do ranking mundial, Jovic destacou a importância de ser mais flexível para competir em superfícies distintas. “É muito legal. No ano passado, joguei Bogotá e Roland Garros, além de alguns ITFs. Esta é a primeira vez que vou fazer toda a temporada oficial, o que é muito empolgante”, afirmou.
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“Já após Miami busquei treinar e adaptar ao saibro. Obviamente, é um pouco diferente, principalmente em termos de movimentação. Eu realmente gosto do saibro verde (har-tru). No ano passado joguei um torneio nesse piso, em Charlottesville e ganhei”.
“É um piso mais rápido que o saibro vermelho, então ajuda bastante na transição da quadra dura. Charleston é um lugar muito bonito e o torneio é incrível. Claro, é minha primeira vez aqui, mas todo mundo só fala coisas boas e agora entendo todo esse entusiasmo”, disse a atleta da Califórnia.
Cabeça de chave 4 em Charleston, ela saiu avançada e desafia na estreia a compatriota Alycia Parks. Curiosamente, no único encontro entre ambas, Jovic venceu na terra batida de Bogotá, em 2025.
Jovic ainda endossou como as tenistas da casa costumam contar com alguma vantagem pelo aspecto da adaptação ao har-tru. “As norte-americanas geralmente jogam bem nesta superfície e muitas jogadoras dos EUA já venceram aqui. Estamos mais acostumadas, porque não temos muito saibro vermelho no país”, analisou.












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