Mais uma lição

Apesar de alguns lances espetaculares e de alta exigência técnica, o duelo entre João Fonseca e o número 1 do mundo Carlos Alcaraz deixou a desejar. Nenhum dos dois esteve realmente à vontade em quadra, com produtividade inferior ao normal com o saque na mão e muitos erros por precipitação ou escolha ruim.

Ainda assim, é claro, deu o espanhol, porque ele foi muito mais oportuno nos grandes pontos da partida. A rigor, deu uma única oportunidade de o brasileiro reagir, quando sacou alto no backhand de Fonseca com o segundo serviço e viu o jovem adversário desperdiçar a chance de ouro com uma devolução no meio da rede.

Alcaraz foi fiel a seu plano tático de não dar ritmo ao brasileiro, trocando direções constantemente e usando muito contrapé. Também tentou atacar o tempo todo os segundo serviços, o que lhe custou alguns erros bisonhos, além de se precipitar nas subidas à rede. Sua genialidade, no entanto, compensou esse risco com lances de enorme categoria, mesmo sob pressão.

Fonseca não sacou bem, ainda que tenha perdido apenas dois serviços, um em cada set. Mas obviamente precisaria de percentual maior de primeiro saque para usar o forehand com constância, tal qual fez tão bem contra Jannik Sinner. Como não conseguiu, saiu de quadra com apenas oito winners da base, além de seus cinco aces. Alcaraz fez mais do dobro de bolas vencedoras.

Não veio a vitória, nem atuação tão animadora como as de Indian Wells, mas o jovem brasileiro segue acumulando experiências e emoções, que muito provavelmente serão bem úteis um pouco mais à frente. Nunca devemos esquecer que Fonseca vive uma temporada bem diferente do que a anterior, em que já é uma estrela, encara expectativas e isso tudo gera pressão desconhecida.

Ficam ao mesmo tempo lições importantes, como observar a movimentação espetacular do espanhol e sua forma peculiar de deixar o adversário sempre desconfortável, seja pelo improviso ou pela difícil leitura do golpe seguinte. Fonseca tem condições técnicas de ser sólido como Sinner e surpreendente como Alcaraz, desde é claro que siga evoluindo no aspecto físico e não se perca no emocional.

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Fernando Brack
Fernando Brack
1 mês atrás

João acerta na comparação que faz entre Sinner e Alcaraz, embora nada original, pois 10 entre 10 comentaristas profissionais ou de sofá dizem a mesma coisa. Até o italiano concorda. Sinner é uma máquina espancadora de bola, enquanto Alcaraz é arte associada a vigor físico. Gosto mais da persona Sinner e mais do jogo do Alcaraz e, por isso, não tenho torcida definida por um deles. O jogo do Sinner encaixa melhor com o do João e os placares de JFxJS e JFxCA meio que refletem isso. Onde eu vejo necessidade mais premente de evolução do João, e ele tem tempo pra isso, é na movimentação. Ele é lento, parecendo pesado. Tá faltando explosão pro menino. É só puxar ele para as laterais ou para a frente e ele quase invariavelmente vai pro erro ou entrega uma bola fácil, em especial batendo de backhand. A devolução vem em seguida. Bora seguir trabalhando, com foco nesses dois pontos.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás

Hoje um “Superbig” só não foi varrido em dois sets porque o Korda vacilou pra quebrar duas vezes e depois sacando pro jogo.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Superbig que nem consegue um Double Sunshine em um circuito que só tem Sinner como grande rival? rs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Não consegue um Double, mas 7 Slam e 8 Masters 1000 aos 22 aninhos . ” goat ” somente levou segundo Slam no ano que fez 24 . Sinner aos 24 pode obter o Double mas possui ” apenas ” 4 Slam. E daí Paulinho ???. Quanta sofrência!!! . Rsrsrs,Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

E daí cara pálida ???. Ano passado caiu para Goffin de cara . Na sequência levou Monte Carlo. Carlitos adora a Disney e seus Patetas … Rsrsrs,Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ficou só naquele título de 2022 sem GOAT dos esportes presente. Rsrsrs, abs!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

O esporte é de fato imprevisível, as coisas sempre podem mudar. Korda vinha fazendo um set2 quase perfeito, quase sem erros, regular e agressivo. Aí foi sacar pra fechar a partida, e perdeu 3 games seguidos. Alcaraz que vinha irregular passou a não errar mais, set3 começando, o momento é do espanhol…

evaldo.moreira
evaldo.moreira
1 mês atrás

Vendo o jogo do alcaraz x Korda, da-lhe eslice, como é bonito o slice do americano, 3×1 no momento, e Carlos gesticulando e brabo, falando com o stff de doido dele, sim staff de doido, porque todos palpitam e metem o bedelho, kkkkkk.

Quem é o técnico mesmo, SLopes…Molina..o irmãozão dele que foi agregado no staff????

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  evaldo.moreira

Estás se superando, caro Evaldo. Devem ser as más companhias… rs . Samuel Lopez foi agregado ao Staff a pedido de Ferrero. Com a saída de Juan Carlos após Carlitos levar USOPEN 2025, e fazer sua primeira final no ATP Finals 2025 , Samu foi efetivado. De cara Alcaraz levou AOPEN 2026 e ATP 500 de Dubai 2026 . Devias estar perambulando pelo Site …rsrs. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Set1 em que Alcaraz demonstrou toda a sua habilidade, inclusive com lobs incríveis, mas o americano levou a parcial. Vai ter que elevar o nível p vencer, Korda esta regular e bem agressivo…

evaldo.moreira
evaldo.moreira
1 mês atrás

E deu, Nana, parabéns a ela.

evaldo.moreira
evaldo.moreira
1 mês atrás

Estou acompanhando o jogo da Victoria x Nana, muito baloeira essa Victoria, acho a Nana mais consistente e saque mais contundente até o momento.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  evaldo.moreira

Baloeira? Que mal há em levantar a bola pra tentar ganhar tempo? No mais achei que nesta partida a Victoria sacou melhor que a Nauhany. Ela está bastante alta. Deve estar uns 30 centímetros mais alta que a mãe. Pode ter sido alguma fórmula do Mouratoglou.

evaldo.moreira
evaldo.moreira
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Prezado,

Voce entendeu bem, o que eu quiz dizer, e estava vendo o jogo, e as bolas levantadas por ela, não tinham esssa necessidade, e ponto final prezado, e altura ? Que altura tem aver meu caro Ronildo, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Nana venceu por méritos, e Victoria tem muito a melhorar, o saque não vi tanta evidência, ela estava até reclamando , e de que ela reclamava, kkkkk

Ambas, grande futuro pela frente e muito a evoluirem ainda.

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás

Uma coisa muito importante no tênis é a paciência. Principalmente dos torcedores e com os torcedores, kk.

João tem 19 anos, como bem frisou nosso colega Santos Dumont (Marcão???), que há uns dias atrás fez um post primoroso sobre essa idade e a maturidade do garoto.

Acho que ao invés de criar espectativas e gerar pressão sobre ele, devemos é aproveitar seu já bom jogo atual e esperar, porque com o seu potencial melhores resultados certamente virão.
Abs

Última edição 1 mês atrás by José Yoh
Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás

Dalcim, Naná e Victória na final do Banana Bowl depois de décadas de ausência. É ou não é para ficar otimista ( com realismo) com essas meninas?

João V. Mendonça
João V. Mendonça
1 mês atrás

Enquanto isso – apesar da descrença de alguns – Tien e Mansik seguem firmes e fortes rumo ao Top10:
– Tien ocupa provisoriamente a posição de número 20 no ranking de entradas com chances de ser alcançando por Vacherot, F. Cerúndulo, T. Paul e Fills, e a 12a posição na corrida, e apesar da derrota, sua consistência o aproxima cada vez mais do Top10.

– Já Mensik – que deve sofrer grande queda por defender o título do ano passado – segue dentro do Top10 da corrida e portanto em evolução constante se comparado ao seu desempenho do ano anterior.

Enquanto isso nosso Jão, que nã9 foi agraciado com bons sorteios nos Masters onde mais poderia ter somado pontos no primeiro semestre, parte agora para o saibro, onde ele apesar de apresentar um bom desempenho, claramente não possui um tênis tão vistoso quanto na rápida, embora bons desempenhos não estejam descartados.

Enquanto isso e se nenhum desastre acontecer ou um Medvedev aparecer, os Superbigs seguem firmes e fortes em rota de colisâo na rodada final de Miami.

Lembrando que Guga num longínquo 2000, disputou a final comtra sampras (e perdeu). Senirritou. Mas na minha opinião Sampras jogou melhor e mereceu a vitória, diferente da semi no Finals onde o jogo iniciou-se bastante equilibrado, mas que terminou comdesempenho levemenre superior do brasileiro.

Aliás o Finals foi um dos melhores (se não o melhor) torneio de Guga pós RG97, onde também surpreendeu a todos e mostrou que não era apenas “mais um rostinho sujo com poeira de saibro” na multidão.

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  João V. Mendonça

Ué, esqueceu por que o Guga se irritou na derrota para o Sampras em Miami? Vou lembrar para você e para o pessoal aqui: o brasileiro foi escandalosamente garfado no tiebreak do 4° set em duas bolas do Sampras que saíram um palmo e o cara de pau do juiz simplesmente ignorou, uma delas na frente dele (na época não existia o hawk-eye).
Não fosse esse assalto, a partida iria ao quinto set e muito provavelmente o Guga venceria, já que estava melhor e o Sampras já dava visíveis sinais de cansaço. Ele próprio reconheceu isso na entrevista pós-jogo.
E na final de Lisboa, você deve ter visto outro jogo, ou então sua memória já falha. Vou te corrigir: Sampras começou levemente superior, mas logo o Guga equilibrou. O americano conseguiu levar o 1° set no tiebreak e nos dois sets derradeiros, o que se viu foi um passeio do Guga. Uma virada histórica rumo ao título e ao posto de n° 1 do mundo.

Fernando Brack
Fernando Brack
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

A final de Lisboa foi contra André Agassi.

Joâo Mendonça
Joâo Mendonça
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Verdade, me esqueci de tudo isso.

Mas vou culpar a idade por tamanha falta de memória dos fatos!

: – )

Evandro
Evandro
1 mês atrás

Parabéns por mais um post irrepreensível, Dalcim! Só queria acrescentar: como é bom saber que está recuperado do problema na lombar. Caso, contrário, o teria apresentado no Double Sunshine tão exigente. Avante! Muita coisa boa espera na gira de saibro.

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás

O mundo do tênis gira rápido sem dar trégua. Lidando com a árdua tarefa de tentar superar talentos da geração anterior e da própria, o João Fonseca já vê pelo retrovisor a chegada de mais jovens talentos, tais como o Jodar e o Kouame. O primeiro já o ultrapassou na Next Gen Race.

Última edição 1 mês atrás by André Aguiar
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Na boa , meu caro . Aos 19 , Jodar caiu na fase de grupos do ATP Finals Next Gen 2025 . João em 2004 , aos 18 , bateu Mensik e Tien pra levar o Caneco. Este promissor Espanhol, está apenas na frente em Março, devido aos Torneios pulados por JF devido a lesão. Ele terá sempre alguém no retrovisor…rs. Abs !

João Mendonça
João Mendonça
1 mês atrás

Espero que ainda em tempo (sobre Beatriz, Rafael, Carlos e Juan):

– Toda relação entre técnico e atleta na perfomance é estruturada em confiança e admiração mútuas. A empatia que um tem e exerce para com o outro ajuda a moldar sua relação, sua comunicação e ao final influencia a postura do atleta em quadra refletindo-se nos seus resultados e em sua performance. Essas relações ostumam ser duradouras e o contrato que os une torna-se um mero adereço para que as relações comerciais sejam cumpridas.

Mas quando por qualquer razão esse relacionamento desanda e a empatia termina, sejam por razões sólidas ou por aquelas que se apoiam no ego exacerbado de uma ou ambas as partes o relacionamento deixa de ser leve e a passa a ser um peso (ou um pesadelo) para um dos lados ou para ambos, e consequentemente a sinergia essencial deixa de existir refletindo-se inicialmente no dia a dia dos treinamentos e ao final no desempenho do atleta em quadra, pois a perda de confiança mútua – elemento essencial para moldar a relação com o padawan é o pilar de sustentação para que a comunicação flua e sem ela, a dinâmica da relação deixa de ser fator preponderante para produzir resultados.

Sintomas: planos de jogo (ou de prova, dependendo de sua modalidade) não são mais compartilhados, treinamentos perdem seu sentido, visto não haver mais harmonia entre os objetivos e o resultado aparece ao final do seu jogo (ou da sua prova).

Arrisco até mesmo a dizer que essa sinergia afeta muito mais a decisão por uma troca de técnico do que a questão financeira.

Nessa situação, não adianta insistir: o pupilo precisa de um novo mentor e o mentor precisará buscar outros ares.

Assim como numa relação de amizade ou relacionamento afetivo, o fim não é por muitas vezes uma situação fácil de lidar, por outro lafo ela cria a possibilidade de evolução para ambos e ao final também é libertadora, dando asas a novas idéias, novos pontos de vista que enriquecerâo a experiência de ambos (ex-pupilo e ex-trenador) e abrem alas para a evolução de ambos, como atletss ou como pessoas.

Ricardo
Ricardo
1 mês atrás

“Fonseca tem condições técnicas de ser sólido como Sinner e surpreendente como Alcaraz” – parando pra pensar sobre isso, temos a dimensão do diamante bruto q temos nas mãos…

Evandro
Evandro
1 mês atrás
Responder para  Ricardo

E que já está semi lapidado.

Davi Poiani
Davi Poiani
1 mês atrás

Fonseca está num excelente caminho de aprendizado e ascensão. Alcaraz, o número 1 do mundo, é o melhor jogador da atualidade. João adquiriu experiência e aos pouco vai formando casca para este tipo de partida.

Pessoal esquece como tenis de alto nível é difícil. Ontem mesmo em Miami já teve a derrocada de vários cabeças de chave: Draper, De Minaur, Cobolli, Bublik, Ruud, Darderi… um verdadeiro “bloodbath”!

Fonseca nem cabeça de chave era e o sortei não ajudou. Bora para o saibro!

SANDRA
SANDRA
1 mês atrás

Dalcim , você acha que Tien está muito a frente do Fonseca ? Outra coisa , se o Fonseca pegasse uma chave mais razoável ele já seria top 15 , pegando Alcaraz e sinner na segunda rodada fica difícil . E por último existe algum protetor para a coluna que ele pudesse jogar ? Para que serve aquelas camisetas que os jogadores de futebol usam ?

Cajuina
Cajuina
1 mês atrás

Uma pergunta, Dalcin: considerando que Alcaraz obviamente já é um tenista maduro e João ainda está em formação, que ajustes mais urgentes você indicaria levando em confa o jogo de ontem? Abraços!

Jorge
Jorge
1 mês atrás

Vamos com calma com o João Fonseca,ele está pelo menos uns 5 degraus abaixo de sinner e alcaraz e longe de uma consistência de top 10 ,mas a evolução é assim mesmo , lembre-se que Roger Federer virou profissional em 1998 ,ganhou seu primeiro título em 2001 e seu primeiro grand slam em 2003 .
Dalcim ,um elemento no jogo do Fonseca que precisa ajuste é sua movimentação lateral e contra golpe ,concorda ?

Tomé
Tomé
1 mês atrás

Tudo me parece ser questão de expectativa e os próximos meses ajudarão a dizer qual a tendência de curva de evolução o João terá. Para ter a curva de fênomeno (futuro #1 e ganhador de vários GS) terá que ganhar uns 40 jogos, uns 3 ou 4 títulos, ir longe em GS e M1000 já este ano. Foi o que fez o Sinner em 2021. Alcaraz é ainda mais fenômeno e da idade do João já tinha o título de Miami e o US Open. Agora, existe a curva do top 10 tbm, de jogadores como Taylor Fritz, Karen Khachanov, Casper Ruud, Hubert Hurkacz, Andrey Rublev, Stefans Tsitsipas etc. Todos ótimos jogadores, com vários títulos no currículo, incluindo M1000 (Hurkacz, Rublev e Tsitsipas têm mas de um), boas campanhas em Slams, mas zero ameaça aos melhores. Para isso, repetir 2025 (cerca de 25 vitórias e 1 ou 2 títulos) basta. Até o M1000 de Miami do ano passado eu enxergava o João com potencial para a primeira curva. Hoje, um ano depois, eu confesso que vejo o João mais na segunda curva. Não pelos resultados e oscilações normais, mas sim pelo jogo mesmo. Pela técnica e pelas armas quando ele está bem. Essa curva ja seria ótima, mas talvez frustre alguns. Há muito a melhorar e evoluir. Hoje, eu vejo apenas o saque e o forehand com base plantada (não em movimento) como os únicos golpes de elite no arsenal dele. Todo o resto precisa de muita evolução, principalmente movimentação e velocidade. Tomara que eu me engane e que ele evolua tecnicamente a ponto de entrar na curva do fênomeno nos próximos meses.

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Tomé

Já discordei de você no passado, principalmente quando dizia que o Tien, então só com resultados em quadra dura e nos EUA, possuía curva de evolução superior à do João.
Mas considero irretocável o seu comentário acima.

Helena Abreu
Helena Abreu
1 mês atrás
Responder para  Tomé

Boa postagem. Falta ainda bastante para o João

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Helena Abreu

Se não faltasse aos 19 , minha cara … Nosso amigo fala em fenômeno e aí acerta . Carlos Alcaraz é o mais precoce da Era Profissional. Todos os demais citados tem muito a melhorar , assim como precisava Sinner aos 22 anos. O fato de nosso amigo citar apenas dois golpes como de elite , não determina onde ele vai parar junto a rede , deixadinhas e etc … Potencial para melhorias não tenho dúvidas. Tudo no seu devido momento…Abs !

Marquinhos
Marquinhos
1 mês atrás

Fonseca comparou Sinner a um robô. É por isso que lembra Djokovic.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Marquinhos

O goat alugou um triplex em sua cabeça. Eita WB 2019 que lhe deixa tão tristonho rs.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Na verdade foram 10 anos de surras intensas de 2011 a 2020.

Aristodemo Xavier
Aristodemo Xavier
1 mês atrás
Responder para  Marquinhos

Se a comparação fosse a um indivídio entre o idiota e o imbecilizado…. eu até associaria mais rapidamente

Mas a um robô, sequer me passou pela cabeça (mesmo ele sendo irretocável dentro das quadras).

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás
Responder para  Marquinhos

Quem me dera eu conseguir ser um robô na quadra…

PS. : Aliás esse negócio de eu ter de provar que eu não sou robô a cada comentário que faço enche o saco…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  José Yoh

Yoh, isso acontece quando você passa de 3 ou 4 comentários no mesmo post. Pelo menos, aqui comigo é assim.
Mas, é chato mesmo.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  José Yoh

Desculpe, não sou um robô é em todos mesmo. O que acontece depois de alguns comentários é provar que não é, apontando figurinhas de carro, ponte etc. Rssss.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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