Miami (EUA) – Campeã do WTA 1000 de Miami em 2022, Iga Swiatek sofreu uma rara eliminação na estreia de um torneio. A número 3 do mundo permitiu a virada contra Magda Linette, de 34 anos e 50ª do ranking, com parciais de 1/6, 7/5 e 6/3 em 2h10 de partida.
Swiatek não perdia na primeira partida de estreia nos últimos 73 torneios que disputou desde a derrota para Maria Sakkari no WTA Finals de 2021. Nos torneios regulares do circuito, a série vinha desde Cincinnati no mesmo ano. Com 12 vitórias em 18 jogos na temporada, a ex-líder do ranking agora segue para a temporada de saibro tendo caído nas quartas do Australian Open, Doha e Indian Wells
Algoz de Swiatek nesta quinta-feira, Linette é treinada por Agnieszka Radwanska, ex-número 2 do mundo e finalista de Wimbledon. A atual 50ª do mundo também já teve um ótimo resultado em Grand Slam, quando foi semifinalista do Australian Open há três temporadas. Ela já perdido para Iga no WTA 1000 de Pequim de 2023.
+ Clique aqui e siga o Canal do TenisBrasil no WhatsApp
A adversária de Linette na segunda rodada será a filipina Alexandra Eala, de apenas 20 anos e 29ª do ranking, que venceu uma batalha de 3h20 contra a alemã Laura Siegemund por 6/7 (6-8), 6/3 e 6/3. A polonesa lidera o histórico contra Eala por 2 a 1, mas perdeu o duelo mais recente em Auckland.
‼️UPSET ALERT IN HARD ROCK STADIUM ‼️@MagdaLinette | #MiamiOpen pic.twitter.com/lUJtcc5jbW
— wta (@WTA) March 20, 2026
Ex-líder do ranking cometeu 49 erros não-forçados
O início de partida foi o melhor possível para Swiatek, que mesmo enfrentando games longos em seu saque, conseguiu duas quebras para sair vencendo por 5/0, até que Linette confirmasse o serviço pela primeira vez. Muito mais agressiva em quadra, a ex-número 1 do mundo fez 14 a 3 nos winners e cometeu 14 erros não-forçados contra 10.
Já no segundo set, a melhora de Linette nos games de saque foi fundamental para que ela pudesse tornar a partida mais competitiva. A veterana não enfrentou break-points e também contou com os 20 erros não-forçados de Swiatek. No último game da parcial, quando Iga fez uma dupla falta, Linette aproveitou a chance de quebra com winner de devolução. Swiatek fez um winner a mais, 10 a 9, e viu a a rival cometer 14 erros.
Swiatek teve chances de retomar o controle da partida no terceiro set, mas errou devoluções e perdeu break-points, que possibilitaram a Linette manter seus games de serviço no início da parcial. Na sequência, a terceira do ranking voltou a sofrer com o saque e com os erros não-forçados, possibilitando duas quebras à compatriota. Iga fez mais winners, 35 a 22, mas cometeu 49 erros não-forçados contra 31.











kkkkkkkk
Eu me divirto com isso.
Eu também kkkkkkk
Bom, ao longo dos anos, Iga se acostumou a soltar pancadaria, e ganhar o jogo com potencia e bolas anguladas. Variava muito pouco, porque era muito rapida com as pernas e conseguia contra atacar com maestria. Mas usar pouca variação torna o jogo previsivel, e o circuito foi adaptando. Agora ela tem que correr atras, ou aumentar velocidade e potencia, ou mudar a tatica do jogo. Ano passado já dava sinais que estava ficando para tras, mas ganhou WB. Esse ano já foi ultrapassada por Ribakyna, e se bobear daqui a pouco passam Gauf, Pegula e Anisimova. Vamos ver.
Impressionante, somente comentaristas de resultados. Não sei faz quanto tempo acompanhas o Esporte, mas o número absurdo de Títulos com apenas 24 anos , jamais seria só com pancadaria e bolas anguladas . Está sem confiança, em autêntica má fase. Postas sem saber que a jovem Polonesa é perfeccionista. Se tiver que mudar novamente de treinador , vai mudar . Ano passado quando começaram as oscilações , levou Wimbledon com direito a bicicleta na Final , meu caro . Menos , muito menos. PS : Sabalenka próxima dos 28 anos. Abs !
Precisa criar um fato novo , que é variar o jogo para confundir suas adversárias e não viver de lampejo técnico. Veja que Sabalenka e Pegula evoluiu e a Iga esta ficando sem caminho, no caso da Ribakina também varia pouco, porém o seu saque faz a diferença que a faz ter uma carta na manga, mas se o seu saque parar de funcionar aí vai ficar perdida porque tem dificuldades em variar o jogo.
Será que iga vai começar a cair depois de 125 semanas como número 1 e deixar o top 3?
O saibro vai trazer essa resposta, porque sempre foi onde ela dominou nos últimos anos. Se a Swiatek não fizer grandes resultados no saibro esse ano, vai ficar complicado, porque na quadra rápida, várias jogadoras já aprenderam a jogar contra ela.
Se a Iga não se reinventar, a tendência é cair cada vez mais no ranking. Tem que demitir todo mundo e trazer alguém que faça ela sair da zona de conforto, pq esse jogo dela já está batido. Espero que ela se recupere.
torci pela Iga até 2024 ,mas a realidade é que (1) as adversarias aprenderam a jogar contra ela , não assusta mais ninguém . (2) seu jogo não evoluiu nada ,é sempre o mesmo, não incrementou nenhuma variação .(3) mesmo esse jogo solido e consistente do fundo de quadra que ela possuía , não tem mais a mesma agressividade nem a mesma eficiência de anos passados. Muito improvável que ela volte a dominar o circuito feminino, especialmente diante do crescimento absurdo da “Gritolenka” e/ou da Rybakina ,,,,
Não fosse por minha falta de espírito lúdico, eu diria que a pelada alvirrubra entre as polonesas Iga e Magda, com Agnieszka coadjuvante, tratou-se de um autêntico jogo de comadres, em respeito à mais velha em quadra…
Grande surpresa e zebra do torneio até agora. Isso mostra que todas as jogadoras precisam se reinventar e evoluir. Parabéns para a Linette pela vitória. Para a Iga é um sinal de alerta de que ela precisa acelerar a sua reinvenção e evolução.
Dá um desânimo mesmo ver esse tanto de “kkkk” vazio, como se fosse análise. A Iga Świątek dominou o circuito por mérito, com consistência absurda e leitura de jogo — não foi sorte nem modinha. Agora, fase ruim ou adaptação das adversárias faz parte do esporte de alto nível, não é sinal de decadência automática. Muita gente opina sem acompanhar de verdade a evolução tática, o físico ou o calendário. Criticar é fácil, difícil é entender o jogo em profundidade. No fim, quem conhece tênis sabe separar barulho de análise séria.
Apenas uma zebra no percurso…nada mais…