Miami (EUA) – A paulista Beatriz Haddad Maia afirmou que está procurando um novo treinador para substituir Rafael Paciaroni, mas adotou a cautela nesta fase de transição. Além disso, Bia destacou como o tênis muda velozmente e acredita que retornará aos bons resultados em breve, mantendo o otimismo.
Bia chegou ao top 10 de simples e duplas com Rafael Paciaroni liderando a comissão técnica. Porém, a tenista de 29 anos surpreendeu ao anunciar o rompimento da parceria de seis anos, em 12 de fevereiro.
A atual número 69 do ranking da WTA concedeu entrevista à ESPN e abordou diversos temas, mas reiterando que a escolha do treinador não será decidida sem análises aprofundadas. A intenção é retomar o caminho das vitórias e títulos, depois de um final de 2025 e início de temporada frustrantes.
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“Estou em um processo diferente, porque estava há seis anos com o Rafa (Rafael Paciaroni). Essa troca influencia bastante os processos do dia a dia, ainda está sendo diferente. E as coisas não acontecem da noite para o dia”, ponderou a canhota.
“Estou procurando por opções, novos nomes. Uma troca de treinador envolve várias coisas, é algo muito maior. Nós passamos o ano inteiro juntos, são vitórias, derrotas, conquistas e conversas constantes”.
E O NOVO TREINADOR? Em entrevista exclusiva à ESPN, Beatriz Haddad Maia falou sobre como está a procura por um novo treinador e quais são as dificuldades para conseguir uma nova parceria depois do fim de seu ciclo com o ex-técnico Rafa!
ASSISTA à estreia de Bia Haddad no Miami… pic.twitter.com/a1COZ5kAOY
— ESPN Brasil (@ESPNBrasil) March 17, 2026
Bia comentou sobre como não se trata somente de uma relação profissional, o que torna a escolha do treinador ainda mais complexa. “A gente cria uma conexão. Então, não é simplesmente trocar, como se fosse um carro”, analisou.
“Além disso, nunca é fácil fazer isso com a temporada em andamento. A maioria dos tenistas começa a temporada já com o time completo”, afirmou. “O processo é muito longo e duro para todo mundo. Mas necessita contar com calma e serenidade para fazer boas escolhas, sem pressa. Estou bastante otimista, positiva e com certeza coisas boas virão nesta nova etapa”, disse.
Bia, no entanto, demonstrou otimismo para dar a volta por cima ainda neste ano. Até o momento, ela amarga sete derrotas consecutivas em estreias em 2026. Nesta terça, a paulista estreia no WTA 1000 de Miami contra a turca Zeynep Sonmez, 83ª do mundo, a partir das 20h (horário de Brasília).
“Tem sido uma temporada de vários aprendizados, estou conseguindo trabalhar coisas que preciso melhorar em meu jogo, na minha cabeça. Além da confiança também. Sei como o tênis é um esporte em que as coisas mudam rapidamente. O próprio João (Fonseca) é um exemplo disso”, concluiu Bia.
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Em busca de recuperação, Bia estreia em Miami nesta terça-feira às 20h












O triste é ver que ela ainda acredita que é só uma fase que vai passar… pena que ela não lê aqui, senão já teria saído dessa queda faz um tempão.
E ainda bem que ela não lê aqui, se não, perderia tempo e foco uma vez que a maioria dos comentários aqui, são de pessoas que jamais pisaram numa quadra de tenis….hehehehe
Sorte dela.
Se não estou enganado é vc que acredita no Thiago Wild.
Pq a Bia não pode acreditar nela? Olha que ela já fez muito mais pelo tênis brasileiro do que o malvadão.
É uma questão de idade e nivel técnico para eu acreditar no Wild. A Bia ja não tem idade pra isso e sempre foi bem fraca de recursos técnicos.
Esse argumento de idade pra acreditar no Wild não se justifica.
Num esporte como o tênis, o que se deve levar em conta pra analisar a carreira de um jogador são seus resultados e principalmente seu compromisso com o esporte (sua dedicação). E em ambos os critérios o Wild está muito aquém do que se espera de um tenista profissional (mesmo sendo um bom jogador)
Idade não torna ninguém um “fora de série”. Nenhum tenista se torna top só por ser jovem. Isso é uma falácia.
Se ela lesse aqui não teria ganhado o WTA 500 de Seul
Triste é ver que você ainda não percebe que, a cada vez que escreve aqui, fica mais vergonhoso para vc que as derrotas da Bia.
Tomara que o novo treinador consiga tirar a cartilha do Paciaroni de tantas “abstrações” de sua cabeça. Sim, todo esportista tem de ser positivo, mas antes disso tem de por os pés no chão.
É triste que ela, ao que tudo indica, não consiga enxergar a realidade. Parece que não se dá ao trabalho sequer de assistir os próprios jogos e analisar o que está acontecendo.
Usar o João como exemplo não está com nada. “tênis é um esporte em que as coisas mudam rapidamente” -> não é bem assim, certas realidades precisam ser enfrentadas antes dessas mudanças que ela espera ter possam se concretizar.
Espero que não aja como em 2024, onde umas poucas vitórias fortuitas serviram para ela dizer (e pensar) que está tudo bem no nível de jogo dela. E que ela não espere o fim da temporada para colocar alguém que saiba mais que ela (e que tenha uma perspectiva que ela não é capaz de ter) trabalhando firme ao seu lado. Seria uma pena, aos quase 30 anos, desperdiçar tantos meses por pura teimosia.
Confesso que torcer para Bia é um tanto frustante, diferente de várias garotas ou garotos que chegaram ao top 10, a palavra que define sua carreira é inconsistência, ela foi capaz de chegar em final de master 1000 e semi de GS, mas tomar r1 na maioria dos torneios, ainda tenho esperança de resultados melhores.
Que bom que a Bia Haddad esteja procurando um novo técnico! A escolha realmente não deve ser tão fácil afinal de contas será um novo profissional que deva ter experiência no circuito e que será da total confiança dela. Torço para que a parceria, se concretizada, dê certo e traga novos rumos a bela carreira que ela já conquistou para o tênis feminino brasileiro.
Sem evolução técnica é missão quase impossível. As top do ranking tem evoluído, até a Sabalenka melhorou nos últimos anos, saque voleio, movimentação, deixada etc. Tem uma turma nova chegando que p derrotar essa turma com o mesmo tênis de anos atrás, as chances são quase zero.
Treinador não vai fazer a menor diferença na idade que a Bia está.
Ela só precisa se consientizar que o fim de carreira está próximo e ir preparando a saída da melhor maneira.
Seria bacana pra ela ter uma ex-jogadora de peso chefiando a comissão técnica. Infelizmente, mesmo na WTA, o que se vê ainda são homens brancos monopolizando todas as posições de poder, desde treinadores até dirigentes de entidades, diretores de torneio e pessoal da mídia. A ideologia ultra elitista e reacionária desde sempre associada a esse esporte pode explicar essas aberrações, porém não as justifica mais em pleno século XXI.
É sério isso?
Minha nossa…
O principal erro da Bia foi ter começado a temporada com o Rafa.
Ela não ter técnico agora é reflexo disso, e tudo sera mais demorado e difícil no meio da temporada.
Ela sabe que tem que escolher alguém q ensine a sacar?
Agora vai!
Que bom que msm em fase ruim continue positiva! Que venham novos tempos pra nossa Bia que já mostrou tudo do que é capaz.
Larri Passos é uma opção forte se ela quer um choque de realidade e tem real desejo de mudanças.
Se só quer um amigo, parça, pra rodar no tour qualquer um serve…
Só faltou dizer que o importante é estar saudável….
Zzzzzzzz
Procurando técnico? Achei que iria procurar um plano de aposentadoria, sinto muito aos passadores de pano mas essa derrota de hoje foi ridícula, me lembrou os jogos de aposentados nas quadras do fluminense, essa moça simplesmente parecia uma criança jogando contra um adulto, uma partida lamentável, eliminada por uma amadora que com certeza será eliminada na próxima rodada. Devemos saber a hora de parar, e não entrar em quadra apenas pra receber um cheque.
Mentalidade passiva, assim Bia disse ela ao perder pela sexta vez seguida hoje em Miami.
A busca de um novo treinador resolve isso?
Beatriz está é com receio de o novo técnico fazer seu trabalho normalmente, mas ela não decolar da pasmaceira em que se encontra há quase três anos, o que evidenciaria seu minguado nível técnico jogando bola, ou seja, essa conversinha fiada de que “Bia prega cautela” é somente para encher linguiça…