Madri (Espanha) – Em entrevista ao jornal espanhol As, a britânica Emma Raducanu comentou sobre o momento que vive na carreira e sobre dilemas físicos, como problemas de saúde, e mentais, como o assédio frequente que enfrenta nas redes sociais.
A tenista de 22 anos já teve nove técnicos na carreira. A separação mais recente foi com o espanhol Francis Roig. Ela admitiu que, por enquanto, não está em busca do décimo nome para auxiliá-la. “No momento, não estou procurando um treinador. Tive uma ótima experiência com Francis Roig; nos demos muito bem e o relacionamento foi excelente, mas, no fim, não concordamos em pontos-chave. Apesar disso, mantemos uma boa relação.”
Nos últimos tempos, a número 25 do mundo passou por problemas de saúde, e admitiu que a recuperação não é fácil. “Em Cluj, contraí um vírus no início do torneio e tive que lidar com ele e suas sequelas, que me afetaram nas últimas três semanas. Tentei superar, mas a turnê pelo Oriente Médio tem sido muito difícil para mim. Estou me preparando para Indian Wells e tentando me recuperar totalmente, então espero dar o meu melhor”.
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Raducanu também é vítima de um problema crescente em relação ao público do circuito, o assédio e ofensas virtuais. A britânica acredita que a questão não tende a diminuir. “Aceitei que o assédio online continuará acontecendo. Não importa o quanto se faça a respeito, há muitas pessoas por aí, e não há como impedi-las. Faz parte de estar sob os holofotes ou ser uma figura pública. Se eu não conquistasse nada, ninguém falaria de mim, então acho importante estar ciente disso e aceitar que não há como impedir”.
Apesar de todos esses contratempos, a britânica enxerga o lado bom da profissão e destaca sua força em continuar. “O esporte é um ótimo veículo para aprender lições de vida, e acredito que a resiliência seja a lição mais valiosa que posso tirar dos meus altos e baixos”, disse Raducanu.
“A temporada é muito longa e é muito difícil estar em quadra o tempo todo se você está jogando tantos torneios obrigatórios. Meu objetivo é dar o meu melhor todos os dias e me esforçar para ser a melhor versão de mim mesma. Sei que, seja qual for o desafio que eu tenha que enfrentar, cairei sete vezes, mas me levantarei oito. Isso faz parte do meu caráter e me ajuda muito em momentos difíceis”, finalizou











Nao entendo como alguém como ela ainda acessa suas redes sociais públicas. Bia ja declarou que tem uma equipe que faz isso e que acessa so a conta chamada CF. Até sub celebridades tipo a Jojo Toddynho ja disse que a conta de Instagram pessoal dela tem 150 seguidores e que a oficial verificada que está sempre envolvida em polêmicas e xingamentos, etc eh administrada por uma equipe. Aqui o chorume ja corre solto nao entendo porque alguém como ela perde tempo olhando.
Milagre concordamos em algo, kkkk. Sim, baita perda de tempo e energia ela fazer isso, ainda mais sabendo do hate e dos comentários inapropriados por sexualização.
Mas há um detalhe em seu não entendimento: ela pode ter equipe para administrar suas redes, mas, esses devem-lhe passar os resultados, tipo: mensagens de ameaça, x%, mensagens de felicitações, x%, sem detalhes, porém, deixando-lhe por dentro do teor que mais chega à ela.
E é disso que ela fala. Eu acho.
Instagram na verdade é milhares de gente elogiando. Uma pessoa ou outra vai fazer uma crítica ácida ou realista. Não há motivo para elas não olharem. O problema é que esquecem as centenas de elogios quando olham apenas uma única mensagem dura.
Surpreso que não teve nenhuma pergunta sobre o Alcaraz considerando que foi uma entrevista para um jornal espanhol, mas de qualquer forma boa sorte pra ela me parece ser uma boa pessoa.
Jornalistas fracos, não sabem gerar engajamento.
Que bom que a Raducanu está aprendendo a lidar com as questões extra-quadra e com as vantangens e desvantagens do mundo da internet, principalmente redes sociais. Torço por ela e desejo que consiga evolução contínua na parte física, técnica e mental. Se isso acontecer, acredito que ela possa vencer mais alguns torneios importantes até o final da sua carreira.
Quem sabe possa chegar na final de Indiam Wells e ter uma chance de título.
O título daquele US Open foi um aborto.