Matos e Luz vencem no Chile, Romboli e Demoliner caem na estreia

Orlando Luz e Rafael Matos (Foto: IEB+ Argentina Open)

Santiago (Chile) – As parcerias brasileiras que atuaram nesta quarta-feira pelo ATP 250 de Santiago tiveram rumos opostos na competição. Orlando Luz e Rafael Matos confirmaram a condição de cabeças 2, enquanto Marcelo Demoliner e Fernando Romboli foram eliminados na estreia.

Matos e Luz venceram o colombiano Daniel Galan e o dinamarquês Elmer Moller, que entraram na chave como alternates, por duplo 6/4. Os próximos adversários serão o equatoriano Gonzalo Escobar e o holandês Jean-Julien Rojer, que venceram os chilenos Nicolas Jarry e Diego Jarry Fillol por 7/5 e 7/6 (12-10).

Neste início de temporada, Matos e Luz já conquistaram o título do ATP 250 de Buenos Aires e fizeram boas campanhas até as quartas em Brisbane e no Australian Open. Na semana passada, os gaúchos caíram ainda na estreia do Rio Open.

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Já Demoliner e Romboli eram os cabeças 3 em Santiago, mas foram superados nesta quarta-feira pela parceria neozelandesa de Finn Reynolds e James Watt por 6/1 e 6/3. Nas últimas semanas, a dupla brasileira fez quartas em Buenos Aires e caiu na primeira rodada do Rio Open.

No ranking, Fernando Romboli é o brasileiro mais bem colocado, ocupando o 48º lugar, uma posição à frente de Rafael Matos. O parceiro Orlando Luz está na 52ª posição, enquanto Marcelo Demoliner é o 86º colocado.

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André
André
20 horas atrás

Aparentemente a âncora não era o Melo…

Realista
Realista
5 horas atrás
Responder para  André

O Matos não diria isso…

Realista
Realista
5 horas atrás
Responder para  André

Só um detalhe: o Romboli não jogou com um grante tenista como o Fonseca pra segurar as pontas…

Thiago
Thiago
20 horas atrás

Romboli precisa (e merece) um parceiro melhor que o Demoliner, convenhamos.

Andre Borges
Andre Borges
20 horas atrás
Responder para  Thiago

Melo atrapalhando demais a carreira do Romboli, acho que…… opa, pera…..

Fernando S P
Fernando S P
19 horas atrás
Responder para  Andre Borges

Pois é… quando usei a palavra etarismo me referindo ao preconceito contra a idade, não em um sentido identitário, mas a partir da constatação de que simplesmente não assistem aos jogos de duplas (eu não vejo), teve gente que se ofendeu. Troca o Demoliner por Melo nessa partida e observe a “mágica” acontecer.

Há ignorância dos dois lados. O caminho é convergir para o centro, aprender a se basear em evidências em vez de reagir apenas pelo caminho mais fácil de dar uma opinião. O esporte ensina muito sobre isso – os resultados estão ali para quem quiser enxergar, prestar atenção nos padrões e considerar as variáveis envolvidas.

Andre Borges
Andre Borges
16 horas atrás
Responder para  Fernando S P

Tem alguns jogadores que inexplicávelmente a galera adora odiar. Melo, Bia, Monteiro, Bellucci, Pigossi e todas as tenistas mulheres em geral. E eu nunca entendi porque a redação aprova o ódio desenfreado e muitas vezes proposital nos comentarios. Dá a impressão que se não for contra o Djoko ou Wild tudo bem, pro resto vale tudo.

José Nilton Dalcim
Admin
15 horas atrás
Responder para  Andre Borges

Talvez porque você encare como “ódio” o que são críticas ou desilusões das pessoas sobre determinados tenistas, algo que muda muito conforme o momemto.

Fernando S P
Fernando S P
10 horas atrás
Responder para  Andre Borges

Eu não vejo misoginia. Há muitos elogios para a Naná e para a Vic, por exemplo. O que percebo é mais frustração e ansiedade do torcedor. O atleta ganha algumas partidas em ITF e já projetam Top 100; perde uma e imediatamente surgem pedidos para trocar o técnico. Esse tipo de exagero faz parte da massificação do esporte.

O Djoko e o Wild são justamente os mais criticados por aqui. Não entendi a tua colocação.

No caso do Wild, eu acho que muitas críticas à postura dele fazem sentido (ele parece imaturo). Mas há uma confusão clara entre personalidade e desempenho esportivo. Ele merecia o convite para o Rio Open, mesmo em má fase, porque figurava entre os quatro melhores brasileiros em praticamente qualquer critério técnico objetivo. Criticar comportamento é uma coisa; ignorar ranking e mérito é outra.

Renato dos santos Pachecocong
Renato dos santos Pachecocong
17 horas atrás

Dupla que vem dando certo!

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