Vancouver (Canadá) – O Brasil passou à frente no confronto contra o Canadá pelo Qualificatório Mundial da Copa Davis, disputado em quadra dura e coberta em Vancouver. Os gaúchos Orlando Luz e Rafael Matos venceram a partida de duplas contra Liam Draxl e Cleeve Harper por 3/6, 6/4 e 7/5.
Com 2 a 1 para o time brasileiro, basta uma vitória nos dois últimos jogos de simples deste sábado para definir o confronto. Quem vencer enfrentará França ou Eslováquia na próxima rodada da competição.
Canhoto de 30 anos, Rafael Matos marca sua oitava vitória em 11 jogos de duplas da Davis. Já Orlando Luz, de 28 anos, tinha apenas uma vitória em simples em 2021 e foi convocado para jogar duplas pela primeira vez neste ano. A parceria gaúcha vem de uma boa campanha no Australian Open, onde chegaram às quartas.
+ Clique aqui e siga o Canal do TenisBrasil no WhatsApp
A rodada deste sábado continua com a partida entre João Lucas Reis, 207º do ranking, e Gabriel Diallo, número 39 do mundo. E se necessário, haverá a definição no quinto jogo, entre Gustavo Heide e Liam Draxl, mas os capitães podem fazer mudanças na escalação. O time brasileiro ainda tem Matheus Pucinelli à disposição, enquanto os canadenses também contam com Alexis Galarneau e Nicolas Arseneault que ainda não atuaram neste fim de semana.
BRAZIL LEAD IN VANCOUVER 🇧🇷
Breaking late in the third set to win 7-5, Brazil lead the tie 2-1 against Canada!#DavisCup pic.twitter.com/av1NjNsxd3
— Davis Cup (@DavisCup) February 7, 2026
O início de partida foi o melhor possível para os canadenses, que não enfrentaram break-points no primeiro set e criaram cinco chances de quebra até aproveitarem uma delas. Draxl e Harper abriram 4/1 no placar e sustentaram a vantagem até o fim da parcial.
Os sacadores vinham prevalecendo no início do segundo set até que Luz e Matos aproveitassem o primeiro break-point que tiveram na partida para fazer 4/2. Ainda que a dupla canadense tenha buscado o empate, uma excelente devolução de Orlandinho rendeu uma nova quebra para igualar a partida.
Matos e Luz vinham confirmando seus games de serviço de forma mais tranquila no último set e passaram por toda a parcial sem enfrentar break-points. Já os canadenses escaparam de uma chance de quebra logo no começo e ainda salvaram dois match-points no serviço de Harper quando perdiam por 5/4. Dois games mais tarde, a dupla brasileira voltou a pressionar o serviço dos canadenses e definiu a disputa no quarto match-point.













Um jogo emocionante, a dupla brasileira jogou com muita raça, Matos tirou bolas incríveis no final.
Ufa!!! Achei q seria mais fácil… Agora vamos João Lucas, vás Heide!!!
Vamos Heide!!!
Que jogo incrível esse… A dupla brasileira foi gigante…
Puccinelli vai jogar no lugar do Reis… Pelo menos temos esperança de ter raça e vontade… Pois o Reis sem condições… Ele sequer tenta…
Puccinelli entra como zebra. Não aguenta o saque do Diallo. Jogo vai decidir mesmo entre Heide x Draxl. Acho o Heide favorito. A vitória do Heide contra o Diallo não vi como zebra não. Lógico que Diallo era favorito sim. Heide sempre vi como ótimo jogador e só nao entendia o.porque dele ficar tanto tempo num ranking ruim.
Jogo duro. Vitória difícil. Estão de parabéns.
Mais sofrido doq o esperado mas o vitoria veio! O Draxl q é singlista fez uma bela partida pelos canadenses e o Matos demorou a entrar no jogo mas, nos momentos agudos do 2° e 3° sets o Rafa elevou o nivel e foi fundamental.
2 chances nos duelos de simples para levarmos o cofronto, na torcida!
O Pucinelli pode perder, mas pelo menos há alguma esperança….se entrasse em quadra o Reis, eu nem ia torcer.
Seria uma pena se a dupla nossa perdesse..não íamos ter a chance de ver o Heide jogar hoje porque tanto Pucci como Reis não será páreo pro Diallo. Só se o Diallo resolver entregar. A diferença técnica é visível.
Rafa joga demais, Orlando tem muito talento, mas o tão criticado físico atrapalha, ele chega no final do jogo meia bomba
Parabéns a Rafael Matos e Orlando Luz!!! Espetacular!!!
Mais uma bela vitória da equipe brasileira.
Aguardando pra ver se vão aparecer os ‘especialistas’ de sofá, que menosprezaram a capacidade dos brasileiros, na matéria onde entrevistaram os canadenses.