Berlim (Alemanha) – Embora tenha batido na trave mais uma vez, ficando com o vice-campeonato no Australian Open, o sérvio Novak Djokovic recebeu muitos elogios do alemão Boris Becker em seu programa Matchpoint Becker, que aconteceu depois da final em Melbourne.
“Para todos os atletas do mundo, seja LeBron James ou Tom Brady, Novak Djokovic é um modelo a ser seguido pela forma como encara o esporte, o quanto se dedica. Carlos Alcaraz é 16 anos mais novo e, portanto, mais próximo dos filhos de Novak do que dele próprio”, disse Becker.
“O fato de ele ainda estar apresentando esse desempenho de nível mundial é lendário”, acrescentou o alemão, que tem seis títulos de Grand Slam e viu Alcaraz deixá-lo para trás ao levantar sua sétima taça neste nível.
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Becker também destacou não só a qualidade de Alcaraz, mas também sua capacidade de leitura de jogo. “Carlos é um jovem jogador excepcional. Ele tem tudo, inclusive a inteligência para se impor nesta partida. Ele reconheceu que Djokovic foi inicialmente o jogador mais agressivo”, analisou.
“Depois, conforme a partida avançava, ele mudou sua tática. Não conheço nenhum jogador que se movimente melhor”, complementou o ex-número 1 do mundo.
Djokovic: “Tenho a convicção que posso ganhar outro Grand Slam”











Cara uma pena essa derrota Djokovic , Sou da época do Agassi, que queria muito que ele tivesse ganhado no US open do Federer na época, não deu. Mesma coisa do Federer contra Djokovic em wimbledon, Djoko ganhou, foi uma pena também. E agora essa derrota pro Alcaraz. Seria uma grande história, onde Novak ganhou o primeiro e o ultimo GS, mas também não deu. Esporte de alto rendimento não é hollywood
A diferença, que pode ser um record também, é que nem Agassi, nem Federer tiveram em seus respectivos algozes, 16 anos de diferença de idade.
Djokovic tem um foco, disciplina, uma busca incessante em aprimorar entregando o que há de melhor. Chegar aos quase 39 anos a mais uma final de GS , enfrentando os melhores 16 anos mais novos num esporte de alto impacto é um milagre e merece todo nosso respeito. Poucos atletas do esporte conseguiram desafiar o tempo e por isso resultado sozinho não pode definir sua grandeza. Nole é inspiração para várias gerações e referencia não só no tênis, mas na vida. Um gênio, uma lenda que deixa para o esporte um diferencial esplêndido. Falo como se tivesse aposentado mas infelizmente está perto.
Somente consigo pensar em 2 outros atletas que com disciplina, busca incessante por entregar o melhor e preserverança se colocaram no patamar de estar entre os melhores do seu esporte. Seriam Cristiano Ronaldo e Lebron James. Ambos extremamente talentosos, mas que conseguiram com dedicação subir um degrau a mais, e ambos extremamente competitivos numa idade que a maioria dos outros atletas já se aposentaram ou já não rendem nada.
Kobe tb
Lebron James já não é competitivo há alguns anos. Aliás, ele meio que virou uma piada no meio do basquete, principalmente neste ano.
Cristiano Ronaldo também está se arrastando há anos e vai arrastar a seleção de Portugal junto com ele. A geração mais talentosa da história do país vai ter de jogar para o CR7 bater recordes, não para ganhar títulos.
Há muitas pessoas que não gostam de Djokovic; eu mesmo não sou fã dele e até dei a ele o carinhoso apelido de “Cotonete” (risos). Porém, não há como não respeitar o atleta genial que ele se tornou. Sua trajetória é admirável, sendo um jogador que foi moldado ao longo do tempo.
É evidente que ele tem um enorme talento, mas não possui o mesmo talento natural de Federer ou a precocidade de Nadal. Djokovic chegou depois, quando Nadal e Federer já estavam consolidados, conquistando seu primeiro Grand Slam aos 21 anos e o segundo aos 24 anos. Durante esse período, ele correu por fora, aprimorando seus golpes justamente para superar os dois maiores rivais, e o fez com maestria. Embora não tenha conseguido superar Nadal no saibro, venceu o suficiente para ser considerado o maior jogador dessa superfície no período, atrás apenas de Nadal.
Quebrou o recorde de títulos de Grand Slam com folga, além do recorde de n1., Masters 1000, entre outros. Aos quase 39 anos, eliminou Sinner, 14 anos mais jovem, na semifinal do Australian Open e deu trabalho para Alcaraz. Djokovic é um exemplo de que dedicação, trabalho, foco, preparação e perseverança são sinônimos de sucesso e podem superar o talento natural bruto.
Sim. O talento natural bruto a pessoa recebe de presente, não precisa fazer nenhum esforço para conseguir. Aqueles que recebem grande talento e acham que não precisam se esforçar para desenvolvê-lo e criar novas habilidades, acabam sendo superados por aqueles que receberam menos talento mas foram mais dedicados, determinados e focados na busca por evolução e superação de seus limites.
Dentro de quadra sim, fora dela nem pensar.
Um autêntico fora-da-lei.
Te convido a procurar saber o que ele é fora das quadras, pesquise um pouco , tenho certeza absoluta que irá mudar de opinião
Todos sabemos, Marcel. Uma figura execrável, inclusive na vida particular. Na vida pública, nem se fala. Péssimo exemplo.
Esportivamente, um sucesso completo.
Digo com toda certeza, Djokovic é muito melhor ser humano do que tenista, e olha que ele é o melhor tenista que já existiu.
O Djokovic não tem obrigação nenhuma de fazer frente ao Alcaraz. Ele jogou no seu limite e fez o que pôde. Alcaraz é um jogador extremamente talentoso, muito atlético e está com 22 anos e 8 meses. Quem tem que rivalizar com ele são os jogadores da geração 2000. O Sinner está tentando e é o único que consegue se igualar ao Alcaraz em alguns jogos. Quem viver verá até quando Carlitos conseguirá manter a capacidade atlética que ele tem atualmente. No AO de 2042 ele estará com a mesma idade que o Djokovic tem hoje. Será que estará na final daquele torneio? O tempo vai dizer.
Força Djokovik.
Com saúde e jogando todos os Slam, Master e alguns ATP 500 ou 250, com certeza vai brigar pelo número 1 novamente.
Essa final de AO faltou entender que precisava jogar todos saque abertos, independente se o adversário iria devolver, tinha que fazê-lo correr.
E não deveria ter errado tanto saques já no segundo set em diante. O técnico tinha que orientar, a definir o saque bem antes de sacar, se ficar na dúvida acaba errando.
Bola pra frente, Djokovik.
Cada Vitória acrescenta algum recorde.