Melbourne (Austrália) – Jessica Pegula não conseguiu alcançar a final do Australian Open após perder para Elena Rybakina na semifinal desta quinta-feira. E apesar de ter feito sua melhor em Melbourne aos 31 anos, a norte-americana deixou clara a decepção da derrota. Pegula vinha de vitórias nas oitavas contra Madison Keys, atual campeã do torneio, e Amanda Anisimova, a número 4 do mundo, criando expectativas reais para o título.
“É difícil… Eu fiz um torneio incrível aqui. Joguei um tênis muito bom, venci ótimas jogadoras e lutei bastante esta noite, mas obviamente eu queria ganhar o torneio. É sempre frustrante quando você não consegue”, disse a número 6 do mundo após a derrota por 6/3 e 7/6 (9-7) para Rybakina. A norte-americana chegou a ter dois set-points no tiebreak da segunda parcial.
Depois de estar perdendo por 6/3 e 5/3, Pegula salvou três match-points para forçar o tiebreak e destacou a melhora na reta final da partida. “Às vezes, quando você está prestes a perder tudo, você ganha um pouco de clareza porque pensa: ‘Quer saber? Vou tentar me manter no jogo’ e disputei alguns pontos muito bons para salvar os match-points, o que me deu um pouco de ritmo e alguns pontos de graça para aliviar a pressão. Sinceramente, senti que comecei a entender o que precisava fazer bem no final”.
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A norte-americana destacou ainda o jogo agressivo e de muita potência nos golpes da cazaque. “É difícil jogar nessas condições contra uma garota que bate forte, sabe? Porque você sempre fica na defensiva, com a sensação de que ela vai acertar uma série de bolas vencedoras ou, no caso dela, vários aces. Simplesmente não me adaptei tão rápido quanto precisava”, disse a tenista.
Mesmo lamentando a derrota, Pegula acredita ter se saído melhor agora do que em comparação a anos anteriores. “Para vencer esses torneios, você precisa ser capaz de se adaptar a diferentes condições em diferentes horários do dia, em diferentes quadras. Acho que melhorei muito nesse aspecto. Houve uma melhora hoje à noite. Comecei a jogar melhor contra alguém que bate tão forte quanto ela em uma quadra mais lenta. Acho que me saí melhor hoje do que talvez me sairia há alguns anos, então isso é promissor, mas ainda assim frustrante”, finalizou.











Ela sabe que Ribakina estava fraquejando no final, mas aí não aproveitou os 2 break point no tiebreak aí não tem jeito, ms fez um grande torneio.
Embora tenha Slam, é estranho ribakina não ter chegado ao número 1 em algum momento.