Melbourne (Austrália) – Encerrada a primeira semana do Australian Open, já é possível visualizar o que acontecerá com o ranking dos dois principais brasileiros do circuito na lista que será divulgada no dia 2 de fevereiro e que corresponde a todos os torneios disputados nas últimas duas semanas.
Eliminado logo na estreia em Melbourne, Fonseca defendia 70 pontos pela campanha do ano passado em Melbourne – saiu do qualificatório e ganhou uma rodada na chave principal – e isso custará duas posições, fazendo com que o carioca inicie a temporada sobre o saibro sul-americano como 34º mais bem colocado na ATP, já que não haverá torneios masculinos entre 6 e 8 de fevereiro por conta da Copa Davis.
Sua primeira missão portanto será repetir os 250 pontos do título de Buenos Aires, mas a previsão não é de toda ruim. Mesmo que seja eliminado logo nas primeiras rodadas, ele dificilmente deixaria a faixa dos top 40, tendo portanto chance de recuperar postos no Rio Open, onde não passou da primeira fase em 2025.
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Beatriz Haddad Maia, por sua vez, tinha 120 pontos marcados no Australian Open de 2025 e a derrota prematura neste ano custará sete postos, rebaixando a ex-top 10 para o 68º lugar do ranking, sua mais baixa classificação desde fevereiro de 2022. Há um ano, ela deixou Melbourne como 16ª.
Ela disputará quatro torneios em fevereiro, a começar pelo WTA 500 de Abu Dhabi, já no dia 2, onde tem vaga por ranking protegido. Depois, deve tentar os qualis dos 1000 de Doha e Dubai e então seguir para o 500 de Mérida. A boa notícia é que a canhota paulistana só marcou 21 pontos nesse longo período no ano passado, já que parou na estreia de Doha, Dubai e Mérida.











Será que a Bia ainda volta a ser top 30, ao menos?
Muito pouco provável. Ela chegou a 30 por ser novidade, o que não ocorre agora.
Se começar a ganhar bem, sim. Tem técnica pra isso
Tomara. Ela merece pois é muito trabalhadora. E espero que jogue longos anos ainda…
Depois do Australiah os únicos que tem queda de pontos é ele e Shapov. os que não disputam Buenos Aires 250 vão pra Dallas 500, ou Roterdan 500. A partir do dia 16 as disputas do TOP 23 pra frente serão ponto a ponto porque as diferenças entre eles chegam a ser de 10 a 15 pontos. E vão oscilar muito nos próximos meses.
Se a Bia não começar a ganhar jogos a partir de agora, vai ser cada vez mais difícil voltar. Até o meio de fev ela ainda consegue ficar na 60a posição com sorte. Mas como sempre, os TOP 20 pra frente disputam ponto a ponto cada campeonato.
O detalhe é que, depois de muito tempo nesse posto, a Bia agora não é a sulamericana melhor colocada. A Argentina Solana Sierra agora é a 01 da América do Sul
Aham… E daí?
dai… cada um enxerga o que pode (ou quer)
De qualquer forma é uma pena ver o baixo nível do tênis no nosso continente
correção pertinente:
atualmente, a sulamericana melhor posicionada no ranking é a colombiana Emiliana Arango (46º 24 anos)
Verdade, esqueci dela. Obrigado
Vai ser posto em prova, a condição de Bia retornar a uma posição de destaque. Poucos pontos a defender. Acredito sim, que ela retornará ao top 30. Ninguém desaprende a jogar em um ano.
verdade… a esperança não é descabida, não.
Mas, tal vez, o problema a “calcular” é o aparecimento de muita gente nova jogando muito bem no top-100 (como Jovic, Mboko, Maya Joint, Valentová, Eala, Tjen, Petra Marcinko) ou de algumas querendo retomar o nível (como Wang Xinyu, Ruzik, Potapova, Q. Zheng) a maioria numa área muito congestionada (entre o 80º e o 33º), com pontuação próxima entre elas.
Vamos ver…