Brasil volta ao Finals e Sinner mostra garras

Num momento de tão poucos resultados brilhantes dos nossos profissionais, a classificação de Luísa Stefani para seu primeiro Finals é digna de muita comemoração. Afinal, estar na elite do ranking e da temporada não acontece toda hora.

O tênis brasileiro tem poucas passagens pelo Finals. Carlos Kirmayr e Cássio Motta foram os pioneiros, lá em 1983, algo que somente se repetiria com Gustavo Kuerten 16 temporadas depois. Mais tarde, os duplistas Jaime Oncins, Marcelo Melo e Bruno Soares se juntaram à parca lista.

Entre as mulheres, o tabu só foi quebrado três anos atrás, em 2022, quando Beatriz Haddad Maia se classificou também nas duplas. Luísa, que tinha grande chance de ir ao Finals na temporada anterior, sofreu aquele terrível acidente no US Open e portanto agora concretiza um destino que parecia já traçado.

A parceria com a húngara Timea Babos deu liga. Uma é mais eficiente na frente, a outra segura as pontas atrás. Não fazem exibições espetaculares o tempo todo, claro, porém existe o essencial: consistência. As duas têm apenas três títulos juntas desde o início, em Miami, sendo dois de nível 500, mas ao mesmo tempo fizeram quartas em Wimbledon e no US Open. Perderam apenas duas vezes em estreia. Seguem agora para o 500 de Tóquio, mas não podem chegar ao sexto lugar do ranking de parcerias mesmo com eventual título.

Nunca é demais lembrar que Luísa tem sido o grande nome do tênis brasileiro dos últimos tempos, com medalha olímpica, título de Grand Slam, troféus de nível 1000, número 9 do ranking e agora vaga no Finals. E isso tudo ainda aos 28 anos. Cabe muito mais.

O duro recado de Sinner

No evento de premiação quase obscena de Riad, valeu mesmo esperar pelo reencontro entre Carlos Alcaraz e Jannik Sinner. Aliás, nem se tratou de verdade de um ‘Six Kings Slam’, porque os dois jovens e geniais líderes do ranking têm sido os únicos donos dos títulos de Slam já por duas temporadas consecutivas.

Talvez seja exagero dizer que os US$ 6 milhões tiveram valor secundário na partida deste sábado, mas estava claro que Sinner queria testar seu novo padrão de jogo diante do mais temido adversário. E, tal qual vem mostrando desde que saiu derrotado da final do US Open, o italiano deu mais um ‘upgrade’.

Num piso veloz, seu saque foi devastador. Ele fez pequenas correções no movimento para agregar mais velocidade e menos previsibilidade – mudou um pouco o lançamento da bola – e ai passeou em quadra com a segunda bola. Continua sendo o melhor devolvedor do circuito atual e está cada vez mais à vontade na transição para os voleios, algo que nem mesmo o contragolpe de Novak Djokovic ou a agilidade de Alcaraz conseguiram evitar em Riad.

Sinner deixou excelente impressão e estava claramente feliz com seu desempenho, enquanto Alcaraz não economizou elogios ao tênis sufocante que o amigo-adversário praticou. Aliás, vale destacar a excelente ideia da Netflix ao juntar os dois finalistas para um bate-papo ao vivo com quatro especialistas, de onde saíram brincadeiras, elogios e boas análises.

Os dois só poderão se cruzar novamente no Masters de Paris e no Finals de Turim, onde os pisos não costumam ser tão velozes como Riad. A menos que os italianos resolvam dar uma bem-vinda mãozinha a seu ídolo nacional.

E mais

– Medvedev ainda não tem confiança total na rede, mas como é bom vê-lo buscando alternativas. Conquistou o 21º diferente ATP da carreira em jogo bem duro diante do canhoto Moutet e levou toda a família para a festa.
– Outro que reage na hora certa é Ruud. Determinado a ser mais agressivo, o norueguês vivia altos e baixos desde a conquista de Madri, mas tudo se encaixou tão bem em Estocolmo que deu uma aula em cima de Umbert.
– Aliassime é mesmo bem talhado para o sintético coberto. Ergueu o sexto troféu em 12 finais nessas condições ao chegar ao bi no ATP belga e ainda pode sonhar com o Finals, assim como Ruud e Medvedev.
– Confirmado: Rune passará por cirurgia devido ao rompimento do tendão de Aquiles e vai perder pelo menos o primeiro semestre de 2026. Na esteira da lesão, Fritz criticou duramente a lentidão do circuito e Draper e Bublik clamaram por mexida no calendário.
– Depois de começo irregular, Rybakina enfiou a mão na bola, virou em cima de Alexandrova e faturou Ningbo, o que a mantém com chances de superar Mirra na luta pela última vaga no Finals. Mas a cazaque terá de ser ao menos semi em Tóquio.
– Fonseca estreia nesta segunda-feira na chave de duplas da Basileia ao lado de Matos contra os super experientes Mahut/Herbert. Em simples, mais um francês no caminho: o super-sacador Perricard, atual campeão.

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Luiz Fernando
Luiz Fernando
6 meses atrás

Grande vitória do JF! Vencer esse francês nesse tipo de quadra é complicado, e além de levar o tiebreak fez um excelente set 2. Sinceramente, pelos últimos resultados, eu não estava otimista. Vamos em frente…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Espere a pancada, já já…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
6 meses atrás

Ao atingir segunda rodada no USOPEN 2025 , JF atingiu TOP 42 . Ao derrubar Perricard defensor do Título em Sets diretos ,na rapidíssima Basiléia, JF já está TOP 42 novamente . Um crescimento acentuado nas devoluções, e mais pontos ganhos na rede que Francês. Winners? . Os mesmos 28 do grande Sacador. Mostrou estar muito mais encorpado, com melhorado jogo de pernas . Deve ter sido devido ao péssimo Calendário e Staff muito inexperiente…rs . Mensik assusta ? . Óbvio pois está como TOP 19 e muito mais experiente. Mas teremos jogo sem dúvida alguma. Aguardemos. Abs !

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
6 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Pois é. ‘Staff’ inexperiente… Experientes são os internautas, que veem o jogo a milhares de quilômetros de distância na tela do celular…

Evandro
Evandro
6 meses atrás

Legal esse “resgate” da importância da Luísa Sthefani para o tênis nacional. De fato, cabe muito mais!!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
6 meses atrás

Dalcim vc conhecia esse rapaz suíço, Bernet? Vi q é muito jovem, 18 anos, parece q é mais duplista, mas me pareceu um bom jogador, sem nenhum golpe excepcional mas sem grandes deficiências, regular, além de boa cabeça, pois encarar o Mensik na quadra indoor não é nada agradável. Também vi o ex-treinador do Federer na plateia, deve ser o guru do rapaz. Qual sua opinião?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
6 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Pro Federer o sarrafo é muito alto, talvez tenham imaginado alguma semelhança pelo BH de uma só mão…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
6 meses atrás

JF terá uma partida complicada amanhã, frente a um grande sacador numa quadra indoor que facilita a tarefa de quem tem esse estilo de jogo. Justamente por isso, não vejo uma eventual derrota como preocupante, mas tomara q vença, e bem…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
6 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Exato. O ATP 500 da Basiléia é além de Indoor, rapidíssima. Ao contrário de Paris e Turim ( a não ser que mexeram para Sinner ) . Ano passado o Campeão foi o próprio Sacador Francês, pra cima de Shelton. Encrenca pura para JF , que ainda peca nas devoluções. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O grande sacador é um péssimo devolvedor.
Talvez tenha sida aí a tônica da vitória de JF.

Ronnie Praça
Ronnie Praça
6 meses atrás

Em mais um excelente texto (Num piso veloz, seu saque foi devastador. Ele fez pequenas correções no movimento para agregar mais velocidade e menos previsibilidade – mudou um pouco o lançamento da bola – e ai passeou em quadra com a segunda bola. Continua sendo o melhor devolvedor do circuito atual e está cada vez mais à vontade na transição para os voleios, algo que nem mesmo o contragolpe de Novak Djokovic ou a agilidade de Alcaraz conseguiram evitar em Riad), o autor deixou claro que os Superbigs seguem escalando o Olimpo juntos, “degrau a degrau”, se revezando e se superando a cada novo torneio. Neste final semana venceu Sinner. Mas no próximo, quem poderá prever?

Teremos um belo final de temporada e 2026 promete uma luta acirradíssima pelo Topo…

Terá mesmo João Fonseca qualquer chance contra qualquer um dos Superbigs como dizem muitos?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 meses atrás
Responder para  Ronnie Praça

Muitos = você com 100 nicks diferentes.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
6 meses atrás
Responder para  Ronnie Praça

Lupin?

Rodrigo
Rodrigo
6 meses atrás

Realmente, Dalcim, a Luísa tem sido o grande nome do tênis brasileiro dos últimos tempos. E ainda vem evoluindo aspectos do seu jogo, acredito que venham grandes conquistas em breve. Deveria ser mais valorizada e reconhecida, inclusive.

Rodrigo
Rodrigo
6 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Verdade. Até teve uns poucos bons momentos com a Schuurs, e demonstrou uma boa versatilidade com as diferentes parceiras em 2023, tendo bons resultados.
Mas faz mta diferença uma parceria fixa com esse encaixe que elas tiveram, inclusive para esse planejamento mais de longo prazo como a classificação pro Finals.
Tomara que continuem ano que vem e consigam cada vez melhores resultados!

Alison Cordeiro
Alison Cordeiro
6 meses atrás

Cada dia fica mais claro que Sinner e Alcaraz praticam um tipo completamente diferente de tênis que o resto do circuito, e que a cada confronto vão criando armas novas para fazerem frente um ao outro. Neste ritmo, além um do outro, somento o físico pode ser um rival a altura.

Djoko, por sua vez, volta suas energias para curtir o circuito como nunca pôde. Vejo aqui nos comentários a eterna discussão de boteco envolvendo ele, mas noves fora o viés de quem o adora ou o detesta incondicionalmente, vejo uma generosidade incrível dele com seus adversários, sempre elogiando e incentivando. O físico não aguenta mais o nível que sua capacidade técnica ainda tem condições de executar, mas ainda assim ele é o terceiro do ranking, algo a se admirar e a se apreciar.

Imagino que assim como foi com Murray, ele vai seguir competindo e comece a enfrentar derrotas precoces, caindo no ranking e se desnvinculando gradativamente das expectativas por resultados expressivos. E atraindo críticas daqueles que querem aposenta-lo, como se soubessem mais do que ele mesmo o que é bom para ele.

Por mim, que siga nos divertindo com sua categoria e, que seja eterno enquanto dure.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
6 meses atrás
Responder para  Alison Cordeiro

O seu final de mensagem resumiu bem a coisa. A questão é essa mesma. Tem torcedor que quer saber mais do que o ídolo, mais do que a comissão técnica. Gente que “se acha”.

Ronildo
Ronildo
6 meses atrás
Responder para  Alison Cordeiro

Sim, verdade. Tomara que Djokovic continue por mais 2 anos no circuito. A diversão certamente estaria garantida. Ele se divertiria jogando e nós nos divertiríamos assistindo. Não poderia imaginar uma simbiose mais perfeita!

Ronildo
Ronildo
6 meses atrás

Quando Federer disse que não teria nível para competir hoje, houve muita má interpretação. Eles não estava comparando sua carreira com os tenistas atuais. Ele estava apenas afirmando que não tem condições de voltar ao circuito profissional hoje. Não teria nível nenhum para competir com os principais tenistas. Porém, Federer sendo o melhor tenista da história, está entre os poucos tenistas dos últimos 120 anos que teria chances reais de impor alguma supremacia sobre Alcaraz e Sinner. Nadal também, no saibro. Pete Sampras, nas condições que dominou o tênis. Laver, na grama rápida da época. E Djokovic, em longas batalhas, sendo mais jovem e nas condições mais lentas atuais.

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
6 meses atrás
Responder para  Ronildo

Acredito que ele comparou o nível de seu auge com o nível atual, afinal são vinte anos de evolução, que realmente faz muita diferença.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 meses atrás
Responder para  Ronildo

Ronildo, nos dê uma explicação, baseada em técnica, ciência, numerologia ou qualquer outra coisa que quiseres, de como o melhor tenista da história perde em tudo para seus dois maiores concorrentes.

Eduardo Braga
Eduardo Braga
6 meses atrás

não valia nada – só um monte de dinheiro, que ele levou pra ler o tal novo jogo do brother italiano, codinome Remedinho. Está escrito: à vera, em condições normais, Carlitos não perde mais pro pecador. Acabou a moleza.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
6 meses atrás
Responder para  Eduardo Braga

… E que monte, hein?

Roberto Canessa
Roberto Canessa
6 meses atrás

Dalcim, diante de tantas lesões, me parece que já é um fato que Masters 1000 de 2 semanas é terrível, minha dúvida é, a ATP vai ceder a pressão e voltar a ser em uma semana?

Sergio
Sergio
6 meses atrás
Responder para  Roberto Canessa

Também acho um absurdo os Masters 1000 com duas semanas.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
6 meses atrás

Fim de ano, e alguns tenistas se veem na mesma situação daqueles universitários que estão precisando de nota. Pendurados em faltas, tentam fazer em 1 mês o que não fizeram o ano inteiro.
É o caso dos que estão fora – porém perto do Top 100 – pra tentarem vaga direto no Australian Open.
E mais acima, tem o Medvedev, o Casper Ruud e o Aliassime se “descabelando” pra entrar no Finals. Apesar que o Medvedev não tá com muito cabelo pra se descabelar não… Tá pelo mesmo caminho do Nadal, e acho que até pior.

Mario
Mario
6 meses atrás

Pois é, JF continua sem ritmo de jogo, a equipe compromete seriamente sua carreira. Sem trabalho, jamais poderá atingir seu objetivo.

Delmario
Delmario
6 meses atrás

Será que são crianças que comentam aqui sobre Federer, Novak e Nadal? Torcia pelo Nadal, mas admirava os outros dois super campeões. Hoje torço pelo Alcaraz e admiro o jogo de Sinner e não o desqualifico.

Paulo A.
Paulo A.
6 meses atrás
Responder para  Delmario

Não mas são adultos infantilizado para não dizer outro nome mais vulgar. Não à toa, pesquisas atestam que o QI. da humanidade está diminuindo…

Claudinei
Claudinei
6 meses atrás

Sinner qdo apareceu ao mundo mostrava jogo marcado por batidas potentes e rápidas. Ontem mostrou isso denovo e com versatilidade espetacular. Sem chances para o espanhol que certamente não esperava essa arapuca. Nem nós.

Paulo A.
Paulo A.
6 meses atrás

Dalcim, tu achas que a Naná já deverá ser testada na BJK, enrando para jogar, a fum de pegar casca ou seria prematuro?

Paulo A.
Paulo A.
6 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Que bom ler isso…

Paulo F.
Paulo F.
6 meses atrás

Naquilo que conta mais do que torneio megamilionário para carreira e história – os Slams – Sinner levou um laço vergonhoso, um atropelo do Alcaraz no último US Open.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
6 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Sem essa , meu caro. O ” Homem da Raquete de Ouro ” fez 5 Finais de Slam Consecutivos. Onde estavas para postar tamanha bobagem sem noção????. Meteu 6 milhões de dólares no bolso ( quanta inveja rs ) , e já joga ATP 500 de Viena a partir de Terça feira, e na sequência, Masters 1000 de Paris , que juntos valem 1500 pontos no Ranking. Exatamente o que jovem Italiano defende do ATP Finals 2024. As vezes me pergunto que Circuito acompanham os Kombistas ? . Carlos Alcaraz que não abra os olhos…Abs !

Paulo F.
Paulo F.
6 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O cara enche o saco até quando constato um fato a favor do queridinho dele.
Põe chato!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
6 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Tu postas uma bobagem sem tamanho, e o outro é que enche o saco ?. Na boa , tu não tens nenhuma noção do que realmente é o Esporte. Jannik Sinner impediu o Tri de Carlos Alcaraz em Wimbledon 2025 , e Sr P.F . não sabe o significado ??? . Carlitos vinha de Bi pra cima de Djokovic. Não sem antes meter outro 3 x 0 pra cima do tal ” goat ” na Semi . De longe, tu és o mais chato deste espaço.Rsrsrs, Abs !

Paulo F.
Paulo F.
6 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Qual a bobagem dita? Não me referi a Wimbledon em nenhum momento e me ative tão somente ao US Open onde Sinner levou um rodião daqueles do teu queridinho e, nessa exibição milionária, Sinner levou. Mas, para história e posteridade do tênis, importa mais os tradicionais Slams ou exibições milionária, “sabe-tudo” do tênis?
E por quê tu citou Djokovic na conversa, se ele não tem nada a ver com o assunto em questão? Já sei, ´tu também confunde preferência pessoal com status alcançado com fatos e conquistas.
Rsrsrsrs Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
6 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Desisto. Postastes que” na hora que conta , nos Slam” … Não consegues nem reler teu próprio comentário… Djokovic foi citado , pois na hora que não é simples amistoso ( não foi o caso do Six Slam) , Sinner bateu Sérvio na Semi, e Alcaraz na Final de Wimbledon. Simples assim. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
6 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

É claro que Djokovic foi batido por Sinner e Alcaraz. Além do GOAT já possuir 38 anos e indo para 39, os outros dois são 15 anos mais novos, indo para o seu pico atlético e são tenistas extraordinários. E, só para incomodar, não se aguenta nem quando um comentário é extremamente favorável ao teu queridinho! kkkkkkkk

SANDRO
SANDRO
6 meses atrás

Bem vindo de volta Medvedev!!! E parabéns ao espetáculo que o excelentíssimo Senhor Janick Sinner deu em quadra!!! Estou satisfeito por Medvedev e Sinner!!!

Marco Aurelio
Marco Aurelio
6 meses atrás

É por textos como este que eu tenho a rara deferência em chamar o Sr. Redator de Mestre.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
6 meses atrás

Esses ‘sheiks’ das mil e uma noites não sabem o que fazem com o $$$$$. Achei os efeitos especiais da abertura da final de cair o queixo.
Conta-se que o filho de um deles foi estudar em Harward. Passados alguns meses, eis que o pai liga pro filho:
– … E aí, filho, tá gostando de estudar aí?
– Olha, pai, aqui é ótimo, todos me tratam muito bem. Mas tô meio sem jeito. Porque todo dia chego com aquela Lamborghini zero bala que o senhor me deu de niver, e os meus colegas vem de metrô…
– Meu filho, a nossa família não pode passar vergonha. Tô lhe mandando 50 milhões de dólares. Compre um metrô pra você também!

Roberto Rocha
Roberto Rocha
6 meses atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Kkkkkkkkkkkkkkkkk
Essa foi muito boa!

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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