Alcaraz é o novo dono do saibro europeu

O grande domínio de Jannik Sinner no circuito parou novamente na habilidade de Carlos Alcaraz. Campeão de tudo que disputou desde agosto do ano passado, o número 1 do mundo só foi brecado duas vezes desde Cincinnati: nas finais de Pequim e de Roma, e ambas diante do espanhol. Carlitos também encerrou neste domingo as séries de 26 vitórias consecutivas e de 24 sets seguidos sobre top 10 que italiano possuía. E isso diante de um lotado e frenético Foro Italico.

Não há como negar: Alcaraz é definitivamente o favorito para o bi em Roland Garros, onde será o cabeça 2 e assim apenas poderá reencontrar Sinner numa eventual decisão do título. Mas nem assim deixaria de ser o mais cotado. A vitória em Roma foi sua quarta em sequência sobre Sinner, duas sobre o saibro, duas com o adversário na ponta do ranking e duas valendo o título. Seja na variação técnica e tática, seja na confiança, o espanhol continua a ser superior nos confrontos diretos.

Logo depois de completar seus 22 anos, Carlitos já consegue uma façanha e tanto, ao fechar o chamado ‘Grand Slam do saibro’, ou seja, ter ao menos um título em cada um dos quatro maiores torneios do calendário vigente sobre a terra europeia: Roland Garros e três Masters 1000. Iguala-se nada menos do que a Guga Kuerten, Rafael Nadal e Novak Djokovic. E olha que ele ainda tem troféu em Barcelona, o que apenas Rafa possui entre os outros três.

Já é também o oitavo tenista a somar mais títulos de nível 1000, desde a criação da série, em 1990. Agora são sete, mesmo número de Alexander Zverev e Michael Chang, sendo quatro no saibro e três no piso sintético. Entre os jogadores em atividade, apenas o recordista absoluto Novak Djokovic tem mais.

Alcaraz se mostrou um tanto instável na campanha em Roma até chegar na semifinal. Aí pareceu acreditar mais na sua capacidade de variação e ganhou dos dois italianos top 10 com placares parecidos, ainda que Lorenzo Musetti tenha apertado no segundo set e Sinner deixado escapar chances na primeira parcial.

Em qualquer das circunstâncias, há enorme mérito do espanhol por segurar a cabeça e ser agressivo na hora mais importante. Claro que foi um tanto frustrante ver a queda vertiginosa de intensidade de Jannik depois de perder o tiebreak, mas era um tanto previsível que o jogo tenderia mais para Alcaraz quando se tornasse mais físico.

Se quiser a vingança em Roland Garros, Sinner sabe que precisará achar soluções táticas mais adequadas, quem sabe se antecipando às variações, e principalmente dosar melhor o desgaste e assim estar bem mais resistente.

Motivação dupla para Paolini

Finalista do ano passado, a italiana Jasmine Paolini não poderia retornar a Roland Garros com confiança maior. Agora na condição de número 4 do ranking, ela fez a festa completa no saibro de Roma, ao conquistar simples e duplas e, acima de tudo, mostrar um tênis ainda mais competitivo.

Apesar de seu 1,63m. Paolini disparou aces e winners ao longo de sua campanha no Foro Italico, numa mostra clara de que continua empenhada em acrescentar elementos decisivos no seu jogo. E é justamente isso que eleva suas chances em Paris a partir do próximo domingo.

É bem verdade que perdeu todos os quatro jogos oficiais contra a polonesa Iga Swiatek, dois deles no saibro, e seu retrospecto contra Aryna Sabalenka é negativo, com apenas duas vitórias em sete confrontos, tendo perdido os quatro últimos, dois nesta temporada. São duas possíveis adversárias no seu caminho em Paris, sem falar em Coco Gauff, que ganhou o direito de ser cabeça 2.

A final feminina de Roma não foi um espetáculo, ainda que o primeiro set tenha mostrado equilíbrio depois de  começo muito tenso. Gauff outra vez deixou claro o quanto precisará ainda trabalhar o saque se quiser sonhar com um novo Grand Slam. Só ontem foram sete duplas faltas, algumas em momentos bem delicados. As duas ganharam menos de 60% dos pontos com o primeiro saque, o que não é surpreendente, e o que decidiu mesmo foram a firmeza e a profundidade dos golpes de base de Paolini, certamente o maior segredo para a Pequena Notável ir bem longe em Paris.

E mais

– O título de Paolini rebaixou Swiatek ao quinto lugar e assim a tetracampeã poderá cruzar com qualquer uma das quatro primeiras cabeças ainda nas quartas de final de Roland Garros. O mesmo acontecerá com Mirra Andreeva, Madison Keys e Qinwen Zheng. Ótimas perspectivas.
– Bia Haddad jogará em Estrasburgo para tentar embalar para Paris. Ela cairá para 23º do ranking e assim será sorteada entre as cabeças 16 a 24, o que é bom negócio.
– O maior salto do ranking após Roma será de Peyton Stearns, que aparecerá nesta segunda-feira como 27ª do mundo e portanto também garantiu condição de cabeça em Roland Garros. Enquanto isso, Jabeur, Bencic, Raducanu. Collins e Osaka estarão soltas no sorteio de quinta-feira.
– Lorenzo Musetti será cabeça 8 em Paris e assim poderá cruzar com Sinner, Alcaraz, Alexander Zverev ou Taylor Fritz nas quartas de final. É a mesma situação de Draper, Djokovic e Ruud.
– Nomes perigosos serão sorteados livremente na chave, como Cobolli, Baez, Muller, Monfils e Sonego.
– Pigossi joga já nesta segunda no quali de Roland Garros e sua caminhada é bem dura: Ferro e, se vencer, Martic. Os homens serão cabeça: Wild tem Kukushkin e Taberner no caminho, Meligeni parece ter mais chances desde que esteja recuperado das costas.
– Karue Sell passou o quali de Genebra e enfim jogará seu primeiro ATP. As chances de entrar no quali de Wimbledon aumentam caso consiga passar da estreia. Já Carol Meligeni entrou em Rabat e jogará primeiro 250 em dois anos.

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Luiz Fernando
Luiz Fernando
11 meses atrás

Alguns pitacos do dia:
– Alcaraz teve um sorteio dos sonhos, ao contrário da matéria do site não vejo sua estreia contra o japa como perigosa, creio q deve vencer sem grande dificuldade e caminhar sem percalços até a segunda semana. Está livre dos 3 principais adversários até a final;
– fiquei muito feliz com a vitória da Bia, por quem torço muito. E principalmente pq venceu uma jogadora de muito bom nível e de virada, o q no mínimo já demonstra uma melhora da confiança, a qual para um esporte individual é a essência do sucesso. Vamos continuar na torcida…

Maurício Luís Sabbag
Maurício Luís Sabbag
11 meses atrás

Bom dia Dalcim.
Pro quali também são distribuídos convites?

Felipe
Felipe
11 meses atrás

a ostapenko tá na chave da iga? (Emoji do fogo)

Pablo S. Herrera
Pablo S. Herrera
11 meses atrás

Para aqueles que ficam vilipendiando a Beatriz Haddad Maia e o Tênisbrasil por trazerem uma análise séria e isenta, mas não apresentam argumentos suficientemente claros, mas sim factóides contra ela e contra a minha pessoa, ou para aqueles que tem como ganha pão aposentá-la, saibam que ela não precisa “dar um tempo” na carreira, nem trocar de técnico ou mudar seu jogo, deixo meus cumprimentos.

Maurício Luís Sabbag
Maurício Luís Sabbag
11 meses atrás
Responder para  Pablo S. Herrera

Bem comum em todo esporte aquele torcedor frustrado na vida pessoal, e que extravasa a frustração com críticas destrutivas ou, o que é pior, com violência, esta bem comum em estádios de futebol.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
11 meses atrás
Responder para  Pablo S. Herrera

Meu caro eu torço pela Bia mas não sou cego para as péssimas atuações prévias dela. Ninguém nunca negou seus méritos, mas vários, inclusive o Dalcim e equipe, apontaram seus erros, falta de confiança, más atuações etc. Isso é um fato, ou não ocorreu? Me diga quem aqui disse q ela é medíocre? Vilipendiar significa desprezar, ultrajar, creio q ninguém fez isso aqui, cuidado com as palavras…

Gustavo
Gustavo
11 meses atrás

Alexander Zverev após derrota: ‘Vomitei 37 vezes. Só dois jogadores no mundo teriam jogado hoje’

Não sei se tá pior de tênis ou de desculpa… Sempre terceirizar a culpa exige criatividade…

Queremos fotos dos 37 vômitos kkkkk

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás
Responder para  Gustavo

Gustavo, eu não tenho a menor dúvida de que o alemão amarelão é o líder do ranking, em se tratando de vômito. Creio que nunca na história do tênis um jogador vomitou tanto, ainda que mensurar seja complicado. Provavelmente o tedesco molenga venha a ser contemplado pelo Guinness nos próximos dias…

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
11 meses atrás

Bomba!

O francês Mouratoglou confirmou hoje de modo preciso e cirúrgico uma verdade que muitos evitam ou escondem.

Para a decepção do séquito djokovista que habita em grande número este espaço, ele confirmou o que muitos pensam, mas não falam: Novak Djokovic é um tenista que não impressiona em golpe algum!

Não se sabe, nas palavras dele, como um jogador tão “sem tênis na raquete” conseguiu ser o maior e o que venceu mais.

O técnico francês afirma que comparado a Rafa e Roger, o sérvio conseguiu esse feito compensando o seu tênis medíocre (sim, meus caros, medíocre foi a palavra usada) com o forte lado mental e muita ambição.

Sabe o que acho mais engraçado disso tudo? Ele acaba corroborando tudo o que o participante Marquinhos, tão criticado pelos fãs do sérvio aqui do blog, sempre escreveu! kkkkkkk

Última edição 11 meses atrás by Rodrigo S. Cruz
Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Um dia de atraso só pra comemorar. O mesmo Mouratoglou falou que Djoko era o atleta perfeito para o tênis em 2023.

No mais, essa discussão é de ontem e já foi devidamente refutada na pasta específica, mas só o comentário do Jonas abaixo já serve como um bom resumo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Jura ??? . O comentário do Mestre Jonas não resume absolutamente nada. Ao contrário, mostra o quanto a Kombi (no desespero) unida , jamais será vencida . Até bezerro deu ar de sua graça. Rsrsrs, Abs !

Jonas
Jonas
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O bezerro espanhol é um tenista fenomenal, apenas apontei que ele levou uma aula do monstro sérvio no Australian Open, tem que dar méritos ao adversário também, meu caro.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Para quem não quer ler 300 comentários, acho que resume o suficiente. Como levar a sério um cidadão amargurado que acha que o Djokovic não tem nenhum golpe de destaque? Abs!

Rafa
Rafa
11 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Mouratoglou, que já não engana mais ninguém, agora tenta emplacar como guru e analista.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
11 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Então, Paulo. Eu não acompanhei a outra pasta. Na verdade eu só fui ler esse texto hoje cedo…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
11 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Modo preciso e cirúrgico na opinião dele. E da sua, lógico!
A na mesma opinião ele se enrola todo, indo e vindo várias vezes para tentar nos deixar sem um ponto definido. É ou não é?
O que ele nem ninguém consegue definir ou responder é: como?
Como um tenista medíocre deu tanto pau no Mr. Federer e no super tenista Rafael Nadal?
Aliás, se voltássemos às respostas de ambos (Fedal), veremos, coerentemente, que são mais plausíveis.
Fortíssimo abraço nobre amparador de cães que caem de mudanças.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
11 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Hahahaha

O choro é livre, Luiz.

Particularmente acabei de virar fã desse francês aí.

Ele se enrolou, deu idas e vindas, como vc diz? Bem, e não poderia ser diferente, concorda?

Afinal estamos tratando de um tenista de resultados sim assombrosos.

E, contudo, dono de um tênis que de fato não empolga a maioria das pessoas. Já que baseado em defesa, regularidade, resistência e frieza. Mas desprovido de beleza e plasticidade.

Não tem como não se enrolar falando de Novak Djokovic. O cara é o exemplo vivo, a encarnação do chamado “winning ugly”. (rs)

Última edição 11 meses atrás by Rodrigo S. Cruz
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
11 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Ahh, devo admitir que melhorou bastante essa sua análise agora.
Tem gente que adora jiló.
As deixadinhas do sérvio, suas paralelas de back, seus neo-volleys, suas mudanças de direção, seus lobs e seus abraços em seus algozes ao final das derrotas, são um primor de beleza, para assistirmos.

Rafa
Rafa
11 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Luiz Fabriciano: como a Kombi, tão odiada pelo graaaaaande analista, esteve sempre entre os veículos mais vendidos do país enquanto era comercializada? Até hoje tenho um amigo que trabalha de Kombi. Isso é legado kkkkkk

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
11 meses atrás
Responder para  Rafa

Pois é Rafael, nossa Kombi é símbolo de resistência, força e vontade de vencer. Igual ao seu patrono.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

A capacidade técnica de um tenista se mede dentro de uma quadra de tênis. Não adianta alguém dizer que tenista A ou B tem todos os golpes, mas isso não se comprova em quadra. Djoko é o que é porque tem o conjunto mais completo: melhor devolução; melhor backhand; melhor cobertura de quadra; melhor contragolpe; melhor leitura tática; melhor mental. Além disso, evoluiu o forehand, o saque e os voleios com o decorrer do tempo.

Jonas
Jonas
11 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Rodrigo, não vou alimentar polêmicas, só deixar claro alguns pontos, depois sugiro que leia a declaração completa:

Mouratoglou não fez um ataque pessoal ao sérvio, mas na capa da notícia fica parecendo que fez. Ele não diz que o Djokovic tem um jogo feio, não diz que é entendiante assistir ou algo do tipo.

A declaração dele se refere a golpes. Para ele, Djokovic tem golpes medíocres, se comparados aos do Fedal. “Faz tudo muito bem” ele diz, ou seja, nada marcante ou espetacular. Conclui dizendo que o sérvio é o maior de todos, mais forte que a dupla.

Bom, penso que o francês não se esqueceu do backhand do Djoko, de sua devolução etc, mas como o jogo do sérvio não se baseia em potência ou golpes de muito peso/velocidade, ele fez essa afirmação.

O francês já disse antes que acha Djokovic um tenista perfeito. No fim acho que ele acaba mais elogiando, por incrível que pareça, mas obviamente não concordo com o termo que ele usou, mesmo em relação aos golpes, abs.

Rafa
Rafa
11 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

O mesmo que ferrou com a carreira da Halep? Bem credenciado esse kkkkkkkkkk

Rafa
Rafa
11 meses atrás

Agora, 00:16h de quinta, ao invés de ver um episódio mais de uma série a mais no streaming, resolvi acompanhar os comentários que havia perdido nesta pasta. De uma certa parte para baixo, antes de chegar no fim (ou início, já que leio dos mais recentes para trás), acompanhei uma sequência de debates bem estruturados e fundamentados como há muito tempo não via, o colega que mostra as dificuldades de Nole sem azucrinar, apontando fatos e usando de lógica, Nolistas reconhecendo a nova realidade mas apontando – com razão, a meu ver, que ele ainda é relevante, apesar do desempenho horrível em torneios de 3 sets ter virado a regra e não a exceção, as discussões sobre o tênis hoje ser um “novo jogo”, a contraposição ao período do BIG 3, enfim, se em todas as pastas fosse assim…. Tanto é que nem comentei nada para não reduzir a qualidade do que li, recolhendo-me ao lugar de espectador informado apenas. Claro que a presença do graaaande analista, que compara alhos com bugalhos o tempo todo causa um certo ruído, mas nem ele foi capaz, com suas obsessões por citar coisas aleatórias e fora de contexto, de afetar a thread de comentários que citei, umas das melhores de todos os tempos. Tempo muito bem gasto. A série continuará lá amanhã, esta experiência de hoje, em um break do trabalho para me alimentar, talvez não se repita. Parabéns a todos os envolvidos. O blog fica bem melhor quando mais gente participa.

Última edição 11 meses atrás by Rafa
Pable S. Herrera
Pable S. Herrera
11 meses atrás
Responder para  Rafa

Seria o “graaande analista” ao qual tu se referes alguém que torce pelo Federer? Pelo que li, foi um show de desculpas mais bem elaboradas para justificar que Djoko está em fim de carreira (sem demérito algum a ele – já não peecusa provar nada) e
um caminhão de respostas para desacreditar o contraditório… aproveitando para sistematicamente dar likes a todo comentário que ser iu para justificar tal fase.

Mais nadis…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
11 meses atrás
Responder para  Rafa

Seus comentários ou suas introduções nos mesmos, sempre nos trás pontos relevantes às discussões, prezado Rafael.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
11 meses atrás
Responder para  Rafa

Eu confesso estar muito mais seletivo nesse espaço, e ignoro a maioria dos comentários, é bom ter um bálsamo de vez em quando.

Pablo S. Herrera
Pablo S. Herrera
11 meses atrás

Ao ler os comentários desta confraria. noto que há uma perseguição sistemática à pessoa da Bia Haddad, e as pessoas não percebem que se posicionam contra, achando que assim estão a favor através da criação de factóides com o intuito de aporrinhar a jogadora de uma forma que nenhuma contabilidade é capaz de mensurar.

Bruno
Bruno
11 meses atrás
Responder para  Pablo S. Herrera

Valmir, sai do fake

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás
Responder para  Pablo S. Herrera

Ao participar do dia dia DIA “desta confraria”, o colaborador em questão não tem como agir através de “perseguição sistemática à pessoa da Bia Haddad”, pois este não conhece a “pessoa da Bia Haddad”. O mesmo vale para quando o tal perseguidor cria “factóides com o intuito de aporrinhar a jogadora”, já que, na prática, como é que “a jogadora” pode ser aporrinhada por este suposto perseguidor, se ela não o conhece? Por meio de paráfrase, se “nenhuma contabilidade é capaz de mensurar” o tamanho do vilipêndio, é justamente pelo fato de o colaborador-perseguidor-algoz não conhecer Beatriz pessoalmente, bem como por outro tipo de comunicação…

Rafa
Rafa
11 meses atrás
Responder para  valmir da Silva batista

Concordo com suas razões de réplica 100%, Valmir. Você pensa o que pensa, e fundamentou tudo com excelência. Independente de eu achar o mesmo ou não, admiro muito capacidade argumentativa.

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás
Responder para  Rafa

Muito obrigado, RAFA…

Pablo S. Herrera
Pablo S. Herrera
11 meses atrás

E não deu para Felipe Meligeni, nem para Seyboth Wild, e contando.

Ambos poderão procurar um Challenger para se divertir um pouco.

Uma das piores situações a se aprender a sdministrar quando ser atleta, é ver seus pares competindo e vocé ficar de fora.

É um misto de depressão com derrota.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
11 meses atrás

Esse Mouratoglou é diversão garantida kkkk. Será q ele bebeu???
Na matéria inicialmente ele diz q o cara era medíocre e inferior aos outros dois, mas depois se contradiz e expõe q se tornou o maior de todos.
Vamos aos fatos: Djoko inicialmente perdia regularmente p Rafa e Federer, verdade inquestionável. Mas depois passou a dominar os outros dois, exceto Rafa no saibro. Será q isso se deveu apenas ao mental? Será q o mental explicaria a melhor devolução de todos os tempos?

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Medíocre tem a ver com média. Descobri agora que a média dos tenistas alcança 24 slam na carreira.

Lucas
Lucas
11 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Faltou ele desenhar pra vc entender.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
11 meses atrás
Responder para  Lucas

Não polemizo com fakes…

Jonas
Jonas
11 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Luiz, eu li essa declaração e realmente ele usa essa palavra, depois acaba chamando o sérvio de GOAT e diz que foi o mais forte dos três, rsrs.

Vou postar aqui uma parte maior da entrevista, para contextualizar: “se é realmente observador, é um jogador, comparado aos outros dois, é terrível dizer, mas quase medíocre. Ele faz tudo muito bem, mas, na verdade, não tem golpes fortes”

Não tem golpes fortes, ele disse, entendo que se referiu ao fato do Djokovic não ter um forehand como o da dupla Fedal ou do Alcaraz, ou mesmo um saque pesado. Ora, o Djokovic também não tem a força nos golpes de um Alcaraz, Nadal ou Sinner, concordo plenamente.

Então o que fez esse cara ser tão superior, entre 2011-2023? Na minha opinião, o Djokovic é um jogador extremamente técnico. O Nadal afirmou que nunca enfrentou um jogador com tanto controle de bola em sua carreira. Wawrinka também disse isso, mas usou o termo “golpes limpos”.

O sérvio tem um controle de bola surreal, capacidade de mudança de direção e noção de profundidade que Federer e Nadal não tinham. Devolução absurda, melhor backhand da história, movimentação e cobertura de quadra impecáveis, aliados a um serviço preciso. O ponto aqui não é quem bate mais forte e sim quem controla melhor o jogo de base, desequilibrando o adversário.

Para quem tem duvida, sugiro que assistam às QF do Australian Open deste ano, Djokovic x Alcaraz, neste jogo ele colocou o bezerro pra correr e olha que estamos falando de um jogador de 37 anos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Jonas

Parei de ler quando afirmas que o cidadão falou em ” goat ” para Djokovic. Em nenhum momento, Mestre Jonas. Quanto ao fato de mudança de direção, assista ao Show que Federer deu pra cima de Djokovic em 2019. Me explique como o melhor devolvedor tomou 94 WINNERS e perdeu em todas as estatísticas, na partida mais longa da história de Wimbledon ? . E contra um Tenista que tinha os mesmos 38 anos , que Servio tem a partir de hoje . A insegurança de vocês ultrapassa todos os limites da compreensão. Quanto a bezerro , já é desespero mesmo. Abs !

Jonas
Jonas
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ele disse que o Djokovic se tornou o maior de todos. Só ler a declaração dele ou chorar.

Última edição 11 meses atrás by Jonas
Jonas
Jonas
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Rapaz, ainda nessa de Wb 2019? Supera…

Não amigo, Federer não tem por característica mudar a direção da peluda, o próprio Nadal afirmou que o sérvio foi um mestre nisso. O suíço é mais intuitivo, jogava indo pra frente, é outro tipo de jogador.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Jonas

A maior característica do Suíço, era exatamente mudar a todo instante , a direção da bolinha . Seja com o Forehand mais espetacular segundo Rafa Nadal, quanto com Slices Venenosos, e bate-prontos geniais de todo canto da quadra. Jogo de rede insuperável perante seus rivais do Big 3 . O Terceiro melhor em Aces da história. Quantos jogos assistisses do Craque Suíço, caro Mestre Jonas ?. Naquele link que apareceu fazem duas semanas, vistes o Sérvio caído ao chão, tamanha a variação , terminando com um Backhand no contra pé… rsrs. Abs!

Jonas
Jonas
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Aí você tem que discutir com o Nadal, um tenista que encarou Federer e Djokovic por mais de 15 anos.

Veja a afirmação do GOAT do barro: “Contra Novak, se você abrir a quadra e não machucá-lo muito, você permite que ele jogue como quiser. Em termos de controle de bola, ele é o melhor jogador que já enfrentei”

Eu não estou dizendo que Federer não tinha qualidades, mas elas são diferentes das do GOAT sérvio. No mais, reclame com o Nadal.

Última edição 11 meses atrás by Jonas
Rafa
Rafa
11 meses atrás
Responder para  Jonas

Nadal, em sua precoce autobiografia, lançada muitos anos antes de encerrar a carreira, diz claramente que havia um jogador com quem todo mundo teria que tomar cuidado. Spoiler: não era Federer. Nadal já anteviu a dor de cabeça que viria. Visionário.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Você como maior torcedor de Mr. Federer, deveria, em compaixão por ele, e parar de falar toda hora em 94 winners. Ele tem pesadelos toda noite que dorme depois de se lembrar disso.
E os pesadelos, sempre começam com aquela senhorinha com o dedinho de falta um para cima. Aí ele começa a tremer.
Ou seja, deveria ser 95, mas Djokovic só permitiu 94.

Rafa
Rafa
11 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Guardo a foto dessa senhora até hoje no notebook para toda vez que quero dar uma risada.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
11 meses atrás
Responder para  Rafa

Não seja tão maldoso prezado Rafael.
Rsss

Bruno
Bruno
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Se parou de ler quer dizer q não lê todos os comentários como exige dos nolistas kkkkk
Diversão garantida

Rafa
Rafa
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Parou de ler e adivinhou o restante do comentário? kkkkkkkkkkkkkk

Gustavo
Gustavo
11 meses atrás

Linda a camiseta do Djoko em Genebra. As cores e a estampa simulando a linha em quadra de terra batida

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
11 meses atrás
Responder para  Gustavo

Fala Gustavo.
Na verdade, o modelo é o mesmo desde o AusOpen, só mudando de cor.

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás

EM ALGUMAS DE SUAS ÚLTIMAS publicações, percebi o esforço aeróbico de TenisBrasil, para mostrar que Beatriz é uma grande tenista, ao destacar as qualidades das adversárias por ela derrotadas, nas duas primeiras participações da brasileira no WTA 500 de Estrasburgo. Fala-se desde que o ambas conquistaram no circuito, até sobre suas estaturas e idade, só faltando o peso, a marca da lingerie e número que elas usam. Odete Roitman certamente diria tratar-se de Vale Tudo, com aquele ar de superior. De todo modo, Beatriz está de parabéns pelas vitórias em questão, ainda que isto não seja lá grande coisa, como quer TenisBrasil…

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás
Responder para  valmir da Silva batista

desde o* que ambas

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
11 meses atrás

Dalcim, sinto falta e por isso pergunto:
As Pliskovas se afastaram definitivamente do tênis?

Mário Sérgio Cruz
Editor
11 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Kristyna se tornou mãe em 2022 e desde então não voltou a jogar. Karolina já passou por cirurgias no tornozelo e está afastada do circuito para tratar da lesão.

Rafa
Rafa
11 meses atrás

Ao colega que comentou, em tom de gozação (que aliás, achei bastante inteligente e espirituosa) no meu post para o Luiz Fernando sobre a Badosa, dizendo que “se depois de 3 DMs a conversa acabou, tenho uma má notícia pra te dar… ri bastante. Então explico:
1- Quem mandou a primeira DM foi ela, escrevendo em inglês errado mas compreensível), perguntando o porque de eu a seguir e o que eu admirava no jogo dela, ao que respondi: Gosto de gente que enfrenta as dificuldades que aparecem e continuam tentando.
2- A SEGUNDA DM também foi dela, pedindo para eu falar um pouco mais de mim – aí, como tenho espelho e quando olho para ele não enxergo um deus, muito menos grego, já pensei: é um fake, e fui verificar. Era o perfil oficial dela. Respondi: É melhor pararmos por aqui, você tem namorado, e não gostaria que ele ficasse incomodado.
3- Na terceira DM, ela insistiu no assunto dizendo que tinha – e tem mesmo – liberdade para falar com quem quisesse. Aí nem respondi mais. Uma que não vou ficar viajando para a Espanha ou para onde ela estiver jogando nem ser gigolô ou viver às custas dela, duas que tenho mais o que fazer, e a plataforma que mais uso agora é o Substack; três que mulher eu acho por aqui mesmo.

Mas valeu a brincadeira, abraços.

Lucas
Lucas
11 meses atrás
Responder para  Rafa

Nós acreditamos em vc. ABS!

Rafa
Rafa
11 meses atrás

Dalcim: Hoje, quarta, fui dar um like na análise do Jonas, que tinha 10, portanto deveria passar pra 11, e ao invés, desceu pra 9. aí cliquei de novo e voltou ao 10. Isso já aconteceu outras vezes, com outros colegas nos posts dos quais fui dar um like. Dado que uma das alternativas para filtrar os comentários é “most voted”, não há algo errado?

Abraços e bom dia.

Rafa
Rafa
11 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Grato pela resposta, Dalcim.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
11 meses atrás
Responder para  Rafa

Sim, Rafael, tem comentários que já percebi, de 5 vão para 4.

Sandra
Sandra
11 meses atrás

Dalcim , o Tiago Monteiro não está jogando o quali de Roland garros ?

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
11 meses atrás

Lembrando a final de Roma voltou-me a impressão de que quando um tenista tem uma vantagem para fechar o set e não consegue ele dificilmente ganhará o jogo, por algum problema mental que o acometa; foi assim que vi a derrota do Sinner.

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás

O uso terapêutico é coisa séria, mas o resto é palhaçada. Por outro lado, aproveitando o ensejo da modinha, lembro que, nos anos setenta, Julinho da Adelaide foi uma espécie de bebê reborn do Chico Buarque, e declaro que, na próxima encarnação, eu gostaria de retornar ao mundo como Julinho…

Maurício Luís Sabbag
Maurício Luís Sabbag
11 meses atrás

Pro Djokovic, talvez + importante do que o título 100 fosse conseguir se posicionar entre os 4 primeiros cabeças-de-chave em RG. E bem que ele tentou, mas não chegou na pontuação do Taylor Fritz e ainda foi ultrapassado pelo Drapper. O jeito agora é encarar Sinner, Alcaraz ou Zverev já nas quartas e ver que bicho vai dar.
Embora em má fase, ninguém em sã consciência o descarta entre os favoritos.
Fabio Fognini – despediu-se de Roland Garros com uma melancólica derrota por 6/3 e 6/2 na primeira rodada do quali diante do norte-americano Nicholas Moreno de Alboran, número 152 do ‘ranking’. Bye, Fognini. E obrigado.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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