Itajaí (SC) – Com as arquibancadas lotadas no Itamirim Clube de Campo, dois brasileiros estrearam na primeira rodada da chave principal do Challenger 75. Mateus Alves e Thiago Wild, contaram com o apoio da torcida catarinense, mas os resultados foram diferentes.
Wild soube aproveitar a energia para confirmar a vitória com um consistente 6/3 e 6/4 sobre o argentino Lautaro Midon e se garantiu na segunda rodada do torneio que distribui total de US$ 107 mil dólares e dá 75 pontos no ranking ao campeão. Seu próximo adversário será o argentino Genaro Olivieri, que havia eliminado Pedro Boscardin na última segunda-feira por 7/6 (7-2) e 6/2.
“Acho que o ponto principal da vitória hoje foi o público, muito bom, me apoiou do começo ao fim. Quando o jogo ficou mais duro, o público também começou a crescer, a fazer mais barulho como a gente gosta aqui no Brasil”, disse Wild após a partida. “O jogo teve altos e baixos, um nível médio, de estreia, mas consegui dominar o jogo com a minha direita, que é o que eu gosto de fazer. E agora, concentrar para o próximo jogo”.
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Já Mateus Alves, permitiu a virada ao peruano Gonzalo Bueno que venceu por 4/6, 6/2 e 6/2 em partida com 2h31 de duração.
O complemento da primeira rodada terá mais três estreias brasileiras: O pernambucano João Lucas Reis enfrenta o espanhol Nikolas Sanchez, enquanto o paulista Daniel Dutra da Silva e o gaúcho Eduardo Ribeiro jogam contra argentinos. Daniel estreia contra Juan Manuel La Serna, vindo do quali, enquanto o convidado Ribeiro encara Juan Estevez.
Outros dois brasileiros estão garantidos nas oitavas após os jogos da última segunda-feira: O cearense Thiago Monteiro enfrenta o italiano Franco Agamenone, enquanto o paulista Igor Marcondes desafia o boliviano Hugo Dellien, principal cabeça de chave.











Excelente vitória do Wild, adversario é infinitamente melhor fisica e mentalmente e mesmo assim ele conseguiu arrumar uma vitoria. Esse nível, challanger 70, é mais adequadeo pro jogo dele, talvez ele consiga sacar mais cheques e sobrar menos tempo pra fazer turismo
até que enfim uma boa vitória jogou em bom ni nível
Wild marcou (finalmente!) uma vitória BR contra um gringo na chave principal desse CHL e, sua primeira vitória em CHLs desde julho/2025(!) -oq explica a posição atual do BR no ranking- achei lúcida a avaliação dele do jogo: looonge de ter feito uma grande partida mas, o suficiente para não se enrolar contra um top 300 -o que é beeem mais do que ele vinha fazendo desde o USOpen até o final da última temporada.
Se técnica e mesmo fisicamente ainda está beeem distante do que já jogou, ao menos tem feito apresentações minimamente dignas nesse começo de 2025(fora que, diferente de por exemplo o Heide, o Selvagem ao menos se dispõe a encarar a realidade do circuito e joga algumas semanas consecutivas). Me parece o suficiente para ao menos voltar ao top 200 se mantiver essa toada, próxima rodada com outro rival bastante acessível(Olivieri tem um nivel similar ao Midon), expectativa que vence novamente sem maiores dramas e dae tenha um jogo mais exigente nas QFs: contra o Bolivia triturador de BRs ou o ascendente Marcondes(na torcida!)
Duro levar(mais uma) virada da forma que o Mateus Alves levou: vence o primeiro set, desperdiça oportunidades de devolver uma quadra atrás em 2 games de serviço distintos do rival, pra tomar outra quebra em seguida e perder o set.. no 3º, roteiro parecido, desperdiça BPs e toma quebra no game seguinte.. roteiro parecido com o Puccinelli(perdendo MatchPoint) e do Boscardin(perdendo set points) ontem, realmente é um padrão BR essa fraqueza mental na hora da onça beber água.. nossos atletas tem um desempenho beeem abaixo da média sudaca nessas situações..
O grande Wildy, o “selvagem” domesticado….
O bom é que agora parece mais educadinho…. pelo menos.
Boa Wild
Ufa! O Wild lavou a alma dos brasileiros ao conseguir a primeira vitória de um brasileiro contra um gringo
Com a ressalva de que os únicos ‘gringos’ que existem são os norte-americanos. Nenhum cidadão latino-americano é chamado de ‘gringo’ em qualquer pais de América do Sul… só os “yanquis” (em todo caso tbm quem seja europeu), por uma razão histórica própria da origem da palavra:
Veja só… em 1845 as tropas yanquis invadiram e anexaram os que eram Estados mexicanos (hj Texas e Califórnia). Então:
A farda dos soldados era de cor verde (em inglês verde é ‘green’ e ‘go’ = vai embora, vaza, saia) Quando os soldados entravam nos povoados os habitantes gritavam pra eles: “greem-go”, grin-go!, gringo!!”….
Wild fez seu papel. E em teoria pode muito mais. Vi o 1º set do Mateus Alves. Tem boa direita e bom saque, mas não consegue manter a intensidade por um jogo inteiro. Assim fica difícil mudar de nível.
essa deve ser a “teoria da relatividade”… rsrs
Bora Wild,que seja um ano de uma excelente recuperação.
isso… que melhore. Que tome banho de realidade (junto com torcedores ilusionados)