Nápoles (Itália) – Em sua temporada de despedida do circuito, Stan Wawrinka segue competitivo e também reflexivo sobre os últimos passos da carreira. Aos 41 anos e ainda presente no top 100 do ranking, o suíço revelou um desejo especial antes de encerrar sua trajetória: enfrentar Carlos Alcaraz em uma partida oficial.
“Joguei várias vezes contra o Sinner e gostaria de ter uma experiência diferente. Me encantaria enfrentar o Carlos, é um sonho para esta temporada”, afirmou Wawrinka, que ainda não mediu forças com o jovem espanhol no circuito profissional, mas tem duas vitórias em seis jogos diante do italiano número 2 do ranking.
Tricampeão de Grand Slam, o suíço vive um momento simbólico na carreira, equilibrando competitividade e despedida. Mesmo após a eliminação precoce no challenger de Nápoles na última semana, ele reforçou que ainda tem objetivos claros para 2026. “Sempre tive como meta seguir sendo realmente competitivo na minha última temporada. Quero terminar o ano entre os 100 melhores, isso me motiva a continuar trabalhando”, destacou na entrevista ao portal italiano Spazzio Tennis.
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Wawrinka também valorizou o processo e a consistência ao longo da carreira. “Sempre tentei dar o meu melhor e aproveitar cada torneio. Quero que isso continue sendo assim neste ano, porque é algo de que me orgulho”, disse o ex-número 3 do mundo, que já garantiu presença em Roland Garros e recebeu convite para disputar o Masters 1000 de Monte Carlo.
Membro de uma geração marcada por grandes rivalidades, o suíço comentou sobre o nível de exigência enfrentado ao longo dos anos. Seus confrontos diretos ilustram bem o desafio: foram 3 vitórias em 26 jogos contra Roger Federer, 6 em 27 diante de Novak Djokovic e 3 em 22 contra Rafael Nadal. Contra Andy Murray, o retrospecto é mais equilibrado, com 10 triunfos em 23 partidas.
Ao falar de Djokovic, Wawrinka demonstrou admiração pela longevidade do sérvio, ainda competitivo aos 38 anos. “Só ele sabe quanto tempo ainda pode jogar, mas é impressionante ver que segue brigando pelos maiores títulos. É incrível que consiga manter esse nível em uma idade tão avançada”, comentou.










Um monstro, um ícone para a minha geração. Stan é um fantástico jogador.
Foi um grande jogador, mas hoje em dia se arrasta pelo circuito.
Comparando com os big nos 41 até que ele tá bem, que seu backhand ainda inspire alguns jovens!
Grande Wawrinka… em seu auge, formou um memorável Big 3 ao lado de Federer e Nadal, bem acima dos limitados Murray e Djokovic
Jogou muito mas como pode ser bem acima do Djokovic se tem só 6 vitórias em 27 jogos? O limitado só tem 24 Grand Slam. Mesmo diante de Murray está em desvantagem de 10 em 23.
Esse comentário é só pra não passar em branco. Totalmente sem nexo. É ser anti demais. Kkkkk
O Stan nasceu na hora errada lutou muito mais apanhou igual condenado do big 3
mais ainda conseguiu 3 Slan esta de bom tamanho
Wawrinka é gênio comparado aos perdedores da geração de 90
Rapaz, que mágoa com a geração 90.
Po, podia fazer um jogo exibição.
Aí não é sonho, é pesadelo.
É nada. Capaz de dar trabalho no primeiro set. Depois é só exibição, mas o cara merece respeito com seus três Slams.